Economia

Outback oferece 70 vagas de emprego para novo restaurante em Santa Bárbara d’Oeste

Oportunidades são para os cargos de atendente de restaurante, atendente de bar, recepcionista, auxiliar de limpeza, auxiliar de cozinha e auxiliar de delivery

Crédito da foto: Ricardo Lima

O Outback inaugura uma nova unidade no Tivoli Shopping, em Santa Bárbara ‘Oeste, e abre processo seletivo para preencher 70 vagas de emprego. Há oportunidades para os cargos de atendente de restaurante, atendente de bar, recepcionista, auxiliar de limpeza, auxiliar de cozinha e auxiliar de delivery. Os(as) interessados(as) podem se inscrever pelo site https://outback.gupy.io/ e preencher uma ficha de inscrição. O processo seletivo acontece no dia 05/02.

Os(as) candidatos(as) devem ter mais de 18 anos e possuir ensino médio/técnico completo, além de ter disponibilidade de horário, inclusive aos finais de semana e feriados. O Outback procura pessoas dedicadas, com perfil dinâmico e vontade de crescer. Não é necessário ter experiência na área.

A empresa oferece ótima remuneração e benefícios, como vale-transporte, refeição no local, assistência médica e odontológica. Durante o processo seletivo, os(as) candidatos(as) passam por inscrição online, dinâmica em grupo e entrevistas. Os(as) funcionários(as) selecionados após essas etapas passam por um treinamento nos restaurantes.

Na região, o Outback possui cinco unidades em Campinas, nos shoppings Iguatemi, Parque D. Pedro, Galleria, Campinas Shopping e Shopping Parque das Bandeiras, além de uma em Piracicaba, no Shopping Piracicaba, e uma em Limeira, no Pátio Limeira Shopping, todas com o serviço de delivery via iFood disponível. A rede também tem restaurantes em Jundiaí, no JundiaíShopping (com delivery), e Itupeva, no Outlet Premium São Paulo (sem delivery). Na região metropolitana de Sorocaba, o Outback está presente no Iguatemi Esplanada, com entregas para diversos bairros de Sorocaba e Votorantim.

Serviço:  

Como participar: a inscrição para o processo seletivo pode ser feita por meio do site https://outback.gupy.io/
Cargos disponíveis:  atendente de restaurante, atendente de bar, recepcionista, auxiliar de limpeza, auxiliar de cozinha e auxiliar de delivery.
Requisitos: pessoas com ensino médio/técnico completo e disponibilidade de horário, inclusive aos finais de semana e feriados.
Faixa etária: maiores de 18 anos.
Remuneração: variável de acordo com o cargo exercido e as horas trabalhadas.
Benefícios: vale-transporte, refeição no local, assistência médica e odontológica (os dois últimos após o período de experiência).
Etapas do processo seletivo e duração:  inscrição online, dinâmica e entrevistas.

Sobre o Outback

O Outback Steakhouse possui 155 restaurantes no Brasil e está presente em 62 cidades, 20 estados brasileiros e no Distrito Federal. No mundo está em 23 países nas Américas, Ásia e Oceania. O primeiro restaurante no País foi inaugurado na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, em 1997. Com seus cortes de carne especiais e aperitivos icônicos como a Bloomin’ Onion, o Outback caiu no gosto do brasileiro pela qualidade e sabor marcante da sua culinária, somados à descontração no atendimento e às instalações aconchegantes. Inspirado na Austrália, o restaurante enfatiza vários aspectos da cultura australiana, como esporte, pontos turísticos, paisagens icônicas, tradições e lazer.

Além disso, a marca oferece uma experiência única, divertida e de altíssimo padrão que, no Brasil, ficou conhecida como #MomentoOutback. A rede Outback Steakhouse pertence ao grupo Bloomin’ Brands, que ainda conta com as marcas Abbraccio e Aussie.

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Vendas de supermercados têm alta de 3% em 2023

As vendas dos supermercados registraram crescimento de 3,09% em 2023 na comparação com o ano anterior, segundo levantamento Associação Brasileira de Supermercados (Abras) divulgado nesta quarta-feira (24). Em dezembro do ano passado, o setor teve alta de 10,73% em comparação com o mesmo mês de 2022.

