Donald Trump

Lula responsabiliza clã Bolsonaro por ataque dos EUA ao Pix e taxação

Em discurso no Hospital Universitário de Rio Verde (GO), nesta terça-feira (2), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva acusou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de ter pedido ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para “intervir no Pix” brasileiro.

“O tal do bolsonarista foi nos Estados Unidos. Ele não estava focado e pediu para o Trump intervir no Pix brasileiro. Você acha que a gente vai deixar? Não vai deixar”, disse o presidente

No final do mês passado, Flávio Bolsonaro, pré-candidato à presidência da República, reuniu-se com Trump na Casa Branca, em Washington, em companhia do irmão, o autoexilado ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, ambos filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Dias depois do encontro, o governo dos Estados Unidos anunciou que passaria a classificar as facções criminosas brasileiras Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas. Hoje, os norte-americanos divulgaram relatório em que acusam o Pix de prejudicar “injustamente” as empresas que prestam serviços de pagamento eletrônico, como MasterCard, Visa e o Whatsapp Pay, além de propor nova taxação aos produtos brasileiros.

Mais cedo, em evento em Catalão (GO), Lula criticou diretamente Flávio Bolsonaro, dizendo que ele agora nega que tenha pedido interferência de Trump nas tarifas brasileiras.

“Esse cidadão hoje aparece na imprensa dizendo: ‘eu não falei nada’. Todo covarde é assim”, disse.

“Ele não sabe que ele não vai prejudicar o Lula. Ele vai prejudicar é o povo brasileiro. Ele vai prejudicar os empresários brasileiros. Ele vai vai prejudicar é o agronegócio”, completou Lula.  

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) listou nesta terça-feira o impacto financeiro e os setores produtivos que correm risco caso a proposta dos Estados Unidos de taxar em 25% os produtos brasileiros venha a ser implementada. A decisão tarifária ameaça diretamente 21% do total das exportações brasileiras rumo ao mercado norte-americano.

Em suas redes sociais, Flávio Bolsonaro afirmou que pediu a Trump para não taxar os produtos brasileiros no encontro no final de maio. O senador afirmou ainda que enviou uma carta ao presidente dos EUA reforçando sua posição.

Pix assusta EUA

Para o presidente Lula, o Pix é mais vantajoso que sistemas de empresas estadunidenses e, por isso, assusta os EUA. A Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) saiu em defesa do sistema de pagamento brasileiro. Segundo a entidade, o Pix é uma infraestrutura de pagamento, e não um produto comercial.

A Febraban considera que a tecnologia favorece “a competição e o bom funcionamento do sistema de pagamentos e consequentemente da atividade econômica”.

De acordo com a entidade, não existem barreiras para a entrada de novos participantes, independentemente do porte ou segmento de atuação. (Agência Brasil)

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Presidente dos Estados Unidos taxa em 25% a importação de aço e alumínio

A taxação de 25% sobre as importações de aço e alumínio assinada ontem pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, impacta a produção desses setores no Brasil, avaliaram especialistas em comércio exterior consultados pela reportagem.

O país da América do Norte é o maior comprador do aço brasileiro. Segundo dados do Instituto Aço Brasil, em 2022, os EUA compraram 49% do total do aço exportado pelo país. Em 2024, apenas o Canadá superou o Brasil na venda de aço aos Estados Unidos.

No caso do alumínio, a dependência dos EUA é menor. O país foi o destino de 15% das exportações de alumínio do Brasil em 2023. O principal comprador do alumínio brasileiro é o Canadá, que absorveu 28% das exportações desse produto naquele ano. Os dados são da Associação Brasileira do Alumínio (Abal).

O professor do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Luiz Carlos Delorme Prado afirmou que a taxação deve ter impacto nos setores atingidos, mas não deve causar maiores problemas para o conjunto da economia.

“Embora a taxação seja muito importante para essas indústrias, para o conjunto da economia brasileira o impacto não é tão grande assim. O Brasil vai ter que redirecionar essas exportações, ou então, o que eu acho mais importante, tentar aumentar o consumo doméstico de aço. O Brasil tem alternativas. É diferente do México e do Canadá, que são muito mais dependentes do mercado americano”, explicou Prado.

