Mini

Pequeno BYD Dolphin Mini chega por R$115.800,00

A chinesa BYD apresentou esta semana o Dolphin Mini, o modelo 100% elétrico mais barato do Brasil. O Mini além de ter um design muito agradável, impressiona o bom espaço interno.

Espaçoso

A grande atração do BYD Dolphin Mini é o pequeno tamanho por fora e o surpreendente espaço por dentro. Com 3,78 m de comprimento, o modelo tem uma grande distância de entre-eixos (2,5 metros). Isso associado á altura de 1,58 metro de altura e 1,71m de largura, permite um espaço generoso e agradável no seu interior para até quatro passageiros. O acabamento geral é muito bom e os bancos dianteiros são em formato de “concha” e o traseiro, integral.

O do motorista possui ajuste elétrico em seis posições e o banco do passageiro pode ser ajustado manualmente em até quatro posições. Os cintos de segurança dianteiros contam com pré-tensionadores e aviso sonoro. Um dos principais diferenciais dos modelos elétricos, como não têm câmbio, é a ausência de túnel traseiro central, permitindo mais comodidade.

Assim como os demais veículos da BYD, o Mini traz uma enorme tela flutuante e giratória multimídia ICS – Intelligent Cockpit System de 10,1 polegadas. Além do carregamento por indução para smartphone, conta com portas USB-A, USB-C e tomada 12V.
Já o painel de instrumentos LCD de 7” (muito pequeno) oferece diversas informações do veículo. Além de direção elétrica, o volante permite ajuste manual de altura e profundidade, características incomuns em veículos de seu segmento.

O Dolphin Mini oferece controle de cruzeiro com seletor de velocidade, luzes de leitura acionadas via touch, com acionamento automático e luzes de cortesia. O console minimalista, horizontal, assegura as principais funções ao alcance da mão.

O BYD Dolphin Mini conta ainda com vidros elétricos, câmera de ré, função “Follow me Home”, assistente de voz e retrovisores com aquecimento, descongelamento e ajuste elétrico, além de rebatimento manual.

O porta-malas, com o banco traseiro na posição normal, tem apenas 230 litros. Mas pode ser aumentado para 930 litros com o rebatimento do banco traseiro. No porta-malas está o kit de reparo de pneus, para consertos emergenciais.

O Mini vem equipado com um motor elétrico com potência de 75 cavalos com torque máximo de 135 Nm. Segundo a marca chinesa, o Mini acelera de 0 a 100 km/h em 14,9 segundos e pode chegar à velocidade máxima de 130 km/h. O peso de 1.239 kg em ordem de marcha (peso bruto total de 1.568 kg).

Ainda segundo a marca, já que não houve teste drive no lançamento, a autonomia é de 280 quilômetros. Vale ressaltar que, ao contrario dos veículos a combustão, os modelos elétricos na estrada consomem bem mais, reduzindo bastante a autonomia.

A bateria Blade BYD (LFP) de 38 kWh integrada à plataforma foi desenvolvida pela BYD para veículos puramente elétricos. A plataforma é responsável por integrar o sistema de alta tensão e a bateria com o chassi do carro.

A garantia é de cinco anos ou 500 mil quilômetros e a garantia da bateria é de oito anos, sem limite de quilometragem. Na compra do modelo o consumidor ganha um carregador wallbox.

Preço BYD Dolphin Mini
R$115.800,00

 

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BYD Mini será o modelo elétrico mais barato do Brasil

A “guerra” entre os carros elétricos está cada vez mais acirrada. Depois de algumas importadoras diminuírem os preços de veículos já lançados, prejudicando quem comprou antes da redução, a BYD prepara o lançamento do Dolphin Mini (Seagull em outros mercados).


O modelo, que deverá ser o mais barato do mercado, chegará ao mercado nacional em março de 2024 por aproximadamente 100 mil reais. Vai depender dos impostos no momento do lançamento.

O BYD Dolphin Mini, que vai concorrer com o JAC EJ-1 e com o Caoa Chery iCar,  é um subcompacto com 3,78 metros de comprimento, 1,71 m de largura, 1,54 m de altura e distância de entre-eixos de 2,50 metros.

Ou seja, 20 centímetros menor que o Dolphin. A autonomia será em torno de 300 q1uilometros e a velocidade máxima de 130 quilômetros por hora.

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Até hoje o Mini Cooper tem um desempenho admirável

Mesmo para os não apaixonados por automóveis, o Mini Cooper S sempre foi um automóvel espetacular. Pequeno por fora e com espaço para até quatro passageiros, o modelo tinha um desempenho muito bom. Principalmente, no contorno de curvas. O desempenho era tão fascinante, que no tradicional Rally de Monte Carlo, ele venceu por diversas vezes modelos muito mais potentes, como Porsches, Ferraris e Lancias. Isso por várias vezes.

O modelo Cooper surgiu da ideia de um engenheiro inglês e fabricante de carros de corrida. Nascido há 100 anos, John Cooper entrou para a Royal Air Force como aprendiz aos 15 anos de idade, para trabalhar como fabricante de instrumentos durante a Segunda Guerra Mundial. Seu amor pela mecânica nasceu no negócio de seu pai, Charles Cooper.

Em 1947, Charles e John Cooper fundaram a Cooper Car Company, uma empresa automotiva dedicada ao automobilismo. Um dos primeiros grandes sucessos da Cooper, foi um monoposto de 500 centímetros cúbicos e que formou muitos pilotos renomados.

John Cooper teve a brilhante ideia de instalar o motor entre o motorista e o eixo traseiro, em uma época em que os carros de corrida ainda tinham o motor na dianteira. Muito leve, o monoposto tinha um excelente desempenho. O sucesso dessa configuração mudou o automobilismo e sua influência se estendeu à Fórmula 1 e às 500 Milhas de Indianápolis.

John Cooper, que também era amigo íntimo do criador do Mini, Alec Issigonis, viu desde o inicio o potencial esportivo do pequeno carro. Cooper propôs a ideia a Issigonis, e logo recebeu a aprovação da gerência sênior da fabricante BMC para desenvolver uma pequena série de 1.000 unidades do Mini Cooper com um motor modificado, ampliado para 1,0 litro e oferecendo uma potência máxima de 55 cavalos (o Mini original tinha um motor de 848 cm³ com 34 cavalos).

A resposta à entrada desse carro no mercado em setembro de 1961 foi simplesmente eufórica, com entusiastas de todo o mundo exigindo apenas uma coisa: ainda mais potência! Assim, Issigonis e Cooper aumentaram a capacidade do motor para 1.071 cc, elevando a potência do motor para 70 cavalos.

Clássico

O Mini Cooper S logo provou ser um verdadeiro campeão, e não apenas no asfalto, já que a vitória do piloto finlandês Rauno Aaltonen em uma das categorias no Rally de Monte Carlo de 1963 marcou o ponto de partida para uma série verdadeiramente inigualável de sucessos extraordinários no automobilismo.

O ponto alto, é claro, foram as três vitórias gerais no Rally de Monte Carlo em 1964, 1965 e 1967. O Mini com motor Cooper desafiou todas as probabilidades. O sucesso do Mini Cooper foi tão grande que ele se tornou o primeiro modelo britânico a vencer o Campeonato Europeu de Rally.

Com o surgimento do novo Mini, fabricado pela BMW Group, a marca em 2007 adquiriu a marca John Cooper Works, e passou a utilizar em seus modelos esportivos.

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