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Testamos o econômico e espaçoso Hyundai Kona Hybrid

Quem está procurando um SUV híbrido deve procurar conhecer o Hyundai Kona. Com design moderno e excelente acabamento, o Kona surpreende também pela autonomia. Num misto de cidade e estrada, com a bateria totalmente carregada e o tanque de gasolina cheio, conseguimos rodar 1.156 quilômetros.

Teoricamente, dá para ir e voltar de São Paulo ao Rio de Janeiro ou de São Paulo a Curitiba. O modelo avaliado foi o Hyundai Kona Hybrid Signature, versão mais sofisticada do modelo e que custa R$ 234.990.

Luxuoso

O Kona está num segmento com poucos concorrentes e muito acima do Toyota Corolla Cross. Com 4.350 mm de comprimento, o Kona não é muito maior que os concorrentes, mas no entre-eixos de 2.660 mm, está a maior diferença em relação aos demais. Isso resulta num espaço maior para os passageiros. O porta-malas é generoso: 407 litros.

Apesar do design moderno, a posição das lanternas traseiras são questionáveis. Ficam no para-choques, muito para baixo. Muito esquisito.

O interior é bem agradável. Além de muito espaçoso, com acabamento esmerado, o Kona oferece duas telas de 12,3″ integradas, os bons e úteis comandos para o ar-condicionado de duas zonas e outras finalidades. No meio fica o seletor dos modos de condução, Eco, Sport e Snow. O modelo dispõe de diversos e amplos porta-objetos. O seletor da transmissão automatizada de dupla embreagem, com 6 marchas, fica atrás da coluna de direção, perto do acionamento dos limpadores dianteiro e traseiro.

Motorização

O motor à combustão é de 1,6 litro e desenvolve 105 cavalos de potência máxima e 14,7 kgfm. Já o motor elétrico entrega 57 cavalos. Juntos oferecem ao motorista 141 cavalos e 27 kgfm. A bateria é de 1,32 kWh.

O SUV acelera de 0 a 100 quilômetros por hora em 11,2 segundos e atinge a velocidade máxima de 165 quilômetros por hora. Tanto na cidade como na estrada, o modelo não decepciona e atende bem às solicitações do motorista. Mesmo nas retomadas, ele é “espertinho”. Na cidade, é possível andar longos períodos utilizando apenas o motor elétrico e o desempenho é muito bom.

O consumo é surpreendente. Na estrada, chegou a fazer 16,1 quilômetros por litro e na cidade, 18,6 quilômetros por litro  Poderia ser melhor, sim, mas tem números superiores no consumo e no desempenho do que o concorrente Corolla Cross Híbrido.

No mercado nacional, no qual estamos acostumados com tanques de combustíveis grandes, assusta o do Kona ter apenas 38 litros. Mas como se pode avaliar, não faz falta um reservatório maior, pois o motor elétrico e o à combustão garantem uma boa autonomia, de quase 700 quilômetros.

Rodando

Como o objetivo do Kona é principalmente o conforto dos passageiros, a suspensão é bem macia. Mas como no Brasil contamos com pisos muito ruins na grande maioria das estradas e ruas, a suspensão às vezes bate seco.  A estabilidade é boa e a carroceria se mantém estável mesmo em curvas mais dinâmicas.

Na estrada, os assistentes de condução são muito úteis. Muito bem equipado, o Kona conta com teto-solar panorâmico, câmeras 360 graus, freio de estacionamento elétrico, porta-malas com abertura elétrica e luzes ambientes.

A conclusão é que o SUV híbrido da Hyundai, apesar do design muito futurístico, é muito competente, espaçoso e econômico.

Preço
Hyundai Kona Hybrid R$ 234.990,00

 

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Brasil fala em “preocupação” com ordem de prisão de opositor de Maduro

O governo brasileiro manifestou “profunda preocupação” com a decisão da Procuradoria-Geral da Venezuela de pedir a prisão de Edmundo González, um dos líderes da oposição ao governo de Nicolás Maduro. A nota conjunta com o governo da Colômbia foi divulgada na noite dessa terça-feira (3).

Segundo a nota, o pedido de prisão de González afeta os compromissos assumidos nos Acordos de Barbados, quando governo e oposição, mediados pela Noruega, firmaram compromissos envolvendo um processo eleitoral democrático no país sul-americano.

“Os governos de Brasil e Colômbia manifestam profunda preocupação com a ordem de apreensão emitida pela Justiça venezuelana contra o candidato presidencial Edmundo González Urrutia, no dia de ontem, 2 de setembro. Esta medida judicial afeta gravemente os compromissos assumidos pelo Governo venezuelano no âmbito dos Acordos de Barbados, em que governo e oposição reafirmaram seu compromisso com o fortalecimento da democracia e a promoção de uma cultura de tolerância e convivência. Dificulta, ademais, a busca por solução pacífica, com base no diálogo entre as principais forças políticas venezuelanas”, afirmaram os governos do Brasil e da Colômbia.

O pedido de prisão contra Edmundo González foi emitido após ele não comparecer pela terceira vez à sede do Ministério Público para explicar a publicação de supostas atas eleitorais que dariam vitória a ele nas eleições ocorridas em 28 de julho. A oposição diz ter publicado mais de 80% das atas na internet que comprovariam a vitória de González. O governo, no entanto, acusa a oposição de falsificar mais de 9 mil atas publicadas na rede.