O vice-presidente da Abras, Marcio Milan, avalia que o cenário econômico ao longo do ano foi favorável à expansão do consumo. “A menor inflação dos preços dos alimentos para consumo no domicílio na comparação com o consumo fora do lar foi um fator essencial para o crescimento do consumo das famílias ao longo do ano”, enfatizou. Entre outros fatores positivos, o executivo destacou a queda no desemprego e os programas sociais.

Para o ano de 2024, a projeção da Abras é de crescimento de 2,5%. Segundo Milan, o controle da inflação está permitindo a recomposição do poder de compra dos consumidores, enquanto o reajuste do salário minimo acima da inflação oficial também deve ajudar a impulsionar as compras nos próximos meses.

“O cenário macroeconômico sinaliza para um crescimento gradual do consumo ao longo do ano acompanhando as sazonalidades, o comportamento das principais safras, os fatores climáticos como excesso de chuva, secas e ondas de calor e a demanda internacional de alimentos”, afirma o vice-presidente da associação.

Há ainda o efeito do pagamento do abono salarial do PIS/Pasep, que deve, segundo a Abras, destinar R$ 28 bilhões a 25 milhões de trabalhadores. (Agência Brasil)

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Dólar fecha a R$ 4,95, após chegar a R$ 5 no início do dia

Após iniciar o dia alcançando a barreira de R$ 5, o dólar inverteu o movimento e encerrou em baixa, com o alívio nos mercados externos e com a venda de divisas. Impulsionada pela valorização do minério de ferro, a bolsa de valores subiu mais de 1% e recuperou-se da queda da véspera.

O dólar comercial encerrou esta terça-feira (23) vendido a R$ 4,955, com queda de R$ 0,028 (-0,66%). A cotação chegou a R$ 5,002 pouco após a abertura dos negócios, às 9h, mas inverteu o movimento ainda na primeira hora de negociação, até acelerar a queda ao longo da tarde.

Apesar do recuo desta quinta, a moeda norte-americana acumula alta de 2,14% em 2023. Apenas nos últimos 11 dias, a divisa sobe 2,02%, desde que aumentaram as expectativas de que os Estados Unidos só comecem a reduzir os juros em maio.

No mercado de ações, o dia também foi marcado pelo alívio. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 128.263 pontos, com alta de 1,31%. O indicador foi impulsionado pela recuperação do minério de ferro no mercado internacional, o que puxou as ações de mineradoras.

Na segunda-feira (22), o dólar encostou em R$ 5 por causa de preocupações do mercado financeiro com eventuais efeitos da nova política industrial sobre as contas públicas. Nesta terça, prevaleceu a melhoria no mercado internacional e a venda da moeda norte-americana por investidores que preferiram embolsar lucros.

Antes do lançamento do programa Nova Indústria Brasil, o dólar tinha subido e a bolsa caído por causa da divulgação de números que mostram que o mercado de trabalho continua aquecido e a inflação ao consumidor continua alta nos Estados Unidos. Os dados diminuem as chances de que o Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano) comece a reduzir os juros da maior economia do planeta em março.

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Entidades da indústria elogiam nova política para o setor

Lançado nesta segunda feira (22), o programa Nova Indústria Brasil recebeu elogios das entidades do setor. Os representantes de diversos segmentos da indústria classificaram o plano de moderno e positivo, num momento em que diversas economias desenvolvidas retomam as políticas industriais.

Em nota, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) elogiou a definição de metas e de prioridades para cada uma das seis missões definidas no plano. A entidade lembra que o programa anunciado nesta segunda segue os moldes de um plano entregue por ela própria ao governo no ano passado.

“A indústria brasileira precisa de instrumentos modernos e semelhantes aos que promovem a indústria nas nações líderes. É preciso recolocar a indústria no centro da estratégia de desenvolvimento, para que possamos retomar índices de crescimento maior e poder ofertar um caminho consistente e alinhado com o que os países desenvolvidos fazem”, destacou o vice-presidente da CNI, Léo de Castro, no comunicado.

A Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) também elogiou a nova política. Segundo a entidade, o novo plano demonstra que o governo reconhece a importância da indústria para o desenvolvimento do país.

“Uma indústria de transformação forte, inovadora, sustentável e competitiva é fundamental para que o Brasil deixe de ser uma economia de renda média e se transforme em um país desenvolvido, resolvendo nossos problemas econômicos e sociais”, ressaltou a Fiesp. Para a federação, o Brasil precisa retomar a política industrial num momento em que os Estados Unidos e diversos países europeus passaram a estimular o desenvolvimento das indústrias locais.

A Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) também elogiou o programa. Embora afirme que a perda de espaço da indústria na economia não possa ser ignorada, a entidade pediu que o governo fique atento para que os estímulos à indústria não desequilibrem as contas públicas e resultem em alta de juros no médio prazo.

“Sem equilíbrio fiscal, corremos o risco de interromper o atual ciclo de queda das taxas de juros, elemento vital para o desenvolvimento da indústria. É fundamental que as ações propostas não apenas tenham um impacto positivo na atividade industrial, mas que também estejam alinhadas à sustentabilidade fiscal”, destacou a Firjan no comunicado.

Outros setores

A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) informou que a nova política industrial dá previsibilidade para que o setor continue a investir e a gerar empregos. A entidade ressaltou, como ponto positivo, a preocupação com a queda das emissões de gás carbônico por meio de iniciativas como o Mover, novo regime automotivo para a produção de veículos mais seguros e menos poluentes.

“Estão contemplados, por exemplo, a sustentabilidade da frota automotiva, o estímulo à produção de novas tecnologias de mobilidade, a compra de máquinas nacionais para agricultura familiar, além da produção e uso do biodiesel”, comentou a Anfavea em nota.

Entidade do setor de fármacos, a Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma) pediu a aprovação do projeto de lei que tramita no Congresso desde 2022 que reduz, de 6,9 para 2 anos, o prazo para a liberação de patentes. Para a Interfarma, um sistema de propriedade intelectual forte e em linha com os principais tratados internacionais melhorará os investimentos em inovação em saúde.

Durante a apresentação da nova política industrial, o vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou que a aprovação do projeto é uma das prioridades do programa para estimular a indústria nacional de saúde.

Arte sobre nova política para desenvolvimento da indústria. Nova Indústria Brasil.
Arte/EBC

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Fazenda remaneja R$ 707 mi para ajudar produtores de leite

As cooperativas de produtores de leite terão direito a uma linha de crédito emergencial de R$ 707 milhões. O Ministério da Fazenda publicou nesta segunda-feira (22) uma portaria remanejando recursos do Plano Safra 2023/24 para a linha temporária e especial de crédito para capital de giro.

Chamada de Programa de Capitalização de Cooperativas Agropecuárias (Procap-Agro Giro) Faixa 2, a linha emergencial tem como objetivo socorrer os produtores afetados pelo baixo preço do leite. Até 30 de junho, eles poderão contrair empréstimos de 8% ao ano e 60 parcelas, com carência de 24 meses para o pagamento da primeira.

A criação da linha de crédito foi aprovada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em dezembro. Duas instituições financeiras, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Banco do Brasil (BB), vão operar os financiamentos. O BNDES terá R$ 507,485 milhões para emprestar e o BB, R$ 200 milhões. (Agência Brasil)

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Dólar aproxima-se de R$ 5 após anúncio de nova política industrial

A nova política industrial, lançada nesta segunda-feira (22), não teve boa recepção no mercado financeiro. O dólar aproximou-se de R$ 5 e fechou na maior cotação do ano. A bolsa de valores caiu quase 1% e atingiu o menor nível em 40 dias.

O dólar comercial encerrou esta segunda vendido a R$ 4,988, com alta de R$ 0,061 (+1,24%). A divisa iniciou o dia em leve alta, mas passou a disparar ainda durante a manhã, assim que o governo anunciou o programa Nova Indústria Brasil. Na máxima do dia, por volta das 13h45, alcançou R$ 4,99.

Com o desempenho desta segunda, a moeda norte-americana acumula alta de 2,78% em janeiro. Somente nos últimos dez dias, o dólar subiu 2,68%.

O dia também foi tenso no mercado de ações. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 126.602 pontos, com recuo de 0,81%. O indicador está no menor nível desde 12 de dezembro e acumula queda de 5,65% em 2024.

Há cerca de dez dias, o dólar começou a subir, e a bolsa a cair, por causa da expectativa de que o Banco Central norte-americano só comece a cortar os juros em maio. Taxas altas em economias avançadas estimulam a fuga de capitais de países emergentes, como o Brasil.

Nesta segunda-feira, porém, prevaleceram as preocupações com os efeitos da política industrial sobre as contas públicas. Isso porque o plano, que prevê R$ 300 bilhões em financiamentos e medidas como subsídios e incentivos tributários, trará dificuldades à equipe econômica em atingir a meta de zerar o déficit primário neste ano, como determina a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).

