Volkswagen do Brasil

Em 48 horas, VW recebe mil pedidos de Certificados de Clássicos

A Volkswagen do Brasil recebeu mais de 1.000 solicitações para obtenção do Certificado de Veículos Clássicos nas últimas 48 horas. O documento oficial, com número serial único e lançado esta semana pela Volkswagen do Brasil, reconhece e exalta as características de produção de modelos clássicos fabricados em território nacional, e também fornece dados originais de produção, que podem ser úteis para preservar e restaurar os veículos da marca.

A ‘Certidão de Nascimento’ é emitida através do VW Collection para veículos que tenham pelo menos 20 anos. A solicitação pode ser feita de maneira online no site oficial: www.vwcollection.com.br/institucional/certificado-classico-vw/. O site, aliás, recebeu mais de 22 mil acessos desde que foi ao ar, na última terça-feira.

O valor arrecadado com as vendas do Certificado de Veículos Clássicos Volkswagen suportará financeiramente a Garagem VW na preservação e no restauro dos veículos do acervo histórico. Atualmente, a VW mantém em excelente estado de conservação mais de 100 carros do grupo, que é a maior coleção coordenada por uma montadora no Brasil.

O Certificado VW foi emitido primeiramente para três unidades da Garagem VW: a Kombi ‘Corujinha’ 1960, com pintura saia-e-blusa nas cores Vermelho Calipso e Branco Lótus; o TL 1972, na cor branco-lótus; e o Gol 1300, na cor Vermelho Calipso, e primeiro Gol “placa preta” da história.

A Volkswagen Alemanha foi parceira na iniciativa da certificação, sendo utilizada como referência. Através dela, a Volkswagen do Brasil também teve conhecimento do interesse de colecionadores do mundo inteiro aos veículos produzidos localmente, sendo um fator adicional para a decisão da criação do certificado local, que tornou o Brasil a ser o segundo país, dentro da VW, a oferecer esse serviço aos seus clientes.

Tudo foi criado a partir da base de dados de produção da marca no Brasil, que remonta às origens da operação nacional, nos anos 1950. Até o final dos anos 1980, as informações eram registradas em fichas de papel, manuscritas, que passaram por diversas modificações ao longo dos anos.

Esses documentos eram preservados em microfilmes contendo milhares de fichas cada, que juntos somam cerca de 6,5 milhões de registros. Para fins de preservação, a Volkswagen agora digitalizou esses documentos, o que também viabilizou a criação dos certificados.

Como funciona?

Quando o cliente solicita a certidão, a equipe especializada de Desenvolvimento do Produto e de Vendas busca pelas informações de cada veículo em um processo praticamente artesanal. Depois disso, o certificado é emitido e enviado para impressão. O documento também recebe autógrafo de autenticidade das áreas responsáveis pela preservação destes dados e também da Garagem VW, o Desenvolvimento do Veículo Completo e o Departamento de Imprensa da VWB.

Mas como a paixão dos proprietários pelos carros clássicos da Volkswagen é imensa e o interesse pelo certificado tem sido altíssima, o tempo para análise da documentação, bem como o prazo de resposta aos interessados pode ultrapassar o período inicial previsto de dez dias.

Serviço:
Certificado de Veículos Clássicos Volkswagen
Consultas disponíveis no site: www.vwcollection.com.br/institucional/certificado-classico-vw/

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Volkswagen Tiguan retorna ao mercado brasileiro ainda este ano

Lançado em 2009 no Brasil, o Tiguan logo se tornou um dos SUV mais desejados do mercado. Agora o modelo retorna ao mercado na sua versão mais sofisticada, Allspace, para complementar a linha de utilitários esportivos da marca alemã.

Com sete lugares e o design mais moderno, o Tiguan contará com motor de dois litros TSi.

“O Tiguan sempre foi sinônimo de conforto, segurança e dirigibilidade quando falamos de estar em família ou amigos à bordo de um VW. Retomar a comercialização do modelo no Brasil reforça nossa conexão com os apaixonados pela marca e pelo modelo”, ressalta Ciro Possobom, CEO da Volkswagen do Brasil.

Curiosidade

O nome Tiguan surgiu da associação do felino Tigre com a versatilidade da Iguana.

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Grupo Germânica abre em Valinhos mais uma concessionária Volkswagen

O Grupo Germânica, uma das maiores redes de concessionárias do interior de São Paulo, inaugurou ontem (24), em Valinhos, a sua 33ª revenda. O evento contou com a presença do CEO da Volkswagen do Brasil, Ciro Possobom e do vice-presidente de Vendas & Marketing da Volkswagen do Brasil, Roger Corassa.

