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Carreta da Fumec está no Oziel e as inscrições estão abertas

Jovens, adultos e idosos têm uma oportunidades de concluirem os estudos. A carreta da Fumec – Fundação Municipal para Educação Comunitária está no Parque Oziel com as inscrições abertas. São 36 vagas disponíveis com previsão de início das aulas na primeira quinzena de abril.

A carreta da Fumec no Parque Oziel é uma parceria entre a Prefeitura de Campinas e a Associação Douglas Andreani, que cede o espaço para a instalação do compartimento. A sala de aula móvel consiste num espaço projetado para o conforto e aprendizado, equipada com ar-condicionado e notebook para uso dos estudantes. Com 18 carteiras, cada uma acomodando dois estudantes, o local é totalmente acessível para pessoas com deficiência, incluindo acesso por elevador.

As aulas serão realizadas de segunda a sexta-feira, das 19h às 21h30, na carreta da Fumec, localizada na rua Wadhi Abdalla Gnatos, n° 7, Jardim Monte Cristo, região do Parque Oziel.

A inscrição deve ser feita pelo Whatsapp (19) 99658-0691 ou direto no telefone da Fumec (19) 3273-1000. Para se matricular, os interessados devem apresentar comprovante de identidade e comprovante de endereço. Os candidatos passarão por uma entrevista e avaliação diagnóstica, garantindo que sejam matriculados na fase e ciclo adequados para seu aprendizado.

A Fumec oferece gratuitamente a todos os estudantes material escolar completo, kit de livros de alfabetização, uniforme, alimentação, passe escolar e óculos para aqueles com dificuldades ou deficiência visual.

 

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Uma a cada três crianças tem perfil aberto em redes, alerta pesquisa

Aos 12 anos, a menina não tira os olhos das interações que chegam pela janelinha que carrega nas mãos. Para ficar feliz, basta o telefone celular vibrar com alguma interação ou novo seguidor. É por isso que a garota, que mora em São Paulo (SP), mesmo tão jovem, deixou o perfil aberto em redes como Instagram e Snapchat.

Isso quer dizer que não é necessária autorização para que qualquer pessoa possa visualizar as postagens dela. Esse comportamento da menina, que é à revelia da família, deixa a mãe, a publicitária Suzana Oliveira, de 41, muito preocupada.

Um levantamento da empresa Unico, especializada em identidade digital, e do Instituto de Pesquisas Locomotiva, divulgada nesta terça (28), Dia Internacional da Proteção de Dados, mostra que o caso dessa menina está longe de ser uma raridade.  Segundo a pesquisa, pelo menos uma a cada três contas atribuídas a crianças e adolescentes de 7 a 17 anos de idade em redes sociais no Brasil têm perfil “totalmente aberto”.

A pesquisa divulgada pelas entidades foi realizada com a participação de 2.006 responsáveis por crianças e adolescentes em todo o Brasil. O levantamento ocorreu entre os dias 9 e 24 de outubro de 2024, com uma margem de erro de 2,2 pontos percentuais.

“Sem controle”

Entre outros dados que deixam as famílias em alerta é que quase metade (47%) desse público não controla os seguidores nas redes sociais (jovens que adicionam qualquer pessoa à conta e interagem com desconhecidos). Isso tem tirado o sono de Suzana, a mãe da criança paulistana.

Ela diz que tem monitorado, via aplicativo, as ações da filha e que restringe o tempo na frente da tela pequena. Só que a pressão tem sido motivo de longos embates e estresse dentro de casa.

“O hábito no celular gerou crises de ansiedade, choro e mau humor. Minha filha pratica atividades esportivas com regularidade, mas, mesmo assim, as redes sociais têm provocado danos à saúde dela”, conta a mãe.

Para a diretora de proteção de dados da Unico, Diana Troper, o percentual de crianças com perfil aberto é assustador: “essas informações que estão publicamente acessíveis ou com facilidade de acesso são de pessoas mais vulneráveis e utilizadas para cometimento de novos crimes e fraudes”, afirma a especialista.

O levantamento revela, por exemplo, que 89% dos pais e mães acreditam estar preparados para garantir a privacidade de dados, mas 73% desconhecem ações que podem provocar vazamentos. O cenário, conforme contextualiza a pesquisa, é que 75% das crianças e adolescentes brasileiros têm um perfil próprio em alguma rede social.

