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Ceasa abre licitação para novos permissionários no Mercado de Flores

A Ceasa – Centrais de Abastecimento de Campinas publicou edital para o permissionamento de 164 boxes comerciais no Mercado de Flores, um dos espaços mais tradicionais do complexo e referência no comércio de flores e plantas ornamentais no interior paulista.

O processo licitatório será realizado na modalidade pregão presencial, com sessão pública marcada para o dia 14 de maio de 2026, a partir das 9h, no auditório da Ceasa Campinas, localizado na Rodovia Dom Pedro I, km 140,5.

A iniciativa abre oportunidades para produtores, comerciantes e empreendedores do segmento de floricultura, casa e jardim, interessados em atuar em um ambiente estruturado, com grande fluxo de compradores e consolidado no abastecimento regional.

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Ceasa lança campanha “Descartável Zero” e distribui canecas personalizadas

A Ceasa – Centrais de Abastecimento Campinas fez ontem (31) o lançamento da campanha “Descartável Zero” e distribuíu 243 canecas personalizadas aos funcionários da instituição.

A proposta é simples e direta: a partir do recebimento da caneca, cada pessoa passa a utilizá-la em vez dos copos descartáveis no cotidiano de trabalho, a começar pelo cafezinho.

Mudança de hábito

A mudança de hábito, embora pareça pequena, carrega um significado enorme. Juntos, os colaboradores da Ceasa Campinas consomem cerca de 120 mil copos descartáveis por ano, e a substituição por canecas permanentes pode transformar completamente esse cenário.

“O Descartável Zero nasce como um movimento de mudança de cultura dentro da Ceasa Campinas. Mais do que diminuir resíduos, queremos provocar consciência e incentivar escolhas mais responsáveis no dia a dia. Sustentabilidade, para nós, não é discurso. É prática alinhada aos nossos compromissos de ESG e ao futuro do abastecimento.”, destaca a gerente de marketing, comunicação e inovação da Ceasa, Bianca Rezende.

Impactos futuros

O impacto ambiental estimado anualmente com a mudança é expressivo:
360 mil litros de água deixam de ser consumidos na fabricação dos copos — o equivalente a 6 mil banhos de 10 minutos;
1,8 tonelada de CO₂ deixa de ser emitida na atmosfera — quantidade que exigiria uma floresta de 200 árvores adultas trabalhando por um ano inteiro para ser compensada;
500 litros de petróleo a menos extraídos como matéria-prima para o plástico.

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Ceasa Campinas vai realizar seminário no Mercado de Flores

No ano que comemora 51 anos da sua fundação, a Ceasa Campinas realiza um seminário no Mercado de Flores. O evento será gratuito e aberto ao público, nos dias 25 e 26 de março, das 10h30 às 14h30. O evento reúne permissionários, colaboradores e profissionais do setor para discutir desafios e oportunidades da agricultura, agronegócio, distribuição de alimentos e saúde na sociedade moderna.

“Pensamos este seminário justamente para integrar diferentes visões e promover o debate entre especialistas e aqueles que vivenciam, na prática, os desafios e as oportunidades do setor. A proposta é compartilhar conhecimento, fortalecer conexões e construir soluções de forma conjunta para o futuro do abastecimento.”, destaca a presidente da Ceasa Campinas, Walquyria Majeveski, sobre os 51 anos da instituição.

Programação

A programação inclui painéis sobre modernização da infraestrutura, redução de perdas e comportamento do consumidor, com participação de permissionários, especialistas e instituições de ensino.

Entre os painelistas estão Altivo Cunha, engenheiro agrônomo e doutor em Economia, com atuação em organismos internacionais como a FAO/ONU; Dal Gomes, da International Fresh Produce Association (IFPA); e Walquyria Majeveski, presidente da Ceasa Campinas, administradora com MBA em Finanças Corporativas e mais de 25 anos de experiência no varejo alimentar.

