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Campinas recebe amanhã debate sobre o papel dos parques nas cidades

A terceira edição do seminário Arq.Futuro – Novas Centralidades Urbanas reúne especialistas do Brasil e do exterior no Teatro Oficina do Estudante Iguatemi, nesta terça-feira, dia 14 de abril, para discutir como parques e áreas verdes vêm se consolidando como elementos estratégicos no desenvolvimento urbano. Em um contexto em que as cidades buscam soluções para melhorar a qualidade de vida, enfrentar desafios climáticos e promover novas formas de convivência, os parques vêm ganhando protagonismo como parte essencial da infraestrutura. A programação gratuita e aberta ao público traz ao país, pela primeira vez, especialistas diretamente envolvidos na concepção e gestão de alguns dos projetos mais influentes do mundo contemporâneo.

Kira Strong

Entre os convidados internacionais estão Alan van Capelle, diretor executivo da Friends of the High Line, e Kira Strong, diretora sênior da High Line Network, ligados diretamente ao High Line, em Nova York — um dos exemplos mais emblemáticos de requalificação urbana das últimas décadas. Eles irão compartilhar a experiência do parque linear que transformou uma antiga linha férrea elevada em um dos espaços públicos mais visitados do mundo, impulsionando o desenvolvimento econômico e redefinindo a dinâmica de seu entorno.

Neil Porter

Destaque também para o arquiteto paisagista Neil Porter, do escritório britânico GP+B, reconhecido por projetos que integram natureza, espaço público e infraestrutura em diferentes cidades ao redor do mundo. Entre seus trabalhos mais emblemáticos estão o Diana, Princess of Wales Memorial Fountain, no Hyde Park, em Londres, o Parque Central de Valência e o OnE, parque ao redor da Torre Eiffel, que conectará diversos pontos turísticos de Paris, além de obras de grande escala que articulam mobilidade, espaço público e infraestrutura verde em metrópoles como Milão, Moscou e Singapura.

Segundo Tomas Alvim, cofundador da plataforma Arq.Futuro e organizador do evento, o tema ganha relevância diante dos desafios atuais. “Os parques deixaram de ser apenas espaços de lazer e passaram a integrar a infraestrutura urbana. Em um cenário de crescimento populacional, pressão ambiental e desigualdade territorial, tornam-se instrumentos fundamentais de planejamento e desenvolvimento das cidades”, afirma.

Dividida em três mesas de discussão, a programação percorre diferentes dimensões do assunto. Ao longo do dia, o evento reúne nomes como a arquiteta e paisagista do Parque Figueira, Isabel Duprat, o diretor da Urbia Parques, Samuel Lloyd, o diretor executivo da Fundación Mi Parque, Juan Ignacio Díaz, além de lideranças e iniciativas ligadas ao ativismo ambiental e à transformação urbana, como Helio da Silva, Rafael Ribeiro e Francisco Cunha. Representantes do poder público, da iniciativa privada e do terceiro setor também participam dos debates, ampliando as perspectivas sobre o tema.

As duas primeiras edições do seminário, realizadas em 2024 e 2025 no mesmo local, reuniram, juntas, mais de 2 mil participantes e consolidaram o evento como um espaço relevante de debate sobre o futuro das cidades. Desde sua estreia, o encontro contou com nomes internacionais como Joshua Prince-Ramus e Alejandro Echeverri, além do urbanista Carlos Moreno, criador do conceito da “cidade de 15 minutos”, e de especialistas brasileiros e estrangeiros que apresentaram experiências concretas de transformação urbana.

A realização do evento em Campinas reforça a importância do debate fora dos grandes centros tradicionais, aproximando experiências internacionais de realidades brasileiras e ampliando a discussão sobre o papel das cidades médias na construção de modelos mais sustentáveis e inclusivos.

O seminário Arq.Futuro – Novas Centralidades tem patrocínio máster da Iguatemi S.A. e do bairro Casa Figueira, e apoio do Iguatemi Campinas e STB. As inscrições já estão abertas e podem ser realizadas de forma on-line, pelo link, até o preenchimento das vagas.