O especialista acrescentou que o impacto será menor para o setor do alumínio. “O setor pode sofrer indiretamente porque as exportações de produtos de alumínio do Canadá para os Estados Unidos podem cair, isso pode afetar as exportações brasileiras para o Canadá. Mas, de qualquer maneira, o impacto é menor”, completou.

Caso a taxação resulte em queda na produção desses produtos no Brasil, haverá perda econômica, de produtividade e de empregos nesses setores e nas demais áreas interligadas ao aço e ao alumínio, avaliou o economista, doutor em relações internacionais e CEO da Amero Consulting, Igor Lucena.

“No Brasil, você vai ter uma diminuição da fornalha, diminuição da cadeia produtiva e essa diminuição termina gerando queda da produção, que significa dispensa dos funcionários, queda do faturamento e até mesmo impacto na nossa balança comercial, com reflexos sobre o PIB”, comentou.

Protecionismo

Os analistas avaliam que a medida pode ser uma tentativa do governo Trump de favorecer o mercado de aço dos Estados Unidos ao encarecer o produto comprado no exterior. Porém, o economista Igor Lucena ponderou que haverá efeitos negativos para os estadunidenses.

“Um aço mais caro para os Estados Unidos ou uma falta de aço vai impactar negativamente a economia americana. Não há dúvida em relação a isso”, afirmou, acrescentando que o anúncio desse tarifaço pode ser uma tática para conseguir arrancar concessões dos países em negociações em outros áreas.

O professor Luiz Carlos Prado destacou que essa tática de negociação é prejudicial ao funcionamento da economia internacional. “Isso leva a ondas de choques, leva à redução de investimentos, leva a retaliações, porque, óbvio, o Brasil deve retaliar. Se o Brasil não reage, ele fica muito mais vulnerável a esse tipo de pressão”, comentou.

Durante o seu primeiro mandato, Trump impôs tarifas sobre o aço e o alumínio, mas concedeu depois cotas de isenção para parceiros, incluindo Canadá, México e Brasil, que são os principais fornecedores desses produtos. (Agência Brasil)

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Donald Trump toma posse hoje para seu segundo mandato

Já com muitas controversas, Donald Trump assume hoje (20) a presidência dos Estados Unidos pela segunda vez. Trump assume o posto deixado por Joe Biden que abriu mão da reeleição. A cerimônia vai ser ás 8h (horário de Brasília), com apresentações musicais.

A cerimônia será num local fechado e o desfile em uma arena esportiva por conta do frio intenso que está fazendo em Washington, DC.

O novo presidente pediu que seu discurso de posse seja feito na Rotunda do Capitólio. O discurso é muito aguardado pois deve ser uma prévia do tom que ele planeja adotar nos primeiros dias de seu segundo mandato. Nas últimas semanas, Trump provocou outros líderes ao falar sobre assumir o controle da Groenlândia e do Canal do Panamá e sobre transformar o Canadá em um estado americano.

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Tradicional Parada de Natal do Iguatemi Campinas acontece no domingo

Para abrir a temporada mais mágica do ano, o Iguatemi Campinas preparou um evento especial que promete muita emoção e alegria para toda a família. No domingo, 10 de novembro, a partir das 10h, o shopping realiza a grande chegada do Papai Noel em um modelo de show inesquecível, com a presença de personagens, apresentações musicais e ativações de lojistas, oferecendo brindes e momentos únicos para o público. O evento acontece em área coberta, no estacionamento P2 do Deck Parking, marcando o início da temporada natalina e a inauguração de uma decoração encantadora e interativa, pronta para surpreender os visitantes.

A programação inclui uma série de atrações especiais, começando com a abertura do evento às 10h, seguida pela apresentação do Coral Moments às 10h30. Às 11h, um show sob a direção artística da renomada Fernanda Chamma, direção coreográfica de Thiago Garça e com participação especial de Arizio Magalhães, Bruna Guerin, Letícia Anry e Sandro Conte, traz ainda mais magia para o momento. O público se prepara para a chegada do Papai Noel às 11h40, que, acompanhado de personagens, segue até seu trono no 2º piso, em frente ao Café Bialetti.

Com foco na inclusão, o empreendimento oferece abafadores de ruídos para pessoas autistas e com sensibilidade auditiva, proporcionando uma experiência mais confortável e tranquila, para que possam aproveitar ainda mais o espetáculo.