“Meu agradecimento especial a todos que se dedicaram e viabilizaram este mais novo investimento do grupo. Construímos a loja em tempo recorde e de acordo com o novo conceito da Volkswagen”, destacou o diretor do Grupo Germânica, Evandro Garms.

Localizada na Avenida Joaquim Alves Corrêa, 1974, no Jardim Santo Antonio, a nova concessionária do Grupo Germânica recebeu mais de R$ 12 milhões de investimento e gerou cerca de 40 empregos diretos. Tem 2.800 metros quadrados de área construída e um visual leve, sofisticado e ousado que traduz o New Brand Design da Volkswagen.

Ciro Possobom, CEO da Volkswagen do Brasil, enalteceu a grandeza do Grupo Germânica e disse que se sentiu honrado em participar da inauguração. “É uma honra participar da inauguração desta nova casa em Valinhos”, afirmou.

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Volks lança novo capítulo na história dos modelos em homenagem a bandas e festivais

Tradição na Europa, a Volkswagen vem marcando a história com veículos especiais relacionados a bandas musicais. O primeiro foi em 1992, o Golf Gênesis, e dois anos depois, o Golf Pink Floyd. Essa experiência positiva fez a Volkswagen do Brasil acompanhar a matriz e marcar seus apoios a bandas ou eventos musicais.

No Brasil o primeiro foi a série Rolling Stones, em 1995, que marcava a passagem da banda inglesa pelo Brasil e de uma das maiores turnês musicais de todos os tempos.

À época, o Gol era o carro mais vendido do Brasil pelo oitavo ano seguido (O Gol teve a sua produção encerrada no ano passado depois de XX anos como o carro mais vendido) e foi identificado com o nome do grupo e o tema “Voodoo Lounge”, que simbolizava a turnê que dava nome ao 22º disco dos Stones.


Baseado numa das versões de entrada, a CLi, já que visava o publico jovem, o carro era equipado com um motor 1,6 litro e tinha itens de conforto interessantes para aqueles tempos: aquecimento interno, anti-embaçante e limpador/lavador para o vidro traseiro, vidros verdes e pára-brisa degradê, volante de direção espumado, conjunto de preparação para o som, com antena no pára-brisa, e toca-fitas Volksline.

O comprador de “presente” recebia uma fita cassete do álbum dos Rolling Stones, “Voodoo Lounge”. As cores oferecidas eram vermelho, preto branco e azul. Hoje, é modelo de coleção.

Show

Outros destaques foram os modelos que registraram o apoio ao maior festival de musica do Brasil: Rock in Rio.

O primeiro foi em 2011 quando a Volkswagen, para marcar a décima edição do evento lançou o Gol e Fox Rock in Rio. Os modelos recebiam acabamento e cores, azul e branco, inspirado nas cores e temáticas do evento. E eram muito bem equipados.

Com motorização de um litro flex, o modelo se destacava pelo largo adesivo que corria ao longo das duas portas, na parte inferior, com o logotipo Rock in Rio. O friso descaracterizava uma banda de rock tocando e o público curtindo. Nos dois modelos vários adesivos destacavam que eram uma serie especial alusiva ao Rock in Rio.
De “brinde” os compradores ganhavam uma senha exclusiva, que dava o direito a baixar pela internet as músicas do evento. A série especial foi limitada em 2700 unidades do Gol e 1050 do Fox.

Em 2013 o Fox voltou a ser o modelo para a edição especial. Desta vez o modelo/roqueiro foi comercializado durante seis meses e vinha mais uma vez com enormes faixas laterais destacando a silhueta de uma guitarra. O Fox Rock in Rio era equipado com um motor 1,6 Total Flex e tinha rodas de liga leve de 15 polegadas.

Já em 2015, a marca alemã ousou customizando o Gol, Fox e Saveiro, Os três modelos partiam de unidades Comfortline e tinham motorizações 1,0 (no Gol) e 1,6 litro (na Saveiro e Fox) .

Eram muito completos: ar-condicionado, direção hidráulica, conjunto elétrico, rodas de 15 polegadas Gobi e pneus 195/55 R15, rádio CD-Player com sistema Bluetooth e faróis duplos com máscara negra. O volante multifuncional era revestido de couro com costura vermelha.

Agora a marca se destaca com o lançamento da edição especial do suv T‑Cross The Town. O modelo chega para marcar o evento que será realizado em setembro, na cidade de São Paulo.

Equipado com motor 200 TSI, a versão tem a pintura em dois tons e é bem equipada. Os bancos são revestidos de couro e possuem costura aparente em azul.

