Calor

Secretaria Municipal de Educação suspende as Educação Física em Campinas

As altas temperaturas e a baixa umidade do ar fizeram a Secretaria Municipal de Educação recomendar a suspensão das aulas de Educação Física nas escolas municipais.

As equipes gestoras das escolas e os professores de Educação Física foram orientados a evitarem atividades físicas com os alunos principalmente nas quadras esportivas descobertas.

As aulas devem ser realizadas em espaços cobertos e arejados. Podem ser aplicadas, por exemplo, atividades lúdicas em sala de aula, como xadrez, dama, entre outras. Deve-se evitar a exposição dos alunos ao sol, orientá-los a tomarem água com mais frequência e usarem roupas leves.

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Animais do Bosque dos Jequitibás vão ganhar picolés

Os animais do Bosque dos Jequitibás vão ter um refresco a mais nesta semana. Eles vão receber picolés para se refrescarem nesta época de altas temperaturas. Segundo a equipe de tratadores, os picolés são de frutas como, mamão, banana e melancia e serão entregues aos macacos-pregos. Já os jabutis adoram a melancia congelada e para a jaguatirica, o picolé é apenas de sangue bovino.

“Os picolés são oferecidos aos animais, principalmente, para enriquecimento ambiental. É algo que foge da rotina deles, então participam bastante. Além disso, é um regulador térmico”, explica veterinária Bianca Mendes.

Os visitantes poderão acompanhar a distribuição dos picolés na quarta-feira (17), a partir das 8h. O Bosque dos Jequitibás fica na rua Coronel Quirino, nº 2, Bosque. A entrada é gratuita.

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Disponibilização de água passa a ser obrigatória em grandes eventos

Após determinação do ministro da Justiça, Flávio Dino, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) estabeleceu regras para proteger a saúde de consumidores em shows, festivais e grandes eventos nos períodos de alta temperatura.

A medida – publicada nesta quarta-feira (22) no Diário Oficial da União – foi uma resposta às denúncias envolvendo o show da cantora norte-americana Taylor Swift, no Rio de Janeiro, no último fim de semana, que resultou na morte de uma estudante de 23 anos.

Agora, com a determinação, os responsáveis pela produção de eventos terão a obrigação de disponibilizar bebedouros e água adequada para consumo em pontos que permitam o fácil acesso à hidratação de todos os espectadores. O resgate rápido de participantes em casos de alguma necessidade de saúde ou situação de perigo também deverá ser garantido.

Prazo de 120 dias

A medida, que tem vigência de 120 dias, prevê ainda a fiscalização, por órgãos estaduais e municipais de defesa dos direitos do consumidor, dos preços da água mineral comercializada em eventos para evitar aumento abusivo ou valores altos.

De acordo com a decisão, o prazo estabelecido para as medidas poderá ser revisto conforme as condições climáticas.

Embora a publicação da Imprensa Nacional tenha saído hoje, a portaria da Senacon foi anunciada no último sábado (18), um dia após a morte da estudante Ana Clara Benevides Machado, quando a cidade do Rio de Janeiro enfrentou uma onda de calor na qual a sensação térmica chegou próxima de 60 graus Celsius. No dia 19, o ministro Flávio Dino publicou nas redes sociais fotos de pontos de hidratação instalados no estádio do Engenhão, onde acontecia o show da norte-americana Taylor Swift. (Agência Brasil)

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Calor aumenta e Rio registra sensação recorde de 58,5°C de manhã

O Rio de Janeiro registrou, às 9h15 desta terça-feira (14), a maior sensação térmica desde 2014, de 58,5 graus Celsius (°C). A medição foi feita pela estação do serviço municipal de meteorologia Alerta Rio em Guaratiba, na zona oeste da cidade. No momento, os termômetros marcavam 35,5°C.

Desde a chegada da onda de calor que afeta diversos estados brasileiros, o Rio de Janeiro já havia registrado o dia mais quente do ano no domingo (12), com temperatura de 42,5°C, e a sensação térmica de 52 graus na manhã de segunda (13).

O recorde de calor de hoje é o maior desde que o Alerta Rio começou a fazer as medições de temperatura na cidade. O órgão informa que as duas outras maiores sensações térmicas deste ano foram 58,3°C, em 17 de fevereiro, e 58°C, em 4 de fevereiro.

