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CPFL Paulista participa do lançamento do programa “Chega Junto”

A CPFL Paulista participa amanhã (30), da primeira edição do programa “Chega Junto”, iniciativa da Prefeitura de Campinas que levará diversos serviços públicos diretamente aos bairros da cidade. A ação acontece das 8h às 12h, no CIC Vida Nova.

Durante o evento, a distribuidora estará presente com a agência móvel de atendimento, oferecendo serviços gratuitos à população, como cadastramento na Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE), emissão de segunda via da conta, parcelamento de débitos, alteração de titularidade, solicitação de religação e orientações sobre consumo consciente e seguro de energia.

O destaque da ação será o cadastramento na Tarifa Social, benefício que concede descontos na conta de energia para famílias de baixa renda e que foi recentemente ampliado por nova legislação federal. A estimativa é de que cerca de 98 mil famílias da região de Campinas ainda possam ser incluídas no programa.

“Nosso objetivo é a busca ativa por essas pessoas, facilitando o processo, aproximando ainda mais a companhia da população e garantindo um atendimento ágil, prático e com qualidade reconhecida”, afirma Fernando Amaral, consultor de Relacionamento da CPFL Paulista.

O “Chega Junto” é um novo programa criado pela Prefeitura de Campinas para aproximar os serviços públicos da população, reunindo atendimentos de diversas áreas em um único local. Entre os serviços disponíveis estarão ações de saúde, vacinação, emprego, Cadastro Único, cursos profissionalizantes, Procon, Emdec, Defesa Civil, atendimento à mulher e castração de animais.

A participação da CPFL Paulista reforça o compromisso da companhia com a inclusão social, a prestação de serviços de qualidade e o relacionamento próximo com os clientes.

Serviço
CPFL Paulista no programa “Chega Junto”, da Prefeitura de Campinas
Data: sábado, 30 de maio
Horário: das 8h às 12h
Local: CIC Vida Nova – Campinas/SP – Rua Odete Therezinha Santucci Octaviano, 92.

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Agência Móvel da CPFL Paulista atende população em Campinas

A agência móvel da CPFL Paulista, a “Paulistinha”, estará estacionada em três pontos de Campinas de amanhã a sexta-feira (27 a 29 de maio), das 9h às 12h, em mais uma ação especial de atendimento a clientes. Quarta e quinta, a van fica no Centro (Terminal Central e Terminal Mercado), e, na sexta-feira, vai para a região do Campo Grande (CRAS Satélite Íris).

O destaque da ação será o cadastramento na Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE) – que garante descontos na conta de luz para famílias de baixa renda e foi recentemente ampliada por nova legislação Federal. Estima-se que cerca de 98 mil famílias da região de Campinas ainda possam ser incluídas no programa.

“Com a ampliação da Tarifa Social, muitas famílias de Campinas e região têm direito ao benefício e ainda não estão cadastradas. Nosso objetivo é a busca ativa por essas pessoas, facilitando o processo, aproximando ainda mais a companhia da população e garantindo um atendimento ágil, prático e com qualidade reconhecida”, afirma Talita Pinotti, gerente de Relacionamento com o Cliente da CPFL Paulista.

Na van também será possível acessar outros serviços, como emissão de segunda via de conta, parcelamento de débitos, alteração de titularidade e solicitação de religação. Haverá ainda a distribuição de materiais informativos e orientações sobre o uso consciente e eficiente de energia. A ação conta com o apoio da Prefeitura de Campinas.

Serviço
Agência Móvel CPFL Paulista em Campinas
27/5 – Terminal Central
28/5 – Terminal Mercado
29/5 – CRAS Satélite Íris
O atendimento é das 9h às 12h.

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Denúncias fortalecem ações da CPFL contra fraudes e furtos de energia

A CPFL Paulista regularizou no ano passado 2.107 instalações na região de Campinas a partir de denúncias feitas por clientes. Foram mais de 8,8 mil relatos recebidos ao longo do período, que resultaram em inspeções ou operações conjuntas com as autoridades policiais e na recuperação de quase 1,5 mil MWh de energia desviada, o equivalente ao consumo médio de 737 residências por um ano.