Além do show de inauguração, o Iguatemi Campinas ganha uma decoração interativa na Praça de Eventos do 3º piso, incluindo pára-quedistas aéreos, um elevador interativo, piano e o jogo da velha. Haverá ainda a tradicional Oficina de Cartinhas, localizada no 2º piso, em frente ao Magazine Luiza. Outros espaços e cenários, como o Urso do Jardim Iguatemi, completam o encantamento, convidando os visitantes a viverem o sentimento do Natal em cada canto do shopping.

Lívia Moufarrej Abdalla, gerente de marketing do empreendimento, comenta sobre a expectativa para essa celebração: “A chegada do Papai Noel é sempre um momento mágico, uma tradição que nos emociona e reúne famílias de Campinas e de toda a região. É uma alegria enorme poder oferecer um evento que vai além do entretenimento, ele traz o verdadeiro espírito do Natal e cria lembranças especiais. Nosso compromisso é sempre proporcionar experiências de  qualidade para nossos clientes e visitantes, criando conexões e momentos únicos que eles possam guardar com carinho”.

Este ano, o Iguatemi Campinas também realiza a Promoção de Natal, com brindes e prêmios especiais para os clientes. A cada 700 reais em compras nas lojas participantes, o cliente ganha um Panettone au Chocolat da marca Chocolat du Jour® (limitado a uma unidade por CPF) e concorre a 4 carros VW T-Cross. Clientes do cartão XP Visa Infinite têm direito a um Panettone adicional.

Serviço
Chegada do Papai Noel e Inauguração da Decoração de Natal
Data: 10 de novembro, domingo
Horário: A partir das 10h
Local: Estacionamento P2 do Deck Parking
Entrada gratuita

Programação do Evento
10h: Abertura do evento
10h30: Apresentação do Coral Moments
11h: Show com direção de Fernanda Chamma
11h40: Chegada do Papai Noel e personagens até o trono

Papai Noel
Quando: de 10 de novembro a 24 de dezembro
Horário: segunda a sábado, das 10h às 22h. Domingo, das 12h às 20h

Oficina de Cartinhas
Quando: de 1º a 24 de dezembro
Horário: segunda a sábado, das 10h às 22h. Domingo, das 12h às 20h

Compre e ganhe
Quando: de 2 a 24 de dezembro
Horário: segunda a sábado, das 10h às 22h. Domingo, das 12h às 20h
Posto de Trocas: 1º Piso (ao lado do Abbraccio)

Compre e concorra
Quando: de 2 de dezembro a 5 de janeiro
Horário: segunda a sábado, das 10h às 22h. Domingo, das 12h às 20h
Posto de Trocas: 1º Piso (ao lado do Abbraccio)

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Dólar cai para R$ 5,67 no dia do anúncio da eleição de Trump

Num dia de bastante volatilidade no mercado financeiro, o dólar fechou abaixo de R$ 5,70 após iniciar a sessão se aproximando de R$ 5,90. A bolsa de valores começou o dia em forte queda, mas recuperou-se durante a sessão até fechar em leve baixa.

O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (6) vendido a R$ 5,674, com recuo de R$ 0,072 (-1,26%). A cotação chegou a R$ 5,85 pouco depois da abertura das negociações, minutos após a confirmação da vitória do ex-presidente Donald Trump nas eleições norte-americanas.

Durante a manhã, porém, desacelerou e inverteu o movimento por volta das 12h30, passando a cair. Na mínima do dia, por volta das 15h15, chegou a ser vendida a R$ 5,66.

A moeda norte-americana está no menor valor desde 24 de outubro. Apesar da queda, a divisa acumula alta de 4,16% desde o início de outubro e sobe 16,92% em 2024. O euro comercial também teve forte queda nesta quarta, caindo 3% e fechando a R$ 6,092.

A queda do dólar ocorreu num dia em que o sistema de buscas do Google informou errado o valor da moeda. No início do dia, a página mostrava o dólar comercial cotado a R$ 6, chegando a R$ 6,14 no fim da manhã. No início da tarde, o Google desativou o mecanismo que mostra a cotação do real.