Programação

Manhã

8h – 9h – Credenciamento

Abertura
09h15 Tomas Alvim – Arq.Futuro
09h20 Carlos Jereissati – Iguatemi S.A.
9h25 Renato Nahas – FEAC
9h30 Dário Saadi – Prefeitura de Campinas

Mesa 1 — Gestão, Governança e Convivência
10h – 10h40 Alan van Capelle – Parque High Line
10h40 – 10h50 Carlos Jereissati – Parque do Povo
10h50 – 11h00 Isabel Duprat – Parque Figueira
11h15 – 12h15 Debate
Mediação: Tomas Alvim e Sabrina Fontenele

Tarde

Mesa 2 — Paisagem, Arquitetura e Infraestrutura em Parques Públicos
13h30 – 14h10 Neil Porter – Fonte Memorial de Diana, Hyde Park
14h10 – 14h20 Carolina Baracat – Secretaria de Urbanismo de Campinas
14h20 – 14h30 Samuel Lloyd – Parque Ibirapuera e Parque Villa-Lobos
14h30 – 14h40 Juan Ignacio Díaz – Fundación Mi Parque
14h45 – 15h45 Debate
Mediação: José Police Neto e Maria Rita Amoroso

Mesa 3 — Educação, Ativismo Ambiental e Transformação Urbana
16h – 16h10 Helio da Silva – plantador de árvores
16h10 – 16h20 Rafael Ribeiro – ONG formigas-de-embaúba
16h20 – 16h30 Francisco Cunha – Jardim do Baobá

16h30 – 16h40 Kira Strong – Parque High Line
17h – 18h Debate
Mediação: Eliana Silva e Lina Pimentel

Serviço
Seminário Arq.Futuro – Novas Centralidades Urbanas
Tema: Parques Urbanos
Data: 14 de abril de 2026
Horário: das 8h às 18h
Local: Teatro Oficina do Estudante Iguatemi – 3º piso do Shopping Center Iguatemi Campinas (Av. Iguatemi, 777 – acesso pelo P5 do Deck Parking)
Como participar: Inscrições gratuitas já podem ser realizadas, no link https://arqfuturo.cadastro9.com.br/.

 

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Campinas é a 8ª cidade com maior poder de influência em todo o Brasil

Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo lideram o ranking de cidades com maior poder de influência nas gestões pública e empresarial, ou seja, essas cidades concentram o maior número de empresas e órgãos públicos capazes de tomar decisões que influenciam municípios espalhados pelo país. A cidade de Campinas-SP ocupa a 8ª posição.

A constatação faz parte da pesquisa Gestão do Território 2024, divulgada hoje (26) pelo IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Para estimar a capacidade de influência de gestão empresarial de cada cidade, os pesquisadores analisaram o número de sedes de empresas que os municípios possuem e quantas filiais em outros municípios estão ligadas a essas sedes.

Um exemplo citado é o do banco Bradesco, que tem sede em Osasco, na região metropolitana de São Paulo, e agências em praticamente todo o país. De acordo com o IBGE, isso representa que decisões tomadas em Osasco influenciam diretamente outras tantas cidades.

Já para medir a influência na gestão política, o IBGE investigou a presença nos municípios de instituições públicas das esferas federal e estadual.

As instituições federais consideradas foram o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Ministério do Trabalho e Emprego, Secretaria da Receita Federal, Justiça (do Trabalho, Federal e Eleitoral) e o próprio IBGE. No âmbito estadual, foram consideradas as secretarias estaduais de Educação e Saúde.

O IBGE classificou os municípios que têm algum grau de influência como centros de gestão. Entraram nessa classificação 2.176 cidades, o que representa 39,1% dos 5.570 municípios brasileiros.

Gestão empresarial

O IBGE elaborou um ranking de intensidade das ligações empresariais por município. Para tal, o instituto, primeiro, levantou o número de sedes empresariais em uma cidade e somou esse total com o número de filiais que essas empresas possuem em ourtos municípios.

Então, o levantamento fez o caminho inverso: contabilizou todas as empresas nesta mesma cidade que são filiais de outras empresas e somou este número ao número de sedes dessas empresas que estão em outros municípios.

