Saúde e Bem-Estar

GWM promove evento para uma mobilidade mais acessível

A GWM brasileira promove hoje (29), a partir das 19h, o Mobility Day, evento que acontece simultaneamente em todas concessionárias da GWM e é dedicado à inclusão e à mobilidade. A iniciativa convida o público a conhecer de perto as soluções da GWM para uma mobilidade mais acessível, conectada e eficiente.

Durante o Mobility Day, os visitantes poderão conhecer a edição especial do Haval H6 HEV desenvolvido para vendas especiais, incluindo CNPJ (corporativo), PcD, táxi e motoristas de aplicativo.

Com preço público de R$ 199.000, a versão permite enquadramento no programa PcD, reduzindo o valor final para R$ 159.980 em janeiro, uma diferença de aproximadamente R$ 40 mil.

GWM promove evento para uma mobilidade mais acessível Read More »

Anvisa suspende a comercialização de sal grosso e pó para decoração

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu a comercialização, distribuição, fabricação, divulgação e o uso do pó para decoração da marca Sugar Art, produzido pela Madi Comércio e Indústria de Artigos para Festas e Artesanatos Ltda.

A Anvisa determinou ainda o recolhimento do produto. Em nota, a agência informou que o pó para decoração contém materiais plásticos, tornando o produto impróprio para consumo.

Outro item alvo de ação fiscal e que deve ser recolhido é o Sal Grosso Iodado (Ervas Finas) da marca Globo, fabricado pela Brasisal Alimentos Ltda.O produto também teve a sua comercialização, distribuição e consumo suspensos.

A agência informou que a medida afeta apenas o lote 004/24 do sal grosso fabricado pela empresa, com vencimento em 30 de outubro de 2026. De acordo com o Laboratório Central de Saúde Pública do Rio de Janeiro, o lote citado foi reprovado no teste de determinação de iodo.

“O iodo deve ser adicionado ao sal de cozinha, para evitar a deficiência desse elemento no organismo, que pode levar ao bócio (aumento da tireoide). A falta de iodo também pode ocasionar vários problemas ao desenvolvimento do feto, durante a gestação, entre outros problemas”, destacou o comunicado.

A Anvisa orienta que consumidores que já tenham adquirido o produto entrem em contato com a empresa por meio do Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC) 0800 585 0303.  (Agência Brasil)

Anvisa suspende a comercialização de sal grosso e pó para decoração Read More »

Inmetro recomenda atenção na compra do bebê conforto

O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) orienta os pais a terem atenção na compra e utilização da cadeirinha do bebê conforto, equipamento obrigatório para garantir a segurança de recém-nascidos e bebês durante o transporte em veículos automotores. 

Segundo o instituto, o primeiro aspecto a ser observado é se o produto possui o selo de certificação do Inmetro, que indica que o equipamento foi submetido a ensaios e atende aos requisitos técnicos obrigatórios.

De acordo com o diretor de Avaliação da Conformidade do Inmetro (Dconf), João Nery, é importante também a verificação das informações fornecidas pelo fabricante, como faixa etária, peso e altura indicados no manual. No Brasil, o uso do bebê conforto é obrigatório para o transporte de crianças de até 1 ano, até 13 kg ou até 75 cm.

“Essas especificações determinam se o modelo é compatível com as características da criança e devem ser rigorosamente respeitadas, uma vez que a escolha de um equipamento inadequado pode comprometer a proteção oferecida pelo dispositivo. É imprescindível que esses produtos sejam adquiridos em mercados formais e que os consumidores verifiquem a presença da marca do Inmetro”. 

O diretor destaca também que o uso correto do bebê conforto é fundamental para a segurança. A instalação deve ser feita no banco traseiro do veículo, sempre virado para trás (de costas para o motorista), posição que reduz significativamente o risco de lesões em caso de frenagens bruscas ou colisões.

“Além da instalação, as alças internas devem estar ajustadas ao corpo da criança, nem frouxas, nem excessivamente apertadas, garantindo que a retenção seja eficaz em caso de impacto. O manual do fabricante e os indicadores do próprio equipamento orientam o uso correto”, enfatiza Nery.