 

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A partir do próximo mês, Varejão passa a funcionar no Mercado de Flores

A partir de 1º de novembro, o Varejão da Ceasa Campinas terá um novo endereço. A feira livre, que acontece todos os sábados das 7h às 13h, deixa a Plataforma Logística (PL) 2 do Mercado de Hortifrúti e passa a funcionar na Plataforma Logística do Mercado de Flores.

O Varejão oferece à população a oportunidade de adquirir produtos hortifrutigranjeiros de primeira qualidade, além de contar com barracas de pastel, peixe e outras opções. A mudança visa proporcionar mais comodidade aos frequentadores e ampliar o movimento comercial no novo espaço.

“A ideia é unir os públicos do Varejão e do Mercado de Flores para impulsionar as vendas e proporcionar uma experiência mais completa para nossos visitantes”, afirma presidente da Ceasa Campinas.

Para Edilene Neves, nova responsável pelo Varejão, a mudança representa um importante avanço. “Essa nova fase dá protagonismo ao Varejão e valoriza o trabalho dos nossos permissionários. Tenho certeza de que essa integração trará benefícios para todos e fortalecerá ainda mais a relação com nossos clientes”.

Rosemeire Rodrigues, responsável pelo pastel do Varejão, vê a mudança como uma maneira de unir forças: “podemos proporcionar para nossos fregueses uma visita mais agradável, com compras de hortifruti, flores, acessórios, artesanato e espaço de alimentação. Acredito que dessa maneira atrairemos mais famílias, pois a visita à Ceasa aos sábados de manhã se tornará um passeio rotineiro unindo o útil ao agradável”.

Serviço
Varejão da Ceasa Campinas
Todos os sábados, das 7h às 13h
Plataforma Logística do Mercado de Flores – Ceasa Campinas
Endereço: rodovia Dom Pedro I (SP-65), 5 Pista Norte, km 140,5 – Jardim Santa Monica

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Tomate cai 42,9% e batata inglesa dispara 45,5% na Ceasa de Campinas

A semana de 6 a 13 de outubro foi marcada por movimentos opostos no Sacolômetro da Ceasa Campinas: enquanto o tomate débora despencou 42,9%, para R$ 4,00/kg; a batata ágata disparou 45,5%, para R$ 3,20/kg. Os legumes recuaram 3,6%, mas as raízes subiram 2,2%, refletindo dinâmicas distintas de safra.

Paulo Palma, técnico de Mercado e Agricultura da Ceasa Campinas, explica o comportamento de “montanha-russa” do tomate. “Tivemos uma semana com pouca oferta, o que gerou uma disparada de preço porque estava terminando a primeira parte da safra de inverno, refletindo vácuo temporário entre ciclos produtivos. Agora apareceu a segunda parte da safra, por isso teve essa queda”.

Legumes
Abobrinha brasileira: -14,4% (R$ 3,33/kg)
Berinjela: -12,6% (R$ 3,18/kg)
Pimentão verde: +23,0% (R$ 7,27/kg)
Chuchu: +8,3% (R$ 3,25/kg)

“A abobrinha e a berinjela tiveram bastante oferta no mercado. Já o chuchu subiu porque faltou produto, estavam trazendo do Espírito Santo e vieram menos cargas”, analisou Paulo.

Batata 

No movimento contrário, a batata ágata especial teve o que Palma chamou de “estilingada” de 45,5%. “Está acabando a safra de Vargem Grande do Sul aqui no estado de São Paulo, e também tem pouca mercadoria vinda do cerrado mineiro, de onde vem bastante batata. Por isso essa alta de preço”, justificou.

A batata doce também manteve trajetória ascendente, com nova alta de 6,7% para R$ 4,00/kg, acumulando aumentos consecutivos nas últimas semanas.

