Stellantis

Fiat lidera mercado nacional e a picape Strada é o veículo mais vendido

Do jeito que terminou 2024, começou o ano de 2025. Ou seja, com a Fiat na liderança do mercado brasileiro. Em janeiro, a marca alcançou 21,4% de market share e emplacou 34.356 unidades, quase 13 mil à frente da segunda colocada, Volkswagen. Já a Strada, veículo mais vendido do país em 2024, se manteve líder absoluto no primeiro mês do ano, com 8.777 unidades vendidas.

Nos diferentes segmentos, a Fiat liderou entre as picapes, hatchs, sedans e vans, reforçando o protagonismo da marca em todo o mercado. Com as picapes, foram 13.111 unidades emplacadas, e além da Strada, a Toro se destacou na primeira posição no segmento C-picapes com 3.452 vendas. 

Entre os hatchs, foram 9.197 unidades vendidas. Além do destaque do Argo, o Mobi liderou a faixa de entrada do segmento com 4.024 emplacamentos. No mesmo ritmo, a Fiat iniciou o ano retomando a liderança entre os sedans, com as 3.313 unidades do Cronos. Já entre as vans, a Fiorino foi destaque com 65,8% de participação e 992 unidades emplacadas, com isso a Fiat também liderou o segmento total com 1.723 unidades e 31,1% de segment share.


Com resultados consistentes, a Fiat cresceu em quase todos os segmentos em relação ao mesmo período do ano passado. Comparando o primeiro mês de 2025 com o de 2024 foram 3.501 carros a mais emplacados. Somente no segmento Hatch, o crescimento foi de 8,0 p.p de segment share. 

“Terminar um ano na primeira colocação e recomeçar na liderança do mercado brasileiro representa muito para a Fiat. Nosso objetivo é continuar trabalhando para atender o nosso público com o que há de melhor no mercado. Posso adiantar que teremos muitas novidades no decorrer do ano”, comenta Frederico Battaglia, vice-presidente da Marca Fiat para a América do Sul.      

Fiat lidera mercado nacional e a picape Strada é o veículo mais vendido Read More »

Sofisticada Fiat Toro Ultra ganha motor flex de 176 cavalos

A topo de gama da linha Fiat Toro, a Ultra, agora também está disponível com motorização flex. Esperada desde o final do ano passado, a Fiat passa a comercializar a picape compacta com o motor 1,3 litro, turbo, com potência de 176 cavalos e torque de 270 Nm. O motor T270 já é um velho conhecido de outros modelos da Stellantis, como outras versões da Toro, Renegade e Compass.

Como a mais sofisticada da linha, a Ultra vem com rodas de 18 polegadas na cor preta, todo o acabamento escurecido incluindo molduras em preto brilhante, interior com bancos pretos em couro com costura em vermelho, capota marítima rígida e uma bolsa que acompanha a caçamba e facilita o transporte de cargas.

Ainda por dentro, painel multimídia de 10,1”, ar-condicionado digital dual zone, sistema Fiat Connect////me,  e sistema ADAS para frenagem automática de emergência, assistente de permanência em faixa e farol alto automático.  A marca não divulgou o preço.

Preço
Fiat Toro Ultra R$ 194.490,00

Sofisticada Fiat Toro Ultra ganha motor flex de 176 cavalos Read More »

Veículos comerciais leves da Stellantis têm novos motores

A Stellantis, empresa que agrega a Fiat, Peugeot, Citroën , etc, alterou a motorização da sua linha de veículos comerciais leves: Fiat Scudo, Citroën Jumpy e Peugeot Expert. Com essa alteração, além de mais potência, os três modelos, segundo a marca, ganham em melhor custo-benefício, desempenho e economia.
A nova motorização é um 2,2 litro, turbo diesel, que desenvolve 150 cavalos e 370 Nm de torque. Com o novo motor, a Scudo, Jumpy e Expert passam a ter 30 cavalos a mais de potência e 23,2% de torque.

Ainda segundo as marcas,  o novo conjunto, oferece melhorias no consumo e os números chegam a 12,4 km/l na cidade e 13,7 km/l na estrada, ficando 4,2% e 15,1% mais econômico, respectivamente, o que torna os custos operacionais do modelo melhores, um fator determinante neste segmento. Ainda assim, a nova motorização aprimorou a performance dos três comerciais, que agora faz as retomadas de 60 a 100 km/h em 7,5 segundos e de 80 a 100 km/h em 10,9 segundos, com melhorias de 2 segundos em média. As mudanças mantêm a ótima dirigibilidade, além da praticidade de ser conduzido por pessoas habilitadas com a CNH de categoria B.