Rio de Janeiro (RJ), 14/11/2023 – População enfrenta forte onda de calor no Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

O intenso calor registrado principalmente no Sudeste e no Centro-Oeste do Brasil deve continuar ao longo de toda a semana, e a ausência de nuvens no céu torna ainda mais perigosa a exposição à radiação solar e a sensação de calor.

A onda de calor chegou em uma época do ano em que, normalmente, a estação chuvosa já está estabelecida e em que as nuvens funcionam como uma espécie de controle das temperaturas. A ausência dessa defesa, segundo a meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) Anete Fernandes, potencializa os efeitos do fenômeno climático.

“Quando a gente tem ausência de chuva nesta época do ano, que chamamos de veranico, a ausência de nuvens favorece uma grande incidência de radiação na superfície, que é o que está acontecendo agora. Então, as temperaturas se elevam muito”, explicou. (Agência Brasil)

Onda de calor atinge vários estados brasileiros

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Animais também estão sujeitos a estresses devido às altas temperaturas

As temperaturas elevadas não provocam efeitos negativos somente no ser humano. Também os animais, sejam domésticos ou de produção, estão sujeitos a perigos provocados pelo calor extremo, alertou nesta terça-feira (14) a professora do Instituto de Zootecnia da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) Ana Lúcia Puerro de Melo. “Todos eles estão sujeitos a estresse pelo calor com essas ondas de calor tão extremas”.

Quando se pensa em animais domésticos, que vivem dentro das casas, os principais cuidados que devem ser tomados incluem propiciar um ambiente com conforto térmico, isto é, com sombra, água fresca, verificar se a vasilha está limpa e com água fresca, trocar a água com frequência, verificar o comportamento do animal, se está se alimentando, defecando e urinando normalmente, recomenda a professora.

Diante de qualquer comportamento ou indício de desconforto ou de que ele não está bem, a recomendação é procurar um veterinário.

“No caso de animais de produção, o nível de estresse de calor é bastante grave. Dependendo da espécie e da raça, pode aumentar a taxa de mortalidade”, esclareceu a professora da UFRRJ.

Mesmo animais que são alojados em galpões que, em tese, são ambientes sombreados, o calor muito excessivo pode ampliar o índice de mortalidade. As aves são um exemplo.

Instalações

Quando são animais de produção, há cuidados que podem ser tomados antes da instalação da atividade, que seria pela escolha das raças que são mais adaptadas, e também pela instrução da construção das instalações, que devem garantir sombreamento, com fornecimento de água limpa. No manejo, podem ser feitas também alterações, como evitar estressar os animais com manejos em momentos de maior pico de temperatura, mas deixá-los em repouso, tentar fazer compensações.

“Se você notar que o animal diminuiu a ingestão de comida, deve-se tentar compensar isso no momento em que a temperatura diminui, com colocação de novo alimento fresco para incentivar a compensação dos períodos de calor”.

Ana Lucia disse que a cães e gatos podem ser oferecidos alimentos diferentes, palatáveis, que já vêm com um nível de umidade maior, porque isso também estimula a ingestão de líquidos, que é essencial.

“Apesar de ser muito similar ao que se recomenda para os seres humanos, como diminuir a atividade, a movimentação, isso serve também em relação ao manejo dos animais, que é deixá-los em repouso em momentos de maior calor, evitar exposição ao sol desnecessária, manter o fluxo de água limpa e fresca, para que isso estimule o consumo. Serve para eles e para nós também”.

Segundo Ana Lúcia, o estresse pelo calor é negligenciado até para os seres humanos. “A gente vê muitas campanhas do agasalho, no frio, mas nesses dias quentes, inclusive para os seres humanos que estão em situação de vulnerabilidade, muitas vezes não dispõem de um local decente para tomar um banho ou beber uma água potável em temperatura adequada, é essencial que haja conscientização sobre isso também”.

Oceanos

O professor Francisco Gerson de Araújo, coordenador do Laboratório de Ecologia de Peixes da UFRRJ, explicou que esse calor excessivo é, primariamente, efeito de um forte El Niño, que é aumento da temperatura no Oceano Pacífico central, que gera um calor muito grande, muda a direção das correntes e faz com que o ar suba e desça sob a forma de barreira no Sul, mais ou menos a 5º de latitude. “É por isso que no Sul continua chovendo e, aqui, está seco e quente. Essa é a consequência do El Niño, que faz com que aumente a temperatura global”.