No exterior, as principais bolsas subiram nesta segunda e o dólar encerrou o dia praticamente estável, com pequena alta em relação às principais moedas internacionais.(Agência Brasil)

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Uso de cheques no Brasil cai 95% desde 1995

O número de cheques usados pelos brasileiros em 2023 apresentou queda de 17% em relação ao ano de 2022, segundo informou nesta segunda-feira (22) a Federação Brasileira de Bancos (Febraban). No ano passado, foram compensados 168,7 milhões de cheques. Na comparação com 1995, início da série histórica, quando foram compensados 3,3 bilhões de cheques, a queda registrada é de 95%. As estatísticas têm como base o Serviço de Compensação de Cheques (Compe).

“Os dados também apontam redução no volume financeiro dos cheques e no número dos documentos devolvidos e nos devolvidos sem fundos na comparação desde 1995. Naquele ano, o volume financeiro dos cheques compensados totalizou R$ 2 trilhões. Em 2023 o valor passou para R$ 610,2 bilhões, uma queda de 70,18%. Na comparação com 2022, houve redução de 8,5%, quando o montante atingiu R$ 668,8 bilhões”, informou a entidade.

No ano passado, foram devolvidos 18 milhões de cheques, o que representou 10,67% no total de cheques compensados no país, e uma queda de 7,9% na comparação com 2022, quando foram devolvidos 19,5 milhões de documentos. Os cheques podem ser devolvidos por motivos como não terem fundos, por irregularidades ou erro de preenchimento.

A entidade disse ainda que em relação aos cheques devolvidos sem fundos, o total caiu de 15 milhões, em 2022, para 13,6 milhões no ano passado, uma redução de 9%.

Na comparação com 1997, quando esses dados começaram a ser registrados, o número de cheques devolvidos sem fundo foi de 56,8 milhões.

A Febraban credita a diminuição no número de cheques devido ao avanço de meios de pagamento digitais, como internet e mobile banking, e a criação do Pix em 2020.

“A pandemia estimulou o uso dos canais digitais dos bancos e, hoje, quase 8 em cada 10 transações bancárias realizadas no Brasil são feitas em canais digitais, como o mobile banking e internet banking (77%). Soma-se a isso a preferência dos brasileiros pelo Pix, que vem se consolidando como o principal meio de pagamento utilizado no país”, afirma Walter Faria, diretor-adjunto de Serviços da Febraban.

Em relação aos pagamentos, a Febraban destaca que apesar da redução no volume de transações, o tíquete médio do cheque aumentou no último ano: passou de R$ 3.257,88 em 2022 para R$ 3.617,60 em 2023. Segundo a entidade, isso pode ser explicado como uma escolha dos brasileiros para as transações de maior valor

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Grupo Stellantis compra 70% da campineira DPaschoal

A Stellantis, marca que é proprietária das Fiat, Jeep, Peugeot, Citroen, entre outras, adquiriu 70% do controle acionário da DPaschoal (DPK, KDP, AutoZ, Maxxi Trainning, Kmaxx, Recmaxx, Autocred e Maxxipel). Com mais 74 anos no mercado e mais de 2.800 funcionários, a empresa campineira de serviços automotivos especializados tem 128 lojas em quatorze estados, além de 28 centros de distribuição de pneus e peças.

A Stellantis pretende aumentar o numero de lojas, já que os proprietários das concessionarias das várias marcas vão, no futuro, poder abrir “franquias”. Além disso, a nova proprietária pretende internacionalizar a empresa de serviços.

Com a aquisição, a marca entra num negocio de peças de reposição que gira em torno de 61 bilhões de reais e amplia a sua a participação no mercado de pós-venda e serviços multimarcas no Brasil. A operação também entra num mercado que as concessionárias pouco atendem, que são os modelos que já não dispõem de garantia e procuram as oficinas independentes.

A operação está em linha com o objetivo estratégico de expansão regional, além de fortalecer a capacidade para responder às demandas mais complexas dos consumidores.

“Avançamos como uma mobility tech company, uma empresa capaz de atender a todas as necessidades de mobilidade e serviços de nossos clientes”, afirma Emanuele Cappellano, presidente da Stellantis para a América do Sul. “Essa é uma das metas do plano estratégico global de longo prazo da empresa, o Dare Forward 2030 e, com essa aquisição, a Stellantis torna-se o maior distribuidor de autopeças na América do Sul. É um passo coerente que se soma à recente aquisição da Norauto na Argentina, empresa especializada na comercialização de produtos e serviços automotivos”, exemplifica Cappellano.