Raízes
Beterraba: -11,1% (R$ 2,00/kg)
Cenoura: -8,3% (R$ 2,75/kg)

Frutas

As frutas brasileiras mantiveram estabilidade total (0,0%), sem qualquer variação de preços durante a semana. “Isso ocorreu muito em função dos dias frios que tivemos na semana passada, que inibiram o consumo das frutas, e assim os preços acabaram ficando estáveis”, explicou o técnico.

Ovos

O setor de ovos teve redução de 2,8%, com quedas em todas as categorias analisadas. “A queda foi em função da boa oferta vinda principalmente da região de Bastos, aqui no estado de São Paulo”, destacou Palma.

Ovos

Ovo de codorna: -7,1% (R$ 6,50/2,5 dz)
Ovo branco extra: -2,8% (R$ 175,00/30 dz)
Ovo vermelho extra: -2,6% (R$ 185,00/30 dz)

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Ceasa Campinas terá final de semana de jazz e encontro de carros antigos

A Ceasa – Centrais de Abastecimento de Campinas vai promover no próximo final de semana uma apresentação de Jazz e um encontro de veículos antigos. O programa faz parte da “Primavera de Promoções”.

A atração musical com o grupo de jazz Café com Bossa, será no sábado das 9h às 13h, no Mercadol de Flores. Já no domingo, o 1º Encontro de Carros Antigos, acontece no bolsão do entreposto.

A entrada para o Encontro de Carros Antigos será mediante doação de 1kg de alimento não perecível, destinado ao Banco de Alimentos em alusão ao Dia Internacional de Conscientização sobre Perdas e Desperdícios de Alimentos (29 de setembro).

Visitantes que doarem alimentos não perecíveis e realizarem compras acima de R$ 150 no Mercado de Flores, em ambos os dias, ganham sacolas exclusivas (limitadas a uma por pessoa).

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Ceasa Campinas abre licitação para espaços no Mercado de Flores

A Ceasa – Centrais de Abastecimento de Campinas abriu nesta segunda-feira (15), o Pregão Eletrônico nº 005/2025 para a permissão remunerada de uso de áreas no Mercado de Flores. O processo começou às 8h de hoje e será decidido no dia 16 de outubro, às 9h.

O credenciamento dos interessados deve ser feito por meio do aplicativo “licitações-e” do Banco do Brasil. Podem participar pessoas jurídicas, físicas e produtores rurais que atendam aos requisitos de habilitação estabelecidos no edital.

Edital
https://www.ceasacampinas.com.br/licitacoes/pregao-eletronico/2025/005

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Cooperativa promove a 30ª edição do Veiling Market no interior de SP

Realizado duas vezes por ano, em março e setembro, para permitir o contato e a negociação direta entre produtores e distribuidores de flores e plantas ornamentais (centrais de abastecimento como Ceasas e Ceagesps, supermercados, garden centers, floriculturas, redes de autosserviço e decoradores) o Veiling Market chega em sua 30ª edição para ajudar a impulsionar o mercado floricultor brasileiro neste segundo semestre de 2025.

Para os produtores de flores e plantas ornamentais, a dinâmica do Veiling Market significa a garantia da venda antecipada de cultivos ainda em desenvolvimento. Para a rede de atacado do varejo, antecipar as compras representa a segurança de contar com os produtos a preços competitivos e na quantidade desejada para datas estratégicas do calendário que, neste segundo semestre do ano, é focado na Primavera, no Dia de Finados, no Natal e nas festas de fim de ano.

De acordo com os estudos realizados pelo IBRAFLOR em conjunto com Cepea/Esalq-USP, em 2024 o setor cresceu quase 10% (alta de 9,95% em relação a 2023) e movimentou mais de R$ 21 bilhões no país. A última edição do Veiling Market, realizada em março último, segundo o CEO da Cooperativa, Jorge Possato Teixeira, movimentou cerca de R$ 100 milhões. 

Flora nativa

O 30º Veiling Market vai além das negociações entre produtores e compradores e apresenta uma ampla programação voltada ao setor. Durante os dois dias de atividades, os visitantes terão acesso a um espaço dedicado às tendências que guiarão o consumo de flores e plantas nos próximos meses.

