Esporte

Cross Urbano Caixa/Corrida da Ponte aquece o domingo do Dia dos Pais

O domingo do Dia dos Pais amanheceu ensolarado e frio em Campinas-SP. Com os termômetros indicando 10 graus às 7h, 2 mil atletas alinharam para a largada do Cross Urbano Caixa/Corrida da Ponte. A partir daí, a temperatura subiu. Esquentou com o calor provocado pelas passadas durante o percurso de 5k e 10k. Também pela paixão pelo clube, que comemora 125 anos de fundação nesta segunda-feira (11), e pelo amor de muitos pais e filhos, que correram lado a lado nas ruas da cidade do interior paulista.

A cereja do bolo para os corredores foi a volta olímpica ao final da prova, passando por dentro do tradicional estádio Moisés Lucarelli antes da linha de chegada. Foi esse tipo de emoção que tornou a corrida ainda mais especial para atletas como Marina Malachias, campeã dos 10k, com o tempo de 41min19seg. “Adorei a prova. Sou de Jaguariúna e torcedora da Ponte. O percurso é técnico e desafiador e chegar dando a volta olímpica é maravilhoso. Não tem como não lembrar dos jogos”, comentou.

Jorge Luís Siqueira e Thaís Reinaldi Siqueira compartilharam os mesmos sentimentos. Pontepretanos, pai e filha correram juntos os 5k. “Cruzei a linha de chegada chorando, muito agradecida por estar ao lado do meu pai, que me ensinou a paixão pelo clube. Eu entrava em campo junto com o time quando tinha seis anos de idade e hoje trago o meu filho. Amor não se explica”, disse Thaís.

Jorge, que começou a correr em 2023, incentivado pela filha, ainda ganhou um presente extra neste domingo. Bateu seu recorde pessoal. “Adorei a prova e correr com a minha filha é sempre especial, ainda mais no Dia dos Pais. Eu estava fazendo os 5k para 45 minutos e esperava correr para 42 hoje. No final, baixamos e completamos em 40 minutos”, contou.

O pai de Thaís chegou cerca de 3 minutos atrás do campeão dos 10k. Sebastião Donizete Vida cruzou a linha de chegada do Cross Urbano Caixa/Corrida da Ponte após 37min34seg de prova. E foi uma chegada acirrada, decidida nos últimos metros. O segundo colocado, Walter Ricardo Nicolucci, veio na cola do líder, um segundo atrás, com o tempo de 37min35seg.

Freddy Carvalho, idealizador do Cross Urbano, destacou o recorde de 2 mil participantes e a presença das famílias. “A parceria com a Ponte rendeu bons frutos para o nosso evento, que tem patrocínio da CAIXA e do Governo Federal, e também para o clube, que comemora 125 anos. Tivemos um resultado fantástico em Campinas. E com o Dia dos Pais, reunimos ainda mais pessoas. Vieram não só os corredores, mas seus familiares, tanto que contabilizamos cerca de 4 mil pessoas, incluindo adultos e também crianças. E não podemos esquecer dos pets, pois tivemos muitos cachorros com seus tutores também”, comentou.

Diego Almeida,  gerente de marketing e novos negócios da Ponte Preta, também comemorou o resultado. “Este ano foi desafiador por conta dos 125 anos do clube. E a chegada do Cross Urbano Caixa representou um reforço importante para o nosso evento. E conseguimos entregar um grande evento, com recorde de participantes. Vimos muitas mulheres, muitas crianças, muitas famílias. Filhos correndo com os pais. E pelos pais que deixaram um legado ao ensinar a paixão pela Ponte. Queremos trazer esse público para perto do estádio, para o dia a dia do clube. Queremos abraçar cada vez mais a comunidade de Campinas”, completou.