É recomendado ainda que os recém-nascidos não passem mais de uma hora seguida nesses dispositivos. “O bebê conforto foi projetado exclusivamente para o transporte veicular, não sendo recomendado manter a criança por períodos prolongados no dispositivo fora do carro”, ressalta o diretor.

Além do bebê conforto, outros dispositivos para uso de crianças, como a cadeira de segurança e a cadeira de elevação, também devem ser utilizados conforme a idade, o peso e a altura da criança, sempre de acordo com as orientações de segurança e a legislação vigente.

A cadeira de segurança é indicada para crianças de 1 a 4 anos, ou com peso de até 18 kg, e também deve ser instalada no banco traseiro do veículo. Nesse equipamento, a criança permanece sentada e posicionada de frente para o movimento do carro, conforme as especificações do fabricante. Alguns modelos suportam pesos maiores, podendo chegar a 36 kg.

Já o assento de elevação é destinado a crianças com peso entre 15 kg e 36 kg, geralmente na faixa etária de 4 a 7 anos. Sua função é elevar a criança para que o cinto de segurança do veículo seja corretamente posicionado sobre as partes adequadas do corpo, como quadril, centro do peito e meio do ombro. (Agência Brasil)

Inmetro recomenda atenção na compra do bebê conforto Read More »

Domingo Fitness volta no próximo final de semana ao Parque Taquaral

No próximo domingo (25), ás 9 horas, retorna ao Parque do Taquaral o Domingo Fitness. O aulão especial é gratuito e aberto ao público. Não é necessário fazer inscrição.

A atividade é organizada pela Secretaria Municipal de Esportes e Lazer e integra o calendário de ações gratuitas voltadas à promoção da saúde, do bem-estar e da convivência em espaços públicos da cidade. A iniciativa reúne, quinzenalmente, pessoas de diferentes idades em aulas abertas de dança, ritmos e atividades físicas, sempre em clima de celebração e incentivo ao movimento.

Nesta edição especial, a instrutora Menina Pâm comanda o aulão comemorativo, reforçando o caráter festivo do reencontro do público com o projeto em 2026. “A proposta é transformar a manhã de domingo em um momento de energia, música e integração, celebrando tanto o aniversário da instrutora quanto o retorno das atividades regulares do programa este ano”, aponta a coordenadora de Participação, Ana Luiza da Costa Magalhães.

O evento será realizado no Rinque de Patinação do Parque Taquaral, localizado na avenida Dr. Heitor Penteado, 1671, com acesso pelos portões 5 e 7. Em caso de chuva, a aula será cancelada.

Serviço

Domingo Fitness
Evento: retomada das atividades de 2026 com Aulão de Aniversário da Menina Pâm e instrutores convidados
Data: 25/01/2025 (domingo)
Horário: 9h
Local: Rinque de Patinação – Lagoa do Taquaral (entrada pelos portões 5 e 7)
Endereço: av. Dr. Heitor Penteado, 1671

Domingo Fitness volta no próximo final de semana ao Parque Taquaral Read More »

Anvisa proíbe venda de canetas emagrecedoras sem registro no país

Os medicamentos à base de tirzepatida das marcas Synedica e TG, e de retatrutida, de todas as marcas e lotes, tiveram sua comercialização, distribuição, fabricação, importação, divulgação e uso proibidos pela Agência Nacional de Saúde (Anvisa) nesta quarta-feira (21). Esses produtos são popularmente conhecidos como “canetas emagrecedoras do Paraguai”.

Segundo a agência, esses medicamentos são produzidos por empresas desconhecidas e são vendidos – em perfis no Instagram – “sem registro, notificação ou cadastro na Anvisa”.

A Anvisa diz também em seu comunicado que, por serem irregulares e de origem desconhecida, “não há garantia sobre o seu conteúdo ou qualidade”, e que por isso essas canetas emagrecedoras não podem ser usadas “em nenhuma hipótese”.

A resolução sobre a proibição foi publicada no Diário Oficial da União nesta quarta.