Mais novidades

O Fiat Fiorino e o Peugeot Partner também tiveram alterações na motorização. Agora, ambos, contam com um novo motor 1,3 litro flex com até 107 cavalos de potência e 134 Nm de torque quando abastecido com etanol, ganhando 31 cavalos e 11,67% de torque adicional. Importante métrica para o uso de veículos como o Partner e Fiorino, o consumo de combustível está melhor com a nova motorização. Com 8.7 km/l no ciclo urbano (etanol), os ganhos são de 7,27%, e no ciclo rodoviário a medição é de 9.6 km/l (etanol), sendo 14,56% mais eficiente.

Veículos comerciais leves da Stellantis têm novos motores Read More »

Correios compra 50 veículos elétricos para distribuição de remessas urbanas

A Stellantis, marca proprietária da Peugeot, fez ontem (9) a entrega de 50 veículos elétricos para os Correios. Os modelos Peugeot e-Expert serão utilizados no transporte de remessas urbanas nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Santa Catarina, Paraná, Pará e no Distrito Federal. .A parceria inédita entre as duas empresas, resultou na maior frota elétrica própria dos Correios.

“Ao adotar veículos elétricos em nossas operações de entrega, reduzimos as emissões de carbono – contribuindo diretamente para a preservação do meio ambiente – e estimulamos a economia verde ao impulsionar o uso de tecnologias limpas”, destaca o presidente da estatal, Fabiano Silva dos Santos.

“Nosso time especializado em veículos transformados e os diferentes parceiros foram cruciais neste processo, que resultou em um projeto que conta com sistemas inteligentes de recarga e adaptações no veículo, desenvolvidas para entregar o produto o mais personalizado possível para as atividades dos Correios”, ressalta Emanuele Cappellano, presidente da Stellantis para a América do Sul.

Correios compra 50 veículos elétricos para distribuição de remessas urbanas Read More »

Renault Kardian é o grande vencedor do Prêmio Abiauto 2024

Os vencedores do Prêmio Imprensa Automotiva, que elege os melhores veículos do ano na avaliação dos mais importantes jornalistas do Brasil, foram revelados em um evento no último dia 28 de novembro, na sede de uma das mais tradicionais e vencedoras equipes do automobilismo nacional, a Prop Car Racing, em São Paulo.

Em um espaço com diversos carros de competição, a 26ª edição da premiação, promovida pela Abiauto –  Associação Brasileira da Imprensa Automotiva, a cerimônia do evento reuniu jornalistas do setor, executivos da indústria automotiva e personalidades do automobilismo, como o ex-piloto de Fórmula 1 Alex Dias Ribeiro, Fábio “Pirú” Sotto Mayor, Luiz Evandro Águia, Darcio dos Santos e Suzane Carvalho, entre outros.

O grande vencedor foi o novo Renault Kardian, que conquistou o prêmio de Melhor SUV nacional e o principal prêmio do evento, o Prêmio Veículo Abiauto “José Roberto Nasser”. Na categoria motocicletas, a Royal Einfeld Super Meteor 650 foi a vencedora, levando o Prêmio Motocicleta Abiauto “Josias Silveira”.

Como é tradição do evento promovido pela Associação, houve três homenagens: ao piloto brasileiro José Carlos Pace, ao Carde – Museu do Carro, Arte, Design e Educação e ao piloto Fábio “Pirú” Sotto Mayor.

Um dos mais renomados pilotos da Fórmula 1 dos anos 1970, José Carlos Pace faleceu em 18 de março de 1977 num acidente de avião. Já a homenagem ao museu Carde, um dos acervos mais importantes do setor automotivo no mundo, recém-inaugurado em Campos do Jordão, resgatou a memória da indústria mundial e principalmente a brasileira. Por fim, ao piloto campeão da Stock Car em 1988 e recordista de velocidade há mais de 30 anos, Fábio Sotto Mayor.

Vencedores do Prêmio Abiauto 2024
Melhor Nacional (até 13 mkgf) – Peugeot 208
Melhor Nacional (13 a 16 mkgf) – Honda City
Melhor Nacional (acima de 16 mkgf) – Citroën C3 You
Melhor Picape Compacta/Média – Ram Rampage
Melhor Picape Grande – Ford F-150
Melhor SUV/Crossover Nacional – Renault Kardian
Melhor SUV/Crossover Importado – Honda CR-V
Melhor Veículo Híbrido – BYD King
Melhor Veículo Elétrico – Kia EV5
Melhor Esportivo – Ford Mustang
Motocicleta Abiauto – Royal Einfeld Super Meteror 650
Veículo Abiauto – Renault Kardian
Executivo do Ano – Alexandre Baldy – Vice presidente da BYD

Destaques
Assessor de Imprensa – Pamela Paiffer
Assessor de Imprensa – Ricardo Ghigonetto

Os eleitores do Prêmio Abiauto representam jornais (inclusive o Diário Campineiro), revistas, tevês, sites e rádios de praticamente todos os estados da União, atingindo mais de 150 milhões de cidadãos interessados em veículos em seus mais variados temas, lançamentos de novos modelos, manutenção de veículos, indústria, negócios, tecnologia, esporte, memória etc.