Resultados
10k – Masculino
Sebastião Donizete Vida (37min34seg)
Walter Ricardo Nicolucci (37min35seg)
Fernando Anastácio de Moura (37min52seg)
Billy Joe da Silva Queiroz (38min12seg)
Rodrigo Regis Romão (38min27seg)

10k – Feminino
Marina Malachias (41min19seg)
Julia Alves de Oliveira (45min07seg)
Luana Cunha de Andrade (45min34seg)
Tamara Brígida Padula (48min12seg)
Verônica Santos (47min40seg)

5k – Masculino
Douglas Miguel (17min12seg)
Wevertton da Silva Santos (17min42seg)
Rafael Cabral (17min53seg)
Erivaldo Domingues Mendes (17min57seg)
Pedro Diego Zoli (18min07seg)

5k – Feminino
Letícia Soares (19min56seg)
Yane Lima Pereira(20min06seg)
Pâmela Jorge Paiva (21min14seg)
Natália Monteiro de Souza (22min23seg)
Regina Célia Teixeira Boretti (22min41seg)

Conhecido como Corrida dos Estádios, o Cross Urbano Caixa 2025 já passou por Brasília (DF), em prova diurna, e Belém (PA) e Teresina (PI), noturnas. Depois de Campinas, chegará também a Fortaleza (CE), Maceió (AL) e Rio de Janeiro (RJ), todas à noite, totalizando sete etapas na temporada. Lançado em 2014, ano da Copa do Mundo no País, veio para fomentar o multiuso das arenas. A ideia do evento é não usar as vias públicas, em um circuito de corridas conceito.

O Cross Urbano Caixa/Corrida da Ponte foi organizado pela Bravus, com patrocínio da Caixa, Governo Federal e Associação Atlética Ponte Preta.

Próximas etapas 2025
06/09 – Arena Castelão – Fortaleza (CE) – noturna
04/10 – Estádio Rei Pelé –  Maceió (AL) – noturna
01/11 – Parque Olímpico da Barra – Rio de Janeiro (RJ) – noturna

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Terminam hoje as inscrições para a corrida Cross Urbano Caixa

Quem quiser participar do Cross Urbano Caixa / Corrida da Ponte tem até o final da tarde desta segunda-feira (4) para fazer sua inscrição. A etapa, a quarta da temporada 2025, será uma edição especial do circuito de corridas de rua, neste domingo (10), em Campinas, interior de São Paulo. A prova está sendo realizada em comemoração aos 125 anos de fundação da Ponte Preta, no tradicional estádio da equipe, o Moisés Lucarelli.

Para se inscrever, é só entrar no Instagram do Cross Urbano Caixa, na página @crossurbanocaixa. Ou no link https://www.ticketsports.com.br/e/corrida-ponte-10k-cross-urbano-caixa-2025-72701. A inscrição dá direito ao Kit Cross – camisa dry fit, viseira, sacola e pochete 3 em 1 (celular, squeeze e chave).

Os competidores podem se inscrever para a distância de 5k ou para os 10k. A largada está marcada para as 7 horas, em frente ao estádio, onde também será a chegada. Ao final do percurso, os atletas entrarão no Moisés Lucarelli, darão a volta olímpica e sairão para cruzar a linha de chegada na parte externa.

“Esperamos vocês nessa edição especial do Cross Urbano, em parceria com a Ponte Preta, evento com várias atrações paralelamente à corrida “, afirma Freddy Carvalho, idealizador do Cross Urbano.

Entrega de kits

A entrega de kits aos inscritos na etapa será na Decathlon Rodovia Dom Pedro, nesta sexta-feira (8), das 9h às 21h, e no sábado (9), das 9h às 18h. Não haverá retirada no dia da prova.

Conhecido como Corrida dos Estádios, o Cross Urbano Caixa 2025 já passou por Brasília (DF), em prova diurna, e Belém (PA) e Teresina (PI), noturnas. Depois de Campinas, chegará também a Fortaleza (CE), Maceió (AL) e Rio de Janeiro (RJ), todas à noite, totalizando sete etapas na temporada.

Lançado em 2014, ano da Copa do Mundo no País, veio para fomentar o multiuso das arenas. A ideia do evento é não usar as vias públicas, em um circuito de corridas conceito.

O Cross Urbano Caixa / Corrida da Ponte é organizado pela Bravus, com patrocínio da Caixa, Governo Federal e Associação Atlética Ponte Preta.

Calendário 2025
10/08 – Estádio Moisés Lucarelli – Campinas (SP) – diurna
06/09 – Arena Castelão – Fortaleza (CE) – noturna
04/10 – Estádio Rei Pelé –  Maceió (AL) – noturna
01/11 – Parque Olímpico da Barra – Rio de Janeiro (RJ) – noturna

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Cross Urbano Caixa tem etapa em comemoração aos 125 anos da Ponte Preta

O Cross Urbano Caixa chega à quarta etapa da temporada 2025 com uma edição especial do circuito de corridas de rua, no próximo dia 10 de agosto, em Campinas, no interior de São Paulo. A prova Cross Urbano Caixa/Corrida da Ponte será disputada em comemoração aos 125 anos de fundação da Ponte Preta. Depois de duas etapas noturnas na região norte do País, será diurna e com muitas atrações. Uma delas, inédita, é o local: o tradicional Estádio Moisés Lucarelli, inaugurado em 1948. Inscrições estão abertas.

