Vacina

Consultórios Veterinários atendem na 5ª feira no Bosque e no Manoel de Nóbrega

No próximo dia 15, os moradores das regiões do Bosque e da Vila Padre Manoel de Nóbrega, vão ter á disposição dos seus animais os Consultórios Veterinários Móveis. Lá é possivel fazer consultas nos gatos e cães com um veterinário, vacinação e microchipagem. Os atendimentos, gratuitos, ocorrem das 9h às 12h e das 13h às 16h.

A unidade 1 do Consultório Veterinário Móvel está atendendo no Bosque dos Jequitibás, na rua Coronel Quirino, 2, região Central.

A unidade 2 está localizada no Centro Esportivo Brasil de Oliveira (antiga Praça dos Trabalhadores), na rua Dr. Mário Yahn, s/n,  Vila Padre Manoel da Nóbrega, região Noroeste. Os atendimentos também são das 8h às 12, e das 13h às 16h.

O atendimento é por ordem de chegada, com distribuição de senha, e não é preciso fazer agendamento prévio. Para ser atendido, é preciso ter mais de 18 anos, levar documentos pessoais e comprovante de residência com endereço de Campinas.

Cada estrutura tem a capacidade de fazer 100 atendimentos por dia. Para mais informações sobre os horários e serviços oferecidos pelo Departamento de Proteção e Bem-Estar Animal (DPBEA) o cidadão pode acessar o endereço eletrônico portalanimal.campinas.sp.gov.br.  Neste site, também é possível conhecer os animais do departamento que esperam por adoção.

Serviço

Programa de Consultórios Veterinários Móveis – Prefeitura Municipal de Campinas

Unidade 1 – até 15/8
Local: Bosque dos Jequitibás
Endereço: Rua Coronel Quirino, 2, Região Central
Horário: Atendimento de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 16h

Unidade 2 – até 15/8

Local: Centro Esportivo Brasil de Oliveira (antiga Praça dos Trabalhadores)
Endereço: Rua Dr. Mário Yahn, s/n, Vila Padre Manoel da Nóbrega, Região Noroeste.
Horário: Atendimento de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 16h.

O que levar: documentos pessoais e comprovante de residência em Campinas. É preciso ter mais de 18 anos.

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Campinas começa a vacinar pessoas de até 45 anos contra HPV

A Secretaria de Saúde de Campinas iniciou hoje (18), a aplicação de vacina contra HPV para pessoas de até 45 anos que fazem profilaxia pré-exposição (PrEP) ao HIV. A dose está disponível nos 68 centros de saúde (CSs) e a medida deve contemplar 2 mil pessoas atendidas pelo Centro de Referência em IST, HIV/Aids e Hepatites Virais.

A Pasta segue as diretrizes do Ministério da Saúde definidas em nota técnica. Ela estipula dose única às pessoas de 15 a 45 anos que estão realizando o procedimento no momento.

A coordenadora do Programa de Imunização, Chaúla Vizelli, explicou que a PrEP no Brasil está indicada para pessoas a partir de 15 anos, com peso corporal igual ou superior a 35 kg, sexualmente ativas e que apresentam contextos de risco aumentado para infecção pelo HIV.

“Oportunizar o acesso à vacina pode ser considerada uma ação com impacto na prevenção das neoplasias relacionadas ao HPV, principalmente o câncer anal”, afirmou. A infecção por HPV eleva o risco de transmissão do HIV.

Desde abril deste ano há indicação de dose única para todas as pessoas de até 19 anos. A vacinação em adolescentes é indicada por ao menos 100 países e vários deles já possuem estudos de impacto desta estratégia com resultados positivos sobre prevenção e redução das doenças ocasionadas pelo vírus (câncer do colo do útero, vulva, vagina, região anal, pênis e orofaringe e verrugas genitais). É importante receber a vacina na faixa etária recomendada, uma vez que a produção de anticorpos é maior nestas idades.

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Brasil deixa lista dos 20 países com mais crianças não vacinadas

O ano de 2023 marcou um avanço do Brasil na imunização infantil e fez o país deixar o ranking das 20 nações com mais crianças não vacinadas. A constatação faz parte de um estudo global divulgado nesta segunda-feira (15) pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e a Organização Mundial da Saúde (OMS).