Anvisa proíbe venda de canetas emagrecedoras sem registro no país Read More »

Uso de canetas emagrecedoras por idosos requer cuidados

O uso de canetas emagrecedoras por pessoas idosas requer cuidados para não acelerar o declínio funcional, avaliou nesta terça-feira (6), em entrevista à reportagem, o presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), Leonardo Oliva.

Sem uma orientação adequada, as pessoas de 60 anos ou mais podem sofrer um risco mais imediato dos efeitos adversos. Estão incluídos principalmente náuseas e vômitos, além de dificuldade de ingestão de alimentos e água, podendo ocasionar até desidratação e distúrbios eletrolíticos, situação que é potencialmente grave, disse Oliva. A médio prazo, também pode ocorrer desnutrição.

Outro risco muito importante e significativo na população idosa é a perda de massa muscular quando a pessoa emagrece.

“Cerca de um terço do peso que a gente perde, com o uso dessas medicações, é peso em músculo, em massa magra. Não tem como a gente emagrecer apenas a gordura. O corpo perde gordura, mas perde também músculo”.

Na população com mais idade, essa perda de massa muscular pode significar perda de função,de funcionalidade, isto é, da capacidade de fazer as atividades do dia a dia.

“Então, é algo muito significativo que, inclusive, pode não ser recuperado”.

O diretor-científico da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), Ivan Aprahamian, acrescenta que o efeito combinado de menor apetite, náuseas e rápida perda de peso pode precipitar síndromes geriátricas, como sarcopenia e fragilidade física.

Tratamento da obesidade

O presidente da SBGG afirma que as canetas emagrecedoras são medicações para o tratamento da obesidade, do diabetes e da apneia do sono. Ele adverte que tratar a obesidade é diferente de usar essas medicações para emagrecer poucos quilos, com fins estéticos.

“Hoje, a gente vê os indivíduos que querem perder três quilos ou a gordura localizada, a barriga, utilizando essas medicações. Não há indicação médica para isso”.

Oliva considera que as canetas são “um tratamento muito bom, uma inovação fantástica da medicina que deve ser usada de maneira apropriada, para o diabetes, a apneia do sono ou a obesidade, que é uma doença grave crônica de difícil tratamento”, esclareceu.

A busca pelo corpo perfeito fez com que as chamadas “canetas emagrecedoras” ganhassem notoriedade por sua eficácia na perda de peso e no controle glicêmico, trazendo benefícios importantes para o tratamento da obesidade, diabetes tipo 2 e até mesmo para a prevenção de doenças cardiovasculares e renais. No entanto, o uso indiscriminado e incorreto, sem a devida supervisão médica, pode colocar em risco a saúde das pessoas, alerta a SBGG.

Dentro da programação de tratamento para obesidade, é necessário que os idosos tenham um bom acompanhamento médico e nutricional e um bom acompanhamento com fisioterapeuta ou educador físico, para que possa desempenhar também a atividade física de forma regular, à medida que emagrecem, visando minimizar a perda muscular que vai acontecer com o emagrecimento.

Oliva orientou que não se deve buscar um emagrecimento muito rápido, porque, quanto mais rápido, maior a tendência de perda associada de massa muscular.

“E esse emagrecimento precisa ser muito bem acompanhado, para que a gente consiga minimamente ingerir o que é necessário para manutenção do músculo e da saúde, porque é importante se alimentar também para manter a saúde. Vitaminas, minerais e atividade física de forma regular e, especialmente, exercícios do tipo musculação, para que não haja perda de massa muscular também”.Conscientização

Leonardo Oliva afirmou que o idoso tem que se conscientizar de que o seu corpo não é igual ao que tinha aos 20 anos. É tendência genética do corpo humano, destaca ele, que se acumule gordura à medida que a pessoa envelhece.

“Essa é uma memória genética que está associada à dificuldade de conseguir alimento. Porque, teoricamente, quanto mais velho o indivíduo se torna, mais difícil seria para ele conseguir o alimento, porque ele vai ter que disputar com os mais jovens, fica mais difícil para ele caçar, mais difícil para ele colher. Então, existe uma tendência ao acúmulo de gordura com o envelhecimento, e a substituição de músculo por gordura como um processo de evolução da espécie mesmo”.

