SESC

Stellantis arrecada doações para as famílias afetadas em Minas Gerais

As fortes chuvas que atingiram as cidades de Juiz de Fora e Ubá, na Zona da Mata de Minas Gerais, causaram muitas mortes, desabrigados e destruição. Com o objetivo de ajudar essas pessoas, a Stellantis mobilizou uma ação emergencial de ajuda humanitária. Em parceria com a Organização Humanitária Visão Mundial, a companhia irá distribuir kits de higiene pessoal, alimentos e material escolar, através do Kit Ternura Volta às Aulas, para mais de mil famílias em situação de vulnerabilidade social na região.

Para reforçar as operações em campo, a Stellantis disponibilizará três picapes Titano e uma Toro para apoiar as atividades logísticas da Visão Mundial. Os veículos serão utilizados no transporte de suprimentos, deslocamento das equipes humanitárias e demais ações necessárias nas áreas afetadas. A organização também atua na proteção de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade, com a criação de Espaços Seguros e a distribuição de Kits de Ternura, voltados ao apoio psicossocial durante o período de emergência.

Como parte da mobilização, a Stellantis, por meio do programa Fiat Comunità, também lançou uma campanha de arrecadação que envolve toda a rede de concessionárias Fiat em Minas Gerais. A ação acontece entre até o dia 31 de março.

Durante esse período, a população poderá realizar doações em qualquer concessionária Fiat do estado, contribuindo com itens como água, alimentos não perecíveis, produtos de higiene pessoal e materiais de limpeza. Todas as arrecadações serão destinadas às comunidades em parceria com o Sesc Mesa Brasil da Zona da Mata.

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Concerto vai juntar as artes de Johann Sebastian Bach e Fernando Pessoa

A Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas se apresenta no teatro Castro Mendes no próximo domingo (25), às 11h, com o concerto ‘Bach em Pessoa’, sob a regência do maestro Carlos Prazeres, que também atuará como solista de oboé. A apresentação contará com a participação especial do ator Ricardo Tejada, que fará a leitura cênica dos poemas de Fernando Pessoa durante o concerto.

Os ingressos podem ser adquiridos pelo site ou bilheteria do teatro. O concerto traz a arte musical de Johann Sebastian Bach com a arte literária do poeta português Fernando Pessoa.

Ricardo Tejada é diretor teatral, ator, dramaturgo, produtor e educador social. Iniciou seus estudos teatrais em 2005 no Conservatório Carlos Gomes, em Campinas. Bacharel em Artes Cênicas pela Unicamp, já se apresentou e produziu espetáculos de música e teatro em diversos teatros do Estado de São Paulo e em unidades do Sesc e Sesi.

Serviço
Concerto Bach em Pessoa
Data: 25 de agosto
Horário: 11h
Local: Teatro Castro Mendes
Endereço: Rua Conselheiro Gomide, 62, Vila Industrial
Ingressos pelo link: https://teatrocastromendes.com.br/evento/concerto_bach_em_pessoa_osmc_teatro_municipal_jose_de_castro_mendes_48765, e na bilheteria do teatro.

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Nova edição do Feverestival contará com vários espetáculos

Este ano, o Feverestival, Festival Internacional de Teatro de Campinas, celebra 18 edições. Com a temática “Fevereiro o Ano Inteiro”, esta edição será de coletividade, brincadeiras e mobilizações e, ao longo de nove dias, oferecerá ao público de Campinas um leque diversificado de espetáculos adultos, infantis (para todas as idades), shows, encontros, reflexões e momentos de lazer.

A programação tem início no dia 28 de junho com abertura no Teatro Castro Mendes, e segue até 6 de julho, com um dia inteiro de atividades na Casa de Cultura Tainã. Além destes espaços, haverá apresentações no Sesc, Sesi Amoreiras, Praça Bento Quirino, Teatro Barracão, Estação Cultura e Sala dos Toninhos.

Além das atrações selecionadas pela convocatória, que registrou um recorde de 743 inscrições de todo o Brasil, a programação do 18º Feverestival conta ainda com convidados especiais de Campinas e região e também de Moçambique e Argentina.

O Núcleo Feverestival é composto por Bruna Schroeder, Cauê Moreira, Dandara Lequi, Dudu Ferraz, Francisco Barganian, Juliana Kaneto e Mariella Siqueira.

O 18º Festival Internacional de Teatro de Campinas é uma realização do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura, Economia e Indústria Criativas, Núcleo Feverestival e Território Produções Artísticas, com apoio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo da Prefeitura Municipal de Campinas; apoio institucional do SESC, SESI, Teatro Barracão, Sala dos Toninhos, Rede Usina Geradora de Cultura e Casa de Cultura Tainã.