“Ao fazer uma denúncia, o cliente está ajudando não somente a tornar o fornecimento de energia melhor e mais justo, mas protegendo vidas. É uma ação individual que contribui com a coletividade”, afirma Daniel Carvalho, gerente de Gestão de Energia e Receita do Grupo CPFL.

Popularmente conhecidas como “gatos”, as ligações clandestinas e outros tipos de fraude, como adulteração de medidores, comprometem a segurança do sistema, afetam a qualidade do serviço e colocam em risco a população.

Por serem feitas sem critérios técnicos e fora dos padrões, essas conexões ilegais podem sobrecarregar a rede, causando oscilações ou interrompendo o fornecimento. Há ainda o perigo de curtos-circuitos, incêndios e até choques fatais, afetando não apenas o responsável direto, mas também a comunidade ao redor.

Crimes que encarecem a energia

O combate às irregularidades também visa evitar o repasse de custos ao consumidor, destaca Carvalho. “Parte das perdas não técnicas, classificação dos furtos e das fraudes, é considerada nos processos de revisão tarifária da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), o que pode encarecer a conta para todos”, explica.

No Brasil, o furto de energia é crime com pena de reclusão de um a quatro anos, além de multa. Em situações que envolvam fraude, como a adulteração de medidores ou o uso de dispositivos para desvio de energia, a pena pode aumentar, dependendo das circunstâncias. A prática resulta ainda em cobrança retroativa do consumo não registrado e outras sanções administrativas.

Tecnologias contra irregularidades

Além das denúncias, as detecções de irregularidades são apoiadas pelo uso crescente de tecnologias de blindagem pela CPFL Paulista. Em 2025, a distribuidora investiu R$ 90,2 milhões nessas soluções, que envolvem a instalação de caixas invioláveis em unidades reincidentes, medidores coletivos no alto de postes e, no segmento industrial, de conjuntos blindados com leitura externa e monitoramento remoto.

“Essas soluções contribuem para ampliar a segurança das instalações e a confiabilidade dos dados de medição”, conclui o gerente.

Serviço
Os canais da CPFL para registro de denúncias anônimas são o aplicativo CPFL Energia e o site www.cpfl.com.br/fraude.

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Energia solar cresceu 20% na região de Campinas no ano passado

O mercado de energia solar fotovoltaica vive um ciclo de expansão acelerada no Brasil, e a Região Metropolitana de Campinas está no centro desse movimento. O estado de São Paulo lidera o ranking nacional de geração distribuída — modalidade em que a energia é produzida em telhados de residências, comércios e indústrias — e os indicadores regionais confirmam a força do interior paulista.

Na Região Metropolitana de Campinas, o crescimento na instalação de sistemas fotovoltaicos foi de 20% em 2025, segundo levantamento do setor. Em perspectiva histórica, a cidade acumula expansão superior a 30.000% entre 2014 e 2024, conforme dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

O cenário é impulsionado por elevados índices de irradiação solar, aumento contínuo das tarifas de energia elétrica e maior conscientização sobre sustentabilidade. Segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), a geração própria solar está presente em mais de 5,5 mil municípios brasileiros. No país, o agronegócio já responde por cerca de 29% da energia renovável consumida, com a energia solar desempenhando papel estratégico no bombeamento de água, irrigação e refrigeração.

Protagonismo global

De acordo com a Absolar, o setor adicionou 10,6 GW em 2025, somando usinas de grande porte e pequenos sistemas. O Brasil atingiu 65,1 GW de capacidade instalada, evitando a emissão de 105,9 milhões de toneladas de CO₂.

Os investimentos no último ano superaram R$ 32,9 bilhões, gerando mais de 319,8 mil empregos verdes. Desde 2012, o setor acumula R$ 282,6 bilhões em investimentos e mais de 1,9 milhão de postos de trabalho criados. Atualmente, a fonte solar é a segunda maior da matriz elétrica brasileira, representando 24,5% da geração nacional.

Entre os estados, Minas Gerais lidera em número de imóveis com geração própria (mais de 900 mil), seguido por São Paulo (756 mil) e Rio Grande do Sul (468 mil).