No mercado de ações, o dia também foi marcado pela instabilidade. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 130.296 pontos, com queda de 0,29%. O indicador chegou a cair 1,4% por volta das 11h30, mas recuperou-se ao longo da tarde.

A eleição de Donald Trump para um segundo mandato à Casa Branca fez os investidores desmontarem apostas contra o real e outras moedas latino-americanas.

No cenário interno, o mercado continua na expectativa pelo anúncio do pacote de corte de gastos obrigatórios previsto para sair nos próximos dias. Nesta quinta, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, participou de mais uma rodada de reuniões com ministros no Palácio do Planalto.

Os investidores também estiveram atentos à reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que elevou a Taxa Selic (juros básicos da economia) para 11,25% ao ano, nível esperado pelo mercado. A decisão foi divulgada após o fechamento do mercado financeiro. (Agência Brasil/Reuters)

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Copom eleva juros básicos da economia para 11,25% ao ano

A alta recente do dólar e as incertezas em torno da inflação e da economia global fizeram o Banco Central (BC) aumentar o ritmo de alta dos juros. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) aumentou a taxa Selic, juros básicos da economia, em 0,5 ponto percentual, para 11,25% ao ano. A decisão era esperada pelo mercado financeiro.

A alta consolida um ciclo de contração na política monetária. Após passar um ano em 13,75% ao ano, entre agosto de 2022 e agosto de 2023, a taxa teve seis cortes de 0,5 ponto e um corte de 0,25 ponto, entre agosto do ano passado e maio deste ano. Nas reuniões de junho e julho, o Copom decidiu manter a taxa em 10,5% ao ano, começando a aumentar a Selic na reunião de setembro, quando a taxa subiu 0,25 ponto.

Em comunicado, o Copom informou que a incerteza nos Estados Unidos se ampliou. Sem citar diretamente a eleição do ex-presidente Donald Trump, o texto mencionou “a conjuntura econômica incerta nos Estados Unidos, o que suscita maiores dúvidas sobre os ritmos da desaceleração, da desinflação e, consequentemente, sobre a postura do Fed [Federal Reserve, Banco Central norte-americano]”.

Em relação ao cenário doméstico, o Copom informou que está acompanhando a política fiscal e cobrou ajustes dos gastos públicos. “O Comitê reafirma que uma política fiscal crível e comprometida com a sustentabilidade da dívida, com a apresentação e execução de medidas estruturais para o orçamento fiscal, contribuirá para a ancoragem das expectativas de inflação e para a redução dos prêmios de risco dos ativos financeiros, consequentemente impactando a política monetária”, destacou o comunicado.

Inflação

A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em setembro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial, subiu para 0,44%. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), puxado pela bandeira vermelha nas contas de luz e pelo preço dos alimentos, que subiu por causa da seca no início do semestre. O IPCA de outubro só será divulgado na sexta-feira (8).

Com o resultado, o indicador acumula alta de 4,42% em 12 meses, cada vez mais próximo do teto da meta deste ano. Para 2024, o Conselho Monetário Nacional (CMN) fixou meta de inflação de 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. O IPCA, portanto, não podia superar 4,5% nem ficar abaixo de 1,5% neste ano.

No último Relatório de Inflação, divulgado no fim de setembro pelo Banco Central, a autoridade monetária elevou para 4,31% a previsão para o IPCA em 2024, mas a estimativa pode subir ainda mais mudar por causa da alta do dólar e do impacto da seca prolongada sobre os preços. O próximo relatório será divulgado no fim de dezembro.

As previsões do mercado estão mais pessimistas. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 4,59%, acima do teto da meta. Há um mês, as estimativas do mercado estavam em 4,38%.

O comunicado do Copom trouxe as expectativas atualizadas do Banco Central sobre a inflação. A autoridade monetária prevê que o IPCA chegará a 4,6% em 2024 (acima do teto da meta), 3,9% em 2025 e 3,6% no acumulado em 12 meses no fim do primeiro trimestre em 2026. Isso porque o Banco Central trabalha com o que chama de “horizonte ampliado”, considerando o cenário para a inflação em até 18 meses.

O Banco Central aumentou as estimativas de inflação. Na reunião anterior, de setembro, o Copom previa IPCA de 4,3% em 2024, de 3,7% em 2025 e de 3,5% no acumulado em 12 meses no fim do primeiro trimestre em 2026.