Os compradores do T‑Cross The Town “recebem” um kit exclusivo com itens da edição limitada VW Collection The Town, como, caixa personalizada com mochila dobrável com logo VW + The Town, squeeze de metal e boné.

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Teste: Volkswagen Jetta GLi tem de sobra conforto e desempenho

Lançado nos Estados Unidos em 1984, o quase quarentão Volkswagen Jetta GLi sempre foi um modelo diferenciado e desejado. Produzido no México, o Golf com porta-malas, como ficou conhecido, se destaca pelo acabamento especial, bom espaço interno, design bonito e desempenho muito esportivo.

Recentemente o modelo ganhou uma edição comemorativa, a GLI 40th Anniversary Edition, limitada em 1.984 unidades e que não virá para o mercado nacional.

No Brasil chegou em 2019, trazendo todas as suas qualidades por um preço muito menor que o seus concorrentes. Em 2022 o Jetta GLi passou por uma renovação, que o deixou ainda mais esportivo, moderno e tecnológico.

A prova do desejo que provoca é que o modelo tem fila de espera de mais de quatro meses. Afinal, o GLi é mais potente e equipado que o seu concorrente direto, o Audi A3 sedan, e muito mais barato.

Esportivo

Por fora, o novo o GLI ganhou para-choques dianteiro e traseiro novos. A grade foi redesenhada com detalhes em “colmeia” na cor preta e a tradicional faixa vermelha, que destaca o modelo esportivo dos demais Jettas. Os faróis afinados são de full LED e dão um charme especial á dianteira.

A lateral, as elegantes linhas dão o tom da esportividade do sedã, com destaque para as caixas de rodas traseiras alargadas. Dentro das caixas, rodas liga-leve diamantadas de 18 polegadas calçadas com pneus 225/45 R18.

As lanternas traseiras em full LED são esguias. A traseira também ganhou novo difusor e sistema de escape com ponteiras mais ovaladas, garantindo um ronco esportivo.

Moderno

O interior segue o exterior, com muita esportividade e um bom padrão de acabamento. O novo volante é mais um dos destaques do modelo. Além da excelente empunhadura, conta com diversos comandos e aletas atrás, que possibilitam ao motorista não retirar as mãos do comando, ainda mais andando rápido.

O painel digital tem várias opções de configurações e no centro uma central multimídia de 10,1 polegadas, com o VW Play. Com possibilidade da conectividade sem fio para Apple CarPlay e Android Auto, a central conta com diversos aplicativos disponíveis para download, modo valet e conexão Wi-Fi via smartphone.

O espaço interno é muito bom para até quatro passageiros. Isso graças á distancia do entre-eixos, que é de 2,68 metros. Para segurança dos passageiros, o GLi vem de série com seis airbags (dois frontais, dois laterais e dois de cortina) e Isofix com top-tether para fixação de cadeirinhas de crianças no banco traseiro.

Veloz

Acelerar o Jetta GLi é uma alegria só. Equipado com um motor de quatro cilindros, dois litros, turbocompressor, injeção direta de combustível, comando de válvulas variável para admissão e escape, o esportivo entrega 231 cavalos de potência e 35,7 kgfm de torque. A transmissão é automática de dupla embreagem com sete velocidades.

Esse conjunto faz o modelo chegar aos 249 quilômetros por hora e acelerar de 0 a 100 km/h em 6,7 segundos.

O conjunto de tração, o diferencial de deslizamento limitado com sensor de torque controlado eletronicamente (VAQ), que monitora os dados de velocidade e força G lateral, faz os ajustes precisos para manter um equilíbrio ideal de torque entre as rodas dianteiras, transferindo mais força para a roda com maior capacidade de tração na curva.

Esse recurso, inédito no mercado, aumenta a velocidade em curvas e o deixa a “tocada” esportiva ainda mais prazerosa e especial.

Por falar em estabilidade, o sedã esportivo, mesmo em velocidades mais elevadas, está sempre na “mão” do motorista.


E para segurar tanta esportividade, o GLi está equipado com discos ventilados de 312 mm na dianteira e de 300 mm na traseira, transmitindo muita tranquilidade, já que pára sem desvios e em espaço curtos.

Preço
VW Jetta GLi R$ 216.990,00.

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Somente por  assinatura VW já está comercializando o seu SUV elétrico ID.4

Para marcar ainda mais as comemorações dos 70 anos da Volkswagen no Brasil, a marca alemã começou a comercializar o ID.4. O modelo é seu primeiro o SUV 100% elétrico introduzido no mercado nacional exclusivamente pelo programa de assinatura, o VW Sign&Drive.
 