Ainda sobre o comportamento, 61% dos filhos das pessoas que responderam a pesquisa têm práticas de exposição, como compartilhar fotos pessoais e de familiares, marcar localizações e identificar membros da família nas plataformas.

Essa exposição inclui postar fotos em ambientes que frequentam (40% dos pesquisados) e até usando uniforme ou marcando a escola que frequentam (33%).

Diana Troper adverte que, segundo a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), as informações disponibilizadas em perfis abertos ao público não deveriam ser coletadas sem que sejam observadas as devidas bases legais, o que incluiria a necessidade do consentimento dos usuários.

“Sabemos que fotos e informações como locais frequentados compartilhados nas redes podem criar um mapa de vulnerabilidades, que pode ser explorado por fraudadores e pessoas mal intencionadas”, afirma.

A maioria dos pais e responsáveis por menores de idade (86%), de acordo com as respostas, concordam que devem educar os filhos sobre a proteção de dados para evitar problemas futuros. Mas 73% deles desconhecem os riscos de ações que podem ocasionar vazamento de dados.

Entenda os riscos

Os riscos, segundo os organizadores da pesquisa, incluem abrir links ou anexos de e-mails sem confirmar a procedência, utilizar computadores públicos ou compartilhados, usar redes públicas de wi-fi, repetir as mesmas senhas em várias contas, baixar e instalar aplicativos de origem duvidosa no celular e utilizar as informações dos cartões de crédito físicos em sites e aplicativos (ao invés de gerar cartões virtuais temporários).

“A conscientização e a educação digital são os pilares para proteger as futuras gerações no ambiente online“, diz Diana Troper. Por isso, ela recomenda que as contas tenham perfis fechados para evitar exposições que podem ser perigosas. (Agência Brasil)

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Programa Juventude Conectada conta com 120 vagas para jovens de 15 a 29 anos

A Prefeitura de Campinas abriu nesta segunda-feira (27), as inscrições para o processo seletivo do programa Juventude Conectada. São 120 vagas para jovens de 15 a 29 anos em situação de vulnerabilidade social. Os selecionados atuarão em telecentros comunitários, auxiliando na inclusão digital da população.

As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas de 27 de janeiro a 12 de fevereiro de 2025, no link: https://campinas.sp.gov.br/juventudeconectadaprocessoseletivo. Para quem não tem acesso à internet, os telecentros estarão disponíveis para inscrições e provas. Os participantes deverão atender aos seguintes critérios: renda familiar de até um salário mínimo por pessoa e comprovar residência em Campinas.

Após a validação da inscrição, os candidatos farão uma prova on-line. Conforme previsto na legislação, 5% das vagas são reservadas para pessoas com deficiência.

Os aprovados receberão uma bolsa mensal de R$ 744,76, além do vale-transporte, para cumprir uma jornada de 20 horas semanais. As atividades incluem atendimento ao público, formação em cultura digital e gestão de telecentros.

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Alfabetização para jovens, adultos e idosos no Fumec tem mais de mil alunos

Para o Programa de Educação de Jovens e Adultos (EJA) ensinar  a ler e escrever não tem idade. Essa é uma missão do programa: oferecer educação para jovens, adultos e idosos em Campinas, com uma abordagem comunitária e inclusiva. Em julho deste ano, o programa da Fumec –  Fundação Municipal para Educação Comunitária formou 138 estudantes e atualmente 1.091 estão matriculados.

“Trabalhar no EJA Anos Iniciais é muito gratificante. Ver a satisfação e a alegria de pessoas que não tiveram a oportunidade de acessar a escola na idade certa, por vários motivos, mas que tiveram a coragem de buscar o sonho de se alfabetizar, é muito especial”, conta Edicelmo Valdeci Costa, gerente dos Programas de EJA da Fumec.

Por meio do EJA, a Fumec oferece programas de alfabetização e educação profissional, possibilitando que jovens e adultos retornem aos estudos, aprimorem suas habilidades e alcancem seus objetivos.

Programa formou 138 pessoas em julho deste ano

Além das aulas, o programa inclui outras atividades e iniciativas para apoiar os alunos. A instituição realiza estudos de revisão e atualizações periódicas para aprimorar práticas de inclusão e acessibilidade, atendendo melhor aos alunos com deficiência.

