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Gasolina e diesel ficaram mais caros a partir de sábado

Os combustíveis ficarão mais caros a partir de sábado (01/02) por conta do aumento da alíquota do ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços.

A gasolina aumentará em R$ 0,10 por litro, passando para R$ 1,47 de alíquota e o diesel e o biodiesel o acréscimo será de R$ 0,06 por litro, passando para R$ 1,12. A maior tributação será aplicada em todo o Brasil.

A alta nos preços dos combustíveis vai aumentar a inflação, segundo especialistas.

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Fiat confirma a chegada do Pulse e Fastback híbridos flex para novembro

Os primeiros modelos híbridos da Fiat no mercado brasileiro foram confirmados hoje pela marca italiana. Como já havíamos antecipado aqui no Campinas de Fato, em novembro chegam o Fastback e o Pulse com motorização hibrida e flex (etanol/gasolina). Até hoje, somente a Toyota com o Corolla e o Corolla Cross dispunham no mercado nacional dessa possibilidade de motorização. A Fiat foi responsável por lançar no Brasil o primeiro veículo a etanol, com o 147 (1978), e a primeira apresentar a tecnologia flexível com o Uno (2005).

“A Fiat é a marca reconhecida por revolucionar e democratizar tecnologias acessíveis no Brasil. O SUVs, Pulse e o Fastback serão responsáveis por impulsionar essa revolução”, afirmou Alexandre Aquino, vice-presidente da marca Fiat para a América do Sul.

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Preço da gasolina fecha terceiro trimestre com uma média de R$ 6,26

Mesmo com uma redução no mês de setembro de 0,32% em relação a agosto, o preço médio da gasolina ainda está elevado. O combustível está com o preço médio de R$ 6,26 nas bombas de abastecimento de todo o País. Já o etanol fechou o período a R$ 4,23, após redução de 0,47%. Os dados são da mais recente análise do IPTL – Índice de Preços Edenred Ticket Log.

“Essas reduções registradas neste encerramento de trimestre apontam uma tendência de estabilidade na média nacional, identificada desde o mês anterior. No detalhe regional, a gasolina ficou mais barata para o consumidor em grande parte dos estados brasileiros, especialmente nos nordestinos e sudestinos. Apesar de apresentar uma tendência de aumento em mais estados, o etanol tende a manter uma paridade com a gasolina”, analisa Douglas Pina, diretor-geral de Mobilidade da Edenred Brasil. 

A região Nordeste liderou o ranking das reduções mais expressivas para os dois tipos de combustível. Por lá, o preço da gasolina reduziu 1,39%, fechando o mês a R$ 6,37, e o etanol ficou 1,84% mais barato, sendo comercializado a R$ 4,80. Ainda assim, a gasolina com a média mais baixa foi registrada nos postos de abastecimento do Sudeste, a R$ 6,15 e o etanol mais barato no Centro-Oeste, a R$ 4,11. Já as médias mais altas foram comercializadas no Norte, a R$ 6,74 a gasolina e R$ 4,94 o etanol. 

Entre os estados, o Rio Grande do Norte se destacou no período com os recuos mais expressivos no preço dos combustíveis. O litro da gasolina foi encontrado a R$ 6,29 no Estado, após redução de 4,41%, ante agosto. Já o preço do etanol caiu 6,40% e fechou setembro a R$ 4,97. A gasolina mais barata do País foi comercializada em São Paulo, a R$ 6,05 e o etanol mais econômico no Mato Grosso, a R$ 3,98.

Em alguns estados a gasolina ficou mais cara e o aumento mais expressivo de todo o território nacional (2,03%), foi identificado nas bombas de abastecimento de Roraima, onde o litro foi encontrado a R$ 7,02. Ainda assim, a gasolina mais cara foi comercializada no Acre, a R$ 7,20. 

Muitos estados apresentaram aumento no valor do etanol e Goiás liderou o ranking, com uma alta de 2,96% para o combustível, que fechou a R$ 4,18. No entanto, o etanol mais caro foi registrado no Amapá, a R$ 5,39.


“Bem como identificado em agosto, abastecer com etanol foi considerado economicamente melhor na maior parte do País neste fechamento de mês, principalmente para os motoristas que rodam pelo Centro-Oeste. Além de trazer vantagens para o bolso dos consumidores, o etanol também oferece vantagem ecológica, por ser um combustível que emite menos poluentes na atmosfera e contribui para uma mobilidade de baixo carbono”, reforça Pina.

