Ayrton Senna

Renovado, Autódromo de Goiânia se prepara para receber a MotoGP

As obras de reforma, ampliação e modernização do Autódromo Internacional de Goiânia Ayrton Senna estão quase prontas. O Governo de Goiás prepara o local para sediar eventos internacionais, como o Grande Prêmio do Brasil de MotoGP e a Fórmula Indy. A Moto GP está agendada para os dias 20, 21 e 22 de março deste ano. As obras são realizadas em parceria entre a Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (Goinfra) e a Secretaria de Estado de Esporte e Lazer (Seel).

No conjunto de obras civis, conduzidas pela Goinfra, estão a reconstrução e ampliação do paddock – a área técnica esportiva onde ficam boxes das esquipes técnicas; a modernização das arquibancadas, da sala de imprensa e dos camarotes; a construção de uma nova torre de controle e do centro médico; reforma do setor de administração, bloco de apoio e dos depósitos de materiais, resíduos e óleo. As novas edificações vão proporcionar mais conforto e segurança aos visitantes, competidores e trabalhadores e demais envolvidos nas competições.

“Vamos resgatar o Autódromo de Goiânia para que o Brasil, Goiás e Goiânia possa desfrutar da nova estrutura. Vamos oferecer uma pista linda e veloz. Ficará uma maravilha”, afirmou o governador Ronaldo Caiado.

As demais intervenções também estão na fase final. A pista principal, com 3.825 metros de extensão, foi totalmente reconstruída e já está 100% pavimentada. Na primeira etapa, foi aplicada uma camada de concreto betuminoso usinado a quente (CBUQ), que funciona como base estrutural do pavimento, garantindo uniformidade, aderência e distribuição adequada dos esforços do tráfego.

Sobre ela, foi executada uma segunda camada de SMA (stone matrix asphalt ou matriz pétrea asfáltica), solução de alto desempenho indicada para circuitos de velocidade, por oferecer maior resistência, maior aderência e redução de ruídos. Trata-se de uma técnica empregada em pistas de alto nível, como o Autódromo de Interlagos.

O secretário de Estado de Esporte e Lazer, Rudson Guerra, destacou que a modernização do autódromo entra na reta final. “Goiás terá o único autódromo no Brasil com homologação máxima tanto para motociclismo quanto para automobilismo”, reforçou.

As equipes atuam agora na fase final de pavimentação e na implantação de gradis nas duas pistas auxiliares, que juntas somam cerca de sete quilômetros e formam os anéis interno e externo da pista principal. Além da reconstrução das pistas, toda a área de escape foi reestruturada e um novo viaduto foi implantado sobre o circuito.

A estrutura cria um acesso adicional ao autódromo, pela Avenida Autódromo Ayrton Senna, ampliando a funcionalidade e a integração do complexo. Estão em fase final de execução as intervenções nas áreas de escape, que foram ampliadas, além de instalação de novas zebras.

A última etapa será a implantação dos sistemas eletrônicos especiais em todo o circuito. Trata-se de equipamentos que permitem todo o controle da prova, com circuitos de televisão e de comunicação, painéis eletrônicos e fibras óticas e de dados.

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BMW encomenda capacete especial para o lançamento da exclusiva M3 CS

A Sid Special Paint, referência mundial na personalização de capacetes  , e o BMW Group Brasil anunciam uma parceria exclusiva como parte das ações de lançamento do novo modelo BMW M3 CS. O esportivo chega ao Brasil já como um carro colecionável e ainda mais exclusivo, em tiragem limitada de 17 unidades. Para compor ainda mais o caráter premium do modelo, a empresa convidou a Sid Special Paint, responsável pela identidade visual de lendas do automobilismo mundial – entre eles Ayrton Senna – para produção de um capacete exclusivo para acompanhar as unidades do modelo M3 CS.

De acordo com Alan Mosca, sócio da Sid Special Paint e filho do genial Sid Mosca, desde o primeiro contato com a equipe da BMW, o projeto teve o objetivo de capturar a essência das linhas modernas e elegantes do M3 CS. “O capacete reflete características marcantes do modelo, criando uma identidade visual que se conecta imediatamente ao carro, transmitindo ao mesmo tempo sofisticação, velocidade, luxo e inovação”.

Mas Alan não criou a identidade visual sozinho. Para o desafio, contou com um companheiro de peso: trata-se de Raí Caldato, parceiro oficial da Sid Special Paint e responsável pela identidade visual do capacete de Lewis Hamilton, o maior campeão da história da Fórmula 1, com oito títulos. O designer brasileiro foi o vencedor, entre os mais de oito mil concorrentes do mundo inteiro, de um concurso para desenhar o capacete do então tricampeão, em 2017.

