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Quase 50% das mulheres brasileiras denunciam desrespeito

Quase metade das mulheres brasileiras (46%) não é tratada com respeito no país. A sensação se repete em casa, no trabalho e, principalmente, nas ruas, onde 49% delas dizem que não são respeitadas. É o que mostra a 11ª Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher, o maior levantamento do país sobre o tema, realizado pelo DataSenado e pela Nexus, em parceria com o Observatório da Mulher contra a Violência (OMV), do Senado.

A pesquisa ouviu mais de 20 mil mulheres em todas as regiões do país e revela que o machismo continua sendo regra e não exceção: 94% das entrevistadas classificam o Brasil como um país machista.

“Esse acompanhamento e atualização bienal dos dados permite que a gente mensure como está e o que tem mudado no país em relação à violência contra mulheres e a percepção sobre o tema. Ou seja, é essencial para apoiar senadores e governo na hora de criar e medir o sucesso de leis e políticas públicas de proteção às mulheres”, diz Marcos Ruben de Oliveira, coordenador do Instituto de Pesquisa DataSenado.

Machismo

A percepção de que o Brasil é um país machista continua praticamente unânime entre as mulheres. Em 2025, 94% delas afirmam viver em um país machista, mesmo índice de 2023. O que mudou foi a intensidade: o grupo que considera o Brasil muito machista subiu de 62% para 70% em dois anos, o que representa 8 milhões de mulheres a mais com avaliação mais crítica sobre a desigualdade de gênero.

Desde 2017, o percentual nunca ficou abaixo de 90%, e apenas 2% das brasileiras dizem não ver machismo no país. O aumento da percepção de machismo caminha junto com a sensação de que a violência doméstica cresceu: 79% das mulheres acreditam que esse tipo de violência aumentou nos últimos 12 meses, retomando o maior patamar da série histórica.

Desrespeito

Desde 2011, a rua é o ambiente mais mencionado como de maior desrespeito. Apesar de ter caído o número de mulheres com essa percepção entre 2023 e 2025, quase metade (49%) das entrevistadas ainda afirma que é nas vias públicas que elas ficam mais vulneráveis. Já a percepção de que o desrespeito é maior dentro de casa aumentou 4 pontos, o que corresponde a cerca de 3,3 milhões de mulheres a mais que passaram a ver o ambiente familiar como o lugar mais inseguro. No ambiente de trabalho, não houve alteração significativa, mas permanece como o segundo ambiente em que percebem que há menos respeito.

“Embora seja preocupante a percepção de que as mulheres não são respeitadas no círculo social mais íntimo, aquele que, em tese, deveria ser um espaço de proteção e acolhimento, isso vai ao encontro dos números altos de violência doméstica no país. Infelizmente, não é só a rua que apresenta perigo e desrespeito, conforme demonstram nossos altos índices de feminicídio”, afirma a antropóloga e líder de Políticas Públicas pelo Fim da Violência Contra Meninas e Mulheres do Instituto Natura, Beatriz Accioly.

Diferenças regionais

As diferenças na percepção de respeito também variam de acordo com a região do país. A pesquisa do DataSenado e da Nexus aponta que no Sul, por exemplo, 53% das mulheres afirmam que “às vezes” as mulheres não são tratadas com respeito, o maior índice entre todas as regiões. No Nordeste, metade das entrevistadas (50%) diz que as mulheres não são respeitadas. Embora sem diferença estatisticamente significativa em relação ao Nordeste, o Sudeste aparece logo em seguida, com 48% afirmando que as mulheres não são respeitadas, seguido do Centro-Oeste (44%) e do Norte (41%).

Apesar das variações, em todas as regiões, há uma presença significativa de mulheres que oscilam entre o respeito ocasional e o completo desrespeito, o que demonstra que o sentimento de instabilidade na forma como a sociedade trata as mulheres é generalizado. “Os dados ajudam a dimensionar como a violência contra a mulher deixa de ser um assunto restrito à esfera doméstica e passa a ser estrutural, com efeitos sociais e econômicos de longo prazo”, diz a coordenadora do Observatório da Mulher contra a Violência no Senado Federal, Maria Teresa Prado.