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Em nosso comparativo, Citroën C3 Aircross vence a Chevrolet Spin

Aos longo de muitos anos, a Chevrolet Spin não tinha concorrentes na sua faixa de preço e demorou para a General Motors do Brasil fazer uma atualização do modelo.  A Spin ficou mais moderna e com mais equipamentos e as alterações mais significativas foram no interior e na frente. Porém, essas alterações chegaram após o modelo da Chevrolet ganhar um concorrente bem mais moderno e com melhor motorização. O Citroën C3 Aircross, também com sete lugares, desembarcou no mercado nacional, mais barato, motor turbo e com design mais agradável.

Fizemos o comparativo entre os dois modelos, que estão na faixa dos 150 mil reais. A Chevrolet Spin Premier custa R$ 145 mil e o Citroën C3 Aircross Shine 7 R$ 137 mil.

Família

Ambos os modelos têm o objetivo de acomodar famílias grandes e que precisam de espaço interno e porta-malas. Isso sem ter que desembolsar “muito”. O espaço interno, quase sempre, é determinado pela distância do entre-eixos. Aqui o modelo francês leva vantagem em cima da concorrente. A Spin, que ainda utiliza a plataforma do sedã Colbalt, tem 2,62 m, contra 2,67 do Aircross.

Na largura também a C3 Aircross leva vantagem: 1,79 m contra 1,76 m. Para os ocupantes dos bancos dianteiros, ambas oferecem um bom espaço e os bancos são confortáveis. Mas a Spin tem um vantagem no banco intermediário, já que o mesmo pode se deslocar para a frente ou para trás, aumentando o espaço para as pernas. Porém, se deslocado para trás, não pode levar ninguém na terceira fileira. E para entrar nos bancos da última fileira, o banco do meio precisa estar todo para a frente. No Aircross, também não é nada fácil o acesso, mas necessita menos “ginástica”. Em ambos os modelos, os dois bancos da terceira fileira são para um pequeno trajeto e para crianças.

Agora, se nos dois modelos as três fileiras estiverem na posição de uso, a minivan da Citroën leva vantagem. Uma coisa que assusta é a proximidade dos últimos bancos com a tampa traseira. E por falar em última fileira e tampa, o porta-malas, tão importante para quem vai escolher uma minivan, é maior na Spin. Com a terceira fileira no lugar, a Spin tem 162 litros de espaço, contra 42 da Aircross. E sem a terceira fileira, novamente a Spin tem uma pequena vantagem: 553 litros contra 493 litros. Mas um detalhe faz grande diferença na Citroën C3 Aircross. Os bancos podem ser removidos e recolhidos em uma bolsa especial.

Conforto

Em ambas, o acabamento não foi a maior atenção das fabricantes. Na Citroën C3 Aircross, até por ser mais moderna, alguns detalhes mereciam um estudo mais profundo. Os controles dos vidros elétricos traseiros estão no console central entre os bancos dianteiros, para serem utilizados pelos passageiros da frente e do banco intermediário.

Mas muito mal colocados, pois os passageiros têm que quase sair do banco para os acionar e os dos bancos dianteiros precisam “jogar” o braço para trás e ficar adivinhando onde eles estão. A mesma coisa com os botões dos ajustes dos espelhos retrovisores, travamento dos vidros traseiros e das portas e controle de velocidade, instalados à esquerda, encobertos pelo volante. Os demais controles, tanto os do volante como os do meio, são de fácil acesso.

A quantidade de espaços e porta-trecos é muito mais generosa no Aircross. Em ambos, muito plástico e bancos confortáveis.
Uma vantagem da Spin é dispor de seis airbags, contra quatro do Aircross.

Conectividade

Em ambos os modelos, a conectividade é bem interessante e aceita o uso do Android Auto ou Apple Car Play. A telas em ambas são grandes, na Spin mais retangular e C3 Aircross mais horizontal.

A Spin tem carregador sem necessidade de fio, mas o espelhamento das duas não precisa do cabo. Os painéis de instrumentos em ambas são digitais, mas no Aircross é de mais fácil utilização.