Nos 26 anos de realização do Prêmio, a Abiauto sempre prezou pelo compromisso com a credibilidade dos jornalistas eleitores, que são especializados na indústria automotiva e apresentam vasto conhecimento técnico e de mercado para fundamentar seus votos. Um dos itens do regulamento do Prêmio exige a condução do veículo para que possa ser objeto de eleição. Se o jornalista não tiver feito avaliação do veículo, ele não pode ser votado.

Renault Kardian é o grande vencedor do Prêmio Abiauto 2024 Read More »

Abiauto realiza a 26ª eleição para escolher os melhores veículos de 2024

No dia 28 de novembro, os jornalistas especializados na imprensa automotiva, irão eleger os melhores veículos lançados em 2024. Essa é a 26ª edição do Prêmio Abiauto, promovido pela Associação Brasileira de Imprensa Automotiva, que já selecionou os pré-finalistas deste ano.

A cerimônia de premiação será realizada no Espaço Prop Car Racing, de uma das equipes mais emblemáticas do automobilismo brasileiro. O proprietário do local, o piloto, chefe de equipe e preparador Dárcio dos Santos, foi campeão brasileiro de Fórmula 2 em 1981 e é tio do piloto Rubens Barrichello.

Depois de eleitos os finalistas, os jornalistas, que representam veículos de comunicação de todo o Brasil, irão votar nos modelos que mais surpreenderam nos testes durante o ano. Vale lembrar a importância das avaliações com os modelos finalistas para que a eleição seja autêntica e de credibilidade.

 Inclusive, destacamos que desde o ano passado, o torque de cada veículo se tornou um critério fundamental nas avaliações, principalmente por conta da grande quantidade de motores turbo disponíveis hoje no mercado, que têm desempenhos superiores aos aspirados, apesar de terem a mesma cilindrada.

Serão eleitos os melhores veículos em 10 categorias. Além disso, o melhor veículo do ano entre todos, vai receber o Prêmio Carro Abiauto “José Roberto Nasser”, a melhor motocicleta vai ser laureada com o Prêmio Motocicleta Abiauto “Josias Silveira” e o Executivo do Ano, Prêmio “Rosemilton Silva”.

Finalistas do Prêmio Abiauto 2024

Melhor Nacional (até 13 mkgf)

  • Chevrolet Onix
  • Citroën C3
  • Hyundai HB20
  • Peugeot 208
  • VW Polo

Melhor Nacional (13 a 16 mkgf)

  • Fiat Argo
  • Fiat Cronos
  • Citroën C3
  • Honda City
  • Peugeot 208

Melhor Nacional (acima de 16 mkgf)

  • Citroën C3 You
  • Hyundai HB20
  • Peugeot 208
  • Volkswagen Polo
  • Volkswagen Virtus

Melhor Picape Compacta/Média

  • Chevrolet Montana
  • Fiat Strada
  • Ford Maverick
  • Ram Rampage
  • VW Saveiro

Melhor Picape Grande

  • BYD Shark
  • Chevrolet Silverado
  • Chevrolet S10
  • Fiat Titano
  • Ford F-150
  • Ford Ranger
  • Ram 1500
  • VW Amarok

Melhor SUV/Crossover Nacional

  • Caoa Chery Tiggo 8
  • Citroën C3 Aircross
  • Hyundai Creta
  • Peugeot 2008
  • Renault Kardian

Melhor SUV/Crossover Importado

  • BMW X2
  • Honda CR-V
  • Honda ZR-V
  • Ford Territory

Melhor Veículo Híbrido

  • BMW 320e
  • BYD Song
  • BYD King
  • GWM Haval H6
  • Caoa Chery Tiggo 8
  • Honda Civic
  • Honda Accord
  • Volvo XC60

Melhor Veículo Elétrico

  • Audi Q8 e-tron
  • BMW iX2
  • BYD Tan
  • BYD Seal
  • Ford Mustang Mach E
  • Kia EV9
  • Mini Cooper
  • Volvo EX30

Melhor Esportivo

  • BMW M2
  • BMW M3
  • Ford Mustang
  • Honda Civic Type R
  • Mercedes-Benz

Apoio: Ford, Honda, Renault, Stellantis e Prop Car Racing.