Gerson de Araújo disse que todos os peixes, como os demais organismos que vivem na água, têm uma temperatura interna vinculada à temperatura do ambiente. Quando a temperatura do ambiente aumenta de forma excessiva, eles tendem a se deslocar para áreas de temperatura mais amena, como estão acostumados.

Em nível global, os peixes vão se deslocando para latitudes mais altas, ou seja, da costa do Rio de Janeiro para a costa de São Paulo e de Santa Catarina. “Quer dizer, para lugares em que a temperatura não esteja tão diferente da temperatura onde estão acostumados a viver. Há um deslocamento de massa geral, mas isso não acontece tão rapidamente. É aos poucos”, explicou.

O efeito desse deslocamento em função do calor excessivo é muito negativo, porque causa prejuízo a toda a cadeia trófica, ou cadeia alimentar. Algumas espécies começam a migrar para outras regiões e quebram a cadeia trófica onde vivem. As consequências são muito ruins. Algumas espécies podem, inclusive, desaparecer. “Essa temperatura alta não é boa. É muito ruim”. Esse é um efeito global, em termos de oceano.

Já o efeito local também é negativo porque, toda vez que a temperatura aumenta, a quantidade de oxigênio diminui e pode haver mortandade de peixes, disse o professor da UFRRJ.

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Para se refrescar, campineiro tem 10 piscinas públicas

Por conta das altas temperaturas registradas nos últimos meses, e que devem seguir neste fim de ano, se refrescar nas piscinas municipais pode ser uma boa alternativa para lidar com o calor.

As piscinas, antes fechadas para manutenção, foram reabertas a partir de setembro em 10 praças esportivas diferentes. Elas funcionam de quarta-feira a domingo, das 8h30 às 11h45, da manhã, e das 14h às 16h45 no período da tarde.

A taxa de inscrição para adultos entre 18 e 60 anos é de R$14,90, enquanto para crianças de 14 a 17 anos é de R$7,45 mensais. Crianças abaixo de 14 anos e adultos acima dos 60 ficam isentos do pagamento.

Para ter livre acesso às dependências do equipamento, o morador necessita tirar a carteirinha. Basta comparecer na própria praça de esportes, portando 2 fotos 3×4 recentes, RG, CNH ou Certidão de Nascimento, além de comprovante de endereço. Os horários para confecção da carteirinha são: de quarta-feira a sexta-feira, das 8h30 às 11h30 e das 14h às 16h30 e aos sábados das 8h30 às 11h30. O documento dá acesso a todas as praças públicas da cidade, podendo ser renovada a cada mês. Não é necessário fazer exame médico para o uso das piscinas.

Destinadas ao lazer e entretenimento dos moradores em várias regiões do município, alguns locais ainda oferecem aulas de natação e hidroginástica.

Atividades são feitas pela Coordenadoria de Iniciação Esportiva, que oferece aulas de natação para crianças e adolescentes, e a Coordenadoria de Participação, que oferece aulas de hidroginástica para o público adulto. As aulas são dadas pelos professores concursados da Secretaria de Esportes da Prefeitura.

Confira as piscinas em operação:

Praça de Esportes Benedito dos Santos
Rua Ricardo Gumbleton Daunt S/Nº – Sousas

Praça de Esportes Ferdinando Panatoni
Rua Frederico Ozanã Nº 360 – Vila Joaquim Inácio

Praça de Esportes Pompeo de Vitto
Rua Plínio Pereira Neves Nº 260 – Jardim Nova Europa

Balneário Parque Portugal
Avenida Dr. Heitor Penteado S/Nº Portão 7 – Taquaral

Clube Municipal Dr. Roberto Angelo Barbosa
Rua Ernesto Luís De Oliveira Nº 45 – Vila 31 de Março

Clube Municipal João Carlos de Oliveira
Avenida Nossa Senhora Das Dores Nº 67 – Vila Padre Anchieta

Praça de Esportes Carlos Grimaldi
Rua Maria Bibiana Do Carmo S/Nº – Parque Industrial

Praça de Esportes Emil Rached
Rua Nelson Barbosa Da Silva S/Nº – Dic VI

Praça de Esportes Dorival Daniel Waetee
Rua Antônio Guilherme da Costa S/N° – Vila Formosa

Praça de Esportes Edgar Ariani
Rua Maria da Encarnação Duarte N° 480 – Novo Cambui

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Campinas está em alerta por conta da baixa umidade e calor excessivo

A onda de calor colocou Campinas em estado de alerta pela baixa umidade relativa do ar (URA). O índice baixou a 19,4% às 13h desta segunda-feira, 13 de novembro. Alerta também para a temperatura que alcançou 37,3ºC às 12h de hoje. Os totens de propaganda espalhados pela cidade chegaram a marcar 44 graus.