Os competidores podem se inscrever para a distância de 5k ou para os 10k. A largada está marcada para as 7 horas, em frente ao estádio, onde também será a chegada. Ao final do percurso, os atletas entrarão no Moisés Lucarelli, darão a volta olímpica e sairão para cruzar a linha de chegada na parte externa.

“Faremos em Campinas uma edição especial do Cross Urbano, em parceria com a Ponte Preta, para comemorar os 125 anos de sua fundação. Tenho certeza que essa união de forças entregará um excelente evento”, afirma Freddy Carvalho, idealizador do Cross Urbano.

A Associação Atlética Ponte Preta foi o segundo clube de futebol fundado no Brasil, em 11 de agosto de 1900, menos de um mês depois do Sport Clube Rio Grande, de 19 de julho de 1900. O Estádio Moisés Lucarelli, também conhecido como Majestoso, leva o nome de seu idealizador e patrono, responsável pela compra do terreno onde foi construído.

Inscrições abertas

Quem quiser se inscrever na etapa de Campinas é só entrar no Instagram do Cross Urbano Caixa, na página @crossurbanocaixa. Ou no link https://www.ticketsports.com.br/e/corrida-ponte-10k-cross-urbano-caixa-2025-72701. A inscrição dá direito ao Kit Cross – camisa dry fit, viseira, sacola e pochete 3 em 1 (celular, squeeze e chave).

Conhecido como Corrida dos Estádios, o Cross Urbano Caixa 2025 já passou por Brasília (DF), em prova diurna, e Belém (PA) e Teresina (PI), noturnas. Depois de Campinas, chegará também a Fortaleza (CE), Maceió (AL) e Rio de Janeiro (RJ), todas à noite, totalizando sete etapas na temporada.

Lançado em 2014, ano da Copa do Mundo no País, veio para fomentar o multiuso das arenas. A ideia do evento é não usar as vias públicas, em um circuito de corridas conceito.

O Cross Urbano Caixa / Corrida da Ponte é organizado pela Bravus, com patrocínio da Caixa, Governo Federal e Associação Atlética Ponte Preta.

Calendário 2025
10/08 – Estádio Moisés Lucarelli – Campinas (SP) – diurna
06/09 – Arena Castelão – Fortaleza (CE) – noturna
04/10 – Estádio Rei Pelé –  Maceió (AL) – noturna
01/11 – Parque Olímpico da Barra – Rio de Janeiro (RJ) – noturna

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Dudu Barrichello dá show na etapa paulista do WEC 2025

A edição de 2025 do Rolex 6 Horas de São Paulo foi marcada por mais uma festa dentro e fora da pista no Autódromo de Interlagos, mas também por acontecimentos inéditos na história do FIA WEC (World Endurance Championship). A quinta edição da etapa brasileira consagrou pela primeira vez o Cadillac V-Series R como um vencedor na história do campeonato – e com dobradinha.

Coube ao trio do #12 (Alex Lynn, Norman Nato, Will Stevens) conquistar a vitória à frente do trio do #38 (Earl Bamber, Sebastien Bourdais, Jenson Button). O que recupera uma antiga e interessante escrita da etapa brasileira: é a terceira vez em cinco corridas que uma marca conquista sua primeira vitória no campeonato em Interlagos, após a Toyota em 2012 e a Porsche em 2014. E ainda, com uma vitória da Audi em 2013 e uma segunda da Toyota em 2024, a Cadillac é a quarta montadora diferente a vencer no Brasil.

Apesar da pole do Cadillac #12, a missão não foi fácil. O carro teve uma infração na pressão de pneus ainda na primeira metade da prova, teve de cumprir um drive-through, mas mesmo assim se recuperou e já era líder antes mesmo das três horas de prova.