Energia em Campinas

Com fábrica e centro de distribuição estrategicamente posicionados em Campinas, a Ecobrisa Energia consolida sua atuação no interior paulista. A empresa, com mais de 30 anos de experiência no segmento de climatização evaporativa, ingressou no mercado solar em 2022 e já contabiliza milhares de projetos executados entre residências, comércios e indústrias.

A Ecobrisa oferece soluções completas — do estudo de viabilidade técnica ao monitoramento e manutenção — com sistemas de vida útil estimada em até 25 anos e baixa necessidade de manutenção.

“Campinas é um polo econômico estratégico e apresenta condições técnicas ideais para expansão da geração distribuída. Nosso objetivo é oferecer soluções sob medida, com alto padrão de engenharia e retorno financeiro consistente para o cliente”, afirma Juan Ormachea, diretor executivo da Ecobrisa.

Sistemas empresariais podem gerar economia de até 95% na conta de energia elétrica, com payback (retorno de investimento) médio entre dois e cinco anos. A empresa também disponibiliza linhas de financiamento e crédito facilitado.

 

 

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Tecnologia evaporativa reduz até 95% o consumo de energia

O calor intenso do verão brasileiro coloca o ar-condicionado como item quase obrigatório em casas e estabelecimentos comerciais. O problema, porém, aparece rapidamente na fatura de energia: segundo estimativas do setor elétrico, o equipamento pode responder por até 40% do consumo residencial nos meses mais quentes. Para empresas que precisam manter portas abertas ao público, o desperdício é ainda maior. É diante desse cenário que os climatizadores evaporativos da Ecobrisa são alternativa concreta: mais economia, mais saúde e menos impacto ambiental.

“As mudanças climáticas sinalizam um cenário desafiador. Precisamos considerar a transição para tecnologias mais eficientes, que não agridam o meio ambiente, preservem a saúde humana e ainda promovam desenvolvimento econômico de forma sustentável”, afirma Juan Carlos Ormachea, diretor executivo da Ecobrisa.

Menos energia

A diferença começa nos números. Enquanto um ar-condicionado convencional de 12.000 BTUs pode gerar uma despesa mensal de R$ 200,00 ou mais — e modelos antigos chegam a ultrapassar R$ 300,00 —, os climatizadores evaporativos operam com um consumo de energia até 95% menor. O princípio é simples e milenar: a evaporação natural da água para resfriar o ar, sem compressores, sem fluidos refrigerantes e sem os picos de energia que encarecem a conta de luz.

“O ar-condicionado convencional não é apenas caro para manter, ele é ineficiente por princípio. Nossos climatizadores evaporativos entregam conforto térmico real com uma fração do custo operacional de energia, o que faz diferença tanto para a família que quer dormir bem no verão quanto para o empresário que precisa climatizar o estabelecimento sem ver o lucro evaporar na conta de energia”, explica Juan Ormachea, diretor executivo da Ecobrisa.

É importante ressaltar que a redução de até 95% no consumo de energia diz respeito exclusivamente ao custo operacional elétrico do equipamento. Em regiões com temperatura muito elevada e baixa umidade relativa do ar — condições que favorecem o uso mais intenso do sistema —, o climatizador evaporativo pode demandar um volume expressivo de água para manter sua eficiência. Nesses contextos, o consumo hídrico deve ser considerado no cálculo do custo operacional total, já que seu impacto na conta de água pode ser relevante. Ainda assim, a tecnologia se mantém competitiva frente ao ar-condicionado convencional, especialmente quando somada aos benefícios de saúde e sustentabilidade que oferece.

Portas abertas

Uma das maiores frustrações de quem usa ar-condicionado em comércio é a contradição obrigatória: para climatizar, é preciso fechar as portas — e fechar as portas significa reduzir o fluxo de clientes. Com a tecnologia evaporativa da Ecobrisa, esse dilema deixa de existir.

O sistema funciona com circulação de ar, o que significa que estabelecimentos podem permanecer com portas abertas sem perda de eficiência na climatização. Padarias, farmácias, lojas de conveniência, salões de beleza e escritórios de atendimento ao público são apenas alguns dos exemplos onde a solução já demonstra resultados práticos.