Crédito mais caro

O aumento da taxa Selic ajuda a conter a inflação. Isso porque juros mais altos encarecem o crédito e desestimulam a produção e o consumo. Por outro lado, taxas maiores dificultam o crescimento econômico. No último Relatório de Inflação, o Banco Central elevou para 3,2% a projeção de crescimento para a economia em 2024. O número foi revisado após o expansão de 3,1% do PIB em 2024.

A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir. (Agência Brasil)

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Com mercado em franca expansão, spas e banheiras trazem conforto e bem-estar

Sinônimo de relaxamento e conforto e cada vez mais associados ao bem-estar e ao estilo de vida saudável, as banheiras e spas apresentam franca expansão. Levantamento divulgado pela empresa Mordor Intelligence aponta que o tamanho do mercado global de banheiras de hidromassagem em 2024 é estimado em 5,66 bilhões de dólares, devendo atingir 6,68 bilhões de dólares até 2029.

De acordo com o estudo, o aumento da conscientização sobre a saúde, a mudança no estilo de vida das pessoas, os rápidos avanços tecnológicos do setor e a multifuncionalidade estão entre os fatores que impulsionam as vendas e colocam as banheiras e spas entre os itens mais desejados para a casa.

Em linha com essa tendência, acontece até 14 de dezembro, em Campinas, a edição 2024 da Mostra Aquaplás de Arquitetura, Design e Paisagismo. Em seu oitavo ano, o evento aberto ao público reúne 14 ambientes internos e externos preparados por um time de 25 renomados profissionais do setor.

Com o tema “Essência”, cada projeto foi pensado para proporcionar uma experiência única e ressaltar que a conexão com a natureza, o equilíbrio e o bem-estar podem ser incorporados ao cotidiano, proporcionando refúgios de paz e serenidade em meio ao caos da vida moderna.

A mostra pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h, no show room da fábrica de banheiras, spas e acessórios para banheiro Aquaplás, localizado na Rua Sebastião Ananias Nogueira, sem número, no Jardim das Bandeiras. A entrada é gratuita, mas a organização sugere a doação de 1 kg de alimento não perecível, que será destinado a entidades assistenciais da cidade.

“Além de comprovar a versatilidade, beleza e avanço tecnológico dos nossos produtos, a mostra é uma excelente oportunidade para conferir a variedade de modelos, conhecer as tendências do segmento e aproveitar ideias de instalação e ambientação em projetos autorais e com estilos variados”, afirma Josimar Germano, gerente comercial da Aquaplás.

Além de salas de banho e áreas de lazer, o evento apresenta as banheiras e spas como estrelas de projetos inusitados, como um espaço gourmet e uma academia residencial, por exemplo, comprovando sua multifuncionalidade e dando asas à imaginação.

Participam desta edição, como expositores: Eliana Ranzani e Eduarda Ranzani (Resort Aqua Bamboo; Felipe Marcos (Sala de Banho); Mariana Niiya (Cura pela água), Marina Zanatto, Isabela Porto e Fabiana Oliveira (Espaço Ativo Revigorar); Carol Rodrigues e Mayline Mendes (Sala de Banho Sinestesia); Bruna Cordeiro (Sala de Banho Nero); Ana Lourinho (Refúgio Sereno); Karin Thum, Cristiano Kalil e Gabriel Congio, (Serenidade de Ébano); Elisa Lavie e Carol Araújo (Sonho e Paz); Cassiane Gouveia (Essência); Gabriela Ximenes, Isabella Ximenes e Giovanna Otaviano (Refúgio Natural); Camila Louise (Spa Gourmet); Patricia Parreiras e Wemerson Barbosa (La Vie Est Belle); Silvia Ledo e Pedro Jeovan (Banho Mediterrâneo).