Coube ao Porsche #5 (Michael Christensen, Julien Andlauer), que sonhou com mais após tomar a ponta da corrida na primeira volta da prova, na curva do Laranjinha, fechar o pódio – muito perto do #38, brigando pelo segundo posto no final. O Porsche #6 (Kevin Estre, Laurens Vanthoor) terminou em quarto, logo atrás. Em boa apresentação, o BMW #20 (Sheldon van der Linde, Rene Rast e Marco Wittmann) passou nos últimos dez minutos de prova o Peugeot #94 (Loic Duval, Malthe Jakobsen) e fechou o top-5.

Líder da temporada, o Ferrari #51 (Antonio Giovinazzi, Alessandro Pier Guidi, James Calado) fez corrida de recuperação até o 10º lugar, porém foi punido com um drive-through no fim da prova após colocar o Porsche #99 para fora da pista no fim da reta oposta e não marcou pontos pela primeira vez no ano. Apesar disso, segue na frente.

Pódio de Barrichello

O trio da Akkodis ASP Team #87 conquistou a primeira vitória do Lexus RC F na classe LMGT3 no FIA WEC. Depois de largar em segundo, o time dominou a prova e foi tão mais veloz que o resto que, mesmo com um drive-through, conseguiu manter a liderança e ficou com o primeiro lugar.

A maior emoção do dia veio nos instantes finais da corrida. Após um pit stop a poucos minutos do fim, o trio feminino da Iron Dames no Porsche 911 #85 (Celia Martin, Rahel Frey, Michelle Gatting) voltou à pista em segundo lugar com os pneus usados, enquanto Eduardo Barrichello no Aston Matin #10 (Eduardo Barrichello, Anthony McIntosh, Valentin Hasse-Clot) se recuperou de uma rodada de seu carro (com Anthony McIntosh) no início da prova e era o quinto colocado.

Ele passou pelo Lexus #78 (Arnold Robin, Yuichi Nakayama, Finn Gehrsitz) e abriu caça na briga pelo pódio, entre a Iron Dames e o Corvette #81 (Rui Andrade, Charlie Eastwood, Tom van Rumpuy) da TF Sport. O trio do carro americano conseguiu passar pelo trio feminino na saída da junção enquanto Barrichello era cerca de meio segundo mais veloz por volta que os dois concorrentes.

O brasileiro chegou nos últimos momentos da corrida ao Porsche das Damas de Ferro em condição de ataque e realizou uma belíssima manobra, fazendo o traçado mais veloz na descida do lago, saindo por fora e deixando a dinamarquesa Michelle Gatting para trás no laranjinha a dois minutos do final. A ultrapassagem para o terceiro posto fez o público ir ao delírio nas arquibancadas em Interlagos, com Dudu garantindo seu primeiro pódio no FIA WEC em sua quinta participação, e após conquistar sua primeira pole no último sábado. Barrichello ainda foi eleito o piloto do dia pelos fãs.

“Foi muito legal. Estou muito agradecido a toda a torcida. Tenho muito orgulho de ser brasileiro, e tenho muita gratidão por todo o suporte que tive aqui. Foi uma loucura: eu tinha de confiar nos engenheiros e eles tinham de confiar em mim. Eu não podia forçar tanto para não desgastar os pneus rapidamente. Pudemos gerenciar tudo e as coisas funcionaram da maneira que planejamos”, descreveu Barrichello.

O quarto lugar ficou com a Iron Dames, e o top-5 foi fechado pelo trio do #78 da Akkodis ASP Team. Outro ponto de interesse do Rolex 6 Horas de São Paulo foi o nove vezes campeão mundial de motociclismo Valentino Rossi, que terminou com seu BMW M4 #46 (Ahmad Al Harty, Valentino Rossi, Kelvin van der Linde) em décimo lugar.

O BMW M4 #31 de Augusto Farfus e Pedro Ebrahim (além do australiano Yasser Shahin) teve uma corrida complicada, com problemas a partir do meio da prova após Farfus ter recuperado terreno em seu primeiro stint. O trio fechou a prova na 12ª posição.

