Jardim Eulina

Jovens da Academia Educar lideram transformação em escola pública

A Escola Estadual Hildebrando Siqueira, no Jardim Eulina, em Campinas, recebe no próximo sábado, 27 de junho, mais uma edição do Oásis Educar, projeto da Academia Educar, iniciativa da Fundação Educar, que transforma espaços escolares por meio da mobilização de jovens, voluntários e parceiros.

Neste ano, cerca de 200 pessoas devem participar do mutirão que revitalizará a fachada da escola. A ação foi definida após um processo de escuta conduzido pelos integrantes do projeto junto à comunidade escolar, com o objetivo de tornar o ambiente mais acolhedor para estudantes, educadores e famílias.

O diferencial do Oásis Educar está no protagonismo juvenil. Os participantes da Academia Educar lideram todas as etapas da iniciativa: escolhem a escola que receberá a ação, promovem momentos de escuta com alunos e educadores, identificam prioridades, mobilizam recursos e articulam a participação de voluntários para viabilizar o projeto.

Com base em uma metodologia participativa desenvolvida pelo Instituto Elos, o Oásis Educar parte da escuta da comunidade escolar para identificar sonhos, talentos e necessidades, reunindo recursos e voluntários para viabilizar melhorias coletivas.

Desde 2009, o projeto já promoveu melhorias em mais de 100 escolas e comunidades em Campinas (SP) e Patrocínio (MG), mobilizando milhares de estudantes, educadores, voluntários e parceiros em iniciativas voltadas à valorização da educação pública.

“O que torna o Oásis Educar ainda mais especial é a liderança dos jovens em todas as etapas. Eles protagonizam todo o processo. Aprendem a escutar o outro, mobilizar pessoas, buscar soluções, tomar decisões que impactam o coletivo e transformar uma ideia em realidade. É uma experiência que evidencia o poder da participação, da cidadania e da ação coletiva”, afirma Cristiane Stefanelli, gestora da Fundação Educar.

A edição de 2026 será realizada das 9h às 16h, na Escola Estadual Hildebrando Siqueira, e está aberta à participação de voluntários. Mais informações estão disponíveis no Instagram da Fundação Educar (@fundacaoeducar).

Serviço
Oásis Educar 2026
Data: 27 de junho de 2026 (sábado)
Horário: 9h às 16h
Local: Escola Estadual Hildebrando Siqueira
Endereço: Rua Silvio Di Marzio, s/nº, Jardim Eulina, Campinas (SP)

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Secretaria de Saúde fará mutirão contra dengue neste sábado

A Secretaria de Saúde de Campinas realiza neste sábado (20), o terceiro mutirão do ano para prevenção e combate à dengue. A concentração das equipes começa às 8h e a nova iniciativa de guerra contra a doença percorre imóveis nas regiões do Jardim Eulina, Jardim Quarto Centenário, Bonfim e Castelo durante o período da manhã.

O ponto de encontro dos participantes é o Centro de Educação Infantil Bolinha de Mel, no Jardim Eulina. Este trabalho reúne 12 grupos da Saúde: três deles direcionados para os imóveis que ficaram inacessíveis neste durante a ação feita em 11 e 12 de janeiro, enquanto os outros nove serão distribuídos entre os outros três bairros escolhidos.

Os locais foram selecionados por causa do número de casos confirmados ou suspeitos de dengue nos últimos sete dias e o objetivo é mobilizar a população para mais cuidados.

O CEI Bolinha de Mel fica na Avenida Marechal Rondon, 3.238, no Jardim Eulina.

Como será o mutirão?  

A Administração repete a estratégia de usar drones para localizar grandes criadouros do mosquito Aedes aegypti como piscinas e caixas d’água em imóveis identificados como desocupados ou em situação de abandono. Serão dois equipamentos disponíveis durante os trabalhos, um da Guarda e outro da Defesa Civil.

Com isso, chaveiros podem ser acionados e esta medida está respaldada em decisão judicial de 2020, proferida nos autos do processo judicial n.º 1005810-97.2014.8.26.0114, da 1ª Vara da Fazenda Pública de Campinas.

O mutirão reúne 108 funcionários da empresa Impacto Controle de Pragas, que atuam nas visitas aos imóveis para orientação e eliminação de criadouros. Eles usam camiseta branca, com logo da empresa, e calça na cor cinza. Além disso, participam mais 26 pessoas ligadas ao Comitê de Prevenção e Controle de Arboviroses, e 25 agentes de saúde.

No mutirão anterior, 44,5% dos imóveis visitados no Eulina deixaram de ser vistoriados porque estavam fechados, desocupados ou por conta de recusas de moradores às equipes atuantes nos trabalhos. O índice é inferior aos 57,8% verificados em 16 de dezembro.

“É importante que a população abra cada vez mais suas portas para os agentes da Saúde e colaborem fazendo sua parte na eliminação semanal de focos de água parada e potenciais criadouros para o mosquito transmissor da dengue”, explicou o coordenador do Programa de Arboviroses, Fausto de Almeida Marinho Neto.

O mutirão é multisetorial e conta com apoio de profissionais da Secretaria de Serviços Públicos, Guarda, Defesa Civil, Sanasa e Emdec.