O Conselho Nacional Eleitoral (CNE), órgão responsável pela divulgação do resultado das eleições, afirmou que Maduro venceu o pleito, mas não divulgou as atas eleitorais das mais de 30 mil mesas de votação. Os documentos foram entregues à Justiça no início de agosto. (Agência Brasil)

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Atas eleitorais da Venezuela devem ser entregues esta semana

O Conselho Nacional Eleitoral da Venezuela (CNE) deve entregar esta semana ao Judiciário as atas eleitorais por mesa de votação do pleito presidencial do dia 28 de junho. O Tribunal Superior de Justiça (TSJ) também pediu os documentos que comprovam o ataque cibernético que teria atrasado os trabalhos do CNE.

A decisão do Tribunal Superior de Justiça publicada na sexta-feira (2) determinou que o Poder Eleitoral apresente, em 3 dias úteis a partir da sua notificação, as atas de escrutínio das mesas eleitorais à nível nacional; a ata de totalização definitiva do processo eleitoral; a ata de adjudicação e a ata de proclamação do processo.

“Além disso, como constitui um feito público, notório e comunicado, o ataque cibernético denunciado contra o sistema informático do CNE, como impedimento a oportuna transmissão dos resultados eleitorais, igualmente se solicita ao Máximo Órgão Eleitoral todos os elementos de prova associados com tal evento”, diz a sentença expedida pelo TSJ.

A decisão é consequência do recurso apresentado pelo presidente Nicolás Maduro para que o Judiciário do país pericie todos os eventos relacionados à eleição presidencial do país. Na sexta-feira, uma audiência foi convocada pelo TSJ, e o principal candidato opositor, Edmundo González, não compareceu à reunião.

Em uma rede social, Edmundo disse que não compareceu ao TSJ porque seria dever do CNE garantir a transparência e confiabilidade dos processos eleitorais “sem omissão de sua parte e eventualmente uma usurpação de funções por parte de outro órgão do Estado”.

Ao apresentar o recurso ao STJ, Maduro informou que estava pronto para entregar 100% das atas que estão com o partido do governo PSUV e pediu para que os demais candidatos e partidos fizessem o mesmo. Isso porque, ao final da votação em cada urna, um boletim é impresso com o resultado entregue aos fiscais presentes, que assinam o documento que também é enviado eletronicamente ao CNE.

Atas da oposição

Neste final de semana, autoridades do governo Maduro denunciaram que são falsas parte das atas eleitorais publicadas pela oposição na internet, e que provariam a vitória de Edmundo González. A oposição diz ter publicado 81% das mais de 30 mil atas.

“Detectamos uma grande farsa com mais de 9,4 mil atas forjadas pela ultradireita venezuelana, o que é uma verdadeira fraude”, afirmou o presidente da Assembleia Nacional do país e chefe da campanha de Maduro, Jorge Rodríguez.

Segundo a liderança chavista, essas mais de 9 mil atas estariam sem os dados completos, sem informações como a assinatura do operador da mesa, de outros membros da mesa eleitoral, dos fiscais e outras informações.

As atas publicadas pela oposição têm sido usadas pelos governos dos Estados Unidos e de países da União Europeia para reconhecer a vitória de Edmundo, ainda que não tenha sido feita a auditoria oficial pelo CNE. (Agência Brasil)

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Itamaraty emite alerta de segurança para brasileiros na Venezuela

O Ministério das Relações Exteriores (MRE) (foto) emitiu um alerta consular para brasileiros que estão na Venezuela. Após a proclamação de Nicolás Maduro como presidente reeleito, manifestantes tomaram as ruas da capital Caracas, em meio a apelos da oposição e da comunidade internacional para que as contagens completas dos votos sejam divulgadas.

No comunicado, o Itamaraty pede que brasileiros residentes, em trânsito ou com viagem marcada para a Venezuela mantenham-se informados sobre a situação de segurança nas áreas onde se encontram e que evitem aglomerações.

“A Embaixada do Brasil, em Caracas, permanece atenta à situação das cidadãs e dos cidadãos brasileiros no país e disponibiliza, em caso de emergência envolvendo seus nacionais, o seu plantão consular, +58 414-3723337 (com WhatsApp)”, informou o Itamaraty.

Ainda de acordo com o alerta, o plantão consular geral do Ministério das Relações Exteriores pode ser contatado pelo telefone +55 (61) 98260-0610.

Entenda

Após as eleições presidenciais realizadas no último domingo (28), o presidente Maduro foi anunciado pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE) da Venezuela vencedor do pleito e apto a exercer seu terceiro mandato, no período de 2025 a 2030.

Ele foi proclamado vitorioso, segundo o CNE, com 51,21% dos votos contra 44% de Edmundo González, o segundo colocado. O resultado foi questionado pela oposição, que cita fraude nas urnas. Ao receber o mandato, Maduro acusou um suposto golpe de Estado que estaria sendo gestado no país.

Segundo a líder oposicionista María Corina Machado, adversários do atual presidente tiveram acesso a 40% das atas eleitorais que mostrariam a vitória de González. Corina Machado pediu, então, uma medida das Forças Armadas.

Há expectativa de que o CNE publique todas as atas com os resultados eleitorais por urna. Com isso, seria possível verificar se as atas em poder do conselho são as mesmas impressas na hora da votação e que foram distribuídas aos fiscais da oposição ou aos observadores nacionais e internacionais.

Um dia após as eleições, o governo venezuelano decidiu expulsar representantes diplomáticos da Argentina,  Chile, Costa Rica, Peru, Panamá, República Dominicana e Uruguai, que contestaram o resultado das urnas. (Agência Brasil)

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