O resultado foi uma lista em que, entre as dez mais bem posicionadas, oito são capitais de unidades da federação.

  1. São Paulo (SP)
  2. Rio de Janeiro (RJ)
  3. Brasília (DF)
  4. Belo Horizonte (MG)
  5. Curitiba (PR)
  6. Porto Alegre (RS)
  7. Fortaleza (CE)
  8. Campinas (SP) 
  9. Barueri (SP)
    10.Recife (PE)

Para o pesquisador Marcelo Paiva da Motta, da gerência de Redes e Fluxos Geográficos, a pesquisa identifica um padrão espacialmente concentrado nas maiores hierarquias urbanas, que são aquelas cidades que têm muito poder de atração, como São Paulo, Rio, Brasília e as capitais.

“As redes empresariais tendem a seguir a distribuição de renda e de dinheiro no país como todo, que é concentrado no Sudeste, principalmente”, explica.

Os dados de empresas foram coletados do Cadastro Central de Empresas, levantamento feito pelo próprio IBGE. As informações são referentes a 2020 e 2021. O instituto localizou 113.068 empresas sedes e 340.313 filiais.

As 113 mil empresas “multilocalizadas”, como o IBGE as classifica, estavam presentes em 99,9% dos municípios brasileiros, mas eram apenas 2,18% do total de 5,196 milhões de empresas existentes no país.

Ao analisar as atividades econômicas das companhias multilocalizadas, é possível observar que os principais ramos de atuação são transporte rodoviário de carga, com 6.191 empresas (5,5% das multilocalizadas) e comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios, somando 5.439 empresas (4,8%).

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Brasil registra 212,6 milhões de habitantes em julho de 2024, diz IBGE

 população estimada do Brasil chegou a 212,6 milhões de habitantes, na data de referência de 1º de julho de 2024. O dado, divulgado nesta quinta-feira (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), faz parte do estudo Estimativas da População 2024, um dos parâmetros utilizados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) para o cálculo do Fundo de Participação de Estados e Municípios, além de referência para indicadores sociais, econômicos e demográficos.

Dos 15 municípios com mais de 1 milhão de pessoas, 13 são capitais. “Ao todo, 42,7 milhões de habitantes estão nessas cidades, representando 20,1% do total do país”, informou o IBGE.

Com 11,9 milhões de habitantes, São Paulo permanece como a cidade mais populosa do país. Na sequência vêm o Rio de Janeiro, com 6,7 milhões,  Brasília, com 3 milhões, Fortaleza com 2,6 milhões e Salvador, com 2, 6 milhões de habitantes.

Os únicos municípios não capitais que aparecem na lista são Guarulhos (1,3 milhão) e Campinas (1,2 milhão), os dois em São Paulo. “Eles também são os municípios mais populosos entre os 26 municípios com mais de 500 mil habitantes que não são capitais. São Gonçalo (RJ) é o terceiro, com 961 mil”, informou o IBGE.

O censo mostra que 26 municípios têm menos de 1.500 habitantes. O menos populoso é Serra da Saudade (MG), com 854 habitantes. Anhanguera (GO) com 921 e Borá (SP), com 928, também são municípios que têm menos de 1 mil habitantes.

Nos estados com mais habitantes, 21,6% da população está em São Paulo, com 46 milhões, seguido de Minas Gerais, com 10% (21,3 milhões) e Rio de Janeiro, com 8,1% (17,2 milhões). As cinco unidades da federação com menos de 1% da população do país são Rondônia (0,8%), Tocantins (0,7%), Acre (0,4%), Amapá (0,4%) e Roraima (0,3%).

Na análise da população das regiões metropolitanas e regiões integradas de Desenvolvimento e Aglomerações Urbanas, o estudo mostrou que há 30 municípios com mais de 1 milhão de habitantes, concentrando mais de 100 milhões de pessoas. Mais uma vez a liderança é de São Paulo com 21,5 milhões. Na sequência ficaram Rio de Janeiro (12,9 milhões), Belo Horizonte (6 milhões), Distrito Federal e Entorno (GO/MG – 4,7 milhões), Fortaleza (4,2 milhões) e Porto Alegre (4,1 milhões).

