morte

Vacina da gripe é ampliada para toda a população de Campinas

A Secretaria de Saúde de Campinas ampliou a vacinação contra a gripe para toda a população a partir de seis meses de idade. As doses estão disponíveis nos 69 centros de saúde e na Igreja Divino Salvador, no Cambuí.

A campanha segue até o final de julho. Neste ano, a vacina protege contra as gripes A (H1N1 e H3N2) e B.

Vacina da gripe é ampliada para toda a população de Campinas Read More »

Campinas registra mais uma morte por febre maculosa

Campinas registrou a primeira morte por febre maculosa em 2026. O contaminado era um jardineiro de 74 anos e residia na região noroeste da cidade.

Os primeiros  sintomas ocorreram no dia 15 de abril, foi atendido em um hospital público e veio a óbito seis dias depois.

Em 2025, Campinas registrou seis mortes por febre maculosa.

Campinas registra mais uma morte por febre maculosa Read More »

Mais duas pessoas não imunizadas contra a gripe morrem em Campinas

A Secretaria de Saúde de Campinas registrou ontem (6), mais dois óbitos por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) provocada pelo vírus Influenza, causador da gripe. No total, foram cinco mortes com data de início de sintomas em 2026. Os pacientes tinham histórico de doenças preexistentes (comorbidades) e ainda não estavam vacinados contra a doença neste ano.

Desde janeiro, a cidade contabiliza 65 casos e cinco mortes de SRAG por influenza.

Casos em 2025

Durante todo ano de 2025, Campinas teve 552 pessoas com a síndrome e 67 mortes pela doença. Dos óbitos, 53 foram de pessoas que não receberam a vacina contra a gripe. Além disso, 66 pessoas tinham doenças preexistentes e, portanto, eram do grupo de risco.

Entre os 14 que receberam o imunizante, 12 estavam adequadamente imunizados. Isso porque a vacina leva 15 dias para garantir a proteção ideal e duas pessoas apresentaram os sintomas da doença antes deste período.

Mais duas pessoas não imunizadas contra a gripe morrem em Campinas Read More »

Começa amanhã a vacinação contra a Influenza em Campinas e região

Amanhã (28), a Secretaria de Saúde de Campinas realiza o Dia D da vacinação contra a Influenza 2026, voltada para grupos prioritários. Vários pontos de imunização distribuídos por todas as regiões cidades estarão aplicando o imunizante.

A partir de segunda-feira (30), a vacinação segue disponível nos 69 centros de saúde do município e vai até 30 de maio.

Quem pode se vacinar
– Crianças de 6 meses a menores de 6 anos
– Idosos com 60 anos ou mais
– Gestantes e puérperas (até 45 dias após o parto)
– Pessoas com doenças crônicas
– Povos indígenas e quilombolas
– Pessoas em situação de rua
– Trabalhadores da saúde e da educação
– Profissionais das forças de segurança e salvamento
– Profissionais das Forças Armadas
– Pessoas com deficiência permanente
– Caminhoneiros e trabalhadores de transporte coletivo
– Trabalhadores portuários e dos Correios
– População e funcionários do sistema de privação de liberdade, além de adolescentes e jovens sob medidas socioeducativas (entre 12 e 21 anos)

Não é necessário agendamento. Para receber os imunizantes é preciso apresentar documento com foto e caderneta, se tiver. As crianças ou adolescentes devem estar acompanhados dos pais/responsáveis ou levar autorização.

Começa amanhã a vacinação contra a Influenza em Campinas e região Read More »

Secretaria de Saúde emite alerta pelo risco de dengue em 24 bairros

A Secretaria de Saúde de Campinas divulgou ontem (26), o 13º Alerta Arboviroses Campinas deste ano. O documento informa que 24 bairros estão com alto risco de transmissão de dengue e, por isso, as ações de controle do mosquito Aedes aegypti, que transmite a doença, a zika e a chikungunya, serão intensificadas.

Hoje (27), a  Secretaria de Saúde em parceria com o Comitê Municipal de Enfrentamento das Arboviroses e Zoonoses, realiza o 5º Mutirão de Enfrentamento às Arboviroses de 2026, que inclui visitas a imóveis para remoção de criadouros, conscientização de moradores, limpeza de bueiros e caminhão cata-treco para recolhimento de móveis e outros materiais inservíveis, nas residências.