Resultado final na classe Hypercar

  1. #12 Cadillac Hertz Team JOTA (Alex Lynn, Norman Nato, Will Stevens) em 6h00min19s732 (242 voltas)
  2. #38 Cadillac Hertz Team JOTA (Earl Bamber, Sebastien Bourdais, Jenson Button), a 57s016
  3. #5 Porsche Penske Motorsport (Michael Christensen, Julien Andlauer), a 58s882
  4. #6 Porsche Penske Motorsport (Kevin Estre, Laurens Vanthoor), a 1 volta
  5. #20 BMW M Team WRT (Sheldon van der Linde, Rene Rast e Marco Wittmann), a 1 volta
  6. #94 Peugeot TotalEnergies (Loic Duval, Malthe Jakobsen), a 2 voltas
  7. #93 Peugeot TotalEnergies (Paul di Resta, Mikkel Jensen), a 2 voltas
  8. #83 AF Corse (Robert Kubica, Yifei Ye, Phil Hanson), a 2 voltas
  9. #36 Alpine Endurance Team (Jules Gounon, Ferdinand Habsburg, Mick Schumacher), a 2 voltas
  10. #99 Proton Competition (Neel Jani, Nico Pino, Nico Varrone), a 2 voltas
  11. #51 Ferrari AF Corse (Antonio Giovinazzi, Alessandro Pier Guidi, James Calado), a 3 voltas
  12. #7 Toyota Gazoo Racing (Mike Conway, Kamui Kobayashi, Nyck de Vries), a 3 voltas
  13. #009 Aston Martin Thor Team (Alex Riberas, Marco Sorensen), a 3 voltas
  14. #50 Ferrari AF Corse (Antonio Fuoco, Miguel Molina, Nicklas Nielsen), a 3 voltas
  15. #8 Toyota Gazoo Racing (Brendon Hartley, Ryo Hirakawa), a 3 voltas
  16. #007 Aston Martin Thor Team (Tom Gamble, Harry Tincknell), a 4 voltas
  17. #15 BMW M Team WRT (Kevin Magnussen, Raffaelle Marciello, Dries Vanthoor), a 20 voltas
  18. #35 Alpine Endurance Team (Paul-Loup Chatin, Ferdinand Habsburg, Chales Milesi), a 42 voltas

Resultado final na classe LMGT3

  1. #87 Akkodis ASP Team (José María López, Clemens Schmid, Razvan Umbrarescu) em 6h00min54s573 (216 voltas)
  2. #81 TF Sport (Rui Andrade, Charlie Eastwood, Tom van Rumpuy), a 37s716
  3. #10 Racing Spirit of Léman (Eduardo Barrichello, Anthony McIntosh, Valentin Hasse-Clot), a 42s565
  4. #85 Iron Dames (Celia Martin, Rahel Frey, Michelle Gatting), a 44s026
  5. #78 Akkodis ASP Team (Arnold Robin, Yuichi Nakayama, Finn Gehrsitz), a 47s715
  6. #92 Manthey 1st Phorm (Ryan Hardwick, Riccardo Pera, Richard Lietz), a 1 volta
  7. #33 TF Sport (Daniel Juncadella, Jonny Edgar, Ben Keating), a 1 volta
  8. #59 United Autosports (James Cottingham, Gregoire Saucy, Sebastien Baud), a 1 volta
  9. #95 United Autosports (Sean Gelael, Darren Leung, Marino Sato), a 1 volta
  10. #46 Team WRT (Ahmad Al Harty, Valentino Rossi, Kelvin van der Linde), a 1 volta
  11. #54 Vista AF Corse (Francesco Castellacci, Thomas Flohr, Davide Rigon), a 1 volta
  12. #31 The Bend Team WRT (Augusto Farfus, Yasser Shahin, Pedro Ebrahim), a 1 volta
  13. #21 Vista AF Corse (François Heriau, Simon Mann, Alessio Rovera), a 1 volta
  14. #27 Heart of Racing Team (Mattia Drudi, Ian James, Zacharie Robichon), a 2 voltas
  15. #60 Iron Lynx (Andrey Gilbert, Lorcan Hanafin, Fran Rueda), a 2 voltas

    Não completaram

#61 Iron Lynx (Lin Hodenius, Maxime Martin, Martin Berry)
#77 Proton Competition (Bernardo Sousa, Ben Tuck, Ben Barker)
#88 Proton Competition (Stefano Gattuso, Giammarco Levorato, Dennis Olsen)

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Galleria Shopping recebe a maior corrida fitness do Brasil

Nos dias 5 e 6 de julho, o Galleria Shopping será palco da Ryze Fitness Run, considerada a maior corrida fitness do país. A prova, que mistura corrida de rua, treinamento funcional e elementos do crossfit, será realizada no estacionamento superior do empreendimento e reunirá mais de mil atletas em sua primeira edição no Brasil.