Também estão programadas palestras voltadas para os decoradores e profissionais do setor, uma área interativa dedicada ao ensino e à prática de arranjos florais e de arte botânica, além de uma mesa-redonda, marcada para o dia 11 de setembro, das 14h às 16h, que discutirá os potenciais, dilemas e desafios para ampliar o uso da flora nativa frente às espécies exóticas.

Especialistas defendem a criação de um projeto nacional que estruture a produção e incentive o consumo de plantas brasileiras.

Compra antecipada

A qualidade dos produtos é um grande diferencial da Cooperativa Veiling Holambra para permitir que os atacadistas antecipem as compras de flores para as ocasiões especiais. Todas as flores e plantas ornamentais comercializadas passam por avaliações rigorosas no Centro de Testes da CVH, onde são analisadas características como performance, durabilidade e senescência.

De acordo com o gerente de Qualidade da Cooperativa, Henrique dos Santos Lopes, os índices de reclamação comprovam a excelência: apenas 0,04% para plantas ornamentais, 0,06% para flores de vaso e 0,13% para flores de corte. Em torno de 8 mil amostras são analisadas ano. Essa qualidade assegura que os distribuidores comprem diretamente dos produtores com tranquilidade, mesmo quando se trata de produtos ainda em fase de cultivo.

30º Veiling Market
Data: dia 11 de setembro, das 8h às 18h, e no dia 12 de setembro, das 8h às 14h.Local: Cooperativa Veiling Holambra
Rodovia SP-107, km 27 – S/N – Zona Rural Veiling, Santo Antônio de Posse – SP

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Preço do mamão cai 33% segundo a Centrais de Abastecimento de Campinas

O Sacolômetro da Ceasa – Centrais de Abastecimento de Campinas,  apontou uma queda média de 9,4% nos preços das frutas brasileiras na semana de 14 a 21 de julho. A maior redução foi registrada no mamão havaiano, que caiu 33,3%, passando de R$ 7,50 para R$ 5,00 o quilo.

Correção

Segundo o técnico especialista da Ceasa Campinas, Sebastião Guerra, o recuo se deve ao baixo consumo durante o Inverno e às férias escolares, que reduziram a demanda no mercado. “Com baixo consumo por conta do frio e das férias escolares, o preço do mamão não conseguiu se sustentar e segue mais uma semana em queda apesar da oferta reduzida pelas regiões produtoras”, explica Guerra.
Outra fruta com redução significativa foi a manga palmer, que apresentou queda de 28%. O quilo da fruta foi comercializado a R$ 4,72, refletindo o mesmo movimento de correção de preços verificado no setor.

Em queda

  • Morango: -16,7% (R$ 20,83/kg)
  • Abacate fortuna: -13,6% (R$ 4,75/kg)
  • Mamão formosa: -8,3% (R$ 5,50/kg)

Na contramão, o maracujá azedo subiu 9,9%, passando a R$ 5,00/kg, e a melancia teve leve alta de 5%, comercializada a R$ 2,10/kg. “A oferta controlada de melancia na região de Goiás e Tocantins ocasionou a valorização do produto”, conta Sebastião.

Trajetória de alta

Enquanto as frutas apresentaram desvalorização, as verduras registraram alta de 8,8%, mantendo a tendência de aumento pelo segundo levantamento seguido.

O brócolis ninja liderou a aceleração dos preços das verduras com 12,6%, chegando a R$ 6,43/kg. A rúcula subiu 11%, sendo vendida a R$ 7,14/kg. Outros produtos em alta:

  • Couve-flor: +10,2% (R$ 6,40/kg)
  • Alface crespa: +10,0% (R$ 2,75/kg)

A alta se deu pelas queimadas e geadas nas regiões produtoras que resultou na baixa oferta destes produtos, de acordo com o técnico.