Serviço
8ª Mostra Aquaplás de Arquitetura, Design e Paisagismo
Quando: até 14 de dezembro
Horários: de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h
Onde: Rua Sebastião Ananias Nogueira, s/n, Jardim das Bandeiras, Campinas (SP)
Evento aberto ao público, com entrada gratuita (a organização sugere a doação de 1 kg de alimento não perecível, que será destinado a entidades assistenciais da cidade)
Realização: Aquaplás
Organização: Larissa Fernandes (A Casa da Baronesa) e Marilena Nacarato (MN Assessoria em Eventos)
Patrocínio: Via Metal (oferecimento), Artzzi, Bonaluce, Eco Decor, Hausen, Home Marcenaria Sob Medida, Invita, La table, Saint Germain e Urban Arts (patrocinadores máster)
www.aquaplas.com.br; https://www.instagram.com/aquaplasbr/

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Pulse e Fastback ganham motores elétricos auxiliares e ficam mais econômicos

A Fiat apresentou esta semana as versões híbridas do Pulse e Fastback. Equipadas com motorização T200 Flex, de um litro turbo desenvolvem 130 cavalos e 20,4 kgfm de torque. Segundo a marca, no caso do Fastback, no uso urbano, o modelo teve uma redução no consumo de combustível de 11,5% na gasolina (9,8% no etanol), e no Pulse o percentual é de 10,7% tanto na gasolina, quanto no etanol. A transmissão é CVT que simula sete velocidades.

O sistema híbrido da Fiat possui um motor elétrico multifuncional que substitui o alternador e motor de partida. Esse sistema híbrido dual-battery é capaz de gerar torque adicional para o motor a combustão do veículo e energia elétrica para carregar as baterias de chumbo-ácido de 68Ah e de íon de lítio de 11Ah, ambas de 12V, que fornecem energia ao motor elétrico. O sistema gera potência de até 3kW, garantindo, segundo a marca, uma melhora na performance e uma redução de consumo de combustível.

O sistema é composto pelos seguintes componentes:

  • Duas baterias de 12V, sendo uma de chumbo-ácido (localizada no cofre do motor) e outra de íon de lítio (localizada abaixo do banco do motorista).
  • Sistema DBSM (Dual-Battery Switch Module ou Módulo de Comutação de Duas Baterias) usado para conectar, separar ou controlar as duas baterias de acordo com a estratégia da central eletrônica, garantindo a operação eficiente e a carga adequada.
  • Motor elétrico multifuncional de 12V e 3kW conectado mecanicamente ao motor de combustão e alimentado por uma bateria auxiliar de íon de lítio, que substitui o alternador e o motor de partida.

O sistema funciona através de quatro modos de operação:

  1. e-Start&Stop:função Start-Stop durante paradas. Quando o veículo para completamente, o sistema desliga o motor a combustão, economizando combustível. Nas desacelerações, o motor a combustão permanece em funcionamento sem injetar combustível, priorizando a regeneração de energia.
  2. e-Assist:assistência do motor elétrico ao motor de combustão. Durante acelerações e retomadas, as baterias de lítio e chumbo fornecem energia para o motor elétrico, que gera torque adicional para o motor de combustão, reduzindo o consumo de combustível do veículo.
  3. Alternador Inteligente:dois modos de funcionamento que dependem da condição das baterias. No modo alternador, as baterias de chumbo-ácido e/ou íon de lítio estão com baixos estados de carga, e o alternador inteligente permite o carregamento das baterias. No modo neutro, as baterias de chumbo-ácido e/ou íon de lítio estão carregadas, e o alternador inteligente permite que as baterias mantenham as cargas elétricas do veículo.
  4. e-Regen:regeneração de energia durante desacelerações. A função de regeneração converte energia mecânica em energia elétrica, que é armazenada nas duas baterias – chumbo-ácido e íon de lítio. O sistema é capaz de regenerar até 25% da energia que seria desperdiçada em um motopropulsor convencional.

Preços
Pulse Audace T200 Hybrid AT – R$ 125.990
Pulse Impetus T200 Hybrid AT – R$ 140.990
Fastback Audace T200 Hybrid AT – R$ 151.990
Fastback Impetus T200 Hybrid AT – R$ 161.990

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Vendas da Iguatemi seguem crescendo e atingem R$ 4,9 bi no terceiro trimestre

A Iguatemi S.A. [B3: IGTI11], administradora do Iguatemi Campinas e do Galleria Shopping, uma das maiores companhias full service no setor, com participação em 13 shopping centers, dois premium outlets e quatro torres comerciais, além do e-commerce Iguatemi 365 e das lojas próprias operadas pela i-Retail, chega ao terceiro trimestre de 2024 com evolução nos principais indicadores da companhia. As Vendas Totais atingiram R$ 4,9 bilhões no período, aumentando 9,7% em relação ao mesmo período do ano passado.