Escolaridade

Quando os dados são analisados a partir do nível de escolaridade, o cenário revela desigualdades ainda mais profundas. Entre as mulheres não alfabetizadas, 62% afirmam que as mulheres não são tratadas com respeito, índice muito superior ao registrado entre as que concluíram o ensino superior (41%). A percepção de respeito aumenta conforme cresce o nível de instrução, mas não desaparece completamente: mesmo entre mulheres com diploma universitário, apenas 8% dizem que as mulheres são plenamente respeitadas. As maiores variações se concentram nas faixas com ensino médio e superior incompleto, em que mais da metade das entrevistadas afirmam que as mulheres são tratadas com respeito apenas às vezes, revelando que a escolaridade pode reduzir, mas não elimina, a percepção de desrespeito e machismo estrutural.

“O cruzamento entre escolaridade e percepção de respeito também mostra como as desigualdades educacionais se convertem em vulnerabilidade social. Mulheres com menor acesso à educação formal não apenas percebem mais situações de desrespeito, como também enfrentam maior dificuldade para denunciar ou acessar serviços de proteção”, analisa a diretora executiva da Associação Gênero e Número, Vitória Régia da Silva. (Agência Brasil)

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Metrô de São Paulo começam a funcionar 24 horas aos sábados

A partir de amanhã (6), quatro linhas operadas pelo Metrô de São Paulo passam a funcionar 24 horas. Ao longo da madrugada, os passageiros podem embarcar e desembarcar em todas as estações das linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata.

A medida será adotada inicialmente em regime experimental, sempre na passagem do sábado para domingo, em todos os fins de semana até fevereiro de 2026.O objetivo é analisar a viabilidade da operação, para atender antiga demanda de passageiros e turistas que procuram melhores formas de locomoção para curtir a vida noturna.

Nos trechos da Linha 2-Verde, entre as estações Vila Madalena e Clínicas e entre Sacomã e Vila Prudente, os trens operam em única via. No restante do trajeto e nas linhas 1-Azul e 3-Vermelha, a operação é realizada normalmente. Não será possível fazer a baldeação para as demais linhas de metrô e trem durante a madrugada.

Na Linha 15-Prata, neste primeiro fim de semana, o atendimento de madrugada será feito por ônibus gratuito do sistema Paese, devido aos testes com o trem da nova frota. Após o teste, a oferta será avaliada para atender à demanda do horário nos fins de semanas seguintes.

Nas linhas 1-Azul e 3-Vermelha, a entrada pode ser feita por meio de pagamento por aproximação, com cartões físicos de crédito e débito. Ao longo de dezembro essa opção será válida também nas linhas 2-Verde e 15-Prata.

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Aston Martin DB5 vai de sucata a reliquia e hoje vale R$ 8 milhões

Um Aston Martin DB5 comprado por menos de £ 1.000 no início da década de 1970 acaba de passar por uma restauração completa na Aston Martin Works, realizando o sonho de seu proprietário e representando um dos exemplos mais notáveis de valorização automotiva.

O galês John Williams, soldador e dono de oficina mecânica, tinha 18 anos em 1972, quando estabeleceu como meta comprar o carro dos seus sonhos: um Aston Martin DB5. Economizando arduamente por mais de um ano e trabalhando horas extras sempre que possível, John juntou 900 libras em dinheiro (o equivalente a cerca de 15.000 libras em valores atuais) e, em setembro de 1973, com 19 anos, fez uma longa viagem de trem entre sua casa no norte do País de Gales e Londres para ver o DB5 de 1965.

O modelo com motor Vantage, carburadores Weber, rodas raiadas, vidros elétricos Sundym e, de acordo com o anúncio na revista Motorsport, “muitas contas”, provou ser o carro ideal para John, que o adquiriu por 900 libras.

John retornou ao País de Gales e usou orgulhosamente o DB5 como seu carro do dia a dia por mais de quatro anos. Só o guardou em sua garagem quando conseguiu um emprego no Oriente Médio em 1977. Ele diz: “Então… a vida aconteceu. Recebi ofertas de compra e houve momentos em que eu poderia ter usado o dinheiro, mas resisti e, como Sue [esposa de John] disse, ‘você nunca terá outro igual’”. Sue Williams acrescentou: “As crianças dos vizinhos costumavam vir brincar e brincavam em cima dele. Pulavam no capô. Uma delas se equilibrou no cano de escape e o quebrou!”. John prossegue: “Com o passar do tempo, meu objetivo passou a ser restaurá-lo e poder dirigi-lo novamente. Sendo mecânico, eu tinha um pouco de vergonha de ter deixado chegar a esse estado. Trabalhei duro para comprá-lo e trabalhamos duro para consertá-lo”.