“O design do capacete traz inspiração nas próprias linhas internas e externas do novo BMW M3 CS, que combinam traços retos e curvilíneos, como a linha de caráter da carroceria, linhas do painel e console central interno e, de maneira mais evidente, na grade duplo rim, tradicional assinatura visual da BMW.  A paleta de cores também faz conexão com o veículo: os detalhes em vermelho, presentes em acabamentos internos e externos, podem ser vistos também no design do capacete; os detalhes em dourado fazem alusão às belíssimas rodas de 20 polegadas do carro”, explica Caldato.

O designer acrescenta ainda que o grande diferencial deste design está na personalização do capacete para cada proprietário, como detalhes na respectiva cor do veículo, além do número do chassi específico. “A ideia é que o proprietário possa identificar seu novo veículo através do design do capacete, antes mesmo de perceber os detalhes personalizados”, diz.

“A parceria com a BMW é uma honra muito grande. Trata-se de uma marca que prima pela excelência, conforto, inovação e alto desempenho. Estamos animados com esse projeto e que seja o primeiro de muitas outras ações”, afirma Stella Mosca, sócia da Sid Special Paint.

 Sid Special Paint

A Sid Special Paint é referência mundial na personalização de capacetes automobilísticos. A empresa foi fundada por Sid Mosca, conhecido como o “Mestre dos Capacetes”, e é  responsável pelas cores e estilo dos capacetes utilizados por nomes como Ayrton Senna, Emerson Fittipaldi, Nelson Piquet,  Rubens Barrichello, Christian Fittipaldi, Maurício Gugelmin, Roberto Pupo Moreno, entre outros.

A pintura do capacete do Ayrton Senna foi criada por Sid Mosca para a equipe de Kart da CBA – Confederação Brasileira de Automobilismo, que disputou o mundial de 1979. Quando retornou ao Brasil, Ayrton pediu para o Sid Mosca a exclusividade da pintura.

Após seu falecimento, em 2011, a empresa continua a tradição de excelência e inovação em design, agora sob a liderança de Alan e Stella Mosca, filho e neta, respectivamente. Mais informações: https://sidspecialstore.com.br/

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Livro detalha uma das vitórias mais marcantes de Ayrton Senna

O primeiro livro autoral do jornalista Luiz Alberto Pandini, que cobriu centenas de Grandes Prêmios de Fórmula 1, conta uma das vitórias mais marcantes de Ayrton Senna. Em 20 capítulos do livro “A obra-prima de Senna e outras histórias de um repórter nas pistas”, Pandini conta histórias diversas acumuladas ao longo de 35 anos de carreira, boa parte deles atuando diretamente no segmento de esportes a motor.

O título do livro é inspirado no do capítulo de abertura, no qual o jornalista descreve com detalhes o Grande Prêmio da Europa de Fórmula 1 de 1993 e os bastidores da cobertura jornalística – sua primeira em solo europeu. Essa corrida ficou famosa pela inconstância das condições climáticas e pelas quatro ultrapassagens feitas por Ayrton Senna na primeira volta.

A vitória nessa corrida é considerada por muitos como a mais brilhante do piloto brasileiro. Outras histórias de Senna naquele ano de 1993 são rememoradas nos capítulos finais do livro e revelam bastidores de sua transferência para a Williams, equipe pela qual o brasileiro fez suas últimas corridas em 1994.

Personagens como os Fittipaldi (Emerson, Wilsinho e Christian), Nelson Piquet e Jackie Stewart aparecem com outros menos conhecidos como Bernardo Souza Dantas (o primeiro brasileiro a correr nas 24 Horas de Le Mans, em 1935) e Luiz Celso Giannini (um dos pioneiros brasileiros no Mundial de Motovelocidade). Os relatos se passam em redações e autódromos da América do Sul, Europa e América do Norte.

Nascido em Santos em 1968, Pandini cobriu corridas no Brasil e no exterior como repórter de jornais (Jornal da Tarde e O Estado de S. Paulo) e de revistas como Grid, Quatro Rodas, Auto Esporte e Carro. Atualmente, atende marcas de automóveis e outras empresas por meio de sua agência, a LetraNova Comunicação.

“A obra-prima de Senna e outras histórias de um repórter nas pistas” traz décadas de relatos saborosos acumulados numa carreira jornalística construída entre personagens que povoaram a imaginação do autor desde que ele era moleque em Santos, no litoral de São Paulo. E um dia o moleque se encontrou de verdade com aquele mundo que só conhecia das páginas de jornais e revistas”. – Do prefácio de Flavio Gomes.

Para comprar: acesse www.gullivereditora.com.br. Preço: R$ 69,90 – mais frete.