“Então, essa genética acaba sendo desfavorável, porque a gente sabe que gordura demais é um marcador de saúde ruim. A obesidade é uma doença grave”.

De acordo com o geriatra, as pessoas precisam entender que, ao mesmo tempo em que lutam contra a tendência de acúmulo de gordura, isso deve estar associado à busca por saúde, e não simplesmente à perda de peso.

“Não é só uma questão de balança, é uma questão de buscar ter mais saúde”.

E isso envolve não apenas o peso, mas estar se alimentando bem, praticando atividade física e cuidando da saúde psicológica e emocional.

“Uma dieta de restrição calórica precisa ter um bom acompanhamento do ponto de vista psicológico, de saúde emocional. Porque, vai ser desafiador também do ponto de vista emocional fazer restrição calórica, comer menos do que o organismo gasta.

Receita médica

Outro cuidado que o presidente da SBGG destaca como indispensável é a compra de produtos oficiais com receita médica em farmácias legalizadas, pois há falsificações de procedência duvidosa à venda no mercado ilegal.

“Isso as torna mais perigosas ainda”, ressalta ele, que descreve que, por conta dos riscos, há todo um controle de qualidade sobre a produção e regulação por parte de agências reguladoras, o que não ocorre nesses casos.

Os riscos envolvidos vão desde não saber o que a pessoa está injetando no próprio corpo, o que está comprando e usando, até o risco de como foi a manipulação em relação a infecções, contaminações por outras substâncias e por bactérias, fungos. “Comprar medicação em mercado paralelo é colocar a saúde em risco de uma forma muito grande”, advertiu.

Oliva explicou que a população muitas vezes não percebe a importância de uma medicação ter receita médica obrigatória.

“Na verdade, quando se impõe a necessidade de receita médica para se adquirir um medicamento, o que está sendo dito é que a pessoa só deve utilizar essa medicação após uma avaliação médica. Não é para pedir a receita para o vizinho que é médico, ou para o parente que é médico”.

“A gente tem que se submeter a uma avaliação médica, para que a indicação seja muito bem-feita e para que as consequências maléficas ou deletérias sejam acompanhadas para que não aconteçam. A necessidade da receita médica é exatamente para isso”, afiançou. (Agência Brasil)

Uso de canetas emagrecedoras por idosos requer cuidados Read More »

Bronzeamento em câmaras UV aumenta em 75% os riscos de câncer

Aquele “bronzeado rápido” pode custar caro à pele. A radiação ultravioleta (UV) das câmaras é classificada como cancerígena pela Organização Mundial de Saúde (MS). O risco de câncer de pele do tipo melanoma aumenta 75% nas pessoas que fazem uso regular do bronzeamento artificial. No Brasil, a utilização desses equipamentos com finalidade estética é proibida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) desde 2009, mas ainda há clínicas que seguem oferecendo o procedimento, amparadas por liminares da justiça.

Além do risco aumentado de câncer, o bronzeamento artificial acelera o envelhecimento da pele, causa manchas e pode gerar lesões oculares, observa o oncologista Fernando Medina, do Centro de Oncologia Campinas.

“Para um bronzeamento seguro, prefira sempre autobronzeadores e, ao sol, use fatores de proteção 30+, de amplo espectro. Reaplique a cada duas horas e evite o sol no período entre 10h e 16h. Notou pinta nova, que coça, sangra ou mudou cor ou formato? Procure avaliação. Diagnóstico precoce tem altas chances de cura”, ensina o médico.

Em abril deste ano, para conter a judicialização da oferta de bronzeamento em câmaras, a Anvisa também proibiu a fabricação no Brasil de lâmpadas fluorescentes de alta potência. Em 2009, a Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (IARC/OMS) incluiu as câmaras de bronzeamento no Grupo 1 de carcinogênicas, o mesmo dos cigarros e do amianto.