Naturalmente, os Williams optaram por usar a Aston Martin Works em Newport Pagnell (berço histórico da marca, onde mais de 13.000 dos mais icônicos carros esportivos Aston Martin foram construídos ao longo de 50 anos) para realizar a restauração que começou no final de 2022. Agora, cerca de três anos após sua chegada, o casal retornou a Buckinghamshire para ver o DB5 concluído, tendo visitado regularmente as instalações da Works para acompanhar o progresso do carro em sua jornada de restauração completa.

Reconhecido como a especificação mais desejada de todos os DB5, o carro dos Williams é um DB5 de 1965 com volante à direita e o cobiçado motor Vantage. Originalmente, foi especificado no que permanece, hoje, a cor externa mais desejada (Silver Birch, “bétula prateada”) e possui uma procedência interessante que inclui um proprietário original da área de St. George’s Hill em Surrey, uma comunidade fechada que, na época, abrigava muitas celebridades – incluindo John Lennon e Ringo Starr, dos Beatles.

Dos 1.022 modelos DB5 produzidos pela Aston Martin entre 1963 e 1965, 887 foram construídos com carroceria cupê (a fábrica oferecia também o conversível) e, destes, apenas 39 ostentavam originalmente a pintura Silver Birch, o motor Vantage de maior potência e a configuração de direção à direita, tornando este exemplar particularmente raro.

Em 2023, ao verem seu carro em processo de restauração na Oficina de Painéis da Fábrica, onde o chassi e a estrutura Superleggera estavam sendo restaurados e onde cada painel da carroceria de alumínio estava sendo moldado à mão, Sue disse: “Uau! Ela está incrível, não é? Você fez um trabalho enorme!”.

John comentou: “Agora parece um Aston Martin. Estou muito feliz. É ótimo ver que todos os métodos antigos de construção de um carro foram transmitidos e que os mais jovens aqui estão mantendo a tradição”.

Paul Spires, presidente da Aston Martin Works, disse: “Esta é realmente uma história encantadora. Estamos muito felizes que o Sr. e a Sra. Williams tenham trazido o carro de volta ao local onde foi construído para que pudéssemos restaurá-lo. Embora estivesse em condições extremamente precárias quando chegou, sempre apreciamos um desafio e eu sabia que tínhamos as habilidades, a dedicação e a experiência necessárias para devolvê-lo a uma condição melhor do que quando era novo”.

Segue Spires: “Após mais de 2.500 horas de trabalho de nossas equipes nas oficinas de Funilaria, Pintura, Acabamento e Patrimônio Histórico, juntamente com o apoio vital de nosso Departamento de Peças interno, o carro agora está finalizado e, pelo menos aos meus olhos, está absolutamente deslumbrante. Embora possa ser indelicado especular sobre o valor do carro, acho razoável supor que, se ele fosse oferecido ao mercado novamente, e levando em consideração suas especificações e procedência, um valor de até £ 1 milhão seria apropriado”.

O presidente da Aston Martin Works completou: “Neste ano do 70º aniversário da presença da Aston Martin aqui em Newport Pagnell, é inspirador ver a dedicação, o comprometimento e o orgulho de proprietários como a família Williams. Sei que foi compreensivelmente emocionante ver restaurado tão meticulosamente o carro que eles possuem há mais de meio século, e sei que cada membro da equipe aqui espera que eles possam desfrutar de muitos anos de condução feliz em seu ‘novo’ DB5”.

Ao ver seu DB5 totalmente restaurado pela primeira vez, John Williams disse: “Bem, demorou muito, levou muito tempo para ficar pronto, mas valeu cada centavo. É simplesmente incrível. Já faz quase 50 anos que não dirijo este carro, mas a experiência é fenomenal. É simplesmente inacreditável. Minha menina está de volta e funcionando! De volta à sua antiga glória”.

 

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Réveillon de Copacabana terá shows de Gilberto Gil e Ney Matogrosso

O réveillon na Praia de Copacabana terá os shows de Gilberto Gil e Ney Matogrosso como atrações principais do Palco Rio, o principal, em frente ao Hotel Copacabana Palace. Também vão se apresentar Alcione, João Gomes e Iza, DJ Alok , Belo e a escola de samba Beija-Flor.