A pesquisa revela que o número de crianças que não receberam nenhuma dose da DTP1 caiu de 710 mil em 2021 para 103 mil em 2023. Em relação à DTP3, a queda entre os mesmos anos foi de 846 mil para 257 mil. A DTP é conhecida como a vacina pentavalente, que protege contra a difteria, o tétano e a coqueluche.

Com a redução na quantidade de crianças não vacinadas, o Brasil, que em 2021 era o sétimo no grupo dos países com mais crianças não imunizadas, deixou a lista negativa. O Brasil apresentou avanços constantes em 14 dos 16 imunizantes pesquisados.

A chefe de Saúde do Unicef no Brasil, Luciana Phebo, destacou que o comportamento da imunização infantil no país é uma retomada após anos de queda na cobertura de vacinação. Ela ressalta a importância de o país seguir em busca de avanços, inclusive levando a vacinação para fora de unidades de saúde, exclusivamente.

“É fundamental continuar avançando ainda mais rápido para encontrar e imunizar cada menina e menino que ainda não recebeu as vacinas. Esses esforços devem ultrapassar os muros das unidades básicas de saúde e alcançar outros espaços em que crianças e famílias – muitas em situação de vulnerabilidade – estão, incluindo escolas, Cras [Centro de Referência de Assistência Social] e outros espaços e equipamentos públicos”, assinala.

No mundo

O resultado de avanço do Brasil está na contramão do cenário global, no qual houve aumento no número de crianças que não receberam nenhuma dose da DTP1, passando de 13,9 milhões em 2022 para 14,5 milhões em 2023.

O número de crianças que receberam três doses da DTP em 2023 estagnou em 84% (108 milhões). A DTP é considerada um indicador chave para a cobertura de imunização global.

Em 2023 havia no mundo 2,7 milhões de crianças não vacinadas ou com imunização incompleta, em comparação com os níveis pré-pandemia de 2019.

Ao todo, o levantamento do Unicef e da OMS traz dados de 185 países.

Efeito da não vacinação

Uma forma prática de entender a importância da vacinação é por meio da observação de certas doenças, como o sarampo, que apresentou surtos nos últimos cinco anos.

A cobertura vacinal contra o sarampo estagnou, deixando cerca de 35 milhões de crianças sem proteção ou com proteção parcial. Em 2023, apenas 83% das crianças em todo o mundo receberam a primeira dose do imunizante. Esse patamar fica abaixo da cobertura de 95% necessária para prevenir surtos, mortes desnecessárias e alcançar as metas de eliminação do sarampo.

Nos últimos cinco anos, surtos de sarampo atingiram 103 países – onde vivem aproximadamente três quartos dos bebês do mundo. A baixa cobertura vacinal nessas regiões (80% ou menos) foi um fator importante. Por outro lado, 91 países com forte cobertura vacinal não experimentaram surtos.

HPV em meninas

Um dado positivo, porém, insuficiente no levantamento, é a vacinação de meninas contra o papilomavírus humano (HPV), causador do câncer do colo do útero. A proporção de adolescentes imunizados saltou de 20% em 2022 para 27% em 2023.

No entanto, esse nível de cobertura está bem abaixo da meta de 90% para eliminar esse tipo de câncer como um problema de saúde pública. Em países de alta renda, o nível é de 56%, e nos de baixa e média, 23%.

vacina contra o HPV é disponibilizada no Brasil pelo Sistema Único de Saúde (SUS). (Agência Brasil)

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Centros de Saúde vão abrir sábado para atender casos de dengue e vacinar

Doze centros de saúde de Campinas funcionam das 7h às 13h deste sábado, 1 de junho, para, principalmente, atender pacientes com sintomas de dengue e aplicar as vacinas que garantem proteção contra a doença, a gripe e a poliomielite.
O imunizante contra a dengue é aplicado em crianças e adolescentes de 10 a 14 anos. A dose contra a gripe é para todas as pessoas a partir de 6 meses de idade.

Já a campanha contra pólio é direcionada para todas as crianças de até 4 anos. O objetivo é reforçar a assistência à população diante do contexto de epidemia. Os centros de saúde que funcionam neste sábado são:

  • Florence
  • Valença
  • São Quirino
  • Aurélia
  • Aeroporto
  • Capivari
  • DIC I
  • Santa Lúcia
  • Santo Antônio
  • Vista Alegre
  • União de Bairros
  • Ipê

Confira os endereços dos centros de saúde no link: https://campinas.sp.gov.br/secretaria/saude/pagina/centros-de-saude.
As informações sobre vacinas estão na página: https://campinas.sp.gov.br/sites/vacina/inicio.