A distribuição da população brasileira e dos municípios, conforme as classes de tamanho da população apontou que 65,7 milhões de pessoas, ou 30,9% do total, estão em 48 municípios com população maior que 500 mil habitantes, ou 0,9% dos municípios brasileiros. Cerca de 58 milhões (27,3%), estão nos 339 municípios com população entre 100 mil e 500 mil habitantes. O número representa 6,1% do total de municípios.

Para o gerente de Projeções e Estimativas Populacionais do IBGE, Marcio Minamiguchi, esse fenômeno reflete o processo de distribuição da população no território. “Embora atualmente os maiores centros urbanos já não apresentem o grande crescimento do passado, eles ainda possuem o peso demográfico que vem de um processo de concentração de algumas décadas. E ao longo dos anos, vários municípios acabaram superando a marca dos 500 mil habitantes”, explicou.

Já os municípios menos populosos, com até 5 mil habitantes, equivalem a 23,1% (1.288) das 5.570 cidades e concentram somente 2% da população (4,3 milhões).

Estudo

De acordo com o IBGE, o estudo Estimativas da População foi calculado com base nas Projeções da População do Brasil e Unidades da Federação, Revisão 2024, e nos totais populacionais dos municípios enumerados pelos censos demográficos 2010 e 2022.

Segundo Minamiguchi, houve um ajuste nas populações que passaram pelos dois últimos censos realizados pelo IBGE, e a cada ano as alterações de limites geográficos que ocorram entre os municípios são incorporadas nas estimativas municipais de população.

“As populações recenseadas nos municípios nos dois últimos censos foram ajustadas e serviram de base para o estabelecimento da tendência de crescimento da população para as Estimativas da População até a data de referência, em 1º de julho de 2024”, explicou. (Agência Brasil)

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Campinas recebe amanhã debate sobre como melhorar a vida nas cidades

Na maioria das cidades mundo afora, as infraestruturas que as fazem funcionar convergem para o centro. Em contraste à vitalidade gerada por tais concentrações, territórios periféricos são formados cada vez mais distantes das regiões centrais, tendo como traços marcantes a vulnerabilidade social e a falta de acesso aos serviços urbanos.

Diante desse cenário, ganha força a ideia de “novas centralidades”, motores de desenvolvimento tecnológico, social, ambiental e econômico capazes de dar corpo a um tecido urbano mais equilibrado, dinâmico e inclusivo. Quais os mecanismos, sistemas, formas e atores que tornarão essas novas centralidades uma realidade? Essa é uma questão, dentro de uma constelação de outras indagações, que precisaremos discutir publicamente para construirmos o futuro de nossas cidades.

Para discutir esse tema incontornável da atualidade, o Arq.Futuro, com patrocínio da Iguatemi S.A., promoverá nesta terça-feira, dia 9 de abril, em Campinas, o evento “Novas Centralidades Urbanas”, com foco nas tendências do urbanismo e nas tecnologias que vêm sendo empregadas na contramão do desenho excludente que predomina no planejamento das cidades contemporâneas.

A programação acontecerá no Teatro Oficina do Estudante Iguatemi e contará com a participação de especialistas – do meio acadêmico, dos setores público e privado e também do terceiro setor – em palestras e debates abertos e gratuitos e em um workshop privado. 

Casos e palestrantes

“As experiências com novas centralidades evidenciam como o uso misto (residencial e não residencial), a mobilidade bem planejada, a eficiente gestão da água e dos resíduos e a criação de espaços públicos de qualidade têm o potencial de viabilizar a integração exitosa entre morar, trabalhar e se divertir em um único bairro. A prática demonstra que a “inclusão social” deve ser a premissa básica de todo planejamento que vise, de fato, a melhoria da vida do cidadão”, explica Tomas Alvim, cofundador do Arq. Futuro e um dos organizadores do seminário.