Desde sua primeira aparição na América Latina em 2021, o modelo foi anunciado oficialmente em março deste ano. Junto com o ID.4, a Volkswagen também confirmou a chegada de algumas unidades o ID.Buzz (Kombi 100% elétrica).

Segundo Ciro Possobom, CEO da Volkswagen do Brasil, “depois de anos de trabalho, estudos e testes com nossos IDs, finalmente poderemos vê-los nas ruas com nossos clientes. O lançamento do ID.4 é um marco para a Volkswagen”.

Com o VW Sign&Drive, serviço de carro por assinatura da Volkswagen, oferecerá a possibilidade de contratação da assinatura em 24 meses -, com preço de R$ 9.990,00 já com todas os serviços do programa: manutenção, seguro, documentação, logística de entrega, assistência 24 horas, gestão de multas e serviço de rastreador.

Além disso, clientes poderão optar por incluir um wallbox de 7,4kW e, pela primeira vez no sistema de assinatura, o ID.4 poderá ser entregue blindado ao cliente, como opcional.

ID.4

O SUV elétrico da Volkswagen tem o conjunto elétrico montado no eixo traseiro de 150 kW segue oferecendo 204 cavalos e 31,6 kgfm de torque, com tração apenas nas rodas traseiras.
A autonomia, segundo a marca é de até 520 quilômetros (pelo sistema WLTP) ou 370 quilômetros (INMETRO).

A Germânica, concessionária Volkswagen na região de Campinas,  apresentou o SUV no último dia 20 de julho e já está comercializando o modelo.

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O automóvel queridinho de todos comemora hoje 77 anos

No dia 22 de junho de 1934, o ditador nazista Adolf Hitler determinou ao projetista Ferdinand Porsche a incumbência para que se desenvolve um veículo que fosse simples, barato e resistente, com foco nas classes mais populares da Alemanha e que pudesse andar até no deserto.

O projetista, juntamente com uma equipe de engenheiros, criou o Fusca que atendia exatamente ao que fora solicitado.

Lançado em 1938, o modelo popular foi ganhando muitas modificações ao longo dos 77 anos de existência e vendeu mais de 22 milhões de unidades em todo o mundo.

Brasil

Criado para ser barato, durável e com manutenção simples, o Fusca virou realmente sinônimo de carro do povo em dezenas de países. No Brasil, o valente foi fabricado de 1959 até 1996 e o modelo mais vendido por 23 anos. O sucesso era tanto, que chegou a ser mais de 30% da frota nacional.

De carro do povo, o Fusca virou celebridade em diversos filmes, o mais famoso o Herbie, da Disney, até carro da rebeldia dos jovens dos anos 70.

Em 1998 surgiu o Nem Beetle, uma modernização do Fusca, mas a produção já foi encerrada.

Nomes que o Fusca recebeu ao redor do mundo

Volla na África do Sul
Käfer ou Kugelporsche (“Porsche-bola”) na Alemanha
Coccinelle na BélgicaFrança e Haiti
Peta (“tartaruga”) na Bolívia
Sedan e depois Fusca (ou Fuca/Fuque) no Brasil
Косτенурка (Kostenurka, “tartaruga”) na Bulgária
Baratinha em Cabo Verde
Weevil no Canadá
Buba na Croácia
Boblen (bolha) na Dinamarca
Escarabajo ou Pichirilo no Equador
Chrobák na Eslováquia
Hrošč na Eslovênia
Escarabajo (escaravelho) na Espanha e parte da América Latina
Kakalardo no País BascoEspanha
Escarabat na CatalunhaEspanha
Bug ou Beetle nos Estados Unidos
Põrnikas na Estônia
Kotseng kuba (literalmente ‘”carro corcunda'”), Pagong (tartaruga), Ba-o (tartaruga em Cebuano), Boks nas Filipinas
Kuplavolkkari (kupla, bolha) na Finlândia
Σκαθάρι (“Skathári”, besouro) ou Σκαραβαίος (“Skaravéos”, escaravelho) na Grécia
Cucaracha ou Cucarachita (“Barata” e “Baratinha”) na Guatemala
Cucarachita (“Baratinha”) em Honduras
Bogár na Hungria
Kodok (“sapo“) na Indonésia
عقروقة (“Ag-ru-ga”) no Iraque
Bjalla na Islândia
חיפושית (“Hipushit”, Besouro) em Israel
Maggiolino na Itália. Também conhecido pelo apelido carinhoso de Maggiolone
Vabalas na Lituânia
Sedán ou Vocho no México
Boble (“bolha“) na Noruega
Kever (“besouro“) nos Países Baixos e na Bélgica
Foxi no Paquistão
Garbus (“corcunda”) na Polónia
Volky em Porto Rico
Carocha em Portugal
Brouk na República Checa
Cepillo (“Escova”) na República Dominicana
Broscalanu’ or Broscuţa (sapinho) na Romênia
Bagge (contração de skalbagge, besouro) ou bubbla (bolha) na Suécia
Mgongo wa Chura (“costas de sapo”) e Mwendo wa Kobe (“velocidade de tartaruga”) em Swahili na Tanzânia
Kaplumbağa ou tosbağa (“tartaruga”) ou vosvos na Turquia
Bhamba datya em Shona no Zimbabwe
Mbatsani (Amêijoa) ou Xifufu-n’hunu (Joaninha, Besouro) em Moçambique