Áreas com alto risco
– Leste:  Centro, Bosque, Cambuí.
– Noroeste:  Jardim Lisa, Residencial Colina das Nascentes, Vila do Sossego, Cidade Satélite Íris.
– Norte: Parque Via Norte, Vila Santa Isabel, CDHU Edvaldo Orsi, Jardim Mirassol.
– Sudoeste: Parque Universitário de Viracopos, Jardim Vista Alegre, Jardim Shangai, Residencial São José, Recanto do Sol.
– Sul: Jardim Campo Belo, Vila Campos Sales, Parque da Figueira, Jardim Nova Europa.
– Suleste: Jardim Paranapanema, Jardim São Fernando, Vila Lemos, Jardim Proença.

 

Secretaria de Saúde emite alerta pelo risco de dengue em 24 bairros Read More »

Jovem de 24 anos é vítima de feminicídio em Bragaça Paulista

A Polícia Civil investiga uma denúncia de feminicídio ocorrido neste domingo (22), em Bragança Paulista, interior de São Paulo. A vítima, de 24 anos, foi encontrada morta com diversos ferimentos causados por disparos de arma de fogo dentro de um carro.

O ex-companheiro da vítima foi preso e é investigado pelo crime. Segundo uma testemunha, a jovem trafegava em seu veículo, quando se iniciou uma discussão com um homem em uma motocicleta. Segundo a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP), ele atirou na mulher e fugiu.

Imagens de câmeras de segurança foram analisadas e, com as informações da placa da moto, a polícia identificou o suspeito. O caso foi registrado na Delegacia Seccional do município.

Recorde de feminicídios

O estado de São Paulo registra recordes em ocorrências registradas como feminicídio. Em 2025, o estado registrou o maior número de vítimas de feminicídio desde o início da série histórica, em 2018.

Em todo o ano passado, as vítimas chegaram a 270, o que representa um aumento de 6,7% em relação a 2024, quando o número chegou a 253. Os dados estão disponíveis no site da Secretaria da Segurança Pública do estado (SSP). (Agência Brasil)

Jovem de 24 anos é vítima de feminicídio em Bragaça Paulista Read More »

Anvisa proíbe venda de fórmula infantil contaminada por toxina

A Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária determinou nesta quinta-feira (19) a proibição da comercialização, da distribuição e do uso de lotes da fórmula infantil para lactentes Aptamil Premium 1 – 800g, produzida pela Danone.

Em nota, a Anvisa informou que a decisão foi tomada após comunicado de recolhimento voluntário emitido pelo próprio fabricante. Laudos da Danone constataram a presença da toxina cereulida no produto, indicado para recém-nascidos de até 6 meses.

De acordo com o comunicado, os seguintes lotes devem ser recolhidos:

– 2026.09.07 (fabricação em 8/3/2025)

– 2026.10.03 (fabricação em 3/4/2025)

– 2026.09.09 (fabricação em 10/3/2025)

A Anvisa destacou que a cereulida é uma toxina produzida pela bactéria Bacillus cereus e que o consumo de alimentos contaminados por essa substância pode causar vômito persistente, diarreia ou letargia (sonolência excessiva, lentidão de movimentos e de raciocínio), além de incapacidade de reagir e expressar emoções.

Para o consumidor que utiliza a fórmula infantil Aptamil Premium 1 – 800g, a orientação é verificar o número do lote impresso. Caso o produto pertença a um dos lotes recolhidos, não deve ser utilizado ou oferecido para consumo.

Para receber informações sobre como proceder em relação a eventuais trocas e devoluções, a Anvisa pede que o consumidor entre em contato diretamente com a Danone, por meio do Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) indicado na embalagem.

“Se a criança apresentar sintomas compatíveis com os citados após o consumo do produto dos lotes indicados, leve-a para atendimento médico. Ao procurar atendimento, é importante informar o alimento que foi consumido, se possível com uma amostra da embalagem, caso a tenha disponível”. (Agência Brasil)

 

Anvisa determina apreensão de azeite de oliva extravirgem
Anvisa recolhe esmaltes em gel com substância proibida

Anvisa proíbe venda de fórmula infantil contaminada por toxina Read More »

Mortes por câncer colorretal devem aumentar quase 3 vezes até 2030

O número de mortes por câncer colorretal no Brasil deve aumentar quase três vezes no período de 2026 a 2030, em comparação com dados de 2001 a 2005. Pesquisadores de instituições brasileiras e do exterior estimam que cerca de 127 mil pessoas vão morrer por causa da doença ao longo desses cinco anos, contra 57,6 mil óbitos ocorridos no período de comparação.