Abiauto realiza a 26ª eleição para escolher os melhores veículos de 2024 Read More »

Coluna Fernando Calmon — Programa Combustível do Futuro ainda tem falhas

Coluna Fernando Calmon nº 1.323 — 15/10/2024

Programa Combustível do Futuro ainda tem falhas e otimismo algo exagerado

Planejado ao longo de 20 anos, com várias idas e vindas para acomodar de automóveis a aviões, apresenta o grande mérito de reconhecer a transição energética planejada de forma inteligente e adaptável. Países de área continental como o Brasil e dezenas de outros com restrições econômicas, que dificultam avanço acelerado de veículos elétricos, precisam obviamente de uma visão abrangente e viável.

O otimista Programa Combustível de Futuro (PCF) sancionado em 8 de outubro último, prevê investimentos de R$ 260 bilhões (talvez mais) e datas de implantação factíveis, ao contrário da União Europeia e suas discutíveis metas distanciadas da realidade. Esta coluna foca-se em automóveis e apoia o aumento de percentual de etanol na gasolina de 27% para 30% considerado viável tecnicamente. Permissão para 35% mesmo para carros mais novos, no entanto, parece-me um erro.

Além de restrições técnicas conhecidas, seria injusto desconsiderar veículos de países vizinhos que hoje trafegam e abastecem no Brasil sem grandes problemas. Já motocicletas, geradores portáteis de eletricidade, motores de popa e até motosserras devem funcionar mal com 35%. Haveria dificuldades mesmo com automóveis recentes nacionais e importados. A Câmara dos Deputados falhou ao admitir a possibilidade na aprovação do PCF, pura perda de tempo.

Etanol é reconhecido como combustível limpo e capaz de compensar 80% das emissões de CO2 no ciclo da fonte à roda, se usado isoladamente. O que poucos sabem: a soma de anidro em mistura atual de 27% com a gasolina e mais os motoristas que abastecem só com o hidratado por preferência ou preço atraente, representa agora 42% de combustível limpo contra 58% de gasolina. Em outros poucos países, só há 10% de etanol. Para aumentar consumo aqui, o imposto teria de diminuir.

Neste cenário a Raízen acaba de lançar a segunda geração do aditivo para etanol Shell V-Power. Além de limpar vapores de óleo do cárter solidificados nas sedes de válvulas, evoluiu o filme de redução de atrito de 86% para 96%. Senna Brands, fundada pelo piloto de F-1 há 34 anos e falecido 30 anos atrás em Ímola, participa da campanha de lançamento.

Salão de Paris alcança objetivos, mas sem grande entusiasmo

A exposição bienal na capital francesa completou 90 anos e segue até o próximo dia 20. Sem a exuberância do passado atrai pouco mais de 30 fabricantes, inclusive nove chinesas. O salão bienal agora é o maior da Europa pelo fim da exposição em Genebra e encolhimento de Frankfurt, substituído por Munique.

Predominância natural de marcas francesas com a Renault apresentando novidades de peso: o 4 E-Tech, releitura elétrica em forma de crossover de um de seus sucessos do passado, além de dois protótipos elétricos Twingo E-Tech previsto para 2026 e Emblème, um SUV cupê para 2030 que trocará bateria por pilha a hidrogênio.

Stellantis, embora talvez encerre algumas de suas 14 marcas em 2026/27, mostra muita força em Paris. Peugeot concentra-se em estender o alcance de seus elétricos 3008 e 5008 para teóricos 700 km e apresentou o e-408 cujo alcance é de 450 km. Citroën C5 Aircross só chega em 2026, contudo se apresenta sem disfarces com motor de combustão interna.

Entre as alemãs, Mercedes-Benz abriu mão de Paris e deixa o protagonismo para BMW e Audi. BMW exibe os primeiros dois modelos de elétricos com carrocerias específicas e batizados de Nova Classe. Seu presidente Oliver Zipse declarou à agência Reuters a necessidade de correção da meta de 100% de elétricos para 2035, importante para redução de CO2, porém permitiria que fabricantes europeus dependessem menos da China para as baterias. A marca aposta em híbridos plugáveis e no hidrogênio tanto para motores convencionais quanto tração 100% elétrica.

Audi exibe seu novo carro-chefe elétrico, Q6 E-tron Sportback. VW, Skoda e Audi estão representadas por importadores franceses, sem presença oficial do grupo alemão. Alvo de críticas, Tesla tem um estande desorganizado e nem ao menos um tapete para separar os modelos.

Destaque das chinesas é o sedã BYD Sealion 7, SUV cupê elétrico que visa Tesla Model Y entre outros concorrentes.