Inspirada em um modelo internacional que surgiu em 2017 em Hamburgo, na Alemanha, a corrida fitness se tornou uma febre entre os praticantes de atividade física na Europa e nos Estados Unidos. Em 2023, o formato atraiu mais de 175 mil atletas ao redor do mundo.

“A realização deste evento aqui no Galleria mostra como o shopping também pode ser um ponto de encontro para eventos esportivos e experiências inovadoras. É uma forma diferente de ocupar nossos espaços e conectar o público com novas propostas”, destaca João Timm, gerente de marketing do empreendimento.

A prova é composta por um circuito de 8 voltas de corrida intercaladas com estações funcionais. Os participantes podem competir individualmente ou em duplas, escolhendo entre diferentes níveis de dificuldade, de acordo com a distância das voltas e o volume de repetições em cada estação.

Na categoria Hero, o percurso é de 500 metros por volta, com estações que exigem metade das repetições. Já na Challenge, a distância é a mesma, mas com repetições completas. A Extreme eleva o desafio com voltas de 1 km e metade das repetições, enquanto a Legend é a categoria mais intensa, combinando voltas de 1 km com todas as repetições completas ao longo do trajeto.

As estações previstas incluem desafios como Box Jump, Sandbag Carry, Dumbbell Lunge, Farmer Carry, Remo, Burpee Over Line, Wall Ball e Devil Press.

Serviço
Evento: RYZE Fitness Run
Data: 5 e 6 de julho de 2025
Local: Estacionamento superior do Galleria Shopping – Rod. D. Pedro I, km 131,5 – Campinas/SP
Mais informações e inscrições: www.ryzefitnessrun.com.br

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Brasileiro Gabriel Bortoleto chega em 14º lugar no GP do Canadá

Gabriel Bortoleto fechou sua participação no Grande Prêmio do Canadá, décima etapa do Campeonato Mundial de Fórmula 1, na 14ª posição após um fim de semana que evidenciou sua capacidade de adaptação e crescimento constante na principal categoria do automobilismo mundial.

O jovem brasileiro de 20 anos enfrentou o desafio de conhecer o icônico Circuito Gilles Villeneuve, em Montreal, onde as margens mínimas entre os competidores tornaram cada milésimo crucial para o resultado final.

Bortoleto iniciou o fim de semana com performance sólida nos treinos livres, registrando o 16º tempo no TL1 (1:14.324) e melhorando para a 13ª posição no TL2 (1:12.896), demonstrando rápida adaptação ao traçado canadense em que ele percorreu por 62 voltas.

“Foi um início muito positivo para o nosso fim de semana. Sendo minha primeira vez nesta pista, estava realmente focado em entender como Montreal funciona, e estou satisfeito com a sessão muito sólida que tivemos”, destacou o piloto após os treinos de sexta-feira.

Gosto amargo

No sábado Bortoleto, acabou ficando de fora do Q2 por apenas sete milésimos de segundo – uma margem ínfima que ilustra a competitividade extrema do grid atual. O brasileiro terminou o Q1 na 16ª posição com o tempo de 1:12.385.

“Estou desapontado por não conseguir chegar ao Q2 hoje, especialmente por uma diferença tão pequena. Perdemos a chance por apenas sete milésimos e, em uma pista como esta, isso não é nada”, analisou Bortoleto. “Ainda não temos o carro para estar confortavelmente lá toda vez, mas estamos construindo isso, chegando mais perto a cada fim de semana.”

Bom ritmo


Largando da 15ª posição, Bortoleto enfrentou uma corrida desafiadora, sendo pressionado por carros teoricamente mais rápidos logo nas primeiras voltas. A equipe optou por uma estratégia ousada com um stint longo no pneu duro, buscando se beneficiar de uma possível entrada do Safety Car. Gabriel ficou 48 voltas na pista com o mesmo jogo de pneus com que largou mostrando, sobretudo, um exímio controle sobre o desgaste dos pneus. Isso, sem contar, o grande número de voltas em que esteve à frente de carros notoriamente mais velozes como Red Bull, Williams e Alpine. Ao final das 70 voltas o brasileiro recebeu a bandeirada de chegada na 14ª colocação.

“Foi um fim de semana difícil para mim, mas fico satisfeito em ver a equipe pontuar novamente”, declarou Bortoleto após a prova. “Sinto que havia mais potencial, mas precisamos entender o que mais podemos fazer para começar a pontuar. Fizemos progresso desde Barcelona, mesmo que a pista não nos favorecesse tanto, e estou confiante de que estamos indo na direção certa”, concluiu o piloto brasileiro, já de olho nos próximos desafios do calendário.”