Os dados foram publicados em artigo na revista The Lancet Regional Health Americas e mostram ainda que o aumento deve ser de 181% entre os homens e 165% entre as mulheres. Considerando todo o período, de 2001 a 2030, as mortes pela doença devem ultrapassar 635 mil.

A pesquisadora do Instituto Nacional do Câncer (Inca) Marianna Cancela explica que esse aumento da mortalidade acompanha a alta de casos da doença.O câncer colorretal é o segundo tipo de câncer mais incidente e o terceiro mais mortal no país. De acordo com Marianna Cancela, isso se deve ao envelhecimento da população, mas também a alguns hábitos nocivos.

A pesquisadora aponta o consumo excessivo de ultraprocessados e a falta de atividade física como fatores de risco importantes para a doença.

“E esse é um risco que tem iniciado cada vez mais cedo, já desde criança. Com isso, a gente vê não só o aumento dos casos de câncer colorretal, como também o aumento de casos em pacientes mais jovens”.


Outro fator que contribui para a alta mortalidade por esse tipo de câncer, de acordo com Marianna Cancela, é que cerca de 65% dos casos só são diagnosticados em estágios avançados, o que dificulta o tratamento. Isso se deve a características da doença, que não costuma manifestar sintomas no início, mas também a dificuldades de receber assistência adequada, especialmente na regiões mais remotas e menos desenvolvidas do país.

Por isso, os pesquisadores defendem a redução dessas desigualdades e a adoção gradual de um programa de rastreamento, com a realização de exames preventivos que detectem a doença ou sinais de alerta antes do início dos sintomas. O grupo também ressalta a importância do diagnóstico precoce em casos sintomáticos e do tratamento adequado. (Agência Brasil)

Mortes por câncer colorretal devem aumentar quase 3 vezes até 2030 Read More »

São Paulo registra feminicídio no Dia Internacional da Mulher

Uma mulher de 44 anos foi morta após ser esfaqueada pelo companheiro, na noite do domingo (8), na zona leste da capital paulista. O caso ocorreu neste Dia Internacional da Mulher, quando mulheres de todo o Brasil foram às ruas em protestos especialmente contra a violência de gênero.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP) de São Paulo, policiais militares foram acionados para atender a ocorrência e encontraram a vítima com ferimentos causados por uma faca. Ela foi socorrida ao Hospital Geral de São Mateus, mas não resistiu aos ferimentos.

A SSP informou que, posteriormente, o autor se apresentou em um batalhão da Polícia Militar (PM) e foi detido. Ele foi encaminhado à delegacia, onde permaneceu à disposição da Justiça. O caso foi registrado na 8ª DDM – São Mateus.

Litoral paulista

Na cidade de Praia Grande, litoral paulista, policiais militares foram acionados para atender ocorrência de disparo de arma de fogo e briga de casal, na manhã do sábado (7). No local, encontraram a vítima, uma mulher de 40 anos. Ela foi atendida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

O agressor, um homem de 46 anos, foi preso em flagrante. A arma utilizada no crime e uma moto usada na fuga foram apreendidas. O caso foi registrado como feminicídio e violência doméstica na Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Praia Grande.

Recorde de feminicídios

O estado de São Paulo registra recordes em ocorrências registradas como feminicídio. Em 2025, o estado registrou o maior número de vítimas de feminicídio desde o início da série histórica, em 2018.

Em todo o ano passado, as vítimas chegaram a 270, o que representa um aumento de 6,7% em relação a 2024, quando o número chegou a 253. Os dados estão disponíveis no site da Secretaria da Segurança Pública do estado (SSP). (Agência Brasil)

São Paulo registra feminicídio no Dia Internacional da Mulher Read More »

Vítimas de feminicídio aumentaram 96% no estado de SP, em quatro anos

O número de vítimas de feminicídio no estado de São Paulo aumentou 96,4% em 2025, na comparação com 2021. No ano passado foram 270 mulheres mortas, ante 136 vítimas em 2021. 

