Vacina

Campinas volta a ter doses da vacina XBB contra covid-19 nos centros de saúde

A Secretaria de Saúde de Campinas iniciou nesta quarta-feira, 30 de outubro, a distribuição de 5,9 mil doses da vacina Spikevax (XBB) contra covid-19 para os centros de saúde.
A expectativa é de que todas as 68 unidades básicas estejam abastecidas até sexta-feira, 1º de novembro. A entrega foi realizada ao Município pelo Estado, que recebeu as doses do Ministério da Saúde.

A Pasta mantém diálogo com os dois governos para manter abastecimento regular do SUS Municipal com todos os imunizantes necessários. O estoque havia esgotado dia 21 e a situação também ocorreu em outras cidades.

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Campinas está sem imunizante Spikevax contra a Covid-19

A cidade de Campinas está desde hoje (21) sem vacina contra a Covid 19 nos 68 centros de saúde. A Secretaria de Saúde do município está esperando que o governo do Estado de São Paulo envie uma nova remessa de vacinas Spikevax (XBB).

O Ministério da Saúde é responsável por entregar as doses aos estados para distribuição aos municípios. A Secretaria de Saúde afirmou que está cobrando os governos do Estado e Federal para abastecer as unidades de saúde com o imunizante.

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Aumento de casos de coqueluche alertam para a importância da vacinação

A Secretaria de Saúde de Campinas está alertando para a importância da vacinação preventiva contra a coqueluche. Em Campinas teve um aumento significativo nos registros da doença.

A coqueluche é uma infecção respiratória, transmissível e causada pela bactéria Bordetella Pertussis. Ela compromete o aparelho respiratório, traqueia e brônquios, e se caracteriza por ataques de tosse seca. A enfermidade está presente no mundo todo e é transmitida por tosse, espirro ou fala de pessoa contaminada.

Em crianças com até 5 meses pode ser ainda mais grave e causar a morte.

A vacinação é a principal medida preventiva contra a coqueluche. No Brasil, a imunização ocorre com aplicação da pentavalente (disponível no SUS) e hexavalente (rede privada).



“A coqueluche, conhecida também como ‘tosse comprida’, é uma doença que pode se manifestar de forma grave, principalmente em crianças menores de 6 meses, tendo sido uma causa importante de óbito no passado, quando não havia vacina. É muito importante que todos os profissionais de saúde estejam atentos, notifiquem e investiguem os casos de crianças com tosse paroxística [intensa e rápida] para tratamento adequado, e que os pais mantenham sempre em dia a vacinação de seus filhos”, explicou a médica infectologista da Secretaria de Saúde Valéria de Almeida.

Em 2023, a cobertura da dose pentavalente em Campinas ficou em 94,97%. A meta é 95% e a dose considerada pela Saúde como indicador é a terceira do esquema primário para crianças.

Vacina

A vacina pentavalente protege contra a coqueluche e ainda contra a difteria, o tétano, a hepatite B e o Haemophilus influenzae do tipo b, que causa meningite.

Público-alvo
Crianças: esquema primário com três pentavalente aos 2, 4 e 6 meses. Em seguida há reforços com DTP, que protege contra difteria, tétano e pertussis – tríplice bacteriana. Já a dose de vacina dTpa também garante proteção contra difteria e tétano.
Trabalhadores da saúde: uma dose
Gestantes: uma dose a cada gestação, entre a 20ª e 36ª semana de gestação

A vacina é segura e a aplicação em gestantes estimula a produção de anticorpos maternos contra a coqueluche que passam pela placenta e protegem diretamente a criança nos primeiros meses de vida, e indiretamente pela diminuição do risco de infecção da mãe.

As doses estão disponíveis em todas as unidades básicas e as salas de vacinação funcionam conforme o horário de cada uma. Não há necessidade de agendamento.

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A partir de amanhã muda esquema vacinal contra pólio em Campinas

A Secretaria de Saúde de Campinas altera a partir deste sábado, 28 de setembro, o esquema vacinal contra a poliomielite. A medida ocorre porque nesta sexta-feira, 27, chega ao fim o ciclo de aplicação da vacina oral (VOPb), conhecida como gotinha, que será substituída por dose única do imunizante inativado (VIP) injetável a partir de 4 de novembro.

A Secretaria a segue orientação determinada pelo Ministério da Saúde, a partir de critérios epidemiológicos, evidências científicas sobre a vacinação e recomendações internacionais.

Como fica durante a transição?