A DPaschoal encerrou 2023 com o faturamento de R$ 2,6 bilhões. O ex-proprietário da empresa Luís Norberto Pascoal, manterá os 30% restantes das ações da companhia e seguirá como vice-presidente do conselho de administração.

“O Brasil é um dos mercados automotivos mais promissores do mundo e, por esta razão, a Stellantis estabeleceu um plano de expansão regional, a fim de aumentar sua capacidade de atendimento ao consumidor ao longo de sua jornada. Com essa aquisição, será possível atender aos clientes de todas as marcas de veículos em suas necessidades de mobilidade segura, acessível e sustentável”, explica Paulo Solti, vice-presidente de Peças e Serviços da Stellantis América do Sul.

Mercado

O mercado de autopeças movimentou mais de R$ 96 bilhões na América do Sul em 2022. Só no Brasil, o setor transacionou mais de R$ 61 bilhões no período. Desse montante, 20% equivalem a peças originais (OEM) e 80% correspondem a peças de fabricantes independentes no mercado de reposição e pós-vendas (IAM).

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Preço da gasolina tem redução em todo o Brasil

O valor médio nacional do litro da gasolina fechou a primeira quinzena do ano a R$ 5,77, com queda de 0,35%, ante dezembro, segundo a pesquisa do IPTL – Índice de Preços Edenred Ticket Log.

“Bem como nos últimos meses do ano anterior, a gasolina continua em baixa no país. Fatores externos, como o aumento do consumo do etanol e a queda no preço do petróleo, podem contribuir para que o preço do combustível recue um pouco mais. Devemos observar esses reflexos e como devem impactar na média ofertada nas bombas aos motoristas nos próximos dias”, analisa Douglas Pina, diretor-geral de Mobilidade da Edenred Brasil.

Entre as regiões brasileiras, todas registraram redução no litro da gasolina, com destaque para o Norte, que apesar de comercializar o maior preço médio entre as demais, vendido a R$ 6,20, registrou a redução mais expressiva de todo o território nacional, em relação ao mês anterior, de 1,27%. Já a média mais baixa foi identificada nas bombas de abastecimento do Sudeste, por R$ 5,67.

Crédito: Freepik

 

O Amazonas concentrou o recuo mais expressivo para a gasolina, de 5,49%, que fechou a R$ 6,03. Ainda assim, a gasolina mais barata foi comercializada no Distrito Federal, a R$ 5,54. Apenas dois estados apresentaram alta no preço do combustível, com destaque para o Pernambuco, onde o litro fechou a R$ 5,71, com aumento de 2,88%. A gasolina mais cara de todo o território nacional foi identificada nos postos do Acre, a R$ 6,63. 

O etanol também ficou mais barato para os motoristas brasileiros e a média nacional fechou os primeiros dias de janeiro a R$ 3,61, recuo de 2,43%. 

Bem como no mês de dezembro, novamente o Centro-Oeste fechou com a média mais baixa do país para o combustível  (R$ 3,46), valor 1,14% menor, ante dezembro. Ainda assim, a maior redução foi registrada na Região Sul, a 2,02%, onde o litro do etanol fechou a R$ 3,89. O IPTL não identificou aumento entre as regiões, porém o litro com a média mais alta foi encontrado nos postos do Norte, a R$ 4,58. 

Entre os estados, o Alagoas registrou a redução mais significativa para o etanol de 4,11%, vendido à média de R$ 4,20. Já nos postos de Mato Grosso, o combustível foi encontrado pelo menor preço médio do país, a R$ 3,33. 

O aumento mais expressivo para o etanol, de 1,24%, foi localizado em Pernambuco, comercializado a R$ 4,09, e a média mais alta, em Rondônia, a R$ 4,86.

“A gasolina foi considerada vantajosa para o abastecimento em oito estados, enquanto o etanol em 16 e no Distrito Federal. Além de ser mais barato, o etanol é ecologicamente mais viável por oferecer menor impacto ao meio ambiente ao contribuir com a redução das emissões de gases responsáveis pelas mudanças climáticas”, conclui Pina.