Considerando os estados da Região Sudeste, 41% das mortes aconteceram em São Paulo.O levantamento é do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) e foi divulgado nesta quarta-feira (4).

“O caso de São Paulo chama mais atenção pelo fato de ser um número muito grande em termos quantitativos, de 136 feminicídios para 270. Praticamente duplicou em 4 anos o número de feminicídios aqui no estado. E é um estado que já tinha uma consistência em relação à qualidade do registro da informação [no período analisado]”, disse Samira Bueno, diretora executiva do FBSP.

Diante disso, Samira afirma que há uma preocupação em relação à violência contra a mulher no estado. “Tem vários casos recentes [que ganharam visibilidade nos últimos meses], o que a gente está vendo na imprensa é, de algum modo, o que está se traduzindo nas estatísticas”, acrescentou.

Brasil

Em todo o país, no mesmo período de comparação, houve um crescimento de 14,5% nos registros de vítimas de feminicídios. Só em 2025, foram 1.568 mulheres vítimas de feminicídio no Brasil.

Em 2022, na comparação com 2021, a alta foi de 7,6%. Na sequência, em 2023 e em 2024, na comparação com o ano imediatamente anterior, o crescimento ficou na ordem de 1% ao ano. No entanto, em 2025, observou-se um novo salto, dessa vez de 4,7% em um ano.

O FBSP avalia que essa inflexão mais recente rompe a estabilidade relativa – ainda que em patamar elevado – que perdurou nos anos de 2022, 2023 e 2024 e sinaliza um agravamento que não pode ser atribuído apenas ao aprimoramento dos registros desse tipo de crime.

Violência urbana X violência doméstica

Segundo a entidade, a evolução das taxas de outros crimes contra mulheres, como ameaça, perseguição, violência psicológica, lesão corporal, estupro e tentativa de feminicídio, também vêm aumentando de forma consistente nos últimos anos, em todo país.

Os dados mostram que a redução das mortes de mulheres em contextos típicos da violência urbana (como conflitos armados, disputas em contexto de tráfico de drogas e vitimização difusa) ocorre em paralelo ao aumento da letalidade em contextos domésticos, familiares e afetivos.

“O crescimento dos feminicídios revela a persistência, e em certa medida o recrudescimento, da violência baseada em gênero no espaço privado”, diz a análise.

O fórum de segurança pública explica que, diferentemente da violência urbana, mais sensível a políticas de segurança pública tradicionais, a violência doméstica é fortemente influenciada por fatores estruturais como desigualdades de gênero, padrões culturais de dominação masculina, controle coercitivo e fragilidades na rede de proteção.

“O aumento da letalidade nesse contexto sugere dificuldades em interromper trajetórias de violência já conhecidas pelas instituições e aponta para limites na capacidade de prevenção, proteção e resposta do Estado antes que a violência alcance seu desfecho fatal”, avalia a entidade.

Medidas protetivas

Dos casos sobre os quais havia informação, 148 mulheres (13,1%) tinham Medida Protetiva de Urgência quando foram mortas. A análise desse elemento contempla 1.127 feminicídios em 16 unidades da federação.

Na avaliação do FBSP, o contingente expressivo de mulheres assassinadas mesmo após ter pedido socorro ao sistema de Justiça, mostra que a medida é insuficiente.

“A concessão da medida protetiva, embora fundamental, não tem sido suficiente para impedir a letalidade em parcela relevante dos casos, o que impõe reflexão sobre monitoramento, fiscalização e integração da rede de proteção.”

De acordo com o FBSP, atualmente o problema central não é a criação de novas leis, mas a capacidade de implementá-las de modo efetivo.

O arcabouço legal, afirma a entidade, tornou-se mais robusto, mais específico e mais atento às diferentes dimensões do problema, nos últimos anos.

Em 2026 a Lei Maria da Penha completa 20 anos. Desde que foi implementada, o Brasil consolidou avanços no plano normativo de enfrentamento à violência de gênero, avalia o Fórum. (Agência Brasil)

Vítimas de feminicídio aumentaram 96% no estado de SP, em quatro anos Read More »

Rolar para cima