“Para o comércio, climatizar com portas abertas era um sonho impossível com o ar-condicionado tradicional. Com a nossa solução, isso é realidade. O empresário ganha em fluxo de clientes, em economia de energia e ainda agrega um diferencial de sustentabilidade ao seu negócio”, destaca Juan Carlos Ormachea.

Conforto e economia

Nas residências, os benefícios vão além da economia financeira. O climatizador evaporativo não utiliza fluidos refrigerantes químicos — substâncias presentes nos aparelhos de ar-condicionado convencionais cujo uso contínuo em ambientes fechados contribui para o ressecamento das vias aéreas e o desconforto respiratório, especialmente em crianças e idosos.

O sistema evaporativo, ao contrário, umidifica o ar enquanto refresca — um benefício especialmente relevante no interior de São Paulo, onde os índices de umidade relativa do ar caem drasticamente no verão. Ambientes com crianças, bebês e pessoas com condições respiratórias se beneficiam diretamente dessa característica.

“A família que instala nosso climatizador não está apenas economizando na conta de luz. Está investindo em qualidade de vida. Um ambiente mais fresco, com umidade equilibrada, faz diferença no sono, na disposição e na saúde de todos em casa”, afirma Carlos Gusmão, gerente Comercial e de Projetos da Ecobrisa.

Sustentabilidade

A ausência de fluidos refrigerantes químicos tem um impacto direto também no meio ambiente. Gases como os HFCs (hidrofluorcarbonetos), amplamente utilizados em sistemas de ar-condicionado convencionais, estão entre os principais contribuintes para o agravamento do efeito estufa. A tecnologia evaporativa elimina esse vetor de emissão, alinhando conforto térmico às demandas de uma sociedade cada vez mais comprometida com a pauta ambiental.

Para municípios com vocação inovadora como Ribeirão Preto — que conta com mais de 170 startups e forte diversificação entre os setores agrícola, industrial e de serviços —, a Ecobrisa enxerga um terreno fértil. A empresa recentemente investiu em centro de distribuição na região para ampliar o atendimento ao mercado local.

“Ribeirão Preto é uma cidade que pensa grande. Ver uma região com essa diversidade econômica e esse ecossistema de inovação abraçar soluções sustentáveis é muito animador. Estamos aqui para ser parceiros dessa transformação”, conclui Juan Ormachea.

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Galleria Shopping realiza encontro de Beagles com programação gratuita

Conhecidos pelo temperamento amigável, energia contagiante e espírito curioso, os Beagles são uma das raças mais carismáticas e populares entre os amantes de cães. Para celebrar essa relação afetiva entre tutores e seus pets, o Galleria Shopping promove, no dia 18 de outubro, mais uma edição do Encontro de Beagles, um evento que já integra a agenda recorrente do empreendimento e atrai um público fiel a cada edição.

A programação acontece no Pet Place, localizado no 2º piso, e tem entrada gratuita, mediante check-in pelo aplicativo Iguatemi One. Além de oferecer momentos de lazer e convivência, o encontro também reforça a vocação pet friendly do shopping, que conta com espaços e serviços voltados ao bem-estar dos animais de estimação e de seus tutores.

A agenda do dia começa às 14h com a Feirinha de Adoção, que segue até as 17h, oferecendo a oportunidade de dar um novo lar a cães que aguardam por uma família. Às 15h, haverá uma oficina criativa para os participantes, seguida, às 16h, de uma palestra ministrada pela Dogexperience sobre cuidados com os pets. Às 17h, acontece o desfile pet, com premiações oferecidas pela Cobasi e pela Fórmula Natural, marca Super Premium de alimentos para cães e gatos. Para encerrar, às 17h30, o público participa de uma animada cãominhada pelos corredores do shopping.

Para João Timm, gerente de marketing do Galleria Shopping, o encontro já se tornou um dos eventos mais aguardados pelos tutores. “Receber os pets e seus tutores aqui, é sempre uma alegria. Além de proporcionar momentos de descontração e troca entre os participantes, essas ações fortalecem ainda mais a conexão com o nosso público pet friendly, que encontra aqui um espaço seguro, confortável e cheio de experiências especiais”, destaca.