Desde 1º de janeiro foram contabilizados 466 casos confirmados de dengue na cidade.

 

 

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Quatro bairros terão mutirão contra a dengue no sábado

A Secretaria de Saúde de Campinas definiu ontem (16), que quatro bairros serão percorridos no próximo mutirão para prevenção e combate à dengue. A ação marcada para sábado, 20 de janeiro, é uma nova iniciativa de guerra contra a doença e ocorre nas regiões do Jardim Eulina, Jardim Quarto Centenário, Bonfim e Castelo.

Este é o terceiro mutirão de 2024 e o trabalho reúne 12 equipes da Saúde: três delas focadas nos imóveis que ficaram inacessíveis no Eulina durante a ação feita em 11 e 12 de janeiro, enquanto as outras nove serão distribuídas entre os outros três bairros escolhidos. Os locais foram selecionados por causa do número de casos confirmados ou suspeitos de dengue nos últimos sete dias e o objetivo é mobilizar a população para mais cuidados.

A Administração repetirá a estratégia de usar drones para localizar grandes criadouros do mosquito Aedes aegypti como piscinas e caixas d’água em imóveis identificados como desocupados ou em situação de abandono. Com isso, chaveiros podem ser acionados e esta medida está respaldada em decisão judicial de 2020, proferida nos autos do processo judicial n.º 1005810-97.2014.8.26.0114, da 1ª Vara da Fazenda Pública de Campinas.

No mutirão anterior, 44,5% dos imóveis visitados no Eulina deixaram de ser vistoriados porque estavam fechados, desocupados ou por conta de recusas de moradores às equipes atuantes nos trabalhos. O índice é inferior aos 57,8% verificados em 16 de dezembro.

“É importante que a população abra cada vez mais suas portas para os agentes da Saúde e colaborem fazendo sua parte na eliminação semanal de focos de água parada e potenciais criadouros para o mosquito transmissor da dengue”, explicou o coordenador do Programa de Arboviroses, Fausto de Almeida Marinho Neto.

No caso da Saúde há atuação de trabalhadores da empresa Impacto Controle de Pragas, que atuam nas visitas aos imóveis para orientação e eliminação de criadouros. Eles usam uniforme formado por camiseta branca, com logo da empresa, e calça na cor cinza.

O mutirão será multisetorial e conta com apoio de profissionais da Secretaria de Serviços Públicos, Guarda, Defesa Civil, Sanasa e Emdec.

Bairros em alerta

A Saúde divulgou na segunda-feira, 15 de janeiro, um novo boletim semanal sobre a dengue com dez áreas em alerta para a doença em virtude do alto potencial de transmissão. O comunicado Alerta Dengue é o 48º emitido pela Prefeitura desde que a ferramenta foi implementada como estratégia de enfrentamento às arboviroses. Ele reúne:

– Condomínio Parque da Hípica e Bairro das Palmeiras (Leste)

– Cidade Universitária I e II, e Village (Norte)

– Jardim Guarani (Suleste)

– Conjunto Habitacional Chico Mendes, Residencial São José, Loteamento Residencial Rosário e Vila Aeroporto (Sudoeste)

O Departamento de Vigilância em Saúde (Devisa) destacou que bairros indicados em boletins anteriores, assim como demais regiões de Campinas, precisam intensificar medidas preventivas, sobretudo combate aos criadouros do mosquito transmissor da doença.

Pacote de ações

Em 19 de dezembro de 2023, o prefeito, Dário Saadi, anunciou um pacote de ações contra a dengue que inclui uma Sala de Situação para análise sistemática, reorganização da rede municipal de saúde e um novo site para divulgar informações.

A cidade registrou no ano passado 11.119  casos e três óbitos pela doença – dados parciais até 12 de janeiro deste ano. O cenário pode piorar se houver reintrodução dos vírus tipos 3 e 4, não registrados localmente há 14 anos e nove anos, respectivamente, mas que já causaram infecções em outros municípios. Desta forma, os grupos mais vulneráveis são crianças, adolescentes e adultos que não tiveram contato com a doença antes.

Há risco de dengue grave quando uma pessoa é infectada por um tipo diferente ao anterior.

Combate à doença

A luta contra as arboviroses exige uma contrapartida da sociedade. A Prefeitura mantém um programa de controle e prevenção da doença, mas cada cidadão precisa colaborar destinando corretamente resíduos e evitando criadouros. Dados do Devisa mostram que 80% dos criadouros estão nas residências.

Para acabar com a proliferação do mosquito é preciso evitar qualquer acúmulo de água, principalmente em latas, pneus, pratos de plantas, lajes, calhas e outros objetos. É importante, também, vedar a caixa d’água e manter fechados vasos sanitários inutilizados.

Orientações sobre assistência

Caso o morador tenha febre e mais dois sintomas associados (dor de cabeça, dor no corpo, náusea, vômito, manchas no corpo, dor articular, dor atrás dos olhos), ele deve procurar um centro de saúde de Campinas para receber atendimento e orientações.

Por outro lado, se apresentar tontura, dor de barriga muito forte, vômitos repetidos, suor frio e sangramentos, a busca por auxílio deve ser feita em pronto-socorro ou em UPA.

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