 

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Ducati faz mais uma homenagem ao piloto Ayrton Senna

A Ducati fez uma homenagem ao piloto brasileiro Ayrton Senna e lançou uma edição limitada da Monster 900. Serão apenas 341 unidades. A quantidade tem uma razão muito especial: são os 3 títulos e as 41 vitórias.

A motocicleta foi pintada com cores do capacete do piloto, que foi desenvolvido por Sid Mosca. A Monster especial vem com motor bicilíndrico, que desenvolve 111 cavalos de potência máxima. O chassi, que teve como base as Ducatis que disputam o mundial de Superbike, tem suspensão Öhlins, ajustável, rodas forjadas e freios BremboStylema. A Senna pesa apenas 175 quilos, 4 a menos que a Monster de produção normal.

Paixão

Ayrton Senna era um aficionado pela marca italiana e já teve outras motocicletas da marca italiana com seu nome. Em Mônaco, onde morava, o piloto brasileiro se deslocava numa das primeiras Monster 900 produzidas pela Ducati.

Na apresentação da nova Ducati Monster Senna, no autódromo Enzo e Dino Ferrari, em Ímola, estavam presentes Claudio Domenicali, CEO da Ducati, a sobrinha Bianca Senna, CEO da Senna Brands e Stefano Domenicali, chefão da Fórmula 1.

Parceria

A Ducati e Ayrton Senna sempre tiveram uma boa parceria.  Em1990, quando Claudio Castiglioni, presidente na época da Ducati e fã de Ayrton presenteou o piloto com uma 851 SP.

Desde então, os dois desenvolveram uma parceria que resultou na esportiva 916 Senna. Muito veloz, a 916 Senna tinha as cores sugeridas pelo brasileiro. Foram apenas 300 unidades produzidas em 1994. Depois mais dois lotes do modelo, em 1997 e 1998, estas com as cores escolhidas por Leonardo Senna.
Em 2014 saiu a superesportiva Panigale 1199 Senna, limitada em 161 unidades, que foi a quantidade de GPs disputados por Ayrton Senna na sua carreira. Todas vieram para o Brasil.

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Ayrton Senna deixou um legado de pistas e ruas mais seguras

Em uma entrevista de dez anos atrás, o então presidente da Federação Internacional do Automóvel (FIA), Max Mosley, deixou claro: “Aquele final de semana em Ímola literalmente ajudou a mudar a segurança nas ruas. Sem dúvidas, salvou milhares de vidas”. Ao lado do então diretor-médico da FIA, Sid Watkins, Mosley levou a entidade a promover mudanças importantes.

“(Sem Ímola) nós nunca teríamos a Euro NCAP (o inovador sistema europeu de avaliação de novos veículos), ou os crash tests (batidas controladas para avaliação de segurança), não teríamos conseguido aprovar a legislação na Comissão Europeia, modernizando os padrões de segurança. Milhares de pessoas que estão aí, felizes, vivas, ou sem sequelas, estariam mortas a esta altura. E tudo começou com o acidente de Ayrton Senna”, completou, falando na época à agência Reuters, mas não esquecendo de incluir no episódio também a morte do austríaco Roland Ratzenberger, um dia antes, no treino classificatório.

Essa é uma visão talvez pouco difundida do legado de Ayrton Senna, cuja morte completa 30 anos amanhã (01/05). Ex-piloto da F-1 na década de 70, o brasileiro Alex Dias Ribeiro reconhece esse como um dos principais fatos resultantes da tragédia que parou o Brasil naquele domingo: “Depois de sua morte, imediatamente a FIA criou a Comissão de Segurança, que impôs mudanças nas estruturas dos carros, das pistas e no atendimento médico. Ayrton venceu. Venceu por quê? Porque vinte anos se passaram depois de sua morte sem que morresse um só piloto na Fórmula 1. Essa é a vitória que ele estava buscando”, conclui Ribeiro.

Reação na família

Outra dimensão do legado de Senna é a marca deixada não pelo que aconteceu em 1994 em Ímola, mas pela forma como os brasileiros enxergavam as façanhas de seu herói. Destaque no Rally Dakar, Lucas Moraes foi impactado pela reação de sua família. “Achei em um armário da minha mãe uma pilha grande de fitas VHS. Comecei a assistir. Eram programas de TV e homenagens que Senna recebeu durante aquela fatídica semana. Aquilo me marcou muito”, conta ele. “Se cada um de nossos atletas fizesse 0,1% do que ele fez para o nosso país, seria incrível”, completa.