Noite de Abertura

O Teatro Castro Mendes foi escolhido para ser o palco da noite de abertura do Feveres. Com o espetáculo “Auto da Compadecida”, do Grupo Maria Cutia de Teatro de Belo Horizonte.

O valor do ingresso é R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia) e estará disponível para compra a partir do dia 17 de junho pelo site ou na bilheteria física do teatro.

Após o espetáculo, na Praça Correia de Lemos, em frente ao Teatro Castro Mendes, o Feveres terá um momento de festa e celebração para fortalecer a cena artística, com a possibilidade de integração entre público e artistas. Para esquentar a noite de inverno e fechar o primeiro dia do Feveres, quem se apresenta é o grupo de maracatu de baque virado de Campinas, o Maracatucá.

Serviço
18º Feverestival
Data: 28/06 a 06/07
Programação completa no site: https://www.feverestival.com.br/

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Coluna Histórias & Estórias – Por Chico Lelis

A moça que entende muito de graxa

Lá se vão alguns anos (não perguntei a idade dela hoje, por cavalheirismo. Ainda sou daquele tempo), mas quando ela criança, que havia apagado umas 4 ou 5 cinco velinhas, quando a moça se apaixonou pela mecânica.

Apesar do seu pai ser mecânico, e o avô ferramenteiro, os dois nunca a incentivaram para que fosse como eles.  Então cresceu acompanhando aquele movimento na oficina na garagem da sua casa. E a graxa foi tomando conta dos seus pensamentos. Sonhava em fazer Mecânica, mas acabou seguindo os conselhos do pai e fez Ciência da Computação. Trabalhou 15 anos na área de tecnologia, mas sempre com pensamento na “graxa”.

Até que um dia, uma amiga falou para sobre um curso grátis de Mecânica. E lá foi ela aprender o ofício que mais queria. A exigência única era um estágio de 6 meses em oficina.

Foi quando, depois do primeiro contato com a “graxa”, decidiu-se pela profissão de mecânica. Fez dois anos no SENAI do Ipiranga entre 2011 e 2013. Thais Roland, a moça a quem me refiro, nunca montou sua própria oficina. Foi enriquecendo seu currículo, fazendo um curso de restauração no Clube de Carros Antigos e foi trabalhar em uma oficina do ramo.

Naquela ocasião criou uma empresa para ensinar às mulheres a cuidar dos seus carros e, quando em uma oficina, não ser respeitada, com aquelas justificativas de o problema era na “rebimboca da parafuseta”.

Criou um workshop que dura 4 horas, com duas variações, uma delas exclusiva para mulheres e outra mista. Neste sábado próximo ((25/05) fará outro em Sorocaba, Como os demais, na sede do SESC local.

– As mulheres são mais atentas e não fazem piadas ou tentam “pegadinhas” como ocorre com alguns homens que, com o passar do tempo, param com suas brincadeiras.

O trabalho consiste em transmitir conhecimentos básicos de um carro, como sistema de combustão, freio, suspensão, arrefecimento, pneus e tudo mais o que envolve um veículo.
Ela leva ensinamentos também pelo Youtube, Instagram e um blog: http://youtube.com/@thaisroland-mec
http://instagram.com/thaisfr
http://www.cmn.blog.br

O amor, um Maverick 75

Quando fazia estágio em uma oficina no ABC, passou de ônibus defronte de uma oficina, avistou sua paixão: um Maverick branco com teto de vinil. Desceu no próximo ponto e foi lá ver quanto queriam no carro, muito maltratado.

– Estava muito ruim, mas me lembrava dos  carrinhos que ganhei uma “cegonha” de presente do meu pai e nele, entre outros carros, tinha um Maverick igualzinho.

Thais conta que o carro estava muito ruim: funilaria horrorosa, motor errado, já que o modelo, um V8 e o propulsor era um 4 cilindros em péssimo estado. Conseguiu comprá-lo e o levou para sua casa, ocupando toda a garagem com o desmonte que fez do modelo. Ela já tem o motor V8 para fazer a troca, mas ainda não foi possível continuar com o restauro.

Foi pensando nessa ação que comprou uma Vemaguet 67, para restaurar, vender e tornar sua paixão em condições de rodar. Mas, o coração agiu novamente e agora a família – ela casou-se com um mecânico, com quem tem dois filhos e que é professor de graduação e pós-graduação no SENAI do Ipiranga, onde se conheceram.

Mas, naquela época eu era casada e ele também. Mas, em 2017, se reencontraram em uma palestra que ela foi fazer do SENAI. E estão junto até hoje.

Filhos de peixes, peixinhos são!

A exemplo da mãe, desde pequeninos gostam de mexer nas ferramentas dos pais. É só ter uma chance que lá estão eles com uma ferramenta nas mãos ou querendo ajudar na troca de um pneu.

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