Mesmo com um resultado aquém das expectativas pessoais, Bortoleto mantém o foco na evolução contínua que tem demonstrado ao longo de sua temporada de estreia. O Grande Prêmio do Canadá reforçou que Gabriel segue em curva ascendente de aprendizado, acumulando experiência valiosa em cada etapa enquanto consolida sua posição como a principal estrela do automobilismo brasileiro na elite mundial.

O Campeonato Mundial de F1 retorna na próxima etapa pra a a Europa. Entre os dias 27 a 29 de junho será disputada a 11ª etapa do ano – Grande Prêmio da Áustria, no Autódromo de Red Bull Ring, em Spielberg.

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Brasil vence primeira com Ancelotti e se classifica para Copa

A seleção brasileira garantiu a classificação para a Copa do Mundo de 2026, que será disputada no México, no Canadá e nos Estados Unidos. O feito foi alcançado na noite desta terça-feira (10), quando o Brasil derrotou o Paraguai por 1 a 0, em Itaquera, São Paulo. Este foi o primeiro triunfo da equipe canarinho sob o comando do técnico italiano Carlo Ancelotti.

A vitória em casa levou a seleção brasileira aos 25 pontos nas Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo, assumindo a terceira posição da classificação. Desta forma o Brasil não pode mais ficar fora da zona de classificação para o próximo Mundial, quando faltam apenas duas rodadas para o final da competição.

Após um frustrante empate sem gols com o Equador na partida que marcou a sua estreia no comando da seleção brasileira, Carlo Ancelotti optou por um esquema de jogo diferente diante dos Paraguaios. Para uma partida na qual contaria com o apoio da torcida, e na qual enfrentaria um adversário conhecido pela força defensiva, o treinador optou por uma formação ousada, na qual o Brasil começou com apenas dois meio-campistas de ofício e quatro jogadores de frente.

Nesse quarteto ofensivo Gabriel Martinelli ocupou a ponta esquerda, Raphinha ficava aberto pela direita, enquanto Matheus Cunha e Vinicius Júnior ficavam mais centralizados, mas sem guardar posição e retornando bastante para auxiliar na criação das jogadas ofensivas.

A aposta se mostrou acertada, e o Brasil assumiu o controle desde os primeiros minutos do primeiro tempo, acuando a equipe paraguaia e criando boas oportunidades de marcar. A primeira surgiu aos 11 minutos, quando Matheus Cunha cruzou rasteiro, mas Vinicius Júnior chegou atrasado e não conseguiu finalizar.

Aos 34, a seleção ficou muito perto de marcar, quando Martinelli fez boa jogada pela esquerda e cruzou na segunda trave, onde Matheus Cunha, com muita liberdade, cabeceou sem direção.

Porém, de tanto tentar, o Brasil chegou ao gol da vitória antes do intervalo. Aos 43 minutos Raphinha partiu em velocidade pela direita, mas acabou desarmado pela defesa adversária. Matheus Cunha surgiu então em velocidade, roubou a bola, chegou à linha de fundo e cruzou para Vinicius Júnior, que teve apenas o trabalho de escorar.

Na etapa final a seleção brasileira até começou muito bem, criando oportunidades de ampliar a vantagem com Bruno Guimarães, Raphinha e Gerson. No entanto, o Paraguai conseguiu segurar a pressão e o placar até o apito final. (Agência Brasil)

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Brasil enfrenta Paraguai em São Paulo pelas Eliminatórias da Copa do Mundo

A seleção brasileira de futebol masculino volta aos gramados nesta terça-feira (10), às 21h45, na Neo Química Arena, em São Paulo, em partida contra o Paraguai pela 16ª rodada das Eliminatórias Sul-Americanas da Copa do Mundo 2026.

Passadas 15 rodadas, o Paraguai é o terceiro colocado na tabela com 24 pontos. Até agora, a seleção paraguaia venceu seis partidas, empatou seis e perdeu três. Na quarta posição, o Brasil conquistou 22 pontos em seis vitórias, quatro empates e cinco derrotas.

A seleção paraguaia nunca venceu o Brasil jogando fora de casa em partidas das Eliminatórias. A única vitória do Paraguai contra a seleção brasileira como visitante ocorreu em um amistoso disputado em 2002, na Arena Castelão, em Fortaleza.