O Palco Samba, na altura da Rua República do Peru, terá apresentações de Roberta Sá, Mart’nália, Diogo Nogueira, o Bloco da Preta com o novo vocalista, o Feyjão e a escola de samba Grande Rio.

No Palco Leme, de música gospel, as atrações serão Midian Lima, Samuel Messias, Thalles Roberto e o grupo de pagode gospel Marcados. O presidente da Empresa de Turismo do Município do Rio de Janeiro (Riotur), Bernardo Fellows, disse que o segmento gospel cresce cada vez mais com shows lotados.

“Só reafirma a necessidade que a cidade viu de oferecer uma festa para esse segmento em locais públicos.”

Ao todo, serão mais de 70 atrações espalhadas em 13 palcos pela cidade. A queima de fogos terá 12 minutos de duração e os fogos serão lançados a partir de 19 balsas no mar de Copacabana. Nos anos anteriores, eram 10 balsas.

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Finger Food ganha espaço e se consolida como tendência em eventos

O que antes era um hábito reservado a coquetéis e festas em pé, com garçons volantes circulando entre os convidados, tornou-se uma das principais tendências gastronômicas do mercado de eventos. O formato Finger Food, que consiste em servir pequenas porções de pratos em potinhos ou unidades individuais, caiu no gosto popular e hoje está presente em festas infantis, batizados, recepções, eventos corporativos e encontros sociais dos mais variados perfis.

Para a chef Tati Porcari, proprietária do buffet Fala Que Eu Cozinho (FQC), o sucesso desse modelo está na pluralidade e na experiência que proporciona.

“O Finger Food permite trazer um pouco de tudo o que o buffet oferece, servido em pequenas porções, com cuidado e apresentação. É uma forma de surpreender e, ao mesmo tempo, tornar o evento mais dinâmico e envolvente”, explica.

A adesão crescente tem explicações claras: o modelo oferece versatilidade de cardápio, amplia as possibilidades de combinações dentro de um mesmo menu e permite agradar públicos com preferências diferentes. Além disso, facilita a logística dos eventos, ao promover uma experiência mais fluida e interativa para os convidados.

Na prática, o Finger Food traz a comida até as pessoas, dispensando a necessidade de mesas fixas e filas de buffet. Os pratos, que vão de entradas e petiscos ao prato principal e até sobremesas, são servidos de forma contínua e elegante, permitindo que os convidados conversem, circulem e aproveitem o evento enquanto degustam diferentes preparações.

No Fala Que Eu Cozinho, buffet de alta gastronomia da região de Campinas que atende diversos segmentos do mercado, a procura por esse tipo de menu cresceu significativamente nos últimos meses, ultrapassando os 200%. A tendência se consolidou também em eventos realizados durante o dia, mostrando que o formato caiu no gosto do público e passou a ser uma das principais escolhas dos clientes.

Segundo Tati, a configuração atual dos eventos, com espaços mais integrados e foco na experiência, impulsiona a escolha por cardápios versáteis, que acompanham o ritmo dos convidados. “As pessoas querem viver momentos, conversar, se divertir, aproveitar o ambiente. O Finger Food entra como um aliado dessa experiência, sem engessar a dinâmica do evento”, completa.

Com esse novo olhar sobre a gastronomia em eventos, o Finger Food deixou de ser um detalhe para se tornar protagonista, influenciando a forma de receber e de viver os encontros. A tendência, antes restrita aos coquetéis, agora está definitivamente incorporada ao dia a dia de diferentes tipos de celebrações e tudo indica que veio para ficar.

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Prêmio Imprensa Automotiva 2025 será realizado dia 19 de novembro

Uma das principais premiações da indústria automobilística, o Prêmio Imprensa Automotiva 2025, realizado há 27 anos pela Abiauto – Associação Brasileira da Imprensa Automotiva, acontecerá neste mês de novembro, em São Paulo. Quarenta e cinco jornalistas de quase todos os Estados brasileiros, de meios de comunicação variados, como jornal, rádio, revista, TV, internet, escolherão os melhores veículos comercializados no Brasil.