Serviço
Encontro de Beagles
Data: 18 de outubro de 2025
Local:
Pet Place – 2º piso do Galleria Shopping (Rod. D. Pedro I, km 131,5, Jardim Nilópolis, Campinas, SP)
Horário:
a partir das 14h – Participação gratuita mediante check-in no app Iguatemi One

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Temporal em SP derruba árvores e deixa, mais uma vez, moradores sem luz

Uma tempestade atingiu o estado de São Paulo nesta quinta-feira (24). O Centro de Gerenciamento de Emergências da cidade de São Paulo informou que foram identificados oito pontos de alagamento, todos transitáveis. Todas as regiões da cidade estavam em estado de atenção para alagamentos desde as 20h30.

Em Ourinhos, no interior paulista, os ventos chegaram aos 126 km/h. Os municípios de Jaborandi, Avaré e Taquaritinga tiveram registros de destelhamento. Na cidade de Gabriel Monteiro, um posto de gasolina perdeu a cobertura.

Em nota, a Defesa Civil de São Paulo explicou que a ventania ocorre “por causa do calor e da grande disponibilidade de umidade existente nessas áreas e também dá acentuada queda de temperatura que está acontecendo entre o Brasil, Paraguai, Argentina e o Uruguai, como parte do processo da formação de um ciclone extratropical que está ocorrendo. Este ciclone está em formação entre o Rio Grande do Sul e o Uruguai”.

Em Pirapora do Bom Jesus, na região metropolitana, a Enel, concessionária de energia, informou que 23% dos clientes estavam sem luz. No total, às 21h, 53 mil imóveis estavam sem abastecimento.

Região Sul

O temporal com fortes ventos foi sentido também nos estados do Paraná, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, que também emitiram alertas para hoje e amanhã e possibilidade de formação de granizo. Foram registrados ventos acima de 60 km/h em toda a região, com algumas cidades registrando rajadas de mais de 100km/h. O maior valor informado foi de 133 km/h em Igrejinhas, no Rio Grande do Sul. Erechim e Santa Maria tiveram registros acima dos 100 km/h.

Houve registro de quedas de árvores e pontos de alagamento em diversos municípios.

Em Santa Catarina, a Defesa Civil informou que, Ponte Alta, no Planalto Serrano, foi um dos municípios mais impactados, com até 200 casas destelhadas. Em São Miguel do Oeste, na região oeste, ao menos 30 imóveis sofreram destelhamento e quedas de árvores foram relatadas. Na cidade de Urussanga, no sul do estado, o telhado de uma escola municipal foi arrancado pelos ventos fortes e acabou atingindo uma residência vizinha, sem vítimas. Em Descanso, também no oeste catarinense, quatro residências, uma indústria e uma igreja foram danificadas pelos ventos. Houve interrupção no fornecimento de energia em várias cidades. (Agência Brasil)

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Região de Campinas tem previsão de chuva e ventania hoje e amanhã

A Defesa Civil do Estado informou que a região de Campinas poderá ter pancadas de chuva com rajadas de vento fortes e intensas entre esta quinta-feira (24) e sexta-feira (25). Um sistema meteorológico no Sul do Brasil vai influenciar o Estado de São Paulo e trazer condições para a mudança no tempo.

A previsão é de fortes rajadas de vento, na casa dos 85 km/h. As equipes da Prefeitura estão de prontidão para atuar em caso de ocorrências relacionadas ao tempo.

Dicas 
A Defesa Civil destacou a importância de que os moradores se protejam e em caso de emergência entrem em contato com o telefone 193 do Corpo de Bombeiros.

As recomendações são para que a população não enfrente áreas alagadas, evite sair de casa durante temporais. Também orienta-se a fechar portas, janelas e persianas para evitar danos pelo vento. Outra dica é desligar eletrodomésticos da tomada durante o temporal para evitar danos por picos de energia. Em caso de chuva forte, recomenda-se também evitar estacionar o carro embaixo de árvores por conta do risco de raios ou queda devido aos ventos intensos.