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Moderna fábrica da VW e Audi no Paraná completa 25 anos

Em 18 de janeiro de 1999 era inaugurada a fábrica mais moderna do Brasil, em São José dos Pinhais – PR. A fábrica, com um conceito revolucionário para a época, foi erguida pela Volkswagen e Audi do Brasil e produziu nada menos que, VW Golf e Audi A3, e depois o VW Fox. Atualmente com uma área construída de 1.300.000 m², ao longo destes 25 anos já foram produzidos mais de 3 milhões de veículos.
Atualmente, a fábrica produz o modelo Volkswagen T‑Cross e os Audis Q3 e Q3 Sportback.

“Esse é um momento muito importante para a fábrica da Volkswagen do Brasil em São José dos Pinhais. Nesses 25 anos, já foram produzidos na unidade modelos que fazem sucesso nas ruas até hoje, como o Golf, Fox, CrossFox e SpaceFox, além da Saveiro”, celebra Cesar Drazul, plant manager da fábrica da Volkswagen do Brasil em São José dos Pinhais.

“Em um ano em que completamos três décadas de operação no Brasil, é uma alegria imensa poder celebrar também os 25 anos da fábrica da Audi do Brasil em São José dos Pinhais. Uma fábrica que já produziu diversos modelos icônicos da marca”, afirmou Daniel Rojas, CEO e Presidente da Audi do Brasil. Na foto abaixo, produção da Audi do Brasil.

Modernidade

Conhecida pela sustentabilidade nos processos produtivos, a fábrica da Volkswagen e da Audi do Brasil em São José dos Pinhais se destaca por utilizar tecnologia avançada em todo o seu processo de produção, como a solda a laser, e pelo pioneirismo no uso de tinta à base de água na pintura de automóveis. Com esse processo produtivo, a fábrica evita a emissão de solventes, além de possuir um avançado processo de tratamento de efluentes, que trata os esgotos convencionais e industriais.

Nos escritórios e nas áreas produtivas, se destaca o uso da iluminação natural em grande escala, o que contribui para a redução do consumo de energia e bem-estar dos colaboradores. Além disso, a ampliação do uso de telhas de policarbonato transparentes nas áreas produtivas intensificou a incidência da iluminação natural e economia de energia.

Uma estação meteorológica instalada no prédio da Pintura monitora as variações climáticas como temperatura externa, umidade relativa do ar e volume de chuva. Com os dados, a unidade consegue racionalizar o uso de energia e de gás natural ao controlar de forma precisa a quantidade de água fria ou quente fornecida para a climatização das cabines de pintura automotiva.

Em dias quentes, por exemplo, a fábrica reduz o consumo de gás natural usado para aquecer caldeiras e, em dias frios, reduz a energia elétrica usada nos equipamentos que fornecem água gelada para resfriamento.

A fábrica da Volkswagen e da Audi do Brasil em São José dos Pinhais também atua ativamente em prol da biodiversidade e para melhorar a qualidade ambiental, visando um futuro sustentável. Ao redor da unidade de produção há um espaço de cerca de 300 mil metros quadrados de reflorestamento, onde são plantadas árvores nativas.

São mais de 85 mil árvores plantadas, sendo mais de 10 mil araucárias, o símbolo do Paraná. Nesse grande espaço verde convivem cerca de 20 espécies de mamíferos e 200 de aves residentes e migratórias – algumas delas ameaçadas de extinção, como o garimpeiro, a gralha-azul e o cais-cais; além de alguns peixes e répteis nos lagos do espaço de reflorestamento.

História

1999: Inauguração da fábrica e produção do VE Golf e Audi A3.

2003: Lançamento do Fox.

2005: Lançamento do CrossFox.

2011: Marco de 500 mil Golf produzidos.

2012: Dois milhões de veículos produzidos.

2013: Anúncio do investimento de R$ 520 milhões para a produção do Novo Golf e a chegada da plataforma MQB na unidade.

2015: Lançamento da linha Fox Rock in Rio e produção do Audi A3 Sedan.

2016: Produção do Novo Golf e Audi Q3.

2017: Início da produção do Fox Connect e Fox Xtreme.

2018: Anúncio do investimento de R$ 2 bilhões para o desenvolvimento e a produção do SUV T‑Cross e o marco de 2,6 milhões de veículos produzidos desde 1999.

2019: 20 anos da unidade, com início da produção do T‑Cross.

2020: VW celebra marco de 100 mil unidades do T‑Cross produzidas no PR.

2021: VW T‑Cross atinge marca de 200 mil unidades produzidas no PR.
2022: a Audi começa a produzir os modelos Q3 e Q3 Sportback.

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