A Anvisa confirma que algumas ações pontuais de Assembleias Legislativas estaduais e municipais têm aprovado, de forma irregular, o uso de câmaras de bronzeamento artificial. Esse tipo de lei municipal/estadual desrespeita a norma federal da Agência, a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 56/2009.

Foi o caso, por exemplo, de João Pessoa (PB). A prefeitura local sancionou no final do ano passado a lei que permitia o funcionamento de estabelecimentos de bronzeamento artificial na cidade. Na sequência, o Ministério Público abriu investigação que confirmou a inconstitucionalidade da lei.

No início deste mês de dezembro, uma clínica de estética no Rio de Janeiro foi interditada após clientes denunciarem queimaduras provocadas pela câmara de bronzeamento artificial que funcionava clandestinamente no estabelecimento.

Estimativas

O Instituto Nacional do Câncer (INCA) estima 220 mil novos casos de câncer de pele não melanoma por ano no triênio 2023-2025 – 33% do total de diagnósticos de câncer no Brasil – e 13.620 novos casos anuais de melanoma, o tipo mais agressivo da doença. São dados que justificam a especial atenção às mensagens da campanha Dezembro Laranja.

O câncer de pele é o tumor mais prevalente em todo mundo e o que tem melhores chances de cura quando diagnosticado em fase inicial. Também é facilmente evitável, já que até 95% dos casos estão diretamente relacionados à exposição solar cumulativa e a queimaduras solares na infância e adolescência.

A taxa de incidência de melanoma nos brasileiros mais que dobrou nos últimos 20 anos. A cada 100 casos de câncer de pele, apenas cinco são melanomas, mas a doença é responsável por quatro a cada dez mortes por tumores de pele.

“A prevenção é altamente eficaz e deve ser enfatizada em campanhas educativas, especialmente para populações de risco. O acompanhamento dermatológico regular é crucial para detecção precoce, reduzindo a morbidade e a necessidade de tratamentos agressivos”, detalha o oncologista Fernando Medina.

Tipos de câncer

O câncer de pele não melanoma é o tipo mais comum de câncer de pele, caracterizado por crescimento anormal de células cutâneas, geralmente associado à exposição solar crônica. No Brasil, representa cerca de 30% de todos os cânceres diagnosticados.

“O Carcinoma Basocelular é o tipo mais comum e representa de 70% a 80% dos casos. Tem crescimento lento e raramente metastatiza”, detalha Medina. Metástase é quando o câncer se espalha para outros órgãos do corpo.

De 20% a 30% dos casos de câncer de pele não melanoma são Carcinomas Espinocelulares, que se originam nas células escamosas da epiderme, especifica Medina. “Esse é um tipo mais agressivo do que o Carcinoma Basocelular, com maior potencial de metástase, de 2% a 5%”, especifica.

O melanoma é agressivo e com alto risco de metástase. Conforme o Inca, a doença responde por até 4% das neoplasias malignas de pele e tem origem nas células produtoras de melanina (substância que determina a cor da pele). O prognóstico positivo do melanoma está diretamente ligado à detecção precoce.

Fique atento

As lesões malignas de pele normalmente têm mais de 6mm de diâmetro. É motivo de alerta sinais como pequenas feridas que não cicatrizam; crescimento da mancha; ocorrência de vermelhidão, inchaço, coceira ou sensibilidade; e mudança do aspecto ou da cor.

“A prevenção primária, com utilização de protetor solar desde e o não uso de bronzeamento artificial em câmaras, é a medida mais custo-efetiva que existe”, orienta Medina. “O Carcinoma Basocelular é tão comum hoje que virou ‘doença do dia a dia’ do dermatologista, mas o atraso no diagnóstico dos Carcinomas Espinocelulares de melanomas ainda mata desnecessariamente”, acrescenta.

O oncologista recomenda a realização de exame dermatológico anual para detecção de lesões de pele suspeitas. E lembra que a prevenção secundária envolve também o autoexame mensal da pele. No caso do melanoma, é possível se orientar pela regra ABCDE:
A = Assimetria
B = Bordas irregulares
C = Cor variada
D = Diâmetro > 6 mm
E = Evolução (mudança em semanas/meses)

“O câncer de pele é o único câncer cuja incidência e mortalidade ainda podemos reduzir drasticamente com medidas simples:  Protetor solar, evitar sol forte, exame dermatológico com dermoscopia (de preferência digital em pacientes de risco)”, finaliza Medina.