Nivus 2025 chegará mais equipado e inclui mudanças no estilo

Será fácil reconhecer, mesmo de longe, o ano-modelo 2025 do compacto SUV cupê. As diferenças externas estão evidentes desde a nova grade, de dimensões avantajadas, contudo proporcionais, aos faróis estreitados. De perfil só rodas de 16 e 17 pol. mudam. Atrás, segue a fórmula de lanternas interligadas por barra iluminada de LEDs, além do novo para-choque com extrator estilizado.

No interior a VW procurou um acabamento apurado, a exemplo de material agradável aos olhos e ao tato. Evoluiu a central multimídia agora com internet a bordo na versão de topo Highline, mantida a tela de 10,1pol. Para a versão de topo, pacote de segurança inclui controle adaptativo de velocidade, além do indispensável alerta de colisão agregado à frenagem automática. Há ainda assistentes de ponto cego, saída de vagas, estacionamento e manutenção na faixa de rodagem.

Mantido o motor 1-L turbo flex, 128 cv (E)/116 cv (G), 20,4 kgf·m (E)/(G) com câmbio automático de seis marchas. Consumo será anunciado só em janeiro de 2025, quando ocorrerão as primeiras entregas. Veio também a esperada confirmação do GTS que agrega imagem forte ao modelo, apesar do preço alto não anunciado, provavelmente no segundo trimestre. Motor é o conhecido turbo flex 1,4-L, 150 cv/25,5 kgf·m de torque, etanol ou gasolina.

Pré-vendas já iniciadas para entregas somente em janeiro de 2025: R$ 136.990 e R$ 153.990.

Q8: boa presença com desempenho à altura do preço

É o maior e mais pesado (2.340 kg) entre todos os modelos da Audi. Imponência aparece logo nos quase 5 metros de comprimento (4.992 mm), largura (1.995 mm), entre-eixos (2.998 mm) e altura (1.697 mm). Um dos poucos com rodas de 23 pol., hoje maior diâmetro disponível no mercado e já a caminho para 24 pol. Porta-malas de 605 L impressiona. Para garantir viagens sem muitas escalas para abastecer dispõe de 85 litros no tanque. O SUV recebeu novos para-choques dianteiro e traseiro, grade e opção de faróis Matrix por R$ 26.000.

No interior acabamento e materiais são refinados com couro de alta qualidade e grande superfície do painel em preto brilhante. Os dois bancos dianteiros têm comandos elétricos, o do motorista com memória. Há duas telas no centro do painel: ajuste do ar-condicionado e multimídia de 10,1 pol., mas esta deveria ser um pouco maior (pelo menos 12 pol.) para o nível do modelo. Atrás, além do amplo espaço para três passageiros, há saídas de ar-condicionado no console e nas colunas centrais.

Motor é um 3-litros V-6, 340 cv e 51 kgf·m, capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 5,6 s, apenas 0,1s inferior ao BMW X6. Trata-se de híbrido básico com bateria de 48 V para um pequeno motor elétrico. Na viagem de avaliação, São Paulo a São Roque (SP), destaque para a rapidez das trocas de marchas do câmbio automatizado de sete marchas e duas embreagens. Destacam-se o eixo traseiro direcional e as suspensões pneumáticas que permitem ajustar altura de rodagem entre 40 mm para baixo e 50 mm para cima.

Preço: R$ 774.990.

Elétrico Equinox é caro, contudo bem completo

Fácil explicar preços tão elevados dos modelos elétricos importados. Na origem também são altos e aqui exige montar infraestrutura específica nas poucas concessionárias. Sem contar que, apesar do imposto de importação menor (até 2026), a taxação interna continua bem maior aqui. A desvalorização do real entra nessa conta. Nem mesmo a origem mexicana resolve porque este elétrico deixa de atingir índice de localização exigido no Mercosul. Por isso, os R$ 419.000 deram “choque” no lançamento, mas é 12% menor que o Blazer EV. A GM importará, ainda este ano, o Equinox a gasolina, segundo a revista Autoesporte.

O SUV tem estilo bem moderno e destaca-se pela sua frente limpa com elegante filete de LED de um para-lama a outro e um impressionante pacote de recursos. Traseira segue o mesmo conceito com as lanternas interligadas avançando sobre as laterais. Rodas igualmente bonitas. Porta-malas de 441 litros tem tampa aberta por aproximação, sem nenhum chute no ar. Dimensões apenas um pouco menores às do Blazer EV: 4.840 mm (C), 1.954 mm (L), 2.954 (E-E) e 1.646 (A). Há amplo espaço interno em especial para joelhos de quem vai no banco traseiro. Só plástico rígido nas portas traseira destoa dos bons materiais a bordo. Impressiona a tela multimídia de 17,7 pol.