No evento no Teatro Oficina do Estudante, serão apresentados três casos que ilustram o acerto desse tipo de visão urbanística, um internacional e dois nacionais: London King’s Cross (Inglaterra), Pedra Branca (Santa Catarina) e Casa Figueira (Campinas).

Carlos Jereissati

O seminário acontecerá das 10h às 17h20, tendo como palestrantes Joshua Prince-Ramus, diretor fundador do REX, premiado escritório de arquitetura baseado em Nova York, Estados Unidos, Alejandro Echeverri, um dos arquitetos de peso do Urbanismo Social de Medellín, na Colômbia, Nadia Somekh, professora emérita da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo Mackenzie, conselheira do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) e ex-presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo Brasil, Marcelo Gomes, CEO da Pedra Branca Empreendimentos S.A, de Palhoça, Santa Catarina, e Carlos Jereissati, conselheiro da Iguatemi S.A (programação detalhada abaixo).

Alejandro Echeverri

A agenda terá ainda a participação do prefeito de Campinas, Dário Saadi, e terá como mediadores Maria Rita Silveira de Paula Amoroso, da Unicamp, Felipe Cavalcante, do Somos Cidade, Vera Santana Luz, da FAU PUC Campinas, e Robinson Borges, do jornal Valor Econômico.

As inscrições já foram encerradas devido ao término das vagas disponíveis, mas os interessados em participar ainda podem enviar os dados para entrar na fila de espera, pelo e-mail arq.futuro@nineoclock.com.br. Caso haja possibilidade de participação, a organização do evento entrará em contato com os interessados para que compareçam amanhã.

Programação
Manhã

9h – 10h – Credenciamento
10h – 10h30 – Abertura: Dário Saadi, prefeito de Campinas; Tomas Alvim, cofundador do Arq. Futuro; Carlos Jereissati, conselheiro da Iguatemi S.A
10h30 –11h15 – Palestra principal 1: Joshua Prince Ramus (REX)
11h15 – 12h – Conversa com Joshua Prince Ramus (REX), Maria Rita Silveira de Paula Amoroso (Unicamp) e Felipe Cavalcante (Somos Cidade)
12h – 13h20 – Pausa para o almoço
Tarde
13h30 – 14h15 – Palestra principal 2: Alejandro Echeverri
14h15 – 15h – Conversa com Alejandro Echeverri, Vera Santana Luz (FAU/ PUC Campinas) e Tomas Alvim (cofundador do Arq. Futuro).
15h – 16h10 – Novas centralidades:  Estudos de caso com Nadia Somekh ( London King’s Cross, Londres); Marcelo Gomes ( Pedra Branca, Palhoça, SC); Carlos Jereissati (Casa Figueira, Campinas, SP)
16h10 – 17h10 – Conversa com Nadia Somekh, Marcelo Gomes e Carlos Jereissati.  Mediação de Robinson Borges e Tomas Alvim.
17h10 – 17h20 – Fechamento: Tomas Alvim (cofundador do Arq. Futuro)

Serviço
Seminário “Novas Centralidades Urbanas”
Quando: dia 9 de abril, terça-feira, das 9h às 17h20
Onde: Teatro Oficina do Estudante, localizado no terceiro piso do Shopping Iguatemi Campinas (Av. Iguatemi, 777, Vila Brandina, Campinas, SP).  Acesso pelo P5 do Deck Parking
Inscrições: já encerradas; os interessados em participar ainda podem enviar os dados para entrar na fila de espera do evento, por meio do e-mail arq.futuro@nineoclock.com.br. Caso haja possibilidade de participação, a organização entrará em contato com os interessados para que compareçam amanhã.

Arq. Futuro

Criado em 2011, o Arq. Futuro é uma plataforma brasileira para discutir o futuro das cidades. Ao longo dos últimos anos, foram convidados pensadores proeminentes nos campos de Design, Arquitetura, Urbanismo, Economia, Saúde pública, entre outros setores, para trocar ideias sobre os caminhos coletivos em direção a espaços urbanos mais equitativos, inclusivos, ecológicos, inovadores e belos. Entre os convidados, estiveram nomes como Zaha Hadid, Herzog & DeMeuron, Shigero Ban, Edward Glaeser, Alejandro Aravena, Paul Goldberger e outros 60 pensadores ilustres.