Bronzeamento em câmaras UV aumenta em 75% os riscos de câncer Read More »

Descartes hospitalares merecem atenção desde o manejo inicial

Muito antes de os resíduos hospitalares chegarem às empresas responsáveis pela destinação final, existe uma etapa que define a segurança de toda a cadeia: a coleta e descarte na origem. É dentro dos hospitais, clínicas e laboratórios que começa a jornada ambiental dos resíduos de serviços de saúde, um processo que exige cuidado técnico e atenção redobrada.

A Bio Brasil, empresa especializada na fabricação de caixas para o descarte de materiais perfurocortantes, atua justamente nesse primeiro elo. As embalagens, produzidas dentro das normas da Anvisa e da ABNT, são projetadas para garantir que agulhas, lâminas e outros materiais de risco biológico sejam acondicionados de forma segura, reduzindo o risco de acidentes e contaminações.

De acordo com Renato Celso Santos, gerente comercial da Bio Brasil, o sucesso da gestão de resíduos depende diretamente dessa etapa inicial. “Quando o manejo é feito de forma correta, todo o restante do processo flui com segurança. Uma segregação inadequada pode transformar resíduos comuns em perigosos, aumentando custos e riscos de contaminação. Por isso, a escolha e o uso correto das embalagens fazem toda a diferença”, explica.

Dados da Abrelpe mostram que o Brasil gera cerca de 290 mil toneladas de resíduos de serviços de saúde (RSS) por ano, e parte desse volume ainda é descartada sem o devido cuidado. Essa realidade reforça a importância de conscientização, capacitação e estrutura adequada desde a origem.

Para Sérgio Bringel, CEO do Grupo Bringel, a etapa de manejo inicial é tão importante quanto o tratamento final. Segundo ele, a segurança começa na informação e na qualificação dos profissionais que estão na linha de frente. “Os trabalhadores envolvidos na coleta e no manuseio de resíduos recebem treinamentos regulares em biossegurança, uso de equipamentos de proteção e práticas seguras para lidar com materiais perigosos. Esse cuidado é essencial para proteger tanto quem atua diretamente na operação quanto a população”, destaca.

Ele destaca ainda que o treinamento contínuo não é apenas uma exigência legal, mas uma responsabilidade ética diante dos riscos envolvidos. “Realizamos avaliações práticas e reciclagens periódicas porque o menor erro pode ter consequências graves. Investir em capacitação é uma forma de garantir que esse elo da saúde pública funcione com eficiência e segurança”, completa.

O descarte inicial correto é um serviço que, embora muitas vezes passe despercebido, tem impacto direto na sustentabilidade e na saúde pública. “É um serviço invisível, mas fundamental. Se ele falha, as consequências são imediatas e graves. Nosso papel é garantir que esse elo da saúde pública funcione com responsabilidade e segurança”, conclui Bringel.

Descartes hospitalares merecem atenção desde o manejo inicial Read More »

Palestra sobre plantas medicinais será realizada na Mata de Santa Genebra

A Mata de Santa Genebra recebe neste sábado, 29 de novembro, das 9h às 11h, apresentação sobre plantas medicinais, com alunos da graduação e pós-graduação da Unicamp. Aberta ao público, a atividade tem o objetivo de orientar a população sobre a identificação correta das espécies e suas formas adequadas de preparo, garantindo um uso seguro e eficaz.

Durante o encontro, os participantes poderão conhecer melhor os benefícios das duas plantas amplamente utilizadas, a melissa e a erva-cidreira-brasileira. Não é necessária inscrição prévia — basta chegar com 10 minutos de antecedência na Mata de Santa Genebra, localizada na rua Mata Atlântica, 447, Bosque de Barão Geraldo, Campinas.
Após o bate-papo, os interessados poderão participar de uma caminhada até o Borboletário. A prática é uma parceria entre a Fundação José Pedro de Oliveira (FJPO), gestora da Mata de Santa Genebra, e a Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Unicamp.