A Fumec também busca melhorar os processos de aprendizagem com a implementação de jogos educativos, uma abordagem que facilita o desenvolvimento de habilidades cognitivas, socioemocionais e de raciocínio lógico.

Os alunos formados em julho de 2024 receberam Chromebooks para continuar seus estudos de forma autônoma, incentivando a continuidade da aprendizagem mesmo após a conclusão do curso. O programa ainda oferece transporte fretado para atividades extracurriculares.

Com iniciativas como essas, a instituição assegura que os estudantes aproveitem ao máximo as atividades oferecidas. Saber ler e escrever é fundamental para o desenvolvimento pessoal e profissional, acessando informações e oportunidades, além de ser essencial para a inclusão e o empoderamento, melhorando a qualidade de vida.

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Férias escolares são uma ótima oportunidade de visitar uma biblioteca

“A leitura abre a mente, impulsiona sonhos e alimenta a alma”, já afirmava o pensador Érico Teixeira. Por isso, durante as férias escolares, as bibliotecas municipais de Campinas são uma excelente opção de lazer e cultura para crianças, jovens e adultos. Com um total de oito unidades espalhadas pela cidade, esses espaços oferecem muito mais do que apenas empréstimos de livros. Seus acervos incluem desde livros e revistas até gibis, HQs, CDs e DVDs, proporcionando um ambiente propício para tardes de leitura.

Cada biblioteca requer uma carteirinha para o empréstimo de materiais, que pode ser obtida por meio de um cadastro com apresentação de RG, CPF e comprovante de residência. Os prazos de empréstimo variam conforme a unidade, e a renovação dos materiais pode ser feita presencialmente, por telefone ou WhatsApp.

Destaque para a Biblioteca Pública Municipal “Prof. Ernesto Manoel Zink”, que além de seu acervo diversificado, abriga uma coleção especial de livros raros. Esta coleção permite aos visitantes explorarem obras a partir de 1893, incluindo fitas cassetes, discos, disquetes e até telegramas. Uma caixa de artes postais de todo o mundo, repleta de recomendações de leitura, também é uma atração imperdível.

Os amantes da leitura também podem participar de clubes e grupos de leitura organizados nas bibliotecas. Esses clubes proporcionam um espaço para discussão de tramas, troca de ideias e uma oportunidade única de explorar novos gêneros literários. Os interessados em formar um clube de leitura podem apresentar seu projeto ao bibliotecário da unidade mais próxima, fomentando ainda mais a interação com a comunidade.

Serviço
Biblioteca Pública Municipal “Prof. Ernesto Manoel Zink”
Endereço: avenida Benjamin Constant, 1633, Centro
Telefone: (19) 2515-7091
E-mail: biblioteca.zink@campinas.sp.gov.br
Horário de Funcionamento: De segunda à sexta-feira, das 9h às 17h
Biblioteca Pública Municipal “Joaquim de Castro Tibiriçá” 
Endereço: rua Quintino Bocaiúva, s/n°, Praça Ópera Salvador Rosa, Bonfim
Telefone: (19) 3733-7347 (Whatsapp)
E-mail: biblioteca.bonfim@campinas.sp.gov.br
Horário de Funcionamento: De segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h às 17h
Biblioteca Pública Distrital de Sousas “Guilherme de Almeida”
Endereço: rua 7 de Setembro, 41, Sousas (Clube Recreativo Sousense)
Telefone: (19) 3733-7374
E-mail: biblioteca.sousas@campinas.sp.gov.br
Horário de Funcionamento: Segunda a sexta, das 9h às 12 e das 13h às 17h
Biblioteca Pública Infantil “Monteiro Lobato”
Endereço: rua Albano de Almeida Lima, s/nº, Bosque dos Italianos, Praça Samuel Wainer, Jd. Guanabara
Telefone: (19) 3733-7408
E-mail: biblioteca.infantil@campinas.sp.gov.br
Horário de Funcionamento: Segunda a sexta, das 8h30 às 12 e das 13h às 16h
Biblioteca Pública Municipal “Cora Coralina”
Endereço: Rua Dom Gilberto Pereira Lopes, s/n°, Vila Padre Anchieta
Telefone: (19) 3733-3592 (Whatsapp)
E-mail: biblioteca.coracoralina@campinas.sp.gov.br
Horário de Funcionamento: segunda das 13h às 17h, terça a sexta das 9h às 12h e das 13h às 17h e aos sábados das 8h30 às 12h30
Biblioteca Pública Municipal Jardim Florence
Endereço: rua Lasar Segall, 110, Jardim Florence (dentro do CEU Mestre Alceu)
Telefone: (19) 3733-7340 (WhatsApp)
E-mail: biblioteca.florence@campinas.sp.gov.br
Horário de Funcionamento: Segunda a sexta das 9h30 às 12h30 e das 13h30 às 17h30
Biblioteca Vila Esperança
Endereço: rua Demerval da S Pereira, s/nº, Vila Esperança
Telefone: (19) 3733-7341 (WhatsApp)
E-mail: biblioteca.esperanca@campinas.sp.gov.br
Horário de Funcionamento: Segunda a sexta das 8h às 12h e das 13h às 16h
Sala de Leitura Clélia Santana
Endereço: Estação Prefeito Antonio da Costa Santos (Estação Cultura) – Praça  Mal. Floriano Peixoto, s/n°, Sala 8, Centro
Telefone: (19) 3733-7407
E-mail: coordenadoria.bibliotecas@campinas.sp.gov.br
Horário de Funcionamento: de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h às 16h30