Uma parceria firmada em 2019 com o Insper resultou no Laboratório Arq. Futuro de Cidades. Estruturado em núcleos temáticos, o Laboratório tem na interdisciplinaridade e na inovação a orientação para o ensino e a pesquisa sobre os desafios do desenvolvimento urbano, com a missão de contribuir para o impacto real na vida de sua população.

Atualmente, cerca de 85% dos habitantes do Brasil moram em cidades – e quase um quarto deles em situação de pobreza. É preciso não apenas “enxergar” esse grupo quase sempre invisibilizado; é fundamental “ouvi-lo” também. Só o esforço conjunto entre poder público e privado, academia, terceiro setor e lideranças comunitárias será capaz de tornar as cidades brasileiras desenvolvidas, justas, inclusivas e sustentáveis.

 

 

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Arq. Futuro promove debate em Campinas sobre como melhorar a vida nas cidades

Com participação de palestrantes internacionais e apresentação de cases de sucesso no país e exterior, evento “Novas Centralidades Urbanas” acontecerá no dia 9 de abril no Teatro Oficina do Estudante Iguatemi e será aberto a todos os interessados

O palestrante internacional Alejandro Echeverri, que estará em Campinas no dia 9 de abril

O Arq. Futuro, plataforma que desde 2011 fomenta a discussão sobre como melhorar a vida nas cidades, promove no dia 9 de abril, no Teatro Oficina do Estudante Iguatemi, em Campinas, o evento “Novas Centralidades Urbanas”. Com a participação de renomados palestrantes internacionais e de expoentes brasileiros dos setores público e privado, meio acadêmico e terceiro setor, a programação gratuita e aberta a todos os interessados debaterá sobre o futuro dos municípios, tendo como foco as tendências do urbanismo e tecnologias que vêm sendo empregadas na contramão do desenho excludente predominante no planejamento das cidades contemporâneas.

“Na maioria das cidades mundo afora, as infraestruturas que as fazem funcionar convergem para o centro. Em contraste à vitalidade gerada por tais concentrações, territórios periféricos são formados cada vez mais distantes das regiões centrais, tendo como traços marcantes a vulnerabilidade social e a falta de acesso aos serviços urbanos. Diante desse cenário, ganha força a ideia de novas centralidades, que são motores de desenvolvimento tecnológico, social, ambiental e econômico capazes de dar corpo a um tecido urbano mais equilibrado, dinâmico e inclusivo”, contextualiza Tomas Alvim, cofundador do Arq. Futuro e organizador do seminário.

Para discutir esse tema incontornável da atualidade e debater quais os mecanismos, sistemas, formas e atores que tornarão essas novas centralidades uma realidade, o seminário do Arq. Futuro, com patrocínio da Iguatemi S.A., apresentará experiências com novas centralidades que evidenciam como o uso misto (residencial e não residencial), a mobilidade bem planejada, a eficiente gestão da água e dos resíduos e a criação de espaços públicos de qualidade têm o potencial de viabilizar a integração exitosa entre morar, trabalhar e se divertir em um único bairro.  A prática demonstra ainda que a inclusão social deve ser a premissa básica de todo planejamento que vise, de fato, a melhoria da vida do cidadão.

Serão apresentados três casos que ilustram o acerto desse tipo de visão urbanística, um internacional e dois nacionais: London King’s Cross (Inglaterra), Pedra Branca (Santa Catarina) e Casa Figueira (Campinas).

O evento acontecerá das 10h às 17h20, tendo como palestrantes Joshua Prince-Ramus, diretor fundador do REX, premiado escritório de arquitetura baseado em Nova York, Estados Unidos, Alejandro Echeverri, um dos arquitetos de peso do Urbanismo Social de Medellín, na Colômbia, Nadia Somekh, professora emérita da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo Mackenzie, conselheira do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) e ex-presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo Brasil, Marcelo Gomes, CEO da Pedra Branca Empreendimentos S.A, de Palhoça, Santa Catarina, e Carlos Jereissati, conselheiro da Iguatemi S.A (programação detalhada abaixo).