Motorização

Neste importante item, a Citroën C3 Aircross leva uma grande vantagem. O motor mais moderno do Aircross é de 1 litro turbo, que entrega 130 cavalos com etanol e 125 com gasolina. O torque é de 20,4 kgfm com qualquer dos combustíveis. Já na Spin, o motor apesar de ter sido atualizado, ainda é o velho motor muito utilizado na linha Chevrolet, um 1,8 litro que oferece ao motorista 106 cavalos com gasolina e 111 com etanol. E o torque é de 16,8 com gasolina e 17,7 kgfm com etanol.
A grande diferença é ressaltada no desempenho. De 0 a 100 quilômetros por hora,  o Citroën precisou de 10,2 segundos e a Spin 14,1 segundos. Quase quatro segundos a mais. Isso numa ultrapassagem ou carregado faz muita diferença.

Mais uma vez, na transmissão, o Aircross leva vantagem. Apesar de ter um câmbio verdadeiramente automático de seis velocidades, e o C3 um CVT que simula sete velocidades, o do Citroën é mais ágil.

No consumo houve quase um empate. Com gasolina, o C3 Aircross fez 10,6 quilômetros por litro no perímetro urbano contra 10,2 km/l da Spin. Já na estrada, a Spin fez 15,5 km/l, contra 14,6. Com etanol, na estrada, a Aircross fez 12,7 quilômetros por litro, contra 12,6 da Spin, e na cidade, com o mesmo combustível, 8,8 quilômetros por litro na Spin e no Aircross, 8,7 km/l. Ou seja, estão no que se esperava.

Nos dois modelos as rodas são de liga-leve, sendo na Spin de 16 polegadas e de 17 no concorrente. Isso deixa o modelo da marca francesa mais elevado e com maior facilidade de superar obstáculos e na utilização nas estradas de terra ou esburacadas.

Comparativo

Lógico que é muito pessoal a escolha. Porém, o Citroën C3 Aircross, até por ser mais moderno, ter mais espaço, ser mais barato e ter um motor mais moderno, leva uma pequena vantagem sobre a Chevrolet Spin.  Ambos são boas opções para famílias que necessitam de espaço e a eventual utilização de sete assentos.

Preço
Chevrolet Spin Premier 1,8 AT 7 lugares – R$ 144.990,00
Citroën C3 Aircross Shine CVT 7 lugares – R$ 136.590,00

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BR – 101 tem o combustível mais caro do Brasil

A rodovia BR-101 segue sendo a estrada com o combustível mais caro do Brasil. Nela, a gasolina foi comercializada a R$6,28, o etanol a R$4,75, o diesel comum a R$6,14 e o diesel S-10 a R$6,03. O levantamento da marca considera o comparativo entre a BR-101, Régis Bittencourt, Presidente Dutra e Fernão Dias, que estão entre as maiores de todo o País. O levantamento é IPTL – Índice de Preços Edenred Ticket Log.

“Na BR-101, o preço médio registrado para o etanol foi 11,76% mais alto do que a média nacional, que fechou o mês a R$4,25. Enquanto isso, o preço da gasolina se encontrou igual (R$6,28) e o diesel abaixo (comum a R$6,10 e tipo S-10 a R$6,18). Os valores altos comercializados na rodovia não são uma novidade de agosto, mas os postos da BR-101, quando comparados aos de outras rodovias, comercializam, ao longo do ano, os combustíveis pelos valores mais elevados”, analisa Douglas Pina, diretor-geral de Mobilidade da Edenred Brasil.

A Fernão Dias foi onde se encontrou o preço mais barato para ambos os tipos de diesel, R$5,80 para o comum e R$5,93 para o S-10, enquanto a Presidente Dutra comercializou a gasolina mais barata R$6,03, mesmo após aumento de 1,68%. Já o litro médio mais barato para o etanol foi registrado nos postos de abastecimento da Régis Bittencourt, a R$4,13.

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Dez empresas vão disputar 37,5 milhões de barris de petróleo da União

Dez empresas estão habilitadas para disputar na próxima quarta-feira (31), na Bolsa de Valores de São Paulo, a B3, o leilão de venda de 37,5 milhões de barris de petróleo pertencentes à União. As companhias habilitadas são a Petrobras, Refinaria de Mataripe, CNOOC Petroleum Brasil, ExxomMobil Exploração Brasil, Equinor Brasil Energia, Galp Energia Brasil, PetroChina International Brazil Trading, PRIO Comercializadora, Shell Trading Brasil e TotalEnergies EP Brasil.