A orientação para a população é proteger-se do sol, beber bastante água e procurar locais arejados. “Há risco de insolação, por isso, é importante seguir à risca a recomendação de manter-se afastado do sol”, reforça o coordenador regional e diretor da Defesa Civil de Campinas, Sidnei Furtado.

O alerta para baixa umidade do ar também traz recomendações como não realizar atividades físicas ao ar livre entre 10h e 16h, evitar aglomerações em locais fechados e usar soro fisiológico para umidificar os olhos e o nariz.

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Brasil registra recorde da temperatura média pelo quarto mês seguido

A temperatura média no Brasil atingiu nível recorde pelo quarto mês seguido em outubro. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), entre julho e outubro, a diferença entre o valor registrado e a média histórica – variação que é tecnicamente chamada de “desvio” – foi superior a 1 grau Celsius (°C).

De acordo com o levantamento do Inmet, no mês passado, a temperatura média observada no Brasil ficou em 26,4°C. O resultado foi 1,2°C acima da média histórica para o mês (25,2°C).


“Dentre os quatro meses consecutivos mais quentes deste ano, setembro apresentou o maior desvio desde 1961, com 1,6ºC acima da climatologia de 1991/2020 (média histórica)”, informou o Inmet. Naquele mês, a temperatura média registrada ficou em 25,8°C, enquanto a média histórica estava em 24,2°C.

Em agosto deste ano, a temperatura média ficou em 24,3°C – resultado 1,4°C acima da média histórica (22,9°C) e, em julho, a média observada (23°C) estava mais de 1°C acima da média histórica (21,9°C).

O Inmet acrescenta que esses meses “foram marcados por calor extremo em grande parte do país e eventos de onda de calor, reflexo dos impactos do fenômeno El Niño [aquecimento acima da média das águas do Oceano Pacífico Equatorial], que tende a favorecer o aumento da temperatura em várias regiões do planeta”.

O aumento da temperatura global da superfície terrestre e dos oceanos também contribui para eventos cada vez mais extremos.

“O cenário indica que o ano de 2023 será o mais quente desde a década de 60. Estes resultados corroboram com as perspectivas encontradas por outros órgãos de meteorologia internacional, pois, segundo pesquisadores do Serviço de Mudanças Climáticas Copernicus da União Europeia, é improvável que os dois últimos meses deste ano revertam este recorde, tendo em vista que a tendência é de altas temperaturas em todo o mundo até novembro”, acrescentou o Inmet.

Alerta de calor

O calor deve continuar nos próximos dias. Diante da situação, o Inmet emitiu um alerta no qual prevê uma nova “onda de calor” que atingirá especialmente o interior do Brasil.

“O aviso meteorológico especial de nível amarelo (perigo potencial) de onda de calor abrange áreas do Centro-Oeste e Sudeste do País e é válido até, pelo menos, a próxima sexta-feira (10)”, detalhou, em nota, o instituto ao explicar que o nível amarelo “é emitido quando a previsão indica que as temperaturas devem ficar 5ºC acima da média pelo período de dois a três dias consecutivos”.

O Inmet acrescenta que a expectativa é que o “forte calor” continue, pelo menos, até meados da próxima semana. Contudo, a área de abrangência do fenômeno deve sofrer alterações.

“A partir do sábado (11), se a situação persistir, o aviso de onda calor será atualizado e poderá se expandir ou até mesmo ter o seu nível de severidade alterado. Em alguns municípios, principalmente dos estados de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, as temperaturas máximas devem superar os 42°C nos próximos dias”, complementou o instituto. (Agência Brasil)

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Movido a hidrogênio, BMW iX5 é testado no deserto dos Emirados Árabes Unidos

Lançar uma nova tecnologia exige uma série de testes em todas as condições possíveis encontradas na Terra, até mesmo as mais extremas. Depois de passar por testes no frio intenso de Arjeplog, o BMW iX5 movido a hidrogênio está experimentando um pouco de calor no deserto dos Emirados Árabes Unidos.