Estabilidade

O pimentão verde foi exceção, com alta de 25%, passando a R$ 9,09/kg diante da estabilidade dos preços no segmento. A abobrinha brasileira teve leve aumento de 9,1%, vendida a R$ 10,00/kg.

Movimento contrário

  • Tomate débora: -8,3% (R$ 5,50/kg)
  • Quiabo: -14,3% (R$ 8,57/kg)
  • Chuchu: -23,1% (R$ 2,50/kg)

Leve baixa

O segmento apresentou pequeno recuo de 0,6%, com destaque para a cebola nacional, que teve redução de 12,5%, sendo vendida a R$ 1,75/kg.

“Há algum tempo a cebola apresenta queda por grande oferta no entreposto. Além disso, o frete fica mais em conta uma vez que as regiões produtoras estão dentro do estado de São Paulo, contribuindo para o barateamento da mercadoria”, ressaltou Sebastião.  Os demais produtos do segmento mantiveram estabilidade nos preços.

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Frutas tiveram redução nos preços, segundo o Ceasa Campinas

O levantamento do Sacolômetro da Ceasa Campinas na semana de 7 a 14 de julho mostrou variações expressivas nos preços dos produtos hortifrutigranjeiros. O mamão havaiano teve a maior queda da semana, com redução de 29,4%. Os legumes lideraram as altas, com valorização média de 17,8%, impulsionados pelo frio que aumentou o consumo.

Frutas 

As frutas brasileiras registraram queda de 3,2% no período. O mamão havaiano liderou as reduções, passando de R$ 10,63 para R$ 7,50 o quilo. Alguns destaques são:

  • Maracujá azedo: -16,5% (R$ 4,55/kg)
  • Melancia: +33,3% (R$ 2,00/kg)
  • Banana nanica: +10,0% (R$ 2,75/kg)

Heitor Correa, técnico de Mercado e Agricultura da Ceasa, explica que “começou a produção do maracujá azedo na região do estado de São Paulo, o que fez com que a oferta aumentasse e, portanto, o preço caísse”.

Na contramão, a banana nanica teve alta de 10%, reflexo da menor oferta. “Houve redução na oferta nas regiões produtoras do Vale do Ribeira e norte de Santa Catarina com frio intenso”, detalha Correa.

Legumes 

O segmento de legumes teve a maior valorização da semana, com alta de 17,8%. A abobrinha brasileira liderou os aumentos, com valorização de 37,5%, passando a R$ 9,17/kg. O pepino caipira também disparou 36,4%, chegando a R$ 7,50/kg.

“Os legumes são conhecidos como ‘grupo das sopas’, que aumentam sempre que o frio chega pelo aumento do consumo”, observa Heitor. Outros destaques são:

  • Pimentão verde: +33,4% (R$ 7,27/kg)
  • Tomate Débora: +20,0% (R$ 6,00/kg)
  • Jiló: +17,6% (R$ 6,67/kg)
  • Vagem macarrão: +17,6% (R$ 15,38/kg)

Verduras

As verduras registraram alta de 6,0% no período. A acelga teve a maior valorização, com aumento de 20,5%, sendo vendida a R$ 1,88/kg. O brócolis ninja também subiu 14,2%, chegando a R$ 5,71/kg.

Correa explica que “as verduras aumentaram por conta da queima das folhas no frio, o que resultou na redução da oferta”.

Tubérculos

O segmento apresentou recuo de 0,9%, com destaque para a batata ágatha, que teve redução de 14,3%, passando a R$ 2,40/kg. Os demais produtos mantiveram estabilidade.

“A batata baixou pelo aumento significativo da produção na região de Vargem Grande do Sul, sudoeste paulista, sul e serrado mineiro, e Cristalina”, detalha Correa.

Importados

As frutas importadas tiveram leve queda de 2,9%, com o kiwi registrando redução de 10%, vendido a R$ 18,00/kg. Os ovos mantiveram preços inalterados em todas as categorias.

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