Nessa segunda-feira (29), a empresa pública Pré-Sal Petróleo, ligada ao Ministério de Minas e Energia, definiu o limite mínimo de preço de cada lote desta primeira etapa do 4º leilão de petróleo que pertence à União.

Os 37,5 milhões de barris de petróleo estão divididos em três lotes do campo de Mero e um lote do campo de Búzios. Mero é o terceiro maior campo de petróleo do Brasil em volume e, assim como o campo de Búzios, está localizado no pré-sal da Bacia de Santos.

A arrecadação com a venda pode chegar a R$ 15 bilhões. Os recursos que vão ingressar nas contas do Tesouro Nacional e podem seguir para o Fundo Social. O limite mínimo da primeira etapa para os lotes de Mero será igual ao valor do petróleo Brent menos US$ 4,40, enquanto que o limite mínimo da primeira etapa do lote de Búzios será igual ao valor do Brent menos US$ 4,25.

Na abertura do mercado internacional, nessa segunda-feira (29) o preço do barril Brent era cotado próximo a US$ 80. No dia do leilão, caso na abertura das propostas se constate que os preços estão muito próximos, a etapa seguinte do leilão será viva-voz, onde cada empresa habilitada pode oferecer um valor abaixo desse limite mínimo de preço estabelecido pela Pré-Sal Petróleo para sagrar-se vencedora.

Um barril comporta 159 litros de petróleo – após o refino, 40% do petróleo são transformados em óleo diesel e 18% em gasolina. O restante passa a ser lubrificantes, querosene de avião e asfalto. A denominação Brent para petróleo cru ou pesado foi assim estabelecida porque era extraído de uma base da Shell de mesmo nome nas Ilhas de Shetland, no extremo norte da Escócia, até 1995.

Regime de exploração

O Brasil possui três regimes para exploração e produção de petróleo e gás natural. O regime de concessão funciona da seguinte forma: todo o petróleo e gás produzidos em sua totalidade pertencem ao vencedor da concessão. Cabe ao Estado brasileiro fiscalizar e regular a atividade e sua remuneração vem do retorno da tributação do montante extraído e pela participação no bloco, se houver.

A cessão onerosa é um regime de contratação direta entre a União e a Petrobrás. De acordo com a Lei nº 12.276/2010, foi permitido à Petrobras o direito de extrair até cinco bilhões de barris de petróleo em áreas do pré-sal. Nesse regime de cessão onerosa foram outorgados à empresa os blocos de Búzios, Itapu, Sépia, Sul de Tupi, Sul e Norte de Berbigão e Sul e Norte de Sururu.

No regime de partilha de produção, o Estado participa sem investir ou correr risco da atividade exploratória e de produção. Quando ocorre um leilão de partilha, o bônus é fixo e a disputa ocorre pelo percentual de excedente de produção de petróleo e gás natural que a empresa participante do leilão oferecerá à União. E é justamente esse excedente que a União venderá na próxima quarta-feira na B3.

A partilha de produção começou a vigorar em 2013 e só foi adotada nas operações do polígono do pré-sal e em áreas estratégicas, e também por representar baixo risco exploratório e elevado potencial de produção.

Polígono do Pré-Sal

O polígono do pré-sal está a 300 quilômetros da costa da bacia de Santos, numa área equivalente a 149 mil quilômetros quadrados. Nessa área há grandes acumulações de óleo leve; os reservatórios estão com profundidade de até 7 mil metros, os poços possuem alta pressão e não há, no mundo, local como este, cujo potencial é para descobertas gigantes e supergigantes. (Agência Brasil)

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Cortes de orçamento levam ANP a reduzir coletas semanais de preços

Os cortes orçamentários levaram a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) a reduzir a abrangência da pesquisa do Levantamento de Preços de Combustíveis (LPC). Em nota divulgada nesta segunda-feira (1º), a agência reguladora informa ter publicado hoje termo aditivo com a empresa que executa o serviço. “A medida visa tornar o valor do contrato compatível com os cortes orçamentários sofridos recentemente pela ANP”, diz a nota.

Conforme a ANP, o levantamento coleta preços em 10.920 postos revendedores de combustíveis automotivos ou de GLP (gás de cozinha), distribuídos por 459 cidades. De acordo com o termo aditivo, a partir deste mês, “as coletas semanais serão reduzidas para 6.255 (-43%), e a abrangência geográfica será de 358 cidades para combustíveis automotivos, das quais 92 cidades também terão pesquisa para o GLP”, informou.

