África

Projeto Bunekas chega ao Iguatemi com fotografias sobre proteção à infância

O Iguatemi Campinas recebe a partir de 11 de fevereiro a exposição do Projeto Bunekas, iniciativa que atua na prevenção ao abuso sexual infantil por meio do lúdico e de ações de cuidado integral com crianças e suas famílias. A mostra, com entrada gratuita, permanece em cartaz até 9 de abril, no espaço cultural, durante todo o horário de funcionamento do shopping.

Idealizado por Michelli Bordinhon, psicóloga e dentista, o Projeto Bunekas desenvolve ações de proteção à infância com a entrega de bonecas, bolas e roupas confeccionadas por voluntários de todo o Brasil, utilizando o brincar como ferramenta de acolhimento, diálogo e conscientização. Além disso, o projeto também realiza atendimentos odontológicos e iniciativas de apoio às famílias atendidas.

Com atuação internacional, o Projeto Bunekas já realizou ações em mais de 50 países, alcançando cerca de 100 mil crianças, sempre com foco na prevenção, no cuidado e na promoção de um ambiente mais seguro para o desenvolvimento infantil.

A exposição reúne imagens registradas pelo fotógrafo jundiaiense Wanderley Franco, profissional com mais de 25 anos de carreira, que documentou de forma sensível uma das ações do projeto realizadas na Guiné-Bissau, na África. As fotografias revelam aspectos da cultura local, o cotidiano das crianças e a força da solidariedade como agente de transformação social.

Serviço
Exposição Projeto Bunekas
Período: de 11 de fevereiro a 9 de abril
Horários: de segunda a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 12h às 20h
Local: Espaço Cultural – primeiro piso do Iguatemi Campinas
Endereço: Av. Iguatemi, 777 – Vila Brandina – Campinas/SP
Entrada gratuita

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África soma quase 30 mil casos suspeitos de mpox este ano

Cerca de 30 mil casos suspeitos de mpox foram registrados na África até agora neste ano, a maioria deles na República Democrática do Congo, onde os testes se esgotaram, informou a Organização Mundial da Saúde nesta segunda-feira (23).

Mais de 800 pessoas morreram com suspeita da doença em todo o continente nesse período, disse o órgão de saúde da ONU em seu relatório. Burundi, vizinho do Congo na África Central, também foi atingido por um surto crescente, acrescentou.

Mpox pode se espalhar por meio de contato próximo. Geralmente leve, é fatal em casos raros. Normalmente, causa sintomas semelhantes aos da gripe e lesões no corpo cheias de pus.

A declaração da OMS não forneceu números comparativos de anos anteriores. A agência de saúde pública da União Africana disse que 14.957 casos e 739 mortes foram registrados em sete países afetados em 2023 – um aumento de 78,5% em novos casos a partir de 2022.

Houve 29.342 casos suspeitos e 812 mortes em toda a África de janeiro a 15 de setembro deste ano, de acordo com o relatório da OMS.

Um total de 2.082 casos confirmados foram notificados em todo o mundo somente em agosto, o maior desde novembro de 2022, disse a organização.

No sábado, o fundo de pandemia do Banco Mundial disse que daria US$ 128,89 milhões a dez países africanos para ajudar a combater o surto. (Agência Brasil)

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Terremoto deixa mais de mil mortos no Marrocos

A TV estatal do Marrocos informou que mais de mil pessoas morreram e centenas ficaram feridas, em consequência do terremoto que atingiu o país no norte da África, na noite desta sexta-feira (8), segundo a agência de notícias Reuters. Foram reportadas 1.037 vítimas e pelo menos 672 feridos.

A Embaixada do Brasil em Rabat informou que, até o momento, não há notícia de brasileiros mortos ou feridos em decorrência do terremoto que atingiu a província de Al Haouz, no sul do Marrocos.

De acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos, o tremor atingiu 6,8 na escala Ritcher. O epicentro do terremoto ocorreu a uma profundidade de 18,5 quilômetros (km), cerca de 72 km a nordeste de Marrakesh, pouco depois das 23h (horário local).

Apoio

Não há registro de brasileiros entrea as vítimas. Mesmo assim, a embaixada brasileira destacou que acompanha com atenção os desdobramentos do terremoto e manifestou solidariedade “neste momento de grande pesar pelas perdas humanas e materiais decorrentes do abalo sísmico”.

Um número de plantão foi disponibilizado pela embaixada: +212 661 16 81 81 (inclusive WhatsApp).

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