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Vacinas contra a dengue e gripe vão ser aplicadas neste sábado

Treze CS – centros de saúde de Campinas funcionam neste amanhã (25), no período das 7h às 13h, para, principalmente, atender os pacientes com sintomas de dengue e aplicar as vacinas que garantem proteção contra a doença e a gripe.

O imunizante contra a dengue é aplicado em crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, enquanto a dose contra a gripe é para todas as pessoas a partir de 6 meses de idade.

Veja os centros de saúde que funcionam neste sábado são:

  • Florence
  • Valença
  • São Quirino
  • Aurélia
  • Aeroporto
  • Capivari
  • DIC I
  • Santa Lúcia
  • Santo Antônio
  • Vista Alegre
  • União de Bairros
  • Ipê
  • Campo Belo

Confira os endereços dos centros de saúde no link: https://campinas.sp.gov.br/secretaria/saude/pagina/centros-de-saude.

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Saúde começa hoje a aplicar nova vacina da covid-19

A Secretaria de Saúde de Campinas começou a aplicar hoje (24), a nova vacina contra covid-19 para crianças de 6 meses a 4 anos e para pessoas a partir de 5 anos que pertençam aos grupos prioritários. O município recebeu 4.745 doses da Spikevax (XBB), fabricada pelo laboratório Moderna, e a imunização é realizada nos 68 centros de saúde (CSs) da cidade.

A imunização com a dose da Moderna foi aprovada pela Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária em março deste ano. Esta versão monovalente está atualizada para a subvariante Ômicron XBB 1.5, considerada pela OMS –  Organização Mundial da Saúde como a cepa com maior capacidade de transmissão até o momento.

A entrega das vacinas pelo governo de São Paulo ocorreu na quarta-feira (22).

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Crianças com mais de 6 meses podem se vacinar contra a gripe

A Secretaria de Saúde ampliou o público da vacina contra a gripe. A partir de hoje (2), as pessoas com idade a partir de 6 meses podem receber a dose. Os imunizantes estão disponíveis nos 68 centros de saúde. Basta apresentar documento com foto e a carteira de vacinação (se tiver). Neste ano, a vacina protege contra as gripes A (H1N1 e H3N2) e B/Victoria.

As salas de vacinação funcionam conforme horário de funcionamento de cada CS. Detalhes sobre cada unidade básica, incluindo endereços, estão na página vacina.campinas.sp.gov.br. Não é preciso realizar agendamento para receber a vacina.

Nas cinco primeiras semanas da campanha foram aplicadas 141.603 doses de vacina contra a gripe.

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Sábado será o Dia D da campanha de vacinação contra a gripe

A Secretaria de Saúde de Campinas realiza neste sábado (13), o dia especial da vacinação  contra a gripe. As doses são aplicadas das 8h às 17h nos 68 centros de saúde e cinco pontos fixos em três diferentes regiões.

Neste momento, os imunizantes são direcionados para grupos prioritários. Este público-alvo total está estimado em 478,2 mil e a meta é imunizar 90% de cada um da lista.

A coordenadora do Programa de Imunização, Chaúla Vizelli, ressaltou que a vacina é segura e protege contra os principais vírus da gripe em circulação: o influenza A (H1N1), influenza A (H3N2) e o vírus influenza B. Ela fez um apelo para que a população se imunize para evitar complicações pela infecção que podem resultar em internações ou morte.

“A população que procurar a vacinação nos centros de saúde também terá oportunidade de atualizar o esquema vacinal com as demais vacinas, caso seja necessário”, explicou Chaúla. Nos pontos fixos ocorrem apenas aplicações de doses contra a gripe.

No caso das crianças que recebem o imunizante pela primeira vez, é preciso tomar duas doses, com intervalo de 30 dias.

“A vacina é segura e ajuda a preservar vidas. Sabemos que a maioria das pessoas que acabam internadas são as que deixaram de se imunizar, por isso, é muito importante que a população incentive a cultura de vacinação para se proteger e evitar sobrecarga na rede de saúde. A vacina também pode ser tomada de forma simultânea com outros imunizantes do Calendário Nacional de Vacinação, caso seja preciso atualizar a caderneta”, falou Chaúla.