Primeiro contato foi no campo de provas da GM, em Indaiatuba (SP). Muito boa a alta capacidade regenerativa ao dispensar pisar no freio em condições de para-e-anda. Dois motores elétricos idênticos, atrás e à frente, totalizam 292 cv e 46 kgf·m com tração integral sob demanda. Aceleração é forte: 0 a 100 km/h em 5,8 s.

Importados caíram em setembro, todavia em alta no ano

Apesar da queda de 10,8% nos emplacamentos de veículos importados em setembro, com relação ao mês de agosto, a Abeifa, associação dos importadores, informa alta significativa de 192,9% no acumulado de janeiro a setembro. Os números de 2024 foram puxados por antecipação de compras em razão do aumento do imposto do imposto sobre elétricos e híbridos. No entanto, a base comparativa com 2023 é extremamente baixa e os percentuais vistosos, assim explicáveis.

Hoje há apenas nove associadas e nenhuma fabricante. BYD respondeu sozinha por 52,2% de todas as vendas em setembro. A marca chinesa comercializou 51.310 unidades de elétricos e híbridos de janeiro ao mês passado. Um pouco distante dos 120.000 carros previsto para entregar em 2024 (corrigiu depois para 100.000). A conferir em dezembro…

Marcelo Godoy, presidente da Abeifa, ponderou sobre a falta de pontos de carregamento. É um dos problemas a resolver dos elétricos no País. Atualmente somam 10.000 pontos públicos e semipúblicos. O consultor da área automobilística Milad Kalume Neto calculou 14 carros para cada carregador. Segundo ele, mesmo ao desconsiderar regiões pouco habitadas do Brasil, a Espanha tem 22 vezes mais carregadores: 220.000.

Coluna Fernando Calmon — Programa Combustível do Futuro ainda tem falhas Read More »

Primeiro Fiat híbrido flex do mundo chega em novembro ao mercado nacional

A Stellantis, grupo de detém a marca Fiat, anunciou a chegada do primeiro veículo híbrido-flex da marca no Brasil. Os modelos Fastback e Pulse equipados com a tecnologia Bio-Hybrid, já estão sendo produzido no Polo Automotivo de Betim e serão lançados no próximo mês no mercado brasileiro.

Também já iniciou a produção dos motores flex híbridos. Ampliada recentemente, a planta agora possui capacidade de produção de 1,1 milhão de motores por ano no Polo Automotivo de Betim, consolidando o Brasil como hub de referência global no desenvolvimento de powertrains e da tecnologia Bio-Hybrid.

“O lançamento do primeiro veículo híbrido-flex concebido e produzido no país representa mais um marco para a engenharia da Stellantis na América do Sul. Nosso time se dedicou ao máximo para lançar essa nova tecnologia, desenvolvida para o mercado brasileiro, bem como para outras regiões do mundo que tenham acesso aos biocombustíveis, como o etanol”, afirma Emanuele Cappellano, Presidente da Stellantis para América do Sul.

Com os investimentos de R$ 32 bilhões na América do Sul, serão lançados mais de 40 produtos e 8 powertrains ao longo dos próximos anos. A produção dos primeiros veículos equipados com a tecnologia Bio-Hybrid é flexível e pode ser integrada a diversos modelos fabricados pela Stellantis, sendo compatível com todas as linhas de produção da empresa na região.

Primeiro Fiat híbrido flex do mundo chega em novembro ao mercado nacional Read More »

Coluna Fernando Calmon — Salão do Automóvel, no Anhembi, volta em 2025

Coluna Fernando Calmon nº 1.322 — 8/10/2024

Salão do Automóvel, no Anhembi, volta em 2025 ao local tradicional

Sete anos depois, o tradicional Salão do Automóvel acaba de ter sua data confirmada. Será de 22 de novembro a 1º de dezembro do próximo ano e confirma informação que adiantei seis meses atrás sobre onde se realizaria. Ao longo do tempo, surgiram dúvidas sobre o local exato em razão de negociações. Desta vez, porém, prevaleceu a óbvia escolha do Distrito Anhembi, o pavilhão no centro de São Paulo agora totalmente reformado do piso ao teto.

Desapareceram aquelas grandes colunas metálicas internas em diagonal que enfeavam o visual, mas era a tecnologia disponível à época, quando o pavilhão foi inaugurado em 20 de novembro de 1970. Ar-condicionado levou décadas para instalação: apenas em 2016. O Distrito Anhembi é privilegiado pela localização, infraestrutura de transporte e estacionamento para cerca de 6.000 veículos.