Por lá, o sistema de propulsão a hidrogênio passou por testes em temperaturas de até 45° C, além de enfrentar areia e poeira. A equipe de desenvolvimento baseada em Munique examina tanto a funcionalidade de todos os sistemas elétricos sob condições extremas como o fornecimento de potência de refrigeração para permitir o desempenho total do veículo.

O BMW iX5 Hydrogen combina capacidade de longa distância e paradas curtas para reabastecimento com uma condução totalmente livre de emissões. O BMW iX5 Hydrogen possui um sistema de células de combustível que gera uma potência de 125 kW/170 cv e uma unidade de propulsão altamente integrada que utiliza a tecnologia BMW eDrive de quinta geração (o motor elétrico, a transmissão e a eletrônica de potência estão agrupadas numa caixa compacta).

A potência total do sistema de transmissão é de 401 cavalos. O hidrogênio necessário para alimentar a célula de combustível é armazenado em dois tanques de 700 bar feitos de plástico reforçado com fibra de carbono (CFRP). Juntos, esses tanques podem conter cerca de seis quilos de hidrogênio. Esta capacidade de armazenamento dá ao BMW iX5 Hydrogen uma autonomia de 504 km (313 milhas) no ciclo WLTP.

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Onda de calor marca última semana do inverno

A última semana do inverno será marcada por uma onda de calor que vai atingir a maior parte do país. A previsão é de temperaturas acima de 42ºC em algumas localidades a partir de sexta-feira (22). O inverno termina no sábado (23), e terá início a primavera.

As áreas que deverão ter recordes de temperaturas são Centro-Oeste, Norte e interior de São Paulo. Na capital paulista, por exemplo, é esperado que os termômetros marquem mais de 35ºC no final da semana, conforme as previsões do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Na manhã desta segunda-feira (18), o Inmet já emitiu alerta de perigo da onda de calor até as 18h de sexta-feira. Esse aviso ocorre quando as temperaturas máximas excedem em pelo menos 5ºC a média histórica do período.

“Vale ressaltar que a intensidade do aviso está relacionada com a persistência do fenômeno [número de dias consecutivos] e não aos desvios de temperatura absolutos em si”, explica o Inmet.

O aviso será reavaliado diariamente, conforme o instituto.

A onda de calor vem associada dos baixos índices de umidade relativa do ar, aumentando a probabilidade de queimadas no Sudeste e Centro-Oeste, regiões que ainda estão no período de seca.

O que é a onda de calor? A onda de calor ocorre por causa do tempo seco e queda da pressão atmosférica, que impede a formação de nebulosidade e afasta o avanço das frentes frias.

“A onda de calor é promovida pelas condições de tempo predominantemente seco, com aumento da insolação, e favorecida pela subsidência atmosférica – quando a pressão atmosférica entre os níveis médios e a superfície aumenta, inibindo o desenvolvimento de nebulosidade, aumentando, também, a temperatura da massa de ar”, informa o Inmet.

O que ocorre com o corpo quando faz muito calor?

Quando fica exposto às temperaturas muito quentes, o corpo humano tenta se refrescar. Porém se o corpo não consegue, o organismo pode chegar à exaustão por calor. Os principais sintomas são tontura, dor de cabeça, transpiração excessiva e fadiga. Pode ocorrer ainda uma insolação, em que se deve procurar ajuda médica.

Nos casos extremos, o paciente pode sofrer falência de órgãos e até morte.

Cuidados

Qualquer pessoa está sujeita a sofrer os impactos do calor. Porém, crianças, idosos, pessoas acamadas, doentes crônicos e gestantes são vulneráveis.

Algumas medidas podem aliviar e evitar as complicações:

– Beber mais água e líquidos. O ideal é ingerir um copo de água por hora ou 2 a 3 litros por dia;

– refrescar-se com lenços úmidos, spray ou panos molhados no rosto;

– procure ficar em locais frescos, com sombra;

– evite praticar exercícios físicos nos horários mais quentes;

– use roupas leve;

– verifique com frequência o estado de saúde de idosos acima de 65 anos, especialmente aqueles com doença cardíaca, problemas pulmonares e nos rins;

– em caso de mal-estar intenso, procure um médico.

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