Lista completa de grupos prioritários
Idosos (60 anos ou mais)
Gestantes e puérperas
Trabalhadores da área de saúde
Trabalhadores da área de educação
Crianças na faixa entre 6 meses e 5 anos
Pessoas com deficiência permanente
Pessoas com comorbidades
Caminhoneiros
Trabalhadores do transporte rodoviário coletivo
Trabalhadores portuários
Povos indígenas
População em situação de rua
Profissionais das forças de segurança e salvamento
População do sistema de privação de liberdade
População privada de liberdade, além de adolescentes e jovens sob medidas socioeducativas (entre 12 e 21 anos)

Pontos fixos
Centro de Educação Infantil Annita Affonso Ferreira: rua Manoel Militão de Melo, 31, Jardim São José II. Horário: 8h às 16h (área do CS São José)
Associação Douglas Andreani: rua Wadi Abdala Gnatos, 7, Jardim Monte Cristo/ Parque Oziel. Horário: 8h às 16h (área CS Oziel)
Núcleo Mãe Maria Seareiros: rua Francisco Mesquita, 335, Vila Brandina. Horário: 8h às 17h (área CS Sousas)
Escola Estadual Dr. Antonio Carlos Couto de Barros: rua Agenor Augusto do Nascimento, 1, Conjunto Habitacional Vila Santana. Horário: 8h às 12h (área CS Sousas)
Igreja Quadrangular (Cohab): rua João dos Santos Júnior, 108, Jardim Conceição. Horário: das 13h às 17h (área CS Sousas)

Informações atualizadas sobre vacinação em Campinas estão disponíveis no site: https://portal.campinas.sp.gov.br/sites/vacina/inicio

 

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Saúde Brasil passa a adotar esquema de dose única contra o HPV

A vacinação contra o HPV no Brasil, a partir de agora, passa a ser feita em dose única. O anúncio foi feito pela ministra da Saúde, Nísia Trindade, na noite dessa segunda-feira (1º). Até então, o país utilizava um esquema de duas doses para combater a infecção, principal causadora do câncer de colo de útero.

“Uma só vacina vai nos proteger a vida toda contra vários tipos de doença e de câncer causados pelo HPV, como o câncer de colo de útero. Não vamos deixar que crianças e jovens corram esse risco quando crescerem”, escreveu a ministra em seu perfil na rede social X, antigo Twitter.

Nísia pediu ainda que estados e municípios façam uma busca ativa por jovens com até 19 anos que não receberam nenhuma dose da vacina. Segundo ela, em 2023, foram aplicadas 5,6 milhões de doses do imunizante. “O maior número desde 2018 e um aumento de 42% no número de doses aplicadas em relação a 2022”.

“Agora, temos mais vacinas para proteger nossa população contra os riscos causados por esse vírus. Usar apenas uma dose de vacina foi uma decisão baseada em estudos científicos, conforme recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS)”, destacou.

Quem pode se vacinar

A imunização no Brasil, atualmente, é indicada para meninos e meninas de 9 a 14 anos; vítimas de abuso sexual de 15 a 45 anos (homens e mulheres) que não tenham sido imunizadas previamente; pessoas que vivem com HIV; transplantados de órgãos sólidos e de medula óssea; e pacientes oncológicos na faixa etária de 9 a 45 anos.

Testagem

Em março, o Ministério da Saúde anunciou a incorporação ao Sistema Único de Saúde (SUS) de um teste para detecção de HPV em mulheres classificado pela própria pasta como inovador. A tecnologia utiliza testagem molecular para a detecção do vírus e o rastreamento do câncer do colo do útero, além de permitir que a testagem seja feita apenas de cinco em cinco anos.

A forma atual de rastreio do HPV, feita por meio do exame conhecido popularmente como Papanicolau, precisa ser realizada a cada três anos. A incorporação do teste na rede pública passou por avaliação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec), que considerou a tecnologia mais precisa que a atualmente ofertada no SUS.

A infecção

O HPV é considerado atualmente a infecção sexualmente transmissível mais comum em todo o mundo e o principal causador do câncer de colo de útero. A estimativa do ministério é que cerca de 17 mil mulheres sejam diagnosticadas com a doença no Brasil todos os anos.

Apesar de se tratar de uma enfermidade que pode ser prevenida, ela segue como o quarto tipo de câncer mais comum e a quarta causa de morte por câncer em mulheres – sobretudo negras, pobres e com baixos níveis de educação formal.

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