As aplicações da VIP permanecem iguais no esquema primário:
Aos 2 meses: 1ª dose; aos 4 meses: 2ª dose; e aos 6 meses: 3ª dose.

Já o reforço com aplicações da VOPb para crianças aos 15 meses (primeira dose) e aos 4 anos (segunda dose) serão feitas pelos centros de saúde (CSs) até esta sexta, 27. A partir de 4 de novembro, o novo esquema prevê apenas dose única da VIP aos 15 meses.

Com isso, entre 28 de setembro e 3 de novembro não haverá vacinação de reforço após esquema primário.

“Este intervalo é necessário para que todas as cidades brasileiras recolham os imunizantes VOPb e, com isso, o processo de transição seja realizado de forma segura”, explicou a coordenadora do Programa de Imunização de Campinas, Chaúla Vizelli.

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África soma quase 30 mil casos suspeitos de mpox este ano

Cerca de 30 mil casos suspeitos de mpox foram registrados na África até agora neste ano, a maioria deles na República Democrática do Congo, onde os testes se esgotaram, informou a Organização Mundial da Saúde nesta segunda-feira (23).

Mais de 800 pessoas morreram com suspeita da doença em todo o continente nesse período, disse o órgão de saúde da ONU em seu relatório. Burundi, vizinho do Congo na África Central, também foi atingido por um surto crescente, acrescentou.

Mpox pode se espalhar por meio de contato próximo. Geralmente leve, é fatal em casos raros. Normalmente, causa sintomas semelhantes aos da gripe e lesões no corpo cheias de pus.

A declaração da OMS não forneceu números comparativos de anos anteriores. A agência de saúde pública da União Africana disse que 14.957 casos e 739 mortes foram registrados em sete países afetados em 2023 – um aumento de 78,5% em novos casos a partir de 2022.

Houve 29.342 casos suspeitos e 812 mortes em toda a África de janeiro a 15 de setembro deste ano, de acordo com o relatório da OMS.

Um total de 2.082 casos confirmados foram notificados em todo o mundo somente em agosto, o maior desde novembro de 2022, disse a organização.

No sábado, o fundo de pandemia do Banco Mundial disse que daria US$ 128,89 milhões a dez países africanos para ajudar a combater o surto. (Agência Brasil)

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Marco na erradicação da pólio, gotinha dá lugar à vacina injetável

A vacina oral poliomielite (VOP, na sigla em inglês), será oficialmente aposentada no Brasil em menos de dois meses. Popularmente conhecida como gotinha, a dose será substituída pela vacina inativada poliomielite (VIP, na sigla em inglês), aplicada no formato injetável. De acordo com a representante do Comitê Materno-Infantil da Sociedade Brasileira de Infectologia, Ana Frota, a previsão é que a retirada da VOP em todo o país ocorra até 4 de novembro.

Ao participar da 26ª Jornada Nacional de Imunizações, no Recife, Ana lembrou que a VOP contém o vírus enfraquecido e que, quando utilizada em meio a condições sanitárias ruins, pode levar a casos de pólio derivados da vacina, considerados menos comuns que as infecções por poliovírus selvagem. “Mas, quando se vacina o mundo inteiro [com a VOP], você tem muitos de casos. E quando eles começam a ser mais frequentes que a doença em si, é a hora em que as autoridades públicas precisam agir”.

A substituição da dose oral pela injetável no Brasil tem o aval da Câmara Técnica de Assessoramento em Imunização (CTAI) e é recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). “Nos parece bem lógica a troca das vacinas”, avalia Ana, ao citar que, a partir de agora, a orientação é que a VOP seja utilizada apenas para controle de surtos, conforme ocorre na Faixa de Gaza, no Oriente Médio. A região notificou quatro casos de paralisia flácida – dois descartados para pólio, um confirmado e um que segue em investigação.

Ana lembrou que, entre 2019 e 2021, cerca de 67 milhões de crianças perderam parcial ou totalmente doses da vacinação de rotina. “A própria iniciativa global [Aliança Mundial para Vacinas e Imunização, parceria da OMS] teve que parar a vacinação contra a pólio por quatro meses durante a pandemia”, destacou.  Outras situações que, segundo ela, comprometem e deixam lacunas na imitação incluem emergências humanitárias, conflitos, falta de acesso.

Proteção

Em 2023, o Ministério da Saúde informou que passaria a adotar exclusivamente a VIP no reforço aplicado aos 15 meses de idade, até então feito na forma oral. A dose injetável já é vinha sendo aplicada aos 2, 4 e 6 meses de vida, conforme o Calendário Nacional de Vacinação. Já a dose de reforço contra a pólio, antes aplicada aos 4 anos, segundo a pasta, não será mais necessária, já que o esquema vacinal com quatro doses vai garantir proteção contra a pólio.