“Nosso portfólio manteve a evolução acelerada dos últimos trimestres, com as vendas registrando crescimento real de 5,9 pontos percentuais. Ao ajustarmos a comparação, considerando a venda do Iguatemi São Carlos (SAS), o crescimento foi de 10,3%. E seguimos performando acima do setor: em oito meses deste ano, as vendas totais foram 7,9 p.p acima do crescimento médio da indústria segundo dados da ABRASCE. Isso comprova a robustez da nossa marca e a excelência dos nossos ativos, estrategicamente posicionados em segmentos de renda mais resistentes às adversidades econômicas”, afirma Guido Oliveira, CFO da Iguatemi S.A.

O efeito positivo da evolução da taxa de ocupação somado ao aprimoramento contínuo do mix, com operações cada vez mais diferenciadas, refletiram um crescimento maior das vendas mesmas áreas (SAS), chegando a 10,3%, acima do aumento das vendas mesmas lojas (SSS), que atingiram 8,9% no 3T24. Ambos resultados apresentam um crescimento real em relação ao IPCA no período de 5,9% e 4,5%, respectivamente.

Os resultados também contribuíram para continuar com o crescimento real na renovação de contratos de aluguel. Neste terceiro trimestre, o leasing spread de renovação foi de 9,8%, levando a um crescimento dos aluguéis mesmas lojas (SSR) do portfólio de 6,3% e aluguéis mesmas áreas (SAR) de 3,8%. Como o efeito de reajuste IGPM no trimestre foi de 0,6%, o crescimento real do SSR e SAR foi de 5,7% e 3,2%, respectivamente”, reforça Oliveira. Ainda, no trimestre, os níveis de descontos seguiram nos menores patamares dos últimos 10 anos.

A Iguatemi chegou ao 3T24 evoluindo ainda mais sua taxa de ocupação, atingindo 95,9% na média do período, o que representa um aumento de 2,5 p.p. em comparação com o 3T23. “Seguimos fechando as áreas vagas com qualidade, trazendo cada vez mais operações diferenciadas e exclusivas, com a assinatura de lojas inéditas como Le Labo, H&M, Comme de Garçons e Alo Yoga.”, explica o CFO.

O custo de ocupação médio foi de  11,0%, 0,9p.p abaixo do 3T23, nível mais baixo dos últimos 11 anos, o que reforça a saúde dos lojistas presentes no portfólio e permite ao grupo seguir com a reprecificação de aluguéis por meio de leasing spreads positivos. A inadimplência líquida foi negativa em 3,1%, redução de 2,7p.p. em relação ao 3T23.

Excluindo o efeito da linearização, Infracommerce e o resultado do SWAP das ações, o EBITDA ajustado consolidado atingiu 250,8 milhões no 3T24 – aumento de 1,2% versus 3T23, com margem EBITDA ajustado de 77,5%. O FFO ajustado foi de R$ 166,4 milhões, 14,6% acima do 3T23, com margem FFO ajustada de 51,4%.  Ainda, alavancagem da Iguatemi S.A. encerrou o trimestre em 1,67x Dívida Líquida/EBITDA ajustado, 0,13x abaixo do 2T24.

A receita bruta foi de R$ 366,6 milhões no 3T24, crescendo 7,3% versus 3T23. A receita líquida ajustada atingiu R$ 323,8 milhões, aumento de 7,3% em comparação ao mesmo período do ano passado. A Receita de Aluguel, composta por Aluguel Mínimo, Aluguel Percentual (overage) e Locações Temporárias, teve crescimento de 3,1% em relação ao 3T23, representando 76,5% da receita bruta de shoppings. A receita líquida ajustada atingiu R$ 323,8 milhões no 3T24, crescendo 7,3% versus 3T23.

As operações da i-Retail e Iguatemi 365 somaram uma receita bruta de R$ 41,8 milhões no trimestre, um aumento de 42,6% versus o 3T23. Esse crescimento se deve, principalmente, pelos bons resultados da Loewe, que inaugurou sua primeira loja na América Latina no Iguatemi São Paulo em maio, além de um melhor sortimento de produtos nas lojas.