A escolha das localidades que estarão de fora do levantamento, segundo a ANP, “considerou alguns critérios, buscando minimizar os impactos negativos decorrentes das perdas de unidades amostrais e localidades pesquisadas”, indicou.

A agência reguladora acrescentou que todas as capitais permaneceram no LPC e que, nas outras localidades, “foram considerados, em especial, os volumes comercializados, para manutenção da representatividade da coleta”.

A ANP informou ainda que o termo aditivo também prevê o restabelecimento parcial da abrangência do LPC a partir de janeiro de 2025. Conforme o contrato, a pesquisa passará a ser feita em 417 localidades, com um total de 8.988 coletas semanais.

Esta não foi a primeira redução. A ANP informou que entre, 2003 e 2007, o LPC coletou preços de 22.880 postos revendedores em 555 cidades, ressaltando que, em virtude de recorrentes cortes em seu orçamento, vem promovendo a sistemática redução de sua abrangência e representatividade, gerando perda de informações disponibilizadas à sociedade.

A redução de agora segue a Resolução de Diretoria da ANP nº 419/2024, que trata de termos aditivos de supressão contratual decorrentes das restrições orçamentárias impostas pela Portaria GM/MPO nº 63, de 8 de março de 2024.

Mais informações sobre as localidades suprimidas e as pesquisadas, bem como a quantidades de amostras coletadas, podem ser obtidas neste endereço. (Agência Brasil)

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Preço da gasolina fica estável e do etanol reduz 0,25% na primeira quinzena de junho

Os preços das transações nos postos de combustível revelou que no fechamento da primeira quinzena de junho, o preço médio do litro da gasolina foi de R$ 6,02, mesmo valor registrado no consolidado de maio.

Entre as regiões, apenas o Centro-Oeste e o Norte apresentaram aumentos de 0,67% e 0,16%, respectivamente, no valor da gasolina, ante maio. Os postos do Centro-Oeste comercializaram o litro a R$ 6,02. No Norte, a média foi encontrada a R$ 6,40, preço mais caro entre as regiões. Nas bombas de abastecimento do Sudeste, o preço ficou estável ante maio, fechando a quinzena a R$ 5,87, a menor entre as cinco regiões. As demais regiões tiveram redução de 0,32% a 0,33%, os dados são do levantamento do IPTL – Índice de Preços Edenred Ticket Log.

O Distrito Federal registrou o maior aumento do País para a gasolina, de 3,60%, que fechou a R$ 6,04. Porém, a média mais alta foi identificada no Acre, a R$ 6,88. A redução mais expressiva foi de 1,80%, registrada em Pernambuco, onde o litro fechou a R$ 6,01. Já a menor média foi encontrada nos postos de abastecimento de São Paulo, a R$ 5,77.

Preço do etanol recua 

O preço do litro do etanol foi comercializado a R$ 3,99 no fechamento da primeira quinzena de junho, após ficar 0,25% mais barato, em relação a      maio. Essa é a primeira redução registrada desde janeiro deste ano.

Apesar de apresentarem estabilidade, ante maio, no preço do etanol, as regiões Norte e Nordeste fecharam o período com média de R$ 4,62, a mais cara entre as demais. Na Região Sul, o biocombustível foi encontrado a R$ 4,14, mesmo valor registrado no mês anterior. No Centro-Oeste, o litro foi registrado a R$ 3,86, menor média do País, após redução de 0,52%. Com recuo de 0,51%, no Sudeste o etanol foi encontrado a R$ 3,90     .

A redução mais expressiva para o etanol, de 1,72%, quando comparado ao mês anterior, foi registrada nas bombas de abastecimento do Pernambuco, que fechou a quinzena a R$ 4,57. Já a média mais barata foi identificada em São Paulo, a R$ 3,76. O litro mais caro para o etanol foi encontrado no Sergipe, a R$ 5,05, e a redução mais expressiva, de 1,72%, no Alagoas, que fechou a R$ 4,74.