Essa é também a impressão de Felipe Massa, ex-piloto da Ferrari na F-1. “Quando estava ainda começando minha carreira, todas as categorias na Europa tinham um piloto brasileiro disputando vitórias.Todos queriam chegar à F-1. Percebi esse respeito por nós quando cheguei lá, e acredito que essa tenha sido outra grande marca deixada por Senna”, lembra ele. “A maior mensagem deixada por ele para o Brasil como um todo foi a importância da dedicação, do trabalho incessante, da motivação e da vontade de vencer. Ele foi, sem dúvida, um dos pilotos mais dedicados que já vi”, opina Massa.

“Meus pais fizeram muita questão de inserir o Senna na minha vida como referência e eu sempre tive ele como inspiração, crescendo não só como piloto, mas como pessoa também”, diz Nicolas Costa, atual piloto da ex-equipe de Senna, a McLaren, no Mundial de Endurance, com apoio da petroleira brasileira PRIO.

“Quando fui à McLaren pela primeira vez, vi o carro dele exposto. Foi uma emoção gigantesca. Tive uma reação quase que automática: ajoelhei em frente ao carro. Foi talvez a primeira real perspectiva do que eu estava conquistando: ia correr pela equipe que eu sempre admirei”, destaca Nicolas Costa, lembrando que a McLaren foi a principal equipe na trajetória do tricampeão. Costa, aliás, há dez dias disputou a etapa do Mundial de Endurance justamente em Ímola. Para marcar a data, usou um capacete pintado nas cores de Senna.

O campeão mundial de Fórmula E, Lucas Di Grassi, tinha nove anos em 1994. “Eu era pequeno, mas vi na TV e em casa como as pessoas ficaram tristes e com o tempo procurei entender o que significava aquilo”, conta ele. “Mais tarde, com a ingenuidade de quem ainda era muito jovem, eu decidi que queria ser igual ao Senna, porque ele foi importante para tanta gente, como as reações me mostraram naquela época. Isso logicamente me marcou e hoje eu trabalho para que o nosso esporte seja de alguma forma transformador na vida das pessoas, focando no bem-estar, na segurança e na preservação do meio-ambiente”, resume Lucas, que por seu trabalho na promoção de tecnologias mais “limpas” tornou-se embaixador da ONU para causas ambientais.

Principal nome brasileiro na motovelocidade mundial, Eric Granado diz que seus pais também tiveram influência em sua admiração por Ayrton Senna. “Eu nasci em 1996, então ele já tinha nos deixado. Meus pais me contaram a história do Ayrton. Eu quis saber mais: como ele cresceu, como evoluiu e se tornou a lenda que é hoje em dia. Comecei a ver vídeos, documentários, li muito. Não importa se é sobre quatro ou duas rodas, ou se é em outro esporte, Senna é a grande referência no esporte mundial”, opina. “Neste ano, fiz uma homenagem com uma pintura especial no capacete, para levar Senna comigo em todas as corridas que eu fizer”, revela Granado.

Momento chocante

Maior campeão da Stock Car, Ingo Hoffmann também foi impactado fortemente pela perda de Ayrton e por isso lembra em detalhes do dia 1º de maio de 1994. “Eu estava disputando um campeonato em Brasília. A notícia do acidente veio de manhã cedo durante o treino de aquecimento. Todo mundo ficou muito ansioso e esperançoso de que o pior não tivesse acontecido. Quando veio a notícia do falecimento dele, a corrida não aconteceu. Fizemos uma volta em homenagem e retornamos ao box. Foi um momento extremamente chocante para todos nós”, recorda.

Já para Augusto Farfus, outro brasileiro que disputa o Mundial de Endurance, um dia de rotina no kartódromo se tornou uma dolorida memória de infância. “Eu era muito pequeno. Mas cresci assistindo e comemorando as vitórias dele. Naquele 1º de maio, eu estava treinando em um kartódromo de Florianópolis. Estava com o Nelson Piquet e o Nelsinho. Assistimos ao acidente ao vivo. Foi um choque muito grande. Na hora, entendemos a gravidade. Durante a noite veio a confirmação do falecimento do Ayrton Senna”, conta Farfus. “Ele foi meu grande ídolo. Senna certamente continua vivo em nossos corações”, completa.

Passadas três décadas da tragédia, boa parte da geração nascida nos anos 2000 e que agora inicia a fase profissional no automobilismo também tem Senna como referência. É o caso de Zezinho Muggiati, mais novo piloto do grid da Stock Car. ”Sempre levo comigo uma homenagem a ele no design do meu capacete. E ainda que eu não o tenha visto pilotar, Senna é muito importante na minha carreira. Sou muito dedicado ao que faço, tudo para ter os melhores resultados na pista. E acredito que essa dedicação era o que o Ayrton tinha de sobra, é o que ele tentava ensinar para todos. Essa mensagem, da dedicação total, para mim, é muito importante e faz diferença toda vez que vou para a pista”, completa o jovem Muggiati, de 20 anos.

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