Destaques do trimestre

A Iguatemi se consolidou como porta de entrada para grandes nomes internacionais, sempre focada em oferecer a melhor curadoria, e isso não foi diferente ao longo do terceiro trimestre de 2024. A Companhia assinou contratos com lojistas inéditos no Brasil, que irão qualificar ainda mais o mix dos empreendimentos. “Em setembro foram assinados os contratos com a varejista sueca de fast fashion H&M e a renomada grife japonesa Commes de Garçons para o Iguatemi São Paulo. Ambas operações estão previstas para inaugurarem no segundo semestre de 2025. Além disso, assinamos para 2025 no JK Iguatemi a primeira loja no Brasil da Alo Yoga, marca que se tornou referência na tendência de athleisure, refletindo um lifestyle mais saudável”, explica o executivo.

Ao longo do terceiro trimestre, a Iguatemi seguiu diligente com a alocação de capital eficiente para o contínuo aprimoramento de seu portfólio. Em 10 de setembro, foi concluído o desinvestimento total do Iguatemi São Carlos (com a saída da administração do empreendimento em 30 de novembro) e a venda de 18% do Iguatemi Alphaville, movimentos que impactaram positivamente o caixa da Companhia em R$ 111,5 milhões (54,4% do valor) e geraram um ganho de capital no EBITDA de R$ 119,5 milhões. Ainda, foi concluída a aquisição de 16,6% do RioSul Shopping Center, em 17 de setembro, com início da administração do empreendimento desde 1º de novembro. A compra foi feita através da aquisição de certificados de recebíveis imobiliários (CRI’s) da vendedora por R$252 milhões, que representa 70% do investimento.

Como parte do processo de gerenciamento do seu passivo (liability management), no final de setembro a Companhia concluiu a 13ª emissão de debêntures no valor total de R$ 300 milhões com taxa de CDI+0,45% a.a., com o objetivo de alongar o prazo médio e reduzir o custo da dívida. A nova captação permitiu o pré-pagamento da 11ª emissão de R$264 milhões, que gerou um ganho real na operação de R$ 2,9 milhões, além de aumentar em 0,8 anos o prazo médio e reduzir em 0,1p.p. o custo da dívida da empresa.

Na mesma linha, o 3T24 também foi marcado pela realização de eventos e ações exclusivas, com iniciativas como Food Spot, Pátio Gourmet e Cine Open Air, proporcionando experiências diferenciadas para atrair o público. Como evento subsequente, vale destacar a 8ª edição do Iguatemi Talks Fashion em outubro, que durante dois dias reuniu um time de palestrantes renomados para falar sobre moda, design, sustentabilidade, diversidade, negócios, wellness, inovação e criatividade no JK Iguatemi.

Ainda, no início de outubro, foi feito o lançamento comercial da expansão do  Iguatemi Brasília, qe terá sua área bruta locável ampliada com a adição de 15,5 mil metros quadrados ao empreendimento, quase 50% a mais em ABL. A expansão abrirá espaço para a chegada de 90 novas lojas, cinco restaurantes, quatro cafés, um salão de cabeleireiro e Alameda Wellness e uma área exclusiva de eventos. O empreendimento é porta de entrada para grandes marcas nacionais e internacionais e se consolidou como o principal polo de consumo de moda, luxo, gastronomia, entretenimento e lazer da região centro-oeste

A companhia chega ao final de 2024 confiante e com boas expectativas para o último trimestre do ano, período tradicionalmente forte para negócio com importantes datas do calendário do varejo como o Dia das Crianças, a Black Friday e o Natal. “Fechamos os nove meses de 2024 em linha com nosso guidance de resultado, atingindo um crescimento de 5,7% na receita líquida de shoppings, com margem EBITDA de 81,3%. No consolidado, entregamos uma margem EBITDA total 74,9% e CAPEX de R$ 189,0 milhões. Seguiremos na busca pela otimização de nossos empreendimentos, com foco no aumento de rentabilidade e geração de caixa, por meio da contínua qualificação de nosso mix, preenchimento de áreas vagas e criação de uma experiência de consumo diferenciada”, finaliza Guido Oliveira.

 

Vendas da Iguatemi seguem crescendo e atingem R$ 4,9 bi no terceiro trimestre Read More »

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