A agenda terá ainda a participação do prefeito de Campinas, Dário Saadi, e terá como mediadores Maria Rita Silveira de Paula Amoroso, da Unicamp, Felipe Cavalcante, do Somos Cidade, Vera Santana Luz, da FAU PUC Campinas, e Robinson Borges, do jornal Valor Econômico.

Os interessados em participar devem fazer a inscrição por meio do link https://arqfuturo.cadastro9.com.br/ até o término das vagas.

Programação

 Dia 9 de abril de 2024

Manhã

10h – 10h30

  • Abertura: Dário Saadi – prefeito de Campinas
  • Tomas Alvim – cofundador do Arq. Futuro
  • Carlos Jereissati – conselheiro da Iguatemi S.A

10h30 – 11h10

  • Palestra principal 1: Joshua Prince-Ramus / REX

11h20 – 12h

  • Debate com Joshua Prince-Ramus. Mediação de Maria Rita Silveira de Paula Amoroso (Unicamp) e Felipe Cavalcante (Somos Cidade).

12h10 – 13h20 – Pausa para o almoço

 Tarde

13h30 – 14h10

  • Palestra principal 2: Alejandro Echeverri

14h20 – 15h

 Debate com Alejandro Echeverri. Mediação de Vera Santana Luz (FAU PUC Campinas) e Tomas Alvim (cofundador do Arq. Futuro).

15h10 – 16h10

  • Center vs. Centrality: Casos de Estudo com:
    • Nadia Somekh – London King’s Cross, Londres
    • Marcelo Gomes – Pedra Branca, Palhoça, Santa Catarina
    • Carlos Jereissati – Casa Figueira, Campinas

16h10 – 16h40

  • Debate com Nadia Somekh, Marcelo Gomes e Carlos Jereissati.  Mediação de Robinson Borges e Tomas Alvim.

16h40 – 17h20 – Fechamento: Tomas Alvim (cofundador do Arq. Futuro)

Serviço

Seminário “Novas Centralidades Urbanas”

Quando: dia 9 de abril, terça-feira, das 10h às 17h20.

Onde: Teatro Oficina do Estudante, localizado no terceiro piso do Shopping Iguatemi Campinas (Av. Iguatemi, 777, Vila Brandina, Campinas, SP). 

Inscrições: gratuitas, abertas a todos os interessados, por meio do link https://arqfuturo.cadastro9.com.br/.

Joshua Prince-Ramus

 

Carlos Jereissati

 

Marcelo Gomes

 

Nadia Somekh

Sobre o Arq. Futuro – Criado em 2011, o Arq. Futuro é uma plataforma brasileira para discutir o futuro das cidades. Ao longo dos últimos anos, foram convidados pensadores proeminentes nos campos de Design, Arquitetura, Urbanismo, Economia, Saúde pública, entre outros setores, para trocar ideias sobre os caminhos coletivos em direção a espaços urbanos mais equitativos, inclusivos, ecológicos, inovadores e belos. Entre os convidados, estiveram nomes como Zaha Hadid, Herzog & DeMeuron, Shigero Ban, Edward Glaeser, Alejandro Aravena, Paul Goldberger e outros 60 pensadores ilustres.

Uma parceria firmada em 2019 com o Insper resultou no Laboratório Arq. Futuro de Cidades. Estruturado em núcleos temáticos, o Laboratório tem na interdisciplinaridade e na inovação a orientação para o ensino e a pesquisa sobre os desafios do desenvolvimento urbano, com a missão de contribuir para o impacto real na vida de sua população.

Atualmente, cerca de 85% dos habitantes do Brasil moram em cidades – e quase um quarto deles em situação de pobreza. É preciso não apenas “enxergar” esse grupo quase sempre invisibilizado; é fundamental “ouvi-lo” também. Só o esforço conjunto entre poder público e privado, academia, terceiro setor e lideranças comunitárias será capaz de tornar as cidades brasileiras desenvolvidas, justas, inclusivas e sustentáveis.