A atualização considerou critérios epidemiológicos, evidências relacionadas à vacina e recomendações internacionais sobre o tema. Desde 1989, não há notificação de casos de pólio no Brasil, mas as coberturas vacinais sofreram quedas sucessivas nos últimos anos. (Agência Brasil)

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Saúde aplica vacinas contra gripe, covid-19 e de rotina durante ação em shopping

A Secretaria de Saúde de Campinas promove neste sábado, 31 de agosto, uma ação para aplicar vacinas contra gripe, covid-19 e de rotina no Shopping Parque das Bandeiras. O objetivo da Pasta é atualizar as cadernetas de moradores de todas as idades.

A iniciativa ocorre das 10h às 18h no Espaço Office, no piso 2 do centro de compras. Para receber o imunizante, basta apresentar documento de identificação com foto e a carteira de vacinação (se tiver).

A coordenadora do Programa de Imunização de Campinas, Chaúla Vizelli, destacou que a ação ocorre no shopping com objetivo de facilitar o acesso das pessoas às vacinas.

“Estamos levando esta ação ao shopping para que as pessoas consigam aproveitar um momento de lazer para atualizar as cadernetas de vacinação. As doses são seguras e imprescindíveis para evitar casos graves e mortes por gripe e covid-19”, ressaltou.

Serviço
Shopping Parque das Bandeiras
Avenida John Boyd Dunlop, 3.900, no Jardim Ipaussurama.

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Vacina brasileira contra a mpox está próxima dos testes em humanos

O Centro de Tecnologia de Vacinas (CTVacinas) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) informou estar próximo de iniciar a última etapa no desenvolvimento de uma vacina nacional contra a mpox, os testes em humanos. “A equipe está produzindo o chamado Dossiê de Desenvolvimento Clínico de Medicamento (DDCM) para enviar à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e, assim, receber o sinal verde para começar os testes em humanos”, informou.

O imunizante brasileiro ganhou maior projeção depois que a mpox foi declarada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) emergência em saúde pública de importância internacional, em razão do risco de disseminação global e de uma potencial nova pandemia. A vacina nacional, entretanto, já vinha sendo desenvolvida há 2 anos, desde a primeira emergência global provocada pela doença.

De acordo com a UFMG, a dose brasileira utiliza um vírus atenuado e não replicativo, o que torna o imunizante “extremamente seguro”, inclusive para uso entre imunossuprimidos e gestantes. Os testes iniciais da vacina, segundo a universidade, apresentaram bons resultados, demonstrando “indução de neutralizantes, resposta celular e resposta robusta contra a doença”.

Nas redes sociais do CTVacinas, a líder da Plataforma de Vetores Virais e Expressão de Célula Eucariota, Karine Lourenço, explicou que, durante a fase de pesquisa, a vacina demonstrou ser “protetora e esterilizante”.

Segundo ela, o país já é capaz de produzir em larga escala a cepa atenuada do vírus vaccinia, gênero causador da doença. “Estamos prontos, em pouquíssimo tempo, para poder submeter essa vacina à Anvisa. E, quem sabe aí, o ensaio clínico”. (Agência Brasil)

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Vacina nacional contra mpox é prioridade da Rede Vírus

Desde a primeira emergência global por mpox, há 2 anos, o Centro de Tecnologia de Vacinas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) desenvolve um imunizante brasileiro capaz de prevenir a infecção. Em nota, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) informou que a iniciativa é uma das prioridades da Rede Vírus, comitê de especialistas em virologia criado para o desenvolvimento de diagnósticos, tratamentos, vacinas e produção de conteúdo sobre vírus emergentes no Brasil.

No dia 14, o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom, declarou emergência em saúde pública de importância internacional em razão do aumento de casos e do surgimento de uma nova variante no continente africano. Dados do Ministério da Saúde indicam que, este ano, 709 casos da doença foram identificados no Brasil, sendo que nenhum, até o momento, provocado pela nova variante.

De acordo com o MCTI, em 2022 o Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos doou para a UFMG material conhecido como semente do vírus da mpox, uma espécie de ponto de partida para o desenvolvimento do insumo farmacêutico ativo (IFA), matéria-prima utilizada na produção do imunizante.

“No momento, a pesquisa está na fase de estudo para o aumento da produção, verificando a obtenção de matéria-prima para atender a demanda em grande escala”, informou o ministério.