“Somos um dos mais tradicionais prêmios do Brasil, com quase três décadas de realização ininterrupta, com um júri formado por jornalistas com décadas de experiência no setor automotivo. Nossa proposta com a premiação é que os nossos leitores, ouvintes ou telespectadores possam saber o que na opinião dos jornalistas especializados foi o lançamento mais representativo em cada segmento do setor automotivo. Um guia para auxiliar os consumidores na compra de modelos que se destacam pela tecnologia, design e inovação. A divulgação dos resultados em nível nacional contribui para uma visibilidade expressiva para os modelos vencedores dada a abrangência dos jornalistas que fazem parte de nossa Associação”, conta Antônio Fraga, presidente e fundador da Abiauto.

Os profissionais escolherão o Melhor Carro Nacional, o Melhor Carro Importado, a Melhor Picape Pequena/Média, a Melhor Picape Grande, o Melhor Carro Verde, o Melhor Utilitário Esportivo Nacional pequeno /médio, Melhor Utilitário Esportivo grande, o Executivo de 2025 e Assessor de Imprensa. Além dessas premiações, os profissionais elegerão ainda o Carro Abiauto 2025 (Prêmio José Roberto Nasser) e a Moto Abiauto 2025 (Prêmio Josias Silveira), entre os modelos testados durante o ano e que mais se destacaram. Até final de outubro os jornalistas escolherão cinco finalistas em cada uma das categorias. Em seguida, votarão em apenas um modelo nessas categorias.

No total, serão 16 premiações, que também incluem o melhor Assessor de Imprensa, o Homenageado do Ano (normalmente um piloto consagrado no automobilismo), Executivo do Ano (Prêmio José Rosemilton Silva) e o Homenageado Locutor Automotivo do Ano (Prêmio Luciano do Valle). Os ganhadores serão anunciados na cerimônia de premiação que será realizada no dia 19 de novembro, às 19 horas, no maior clube independente de automóveis do mundo, o P Talk, no bairro de Indianópolis, em São Paulo.

“ É com muito orgulho que nós do P Talk Brasil recebemos em nosso espaço o Prêmio Abiauto 2025 e seus convidados, para a eleição dos melhores existentes no mercado brasileiro”, disse Mauricio Billy.

 

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Paulo Frateschi, ex-deputado pelo PT, é morto pelo filho em São Paulo

Morreu na manhã desta quinta-feira (6), em São Paulo, o ex-deputado estadual pelo PT Paulo Frateschi. Ele foi agredido pelo próprio filho – Francisco Frateschi – em sua casa, no bairro da Lapa, zona oeste da capital.

Segundo comunicado da polícia, Frateschi foi levado ao Hospital das Clínicas, mas não resistiu ao ferimento a faca. O local do crime foi preservado para ser periciado. O caso foi registrado no 91º DP e as investigações continuam.

Frateschi é membro histórico do PT. Quando estudante, se opôs e combateu a ditadura militar. Em 1969 foi preso e torturado pelo regime. Mais tarde, participou da fundação do Partido dos Trabalhadores, do qual é filiado desde os primeiros anos. Também exerceu o cargo de secretário municipal de Relações Governamentais nas gestões de Marta Suplicy e de Fernando Haddad.

Presidente nacional do PT, Edinho Silva lamentou a morte de Frateschi, “companheiro e dedicado militante do nosso partido”, nas redes sociais.

“Durante toda a sua trajetória, nosso companheiro demonstrou coragem, integridade e compromisso com o PT e pela busca de um país mais justo. Paulo Frateschi deixa um legado, marcado pela luta pela justiça e pela inclusão. Ele permanecerá vivo em nossos corações e nas ações que ele ajudou a inspirar”, afirmou.

“A ausência do nosso querido Frateschi deixa uma lacuna irreparável entre amigos, familiares, companheiras e companheiros de luta. Manifestamos à família, aos amigos e a todos que com ele caminharam, a nossa mais sincera solidariedade. Paulo Frateschi presente, hoje e sempre”, completou.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, também lamentou a morte do político“Ex-presidente estadual do PT em São Paulo e dirigente histórico do partido, foi defensor incansável da democracia, com coragem e determinação”, afirmou Haddad.

