Turquia

Navio que bateu na Ponte Rio-Niterói em 2022 deixa Rio de Janeiro

navio graneleiro NM Luiz, anteriormente conhecido como São Luiz, deixou o Porto do Rio de Janeiro ontem (13), depois de dois anos ancorado no local. A embarcação havia colidido com a Ponte Rio-Niterói em novembro de 2022 e aguardava, ancorada a decisão de um processo judicial iniciado antes mesmo do incidente.

Antes da colisão com a ponte, o navio estava fundeado há seis anos, na Baía de Guanabara. O incidente foi provocado depois de uma ventania romper as amarras e deixar a embarcação à deriva.

A colisão não deixou danos estruturais à Ponte Rio-Niterói, mas fez com que o trânsito de veículos fosse interrompido por várias horas.

A ação judicial havia sido iniciada a pedido da Companhia Docas do Rio de Janeiro. Em 2021, a Justiça já havia determinado que a empresa Navegação Mansur, proprietária do navio, retirasse a embarcação da Baía de Guanabara.

A operação que envolveu a saída da embarcação do porto durou quatro horas e meia. O navio foi adquirido em leilão pela empresa turca Rota Shipping e agora segue viagem, escoltado por rebocadores oceânicos, rumo à Turquia.

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Polícia Federal faz operação contra contrabando de Botox

A Polícia Federal (PF) faz nesta quinta-feira (18), a Operação Vênus que apura contrabando de toxina botulínica (Botox) de marca não autorizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão em São Paulo, Leme, no interior paulista, Osasco (região metropolitana de São Paulo ), Florianópolis (Santa Catarina), e Céu Azul (Paraná). Os responsáveis poderão responder por contrabando, de acordo com as informações da PF.

Em abril deste ano, a Anvisa emitiu um alerta à população e aos profissionais de saúde, após a identificação de novos casos de adulteração e falsificação do medicamento Botox. Segundo a agência, algumas remessas internacionais do produto foram interceptadas pela área de portos e aeroportos do órgão com uma falsa descrição de conteúdo, além do prazo de validade adulterado e frascos do remédio no idioma turco.

Naquele período a Allergan Produtos Farmacêuticos, empresa detentora do registro do medicamento Botox, confirmou à Anvisa que o lote original deveria ser comercializado apenas na Turquia, sem autorização para ser importado ao Brasil pelos meios oficiais. Nas embalagens dos produtos apreendidos, constavam o prazo de validade adulterado. Os lotes irregulares foram proibidos de serem comercializados ou distribuídos.

A Anvisa orienta que caso profissionais de saúde e pacientes identifiquem os produtos falsificados não façam uso do medicamento e notifiquem imediatamente a agência, por meio dos seus canais de atendimento. (Agência Brasil)

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