A dose brasileira, segundo a pasta, é composta por um vírus semelhante ao da mpox, atenuado através de passagens em um hospedeiro diferente, até que perdesse completamente a capacidade de se multiplicar em hospedeiros mamíferos, como o ser humano.

Outras vacinas

De acordo com a OMS, existem, atualmente, duas vacinas disponíveis contra a mpox. Uma delas, a Jynneos, produzida pela farmacêutica dinarmaquesa Bavarian Nordic, também é composta pelo vírus atenuado e é recomendada para adultos, incluindo gestantes, lactantes e pessoas com HIV.

O segundo imunizante é o ACAM 2000, fabricado pela farmacêutica norte-americana Emergent BioSolutions, mas com diversas contra indicações, além de mais efeitos colaterais, já que é composta pelo vírus ativo, “se tornando assim, menos segura”, conforme avaliação do próprio MCTI.

Com a declaração de emergência global anunciada pela OMS, o Ministério da Saúde anunciou que negocia a compra de 25 mil doses da Jynneos junto à Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). Desde 2023, quando a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o uso provisório do imunizante, o Brasil já recebeu cerca de 47 mil doses do imunizante e aplicou 29 mil. (Agência Brasil)

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Saúde negocia compra de 25 mil doses de vacina contra mpox

A aquisição emergencial de 25 mil doses de vacina contra a mpox está sendo negociada pelo Ministério da Saúde com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). O anúncio foi feito pela pasta, nesta quinta-feira (15). A doença foi declarada emergência em saúde pública de importância internacional pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Brasília (DF), 10/04/2023 - Fachada do ministério da Saúde.

Durante a primeira emergência global por mpox, em 2023, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou o uso emergencial da vacina Jynneos para combater a doença, já que o insumo não era licenciado no Brasil. A autorização foi renovada em fevereiro deste ano, mas venceria novamente este mês. O ministério já fez um novo pedido de renovação.

Segundo a Anvisa, o imunizante é destinado a adultos com idade igual ou superior a 18 anos e tem prazo de até 60 meses de validade, quando conservado entre -60 graus Celsius (°C) e -40°C. A prorrogação da dispensa temporária e excepcional é válida por seis meses e se aplica somente ao ministério.

Público-alvo

Desde 2023, mais de 29 mil doses contra a mpox foram aplicadas no Brasil. O público-alvo definido à época da primeira emergência incluiu pessoas vivendo com HIV/aids de 18 a 49 anos, independentemente do status imunológico identificado pela contagem de linfócitos TCD4; e profissionais de laboratórios do tipo NB-2 com idade entre 18 e 49 anos e que trabalham com o Orthopoxvirus.

Quem teve contato direto com fluidos e secreções corporais de pacientes com suspeita de infecção por mpox também integrou o público-alvo definido pelo ministério para ser imunizado contra a doença, mas mediante avaliação da vigilância local.

Vigilância

“Estamos numa fase em que o que é importante é a vigilância e o monitoramento”, destacou a ministra da Saúde, Nísia Trindade. “Muitas vezes, as pessoas ficam ansiosas. A vacina sempre gera uma grande expectativa. Mas é importante reiterar que, nos casos em que se recomenda a vacinação, ela é muito seletiva, focada em públicos-alvo muito específicos até este momento”, explicou a ministra.

Brasília (DF), 16/07/2024 - A ministra da Saúde, Nísia Trindade durante entrevista coletiva onde fala sobre o Programa SUS Digital. Foto: José Cruz/Agência Brasil

“A vacina Jynneos é de um produtor nórdico e tem uma produção pequena. Há insuficiência no mercado internacional”, ressaltou a secretária de Vigilância em Saúde do ministério, Ethel Maciel. “Neste momento, estamos negociando com a Opas um processo de compra. Para que, além daquelas pessoas que já vacinamos, ter uma reserva no Brasil”, completou.

Segundo Ethel, dentro das configurações da nova emergência global instalada pela OMS, o Brasil está no nível 1, o menos alarmante, com cenário de normalidade para a doença e sem casos da nova variante identificada na República Democrática do Congo, na África. O último óbito pela doença em solo brasileiro foi registrado em abril de 2023.

De acordo com o ministério, o nível 2 refletiria um cenário de mobilização, com detecção de casos importados no Brasil; o nível 3, cenário de alerta, com detecção de casos autóctones esporádicos; o nível 4, situação de emergência, com transmissão sustentada em território nacional; e o nível 5, situação de crise, com uma epidemia de mpox instalada no país. (Agência Brasil)

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