O local anterior, São Paulo Expo, era menos central e sem mais necessidade de uma área tão grande. Salões de automóveis internacionais encolheram e o de Genebra desapareceu. Organização continuará de responsabilidade da empresa inglesa Reed Exhibitions, rebatiza de RX Brasil. Anfavea, no entanto, assumirá maior protagonismo. Possivelmente, poderá haver comercialização nos estandes, antes vetada, mas que o Festival Interlagos demonstrou como nova tendência. Em 2018 o Salão do Automóvel atraiu 742.000 visitantes.

Mercado terá 2024 bem melhor; Fenabrave previu já em abril

Balanço de vendas de setembro e do acumulado do ano permite projetar que haverá crescimento além do previsto pela Anfavea. A Fenabrave tinha detectado desde o início do segundo trimestre a movimentação acima do esperado nos salões de exposição das concessionárias.

O mês passado contabilizou 236,3 mil veículos leves e pesados vendidos. A alta foi de 19,5% em relação ao mesmo mês do ano passado e é recorde para o nono mês do ano nos últimos 10 anos. Perde, entretanto, para as 245 mil unidades de dezembro de 2023. No acumulado de 2024, as vendas totalizaram 1,86 milhão de unidades: 14,1% superiores ao mesmo período de 2023.

Maurício Andreta Jr., presidente da Fenabrave, reafirmou o bom momento e continuará até dezembro. Já a Anfavea admitiu que o mercado subiu além do previsto com a média diária de vendas 13,8% superior a setembro do ano passado. Márcio Leite, presidente da associação dos fabricantes, disse que os números ainda poderão mudar até o final de 2024 em razão do aumento previsto das taxas de juro ao consumidor puxadas pelos aumentos da Selic.

Realmente, os compradores podem estar se antecipando aos juros maiores previstos para os próximos meses e o início de 2025. Contudo ainda falta assegurar uma normalidade de 70% de vendas financiadas e 30% à vista. Hoje, cerca de 50% ainda são à vista.

Anfavea apontou que o acumulo de importação chinesa nos portos “atrapalhou a logística no fluxo de peças do exterior para produção local”. Na realidade só a BYD trouxe carros em massa para fugir do aumento do imposto de importação sobre elétricos, agora em “suaves” saltos até 2026. Afinal, um erro de avaliação do governo federal: cronograma acabou sob medida para apenas uma marca.

Basalt, terceiro novo produto Citroën, afinado ao mercado

SUVs cupês têm atraído atenção e o Basalt atende a este segmento. Não se trata exatamente de um SUV e sim crossover. Mas consegue se diferenciar do Fiat Fastback, ambos produtos da Stellantis. Há equilíbrio de linhas com destaque para as grandes lanternas traseiras que se estendem às laterais, o conjunto ótico dianteiro e a curvatura do teto. Distância entre-eixos, 2.645 mm (garante bom espaço interno, em especial para cabeças no banco traseiro); comprimento, 4.343 mm; largura, 1,821 mm e altura, 1.585 mm. Porta-malas de 490 L também muito bom, ligeiramente inferior ao do Fastback (516 L).

Motor é o mesmo de origem Fiat, 1 L turbo, 130 cv, 20,4 kgf·m (etanol ou gasolina) e também igual câmbio CVT de sete marchas. A fábrica indica aceleração de 0 a 100 km/h em 8,4 s. Esse conjunto se revelou bem adequado ao uso urbano e rodoviário, respostas imediatas ao acelerador, freios bem dimensionados e direção precisa durante primeira avaliação entre São Paulo e a Fazenda Capoava, em Itu (SP). Posição do volante, com boa definição de centro, peca pela falta de regulagem de distância e a de altura sem amortecimento (queda-livre). Suspensões são firmes, mantêm conforto em pisos irregulares, nem muito dura e nem macia em excesso, dentro do alto padrão da engenharia brasileira em geral.

O pacote de segurança, embora razoável, deixa de fora itens caros como faróis de LEDs e alerta de colisão frontal. Em contrapartida apresenta preços competitivos entre R$ 89.900 e R$ 107.390.

Creta 2025 recebe primeira atualização mais profunda

Harmonia de linhas marca a primeira grande mudança estética da segunda geração, surgida três anos atrás. Grade, para-choque, faróis e um filete de LED de um lado ao outro mostram uma frente inteiramente nova. Na traseira o Creta 2025 recebeu lanternas interligadas de ótimo efeito visual, que se completam com para-choque também redesenhado. Há novas rodas de liga leve diamantadas. No interior destaque para duas telas integradas de 10,25 pol. Versões Ultimate e N-Line foram lançadas simultaneamente.