“No início de junho houve um aumento de onze para doze estados brasileiros que tiveram a gasolina como combustível mais econômico para abastecimento, que são Alagoas, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Sergipe, Rio Grande do Sul, Amapá, Pará, Rondônia e Roraima. Lembrando que, além de mais econômico na maioria dos estados, o etanol é ecologicamente mais interessante por emitir menos poluentes na atmosfera e contribuir para a descarbonização do setor de mobilidade”, destaca Douglas Pina, Diretor-Geral de Mobilidade da Edenred Brasil.

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Preço da gasolina e do etanol mantêm tendência de estabilidade

Em maio o preço médio do litro da gasolina foi encontrado a R$ 6,02, com tendência de estabilidade ante a primeira quinzena do mês. O litro do etanol foi comercializado à média de R$ 4, também estável em relação à quinzena anterior. segundo o relatório do IPTL –  Índice de Preços Edenred Ticket Log. 

“Ao compararmos o consolidado de maio com o de abril, quando o litro da gasolina fechou a R$ 5,96, identificamos um aumento de 1% no preço médio. Já o etanol, que fechou o mês anterior a R$ 3,93, ficou 2% mais caro para o consumidor. Os motoristas desembolsarão, em média, R$ 331 para abastecer por completo com gasolina um tanque com capacidade para 55 litros, e R$ 220 para ter o mesmo tanque cheio com etanol”, destaca Douglas Pina, diretor-geral de Mobilidade da Edenred Brasil.

A Região Centro-Oeste registrou a redução mais expressiva de todo o País para a gasolina, de 0,17%, em relação à primeira quinzena, fechando o mês a R$ 5,98. Porém, o menor preço médio foi encontrado no Sudeste, a R$ 5,87. O Centro-Oeste comercializou o etanol a R$ 3,88, média mais baixa de todo o território nacional, e também a maior redução, de 0,51%. 

A gasolina mais cara foi identificada nos postos de abastecimento da Região Norte, a R$ 6,39. O Norte e o Nordeste compartilharam o mesmo preço médio para o etanol, de R$ 4,62, que também foi o mais caro. 

Nos destaques por estado, o Rio Grande do Norte registrou os aumentos mais expressivos de todo o país para os dois combustíveis, com a gasolina a R$ 6,16, com acréscimo de 1,65% ante a quinzena anterior, e o etanol a R$ 4,84, após ficar 1,26% mais caro. A média mais cara para a gasolina foi registrada no Acre, a R$ 6,83, e em Sergipe para o etanol (R$ 5,04).

Em São Paulo foram encontradas as médias mais baixas de todo o país, de R$ 5,77, para a gasolina e R$ 3,79 para o etanol. Já a redução mais significativa para a gasolina, de 1,10%, foi identificada nas bombas de abastecimento da Bahia, que fechou o mês com litro a R$ 6,29. No Distrito Federal, o IPTL registrou o maior recuo para o etanol, de 0,94%, que fechou o mês a R$ 4,21. 

“Abastecer com gasolina neste encerramento de mês foi considerado mais econômico apenas em 11 estados brasileiros que integram as regiões Sul, Norte e Nordeste. O etanol continua mais vantajoso em todo o Sudeste e Centro-Oeste. O etanol também é opção mais ecológica para quem opta por contribuir para uma mobilidade de baixo carbono, por ser um combustível que emite menos poluentes na atmosfera”, finaliza Pina. 

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Etanol e gasolina sobem nos Estados da região Sudeste

O preço do etanol e da gasolina subiram na região Sudeste do Brasil. O preço médio do litro do etanol foi comercializado a R$ 3,93 na primeira quinzena de maio, com acréscimo 2,34%, ante abril. Já a gasolina foi encontrada a R$ 5,87, menor média do País, com aumento de 0,69%. O preço do diesel comum encerrou o período a R$ 5,91, com redução de 0,17%, e o S-10 foi comercializado a R$ 6,07, com acréscimo de 0,17% em relação ao mês anterior. Os dados são do IPTL – Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL).



“Destaco o Estado de São Paulo, que lidera o ranking nacional do preço médio mais baixo para a gasolina e o etanol, encontrados a R$ 5,77 e R$ 3,80, respectivamente. O etanol, quando comparado a gasolina, foi considerado mais vantajoso para abastecimento em todo o Sudeste, além de ser ecologicamente mais viável por ser menos poluente e contribuir para uma mobilidade de baixo carbono”, explica Douglas Pina, diretor de Mobilidade da Edenred Brasil.

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