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Olimpíada de matemática: 18,5 milhões de alunos participam da 1ª fase

Mais de 18,5 milhões de alunos participam nesta terça-feira (4) da primeira fase da 19ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep). Promovida desde 2005 pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa), a maior competição científica do país registrou neste ano recorde no número de escolas e municípios inscritos: 56.516 mil instituições de 5.564 cidades – o que representa uma cobertura de 99,9% dos municípios brasileiros.

“Este novo ciclo de realização da Obmep, com maior adesão de escolas e municípios, ocorre ao mesmo tempo que o Impa Tech, a graduação do Impa, dá seus primeiros passos, com uma turma majoritariamente egressa da olimpíada. Não é incrível pensar que quase 20 milhões de jovens estarão pensando em matemática e resolvendo as lindas questões da olimpíada”, disse o diretor-geral do Impa, Marcelo Viana, ressaltando o papel da competição na identificação de talentos e na continuidade dos estudos.

A Obmep ocorre em duas fases. A primeira etapa, realizada nesta terça-feira, consiste na aplicação de uma prova com 20 questões de múltipla escolha, preparada em três níveis, de acordo com o grau de escolaridade do aluno: Nível 1 (6º e 7º anos), Nível 2 (8º e 9º anos) e Nível 3 (ensino médio). O estudante terá duas horas e 30 minutos para finalizar o exame. Alunos com necessidades especiais dispõem de três horas 30 minutos para completar a prova.

Nesta primeira fase, tanto a aplicação quanto a correção das provas são feitas pelas escolas, que deverão seguir as instruções e os gabaritos elaborados pelo Impa. Os alunos concorrem, dentro da própria escola, com estudantes do mesmo nível, a vagas para a segunda fase da Obmep, em quantidade predefinida que varia de acordo o número de inscritos pela escola, por nível.

Unidades de ensino localizadas no Rio Grande do Sul e incapacitadas de aplicar a primeira fase, em decorrência das enchentes que atingiram o estado, estão recebendo atendimento da coordenação da Obmep com orientações. O resultado dos classificados para a segunda fase será divulgado na página da olimpíada em 2 de agosto, e a prova será em 19 de outubro em locais de aplicação definidos pelo Impa. Clique aqui para acessar o regulamento.

Em 20 de dezembro, a Obmep vai publicar no site a lista dos premiados da 19ª edição. A olimpíada premia separadamente alunos de escolas públicas e privadas. Aos primeiros serão concedidas 6,5 mil medalhas (500 ouros, 1,5 mil pratas e 4,5 mil bronzes) e até 45 mil certificados de menção honrosa. Estudantes de instituições particulares receberão 1,95 mil medalhas (150 ouros, 450 pratas e 1,35 mil bronzes) e até 6 mil certificados de menção honrosa.

Alunos premiados com medalha de ouro, prata ou bronze nacionais são convidados a participar do Programa de Iniciação Científica (PIC Jr.) como incentivo e promoção do desenvolvimento acadêmico. A iniciativa oferece uma bolsa de R$ 300 aos alunos de escolas públicas que integram o programa. (Agência Brasil)

 

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