Mantiveram-se as dimensões externas com simbólica mudança de 20 mm no comprimento. Mecanicamente, novo motor 1.6 turbo e injeção direta substituiu em boa hora o anterior 2-litros de aspiração natural. Agora entrega 193 cv e 27 kgf·m, apenas na versão a gasolina. Câmbio é automático de sete marchas com duas embreagens.

Na primeira avaliação em Itu (SP), apenas com o motor mais potente entre todos os SUVs compactos do mercado, a mudança é muito marcante com respostas imediatas e aceleração de 0 a 100 km/h em apenas 7,8 s. Ótima estabilidade em curvas. Nível de ruído, outro destaque do novo motor do Creta. Sistemas de segurança (ADAS, em inglês), testados à parte, corresponderam ao esperado.

Preços mantidos: R$ 141.890 a R$ 182.090. Só na versão de topo Ultimate, com o novo motor, mais R$ 2.000 (R$ 189.990)

Ranger Black tem o preço mais competitivo do mercado

Picape média na versão de entrada da Ford recebeu pequenas melhorias de acabamento, especialmente no interior, além de itens de decoração externa. Substitui a versão anterior XLS e o preço de R$ 219.990 coloca a Ranger Black numa posição privilegiada frente aos concorrentes diretos. Manteve inalteradas as especificações de tração 4×2, câmbio automático de seis marchas e o mesmo motor diesel de 170 cv e 41,2 kgf·m, agora também fabricado na Argentina, o que costuma ajudar na redução de custos.

No interior o volante é revestido em couro. Os bancos não recebem esse material, mas melhorou bem o seu aspecto e a resistência da forração. Com um pormenor bem-humorado nas laterais dos bancos dianteiros da famosa frase em inglês de Henry Ford: “So long as it’s black”. Ele se referia a que o cliente poderia escolher qualquer cor de carroceria desde que fosse o preto, no começo do século 20. Além da padronização, a tinta secava mais rápido.

Apesar do nome Black, as cores da carroceria não se limitam ao preto: também pode em branco, prata e azul.

BMW investe R$ 1,1 bilhão e confirma híbrido plugável

Em abril último, a fabricante alemã já havia anunciado que produziria aqui o primeiro híbrido plugável premium do País, ao iniciar a comemoração de 10 anos de instalação da fábrica de Araquari (SC). Agora, além de revelar o investimento de R$ 1,1 bilhão de reais, entre 2025 e 2028, confirmou o início de fabricação do X5 híbrido plugável na versão a gasolina. Atualmente importado dos EUA, a produção nacional do SUV médio-grande deve se iniciar em novembro. Milan Nedeljković, responsável pela produção e membro da administração mundial da BMW, na sede em Munique, veio ao Brasil para o anúncio do desembolso e do início das vendas nas próximas semanas.

O diretor também não descartou uma futura versão híbrida flex que estaria nos planos, se houver demanda. A BMW já reúne experiência com este desenvolvimento desde seus primeiros motores do tipo, ao projetar o sensor de etanol junto ao sistema de injeção, bem mais preciso e confiável que o utilizado comumente após o catalisador.

Há ainda intensão de produzir outros modelos no País e também híbridos, como confirmou a presidente da operação local Maru Escobedo. Uma vantagem competitiva da marca da Bavária alemã é utilizar a mesma carroceria para oferecer carros com motores a combustão, híbridos e elétricos. Isso foi reconhecido até pelo jornal americano The New York Times, ao afirmar que a estratégia surtiu efeito nas vendas, algo de que os concorrentes duvidavam.

Entretanto, a BMW já exibiu protótipos de um sedã e um crossover específicos para motorização elétrica. Devem estrear até 2026, em alemão a Neue Klasse (Nova Classe).

Coluna Fernando Calmon — Salão do Automóvel, no Anhembi, volta em 2025 Read More »

Basalt chega com espaço generoso, motores competentes e design elegante

Na onda dos SUVs coupés, a Citroën lança um modelo bem interessante: o Basalt. Derivado da família C3, o veículo tem um design muito bonito, atraente e com um bom espaço interno.

O modelo chega em quatro versões: Feel, Feel Turbo 200, Shine Turbo 200 e a que marca o lançamento, a completa First Edition. A versão de entrada, a Feel, conta com motor de um litro, aspirado, com 75 cavalos com etanol e 71 a gasolina e torque de 10,5 e10 kgfm, respectivamente. O câmbio é manual de cinco marchas.

Já as demais versões têm motor de um litro turbo, com 130 cavalos quando abastecido com etanol e 125 com gasolina e 20,4 kgfm de torque. Nestas versões, a transmissão é CVT, que simula sete velocidades.

Preço
Citroën Basalt – R$ 89.990,00

Basalt chega com espaço generoso, motores competentes e design elegante Read More »

Rolar para cima