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Volkswagen comemora os 50 anos da inovadora Brasília

A menos de um mês para comemorar os seus 70 anos de sucesso no Brasil, a Volkswagen já está em festa por conta de outra data importante: os 50 anos do lançamento da Brasília.

O modelo, que homenageava a Capital Federal, chegou ao mercado como uma revolução graças ao espaço interno, design moderno e motor resistente.

Com a mensagem publicitaria, “Uma nova tendência estilística para o automóvel brasileiro”, nascia a Brasília em junho de 1953. Nascia também um modelo icônico para a indústria nacional e que popularizou o segmento de hatches por aqui.
No bonito museu que a marca alemã guardada algumas preciosidades no interior da fábrica da Anchieta, em São Bernardo do Campo, a Brasília tem um lugar de destaque.

1982 a última

No museu, onde tem modelos raros e valiosos, a Volkswagen do Brasil mantém uma unidade: uma Brasília 1982. A unidade foi uma das últimas produzidas antes do fim do modelo, saiu diretamente da linha de produção para as salas da engenharia da Volkswagen. Nunca emplacado, o modelo mantém toda sua originalidade e tem exatos 460 quilômetros marcados em seu hodômetro. Seu motor é um 1,6 litro a gasolina e carburação dupla.

Entre os destaques da unidade, pintada na cor metalizada Verde Mármore, estão o interior com revestimento vinílico nas portas e laterais de bancos, os detalhes em madeira no painel e até um simpático relógio do lado esquerdo do quadro de instrumentos. A versão LS também ostenta acendedor, bancos dianteiros com encosto para a cabeça e desembaçador traseiro.

Primeiro hatch

Em quase 10 anos de produção, o Brasília atingiu a marca de 1 milhão de unidades fabricadas em seu sétimo ano de mercado. Foi o segundo veículo a conquistar tal feito – o primeiro foi o Fusca.

Seu projeto começou ainda no início da década de 1970, com estudos e testes. O ponto de partida foi a plataforma mecânica da linha VW-1600, mas sua diretriz era clara: o mercado precisava de um veículo totalmente novo em estilo, em desempenho e de preço competitivo.

O primeiro passo foi a definição preliminar do estilo do veículo, sendo aprovado pelo então presidente da Volkswagen, Rudolf Leiding, e fruto do traço do designer Marcio Piancastelli.

O veículo concebido tinha o seu ponto marcante no tamanho do para-brisa dianteiro, de dimensões realmente incomuns para a época. Fato curioso é que os técnicos chegaram às primeiras medidas visando o estabelecimento das dimensões aproximadas que o veículo teria, adotando como padrão de medida um boneco com o tamanho exato de um brasileiro médio.

Vale ressaltar também que, absolutamente todo o processo de desenvolvimento do veículo, desde o projeto de estilo da carroçaria aos protótipos, esteve a cargo de engenheiros e técnicos brasileiros.

De linhas retas e equilibradas, a Brasília inaugurava uma nova tendência estilística para o automóvel brasileiro. Sua concepção obedeceu ao mais atualizado e racional design da indústria automobilística europeia da época.

Ainda seduzia amantes das viagens pelo grande porta-malas dianteiro de 135 litros e pelo bagageiro interno, que possuía 273 litros com a possibilidade de alcançar até 970 litros.

O responsável por fazer mover a Brasília era o motor 1.600 cm³ de 60 cavalos. Em 1975 veio a versão com dois carburadores, elevando a potência para 65 cavalos.

O modelo já trazia recursos de segurança como painel acolchoado, freios a disco na dianteira, trava especial no capô dianteiro e estrutura já desenvolvida para absorver a energia cinética em caso de colisão, preservando o habitáculo e a segurança dos ocupantes.

Foi exportado para mais de 25 países, incluindo México, Venezuela, Portugal e Nigéria, seus principais mercados. Saiu de cena em março de 1982.

 

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