Quem precisar de vistoria em imóveis afetados pelas chuvas, pode entrar em contato com a Defesa Civil pelo telefone 199.

O 199 da Defesa Civil de Campinas também está disponível para registrar chamados sobre alagamentos, inundações e quedas de árvores sobre vias públicas ou imóveis.

Quando há queda de árvores, a Defesa Civil aciona a equipe do Departamento de Parques e Jardins, que envia as equipes de poda e extração ao local da ocorrência. Em casos de quedas em vias públicas ou imóveis, a prioridade é desobstruir as passagens para veículos e pedestres. As equipes iniciam o corte por galhos e tronco que estejam bloqueando ruas e calçadas, para liberar os caminhos. Quando envolve a fiação elétrica, a CPFL também é acionada para trabalhar em conjunto. Para solicitações de podas e extrações de árvores, o contato é pelo telefone 156.

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Cerca de 100 mil imóveis ainda estão sem energia na Grande São Paulo

Cerca de 100 mil imóveis continuam sem energia elétrica na Grande São Paulo, segundo informações da concessionária Enel. O apagão se estende desde a última sexta-feira (11), quando um temporal atingiu a região. Segundo a empresa, cerca de 7,6 mil se referem a ocorrências registradas na sexta-feira e no sábado (12).

Morador do Jardim São Luís, zona sul da capital paulista, Daniel Sousa sofreu por três dias os impactos da falta de energia elétrica, que se refletiram em desabastecimento de água nos apartamentos e perda de alimentos. Ele, a esposa e a filha tiveram de se deslocar até o Shopping Morumbi para conseguir carregar celulares.

“Esses dias foram um caos completo, porque a gente mora num condomínio grande, com sete torres, onde moram mais de 2 mil pessoas, e a consequência imediata dessa falta de energia durante todo esse tempo foi que a gente acabou ficando sem água também, porque as bombas das caixas são elétricas”, contou à reportagem. Sem energia, as bombas não jogavam água para as caixas.

“Para fazer a utilização de água da rua, a gente precisava descer até o subsolo do condomínio, ou nas áreas comuns, para ter acesso a torneiras, e subir para o apartamento com balde pelas escadas de incêndio – sem luz de emergência, porque elas não aguentaram muito tempo, enfim, foi terrível”, contou o morador.

Houve queda de árvore na rua de Daniel, mas ela só foi retirada pela prefeitura depois que a imprensa divulgou a situação. “Uma árvore bem grande, inclusive. Só foi retirada na segunda-feira, no início da tarde, após esses canais terem vindo fazer reportagens, aí o caminhão da Enel e da prefeitura apareceram aqui pra começar a trabalhar”, disse.

Também na zona sul, a moradora do Parque Bristol Cristine Lore Cavalheiro relatou que árvores caíram nos bairros vizinhos ao dela, num raio de 1 a 2 quilômetros de sua casa. Somente ontem à noite, quando retiraram uma árvore próxima que havia tombado, é que a energia elétrica voltou.

“Demoraram para tirar [árvore], desde o dia que caiu até ontem. Tanto que tiraram ontem essa árvore aqui do bairro vizinho a 1 quilômetro, e só assim, às 7h da noite, é que nós tivemos a liberação da energia aqui na minha casa”, disse. Ela chegou também a se deslocar para um clube em São Bernardo do Campo para recarregar equipamentos como celular, carregador e tablet.

“O que mais me atrapalhou foi eu não poder ter cozinhado, eu ter a comida que eu tinha dentro da geladeira toda estragada, tinha um monte de coisas, um monte de comida pronta dentro do freezer que eu tive que jogar fora e eu não ter podido cozinhar nenhum desses dias”, disse. Além disso, ela contou que o marido teve problemas na sua rotina de trabalho a distância por conta da falta de energia.

Prejuízos em serviços

A Federação de Hotéis, Restaurantes e Bares do Estado de São Paulo (Fhoresp) informou que fez notificação à Enel para que a concessionária restabeleça a energia, de forma urgente, em estabelecimentos da capital e da região metropolitana que sofrem com o apagão desde sexta-feira. Até ontem, a entidade já contabilizava mais de R$ 150 milhões em perdas para o setor.