O último confronto entre as equipes aconteceu em setembro do ano passado, pelasEliminatórias, quando o Paraguai venceu por 1 a 0. Neste século, as duas seleções já se enfrentaram em 19 jogos, com oito vitórias brasileiras, seis empates e cinco triunfos paraguaios.

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Nos pênaltis, Complexo Campo Grande é campeão do Futebol Amador

O Complexo Campo Grande conquistou o título da 17ª edição do Campeonato Municipal de Futebol Amador Série Ouro, ao vencer o Futebol Clube Mato Seco por 4 a 2 nos pênaltis. A partida foi disputada domingo, dia 8 de junho, na Praça de Esportes Primavera, na Vila Costa e Silva. Com entrada de graça, um bom público prestigiou a decisão.

O título inédito conquistado pelo Complexo Campo Grande foi valorizado pela participação de 64 agremiações inscritas no Campeonato Municipal de Futebol Amador Série Ouro C, promovido pela Secretaria Municipal de Esporte e Lazer. Entre atletas e dirigentes, foram mais de 1.900 participantes, representando equipes de todas as regiões do município de Campinas.

Ao todo, foram 127 jogos disputados e 441 gols marcados, proporcionando uma média de 3,5 gols por jogo, sem computar os gols marcados em cobranças de penalidades máximas nas fases decisivas da competição.

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Mesmo com o novo técnico, Brasil joga mal e fica no empate contra o Equador

O Brasil não jogou bem e empatou sem gols com o Equador, na noite desta quinta-feira (5) no estádio Monumental Isidro Romero Carbo, em Guaiaquil, na partida que marcou o início da era Carlo Ancelotti no comando da seleção brasileira.

Com o resultado, a equipe canarinho chegou aos 22 pontos, mantendo a 4ª posição da classificação, mas tendo a possibilidade de cair para a 5ª colocação caso a Colômbia, que tem 20 pontos, derrote o Peru na próxima sexta-feira (6).

Atuação burocrática

Os primeiros minutos da seleção brasileira sob o comando de Ancelotti não foram animadores. Com um Brasil guardando posição na defesa, o Equador assumiu o comando das ações. A equipe da casa trocava passes buscando espaços para entrar em uma defesa brasileira que não fazia muita pressão.

A dinâmica do confronto começou a mudar um pouco a partir dos 15 minutos, quando o Brasil passou a mostrar um pouco da proposta de jogo do técnico italiano, baseada em transições em velocidade pelas pontas para tentar superar a defesa adversária. A primeira boa jogada saiu dos pés de Vinicius Júnior pela ponta esquerda, quando driblou um adversário e cruzou para a área, onde a zaga equatoriana conseguiu cortar.

Aos 24 quem chutou a gol foi o Equador, quando Caicedo recuperou a bola e tocou para Yeboah, que bateu de longa distância para boa defesa do goleiro Alisson. Antes do intervalo o Brasil ainda criou boas oportunidades com o lateral Vanderson, aos 30 minutos, e com o volante Casemiro, aos 32. Mas quem criou a oportunidade mais cristalina para abrir o marcador foi a equipe da casa, em cabeçada de Yeboah, aos 37 minutos, que acabou indo para fora.

Na etapa final o Brasil voltou a mostrar dificuldades de assumir o controle da partida, em especial por conta da fraca atuação dos jogadores de meio de campo. Mas em boa jogada criada por seus dois ponteiros, Estêvão e Vinicius Júnior, o Brasil chegou com perigo aos 7 minutos com Richarlison, que finalizou para fora.

A partir daí a partida fica muito truncada, e as melhores oportunidades foram criadas pelo Equador, em especial por Yeboah, aos 21 minutos, e por Estupiñán, aos 31. Porém, nenhuma das duas equipes foi competente para alterar o marcador.

Após o apito final ficou claro que Ancelotti conseguiu dar um pouco mais de segurança à defesa brasileira, mas ainda há muito trabalho a ser feito no setor do ataque.

Próximo compromisso

O Brasil volta a entrar em ação pelas Eliminatórias na próxima terça-feira (10), quando mede forças com o Paraguai a partir das 21h45 (horário de Brasília) em Itaquera, São Paulo. (Agência Brasil)

Mesmo com o novo técnico, Brasil joga mal e fica no empate contra o Equador Read More »

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