“Filiado ao partido desde os primeiros anos da legenda, exerceu mandato de deputado estadual e atuou em movimentos sociais em defesa dos trabalhadores e das liberdades públicas. Foi ainda secretário municipal de Relações Governamentais na minha gestão na Prefeitura de SP onde contribuiu com dedicação e excelência. Manifesto profunda solidariedade à companheira Yolanda, aos familiares e aos amigos”, completou. (Agência Brasil)

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Ford e sua rede doam mais de 260 toneladas de alimentos para entidades

A Ford arrecadou 260 toneladas de alimentos não-perecíveis como parte da Ford Construindo Juntos, campanha realizada em parceria com a sua rede de concessionárias em setembro. Os itens foram doados para mais de cem entidades sociais do Brasil. No total, a iniciativa global reuniu mais de 3.000 concessionárias em mais de 30 países e arrecadou cerca de 2 bilhões de toneladas de alimentos. Trata-se da maior ação de arrecadação de alimentos já realizada pela empresa mundialmente.

Além de atuar como pontos de coleta de doações, as mais de 130 concessionárias da Ford no Brasil participaram da campanha doando duas cestas básicas a cada veículo da marca vendido no período. A ação fez parte do Mês Global do Voluntariado, realizado anualmente pela empresa para ajudar na melhoria da qualidade de vida das comunidades onde está presente, com apoio da sua frente filantrópica, Ford Philanthropy.

Voluntários na comunidade

A Ford também convidou os seus colaboradores a atuar como voluntários, participando de ações em sete entidades sociais – quatro na Bahia e três em São Paulo. Além disso, a Ford Philanthropy doou US$ 40 mil no total a essas instituições.

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Uma pessoa morre e 40 se ferem em queda de estrutura durante festa

Uma pessoa morreu e cerca de 40 ficaram feridas com a queda de uma estrutura metálica montada no Aeropark Clube de Voo Desportivo, em Regente Feijó, no interior de São Paulo, com as fortes rajadas de vento, de aproximadamente 95 km/h, que atingiram o estado.

O local, na Rodovia Raposo Tavares, 555 (SP-270), km 555, sediava uma festa de estudantes de um curso de medicina. Um homem de 47 anos foi atingido por um galho de uma árvore e teve traumatismo craniano. Ele foi socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.

Equipes da defesa civil de Presidente Prudente e de Regente Feijó, além do corpo de bombeiros do estadual de São Paulo atuaram no socorro de cerca de 40 vítimas, conforme informado pelas equipes que estiveram no local.

Todas foram levadas para o Hospital Regional e para a Santa Casa de Presidente Prudente. Das vítimas atendidas, três permanecem internadas, e as demais tiveram ferimentos leves e foram liberadas após o atendimento.

Por meio de suas redes sociais, a comissão de formatura que promovia o evento e a empresa Euphoria, contratada para a organizá-lo, disseram que os ventos intensos atingiram a estrutura instalada no local, resultando no acidente. Ambas expressaram pesar e disseram que estão auxiliando as vítimas e familiares desde o momento do acidente.

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Polícia prende outro suspeito de participar da morte de delegado em SP

Mais um suspeito de participação no assassinato do ex-delegado geral da Polícia Civil paulista, Ruy Ferraz Pontes (foto), foi preso pela Polícia Civil de São Paulo.

Segundo informações da Secretaria de Segurança Pública, ele tem 36 anos e foi preso na manhã de hoje (15) na região do Morumbi, na capital paulista. O nome do suspeito não foi divulgado pelas autoridades policiais.

Esse homem é a sexta pessoa presa por envolvimento no caso e, de acordo com as investigações, ela teria sido responsável por organizar o transporte de uma outra pessoa que participou do crime.

Morte

O ex-delegado Ruy Ferraz Fontes foi assassinado no dia 15 de setembro na cidade de Praia Grande, no litoral paulista, em um bairro perto da prefeitura e do fórum do município.

Imagens de câmeras de segurança mostram seu carro em fuga, em alta velocidade, até capotar entre dois ônibus ao tentar entrar em uma avenida. O carro que o perseguia chegou pouco depois, bateu em um dos ônibus e do carro saltaram três homens com fuzis. Dois deles se deslocaram até o carro de Ruy e dispararam. Na fuga, voltaram pela mesma avenida usada na perseguição.

Ferraz foi delegado por mais de 40 anos, tendo passado pela Divisão de Homicídios do Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) e chefiado a Delegacia Geral de Polícia do Estado de São Paulo. Antes de se aposentar, ele foi responsável pela prisão de diversas lideranças do Primeiro Comando da Capital (PCC) nos anos 2000.

Ruy Ferraz havia assumido o cargo de secretário de Administração na prefeitura de Praia Grande, no litoral paulista. (Agência Brasil)

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