O documento protocolado pede que a Enel, em caráter emergencial, institua um canal permanente para o registro de reclamações e a abertura e o acompanhamento de chamados de hotéis, bares e restaurantes, além do ressarcimento a empresários pelos prejuízos decorrentes do apagão.

“Nosso setor é formado por 97% de micro e de pequenos empresários. Essas empresas não têm lucro; elas dependem da receita diária para a própria subsistência. Sabemos que a Enel não controla o vento e a chuva. Contudo, é fundamental que tenha um plano de contingência emergencial para solucionar os problemas num espaço de tempo razoável”, disse, em nota, o diretor executivo da Fhoresp, Edson Pinto.

Os prejuízos, segundo a federação, incluem o não faturamento dos dias parados pela falta de energia elétrica, perda de mercadorias por ausência de refrigeração e equipamentos queimados devido à oscilação de energia. A entidade abarca mais de 20 sindicatos patronais que representam 502 mil estabelecimentos no estado. Segundo a Fhoresp, cerca de 250 mil negócios foram diretamente afetados pelo apagão.

Ainda de acordo com a federação, o apagão que atingiu a Grande São Paulo em novembro do ano passado – também decorrente de fortes chuvas – significou prejuízo de R$ 500 milhões para o setor.

Justiça

Por causa do apagão, a prefeitura de São Paulo decidiu ingressar na Justiça para solicitar que a Enel restabeleça imediatamente a energia elétrica em vários pontos da cidade. A petição foi enviada na segunda-feira (14) para a 2ª Vara de Fazenda Pública de São Paulo. A empresa informou que segue “trabalhando para restabelecer a energia para cerca de 100 mil clientes na Grande São Paulo”. (Agência Brasil)

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Defesa Civil alerta para novo temporal no estado de São Paulo

A Defesa Civil de São Paulo emitiu nesta quarta-feira (16) um alerta para novas pancadas de chuva e rajadas de vento entre a próxima sexta-feira (18) e domingo (20) em todo o estado paulista. O alerta, diz o órgão estadual, é devido à passagem de uma frente fria que trará rajadas de vento que podem chegar a 60 km/h, raios e possíveis quedas de granizo em pontos isolados, com riscos de desabamentos, alagamentos e enchentes. As chuvas no final de semana podem alcançar 200 milímetros (mm) em diversas regiões do estado.

O maior acumulado de chuva é esperado para as regiões de Araçatuba, Bauru, Campinas, Franca, Barretos, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Sorocaba e Serra da Mantiqueira, que pode somar 200 mm de chuva. Em seguida aparece o litoral norte, com expectativa de 150 milímetros de chuva, e a Baixada Santista e o Vale do Paraíba, com previsão de 100 mm de chuva. Na região metropolitana de São Paulo, a expectativa é que o acúmulo de chuva chegue a 95 milímetros.

Na última sexta-feira (11), as chuvas fortes e os ventos que atingiram diversas cidades paulistas provocaram sete mortes, quedas de árvores e também deixou milhões de consumidores sem energia elétrica. Ainda hoje, segundo boletim da Enel, concessionária de distribuição de energia, quase 91 mil clientes ainda estão sem luz na região metropolitana de São Paulo.

Segundo o coronel Henguel Ricardo Pereira, secretário-chefe da Casa Militar e coordenador estadual de Proteção e Defesa Civil de São Paulo, é preciso que as pessoas tomem algumas medidas de segurança para evitar situações de risco provocadas pelo temporal. “É importante que as pessoas se atentem aos alertas e tenham a percepção de risco em caso de chuva e ventos fortes. Evitem áreas abertas, encostas, tomem cuidado com quedas de árvores e busquem abrigo e um local seguro”.

Outras recomendações da Defesa Civil são para que as pessoas evitem lugares abertos como praias e campos de futebol, mantenham distância de aparelhos e objetos ligados à rede elétrica no momento da chuva, evitem tomar banho durante a tempestade e fiquem atentas a áreas de encosta, observando sinais de movimentação no solo e rachaduras nas paredes.

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