 

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Dica do De Fato!: restaurantes de Campinas oferecem promoções atrativas

O final de semana chegou e a dica do De Fato! é aproveitar as promoções lançadas recentemente por restaurantes de Campinas e região. Confira:

Outback Steakhouse – Vale “correr” para aproveitar os últimos dias da campanha “A Faca do Outback”. Na última semana, a rede ampliou as oportunidades de levar para casa a sua icônica faca para steaks. Os clientes que pedirem a famosa costelinha Junior Ribs, o steak Victoria’s Filet ou a Royal Plant Barbecue, todos cm acompanhamento incluso, ganham uma faca.

Na região, o Outback possui cinco unidades em Campinas, nos shoppings Iguatemi, Parque Dom Pedro, Galleria, Campinas Shopping e Shopping Parque das Bandeiras, além de uma em Piracicaba, no Shopping Piracicaba, e uma em Limeira, no Pátio Limeira Shopping, todas com o serviço de delivery via iFood disponível. A rede também tem restaurantes em Jundiaí, no JundiaíShopping (com delivery), e Itupeva, no Outlet Premium São Paulo (sem delivery). Na região metropolitana de Sorocaba, o Outback está presente no Iguatemi Esplanada, na divisa das cidades de Sorocaba e Votorantim (com delivery).

“A Faca do Outback” estará disponível por tempo limitado e enquanto durarem os estoques em todos os restaurantes da marca pelo Brasil, todos os dias da semana e em todos os horários de funcionamento. Não são participantes da promoção as modalidades de delivery e pedidos para viagem.

Abbraccio – O Abbraccio, que em Campinas fica no shopping Iguatemi, oferece até 3 de março a promoção  “Menu para 2”, por R$ 149,90, com entrada, prato principal, bebida e sobremesa. A opção é válida no almoço e no jantar e inclui como entrada os Carbonara Bites – bolinhos de risotto feitos com arroz arbóreo e pancetta, crocantes por fora e macios por dentro, como prato principal o clássico Carbonara, delicioso spaghetti servido com um cremoso molho de parmesão, pancetta e gema de ovo. Para complementar e aprimorar a experiência, o menu especial também oferece duas taças de vinho e, como sobremesa, o Quadrato di Cioccolato, generosa fatia de bolo de chocolate recheada com ganache meio amargo, coberto por calda de chocolate e finalizada com a nossa mousse de chocolate cremoso.

A oferta é válida em todas as unidades do restaurante, exclusivamente para consumo no salão, não sendo aplicável nas modalidades de entrega ou retirada.

Aussie – A marca Aussie “Chicken and More”, que na região opera 100% delivery via iFood, possui ofertas  fixas com excelente custo-benefício, como o combo individual de sanduíche, acompanhamento e  refrigerante por R$ 29,90 ou a combinação de dois sanduíches, dois acompanhamentos e duas bebidas por R$ 54,90.

A dica é provar o Hot Crispy Chicken Tabasco® Sriracha, uma mistura de frango empanado e crocante com cerca de 115 g, servido com alface, tomate, picles, maionese defumada e molho hot feito com Tabasco® Sriracha Sauce e mel, no pão brioche, ou o Smoked Honey Mustard Chicken, que apresenta peito de frango empanado e crocante, com cerca de 115 g, servido com alface, tomate, picles, maionese defumada e molho Honey Mustard, no pão tipo brioche.

Há ainda uma terceira opção de burguer, o Jammin’ Chicken Sandwich, combinação fitness com frango grelhado com cerca de 115 g, servido com alface, tomate, maionese defumada, queijo tipo cheddar e geleia de cebola caramelizada com bacon, no pão tipo brioche.

Na região, o Aussie, que opera nas cozinhas dos restaurantes Abbraccio e Outback, possui unidades 100% delivery via iFood em Campinas (Iguatemi Campinas, Parque Dom Pedro e Galleria), Piracicaba (Shopping Piracicaba), Limeira (Pátio Limeira Shopping) e Sorocaba/Votorantim (Iguatemi Esplanada), com entregas para diversos bairros dessas cidades.

 

 

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