Palestra sobre plantas medicinais será realizada na Mata de Santa Genebra Read More »

Campinas recebe congresso internacional sobre Síndrome de Down

Campinas vive um momento de expansão e protagonismo no cenário de eventos nacionais e internacionais. Com infraestrutura robusta, ampla rede de serviços e logística privilegiada — conectando o Brasil inteiro por rodovias, aeroporto e proximidade com a capital paulista — a cidade tem atraído encontros de grande porte e de múltiplos segmentos. Um dos exemplos mais recentes é o congresso internacional “Eu tenho Síndrome de Down, e daí?”, que reúne delegações de 19 países da Ibero-América no Expo D. Pedro, que acontece de hoje (19) até sábado (dia 22).

O complexo, um dos maiores centros de eventos do interior do estado, reforça seu papel como motor desse crescimento. Para Marceli Oliveira, superintendente do Expo D. Pedro, a chegada constante de eventos desse porte confirma que Campinas ocupa uma posição estratégica no mapa brasileiro de feiras, congressos e convenções.

“Campinas está vivendo um ciclo muito positivo. A cidade reúne logística integrada, público qualificado e uma vocação natural para ser palco de grandes encontros. Cada vez mais recebemos eventos de projeção nacional e internacional, de diferentes áreas, porque estamos perto das causas, das pessoas e dos debates que importam”, afirma.

Ela destaca ainda que “o Expo D. Pedro se consolidou como um ambiente completo, capaz de atender congressos amplos e complexos, e isso reforça o protagonismo da cidade como destino de conhecimento e integração”.

Inclusão

Entre os dias 19 e 22 de novembro, o evento sobre Síndrome de Down integra, pela primeira vez, duas grandes iniciativas simultâneas: o IX Congresso Brasileiro e o VII Congresso Ibero-americano de Síndrome de Down. A edição de 2025 também celebra os 40 anos da Fundação Síndrome de Down, organizadora do encontro, reconhecida por seu trabalho de referência na promoção de direitos e na defesa da inclusão.

O foco desta edição é a vida adulta da pessoa com Síndrome de Down — autonomia, trabalho, vida afetiva, saúde e direitos — sem deixar de abordar todas as fases da vida. Mais de 100 autodefensores participarão como palestrantes e facilitadores, reforçando o protagonismo das próprias pessoas com síndrome de Down na construção de políticas e práticas mais inclusivas.

“Neste congresso, a pessoa com síndrome de Down é o centro”, afirma Marcos Rogério Tofoli, presidente da Fundação. “Será um espaço para que falem por si mesmas, compartilhem suas vivências e fortaleçam sua autonomia e cidadania.”

Debate

Estima-se que o Brasil tenha cerca de 300 mil pessoas com síndrome de Down, mas apenas 5,3% estão inseridas no mercado de trabalho, segundo dados do IBGE. O dado evidencia barreiras estruturais, reforçando a importância de encontros como este para ampliar discussões sobre acessibilidade, comunicação clara, ambientes adaptados e políticas que garantam real inclusão.

Presença

O congresso conta com especialistas de 19 países da Federação Ibero-americana de Síndrome de Down, além de importantes nomes da pesquisa, da educação e da defesa de direitos no Brasil. Para uma cidade que cresce como destino de eventos, a presença de delegações internacionais reforça ainda mais o papel de Campinas como ponte que liga conhecimento, diversidade e oportunidades.

Serviço
Congresso “Eu tenho Síndrome de Down, e daí?”
IX Congresso Brasileiro de Síndrome de Down
VII Congresso Ibero-americano de Síndrome de Down
Data: 19 a 22 de novembro de 2025
Local: Expo D. Pedro – Campinas-SP
Avenida Guilherme Campos, 500 – Bloco II – Jardim Santa Genebra
Participação: delegações de 19 países da Ibero-América
Inscrições e programação: fsdown.org.br/congresso2025

Campinas recebe congresso internacional sobre Síndrome de Down Read More »

Rolar para cima