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Jornada da Lucratividade na Padaria reúne empresários em Campinas

A Jornada da Lucratividade na Padaria chega à terceira edição entre 8 e 10 de abril, em Campinas, no Hotel Premium Campinas, com programação voltada a temas de gestão, operação e tendências do setor de panificação. A abertura ocorre na noite de 8/04, das 19h às 22h. Nos dias 9 e 10/04, as atividades se estendem das 8h às 19h, com palestras e espaços de networking voltados a proprietários, gestores e profissionais do segmento.

O evento acontece em um momento de crescimento e disputa por margens no setor. Em 2024, a panificação brasileira faturou R$ 153,36 bilhões, alta de 10,9% em relação ao ano anterior, segundo dados do Instituto de Desenvolvimento das Empresas de Alimentação (Ideal), divulgados pela ABIP. Ao mesmo tempo, o ambiente de custos e concorrência tem pressionado pequenas empresas, um cenário que ajuda a explicar a busca por conteúdos práticos de eficiência e rentabilidade.

Com expectativa de cerca de 200 participantes, a Jornada reúne público de diferentes estados, com maior presença das regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste, segundo a organização. Em 2026, um dos eixos anunciados é “A nova fronteira da panificação: IA, eficiência e rentabilidade”, com discussões sobre como tecnologias podem apoiar a gestão, a organização de processos e a tomada de decisão em negócios que operam com alta complexidade no dia a dia.

Entre os palestrantes confirmados estão Márcio Rodrigues, criador da Metodologia PROPAN e referência em gestão para panificação; Márcio Goulart, CEO da Tecnoweb e especialista em tecnologia aplicada ao varejo; Ewerton Santana, primeiro influenciador de padarias do Brasil e Carolina Câmara, consultora de padarias com mais de 20 anos de atuação no setor. A programação também prevê a participação de outros profissionais do mercado.

Uma das novidades desta edição é a inclusão de uma feira de expositores, com a proposta de aproximar os participantes de soluções, tecnologias e fornecedores do segmento, ampliando a experiência para além da sala de palestras. A edição anterior, em 2025, reuniu cerca de 100 empresários, de acordo com a organização. Também é citado como exemplo de resultado a Padaria 380, que teria expandido unidades após aplicar estratégias discutidas no evento; uma unidade recém-inaugurada chegou a atingir R$ 1 milhão de faturamento em um único mês, segundo relato apresentado pela organização.

Carolina Câmara afirma que a Jornada busca orientar o empresário em um cenário de mudanças econômicas e sociais. “Uma das minhas missões com a realização da Jornada da Lucratividade na Padaria é trazer para o panificador um norte para o seu negócio. Queremos que ele consiga se estabelecer e crescer mesmo diante das mudanças externas”, diz. Para Márcio Rodrigues, a proposta é reforçar a transição de uma gestão baseada em intuição para um modelo mais estruturado e orientado por indicadores: “Quando empresários comprometidos encontram método, disciplina e direção estratégica, o crescimento deixa de ser sorte e passa a ser consequência.”

As inscrições estão abertas e, segundo a organização, as vagas são limitadas.

Serviço
3ª Jornada da Lucratividade na Padaria
Data: 8 a 10 de abril de 2026
Local: Hotel Premium Campinas – Grand Hall Eventos (Campinas/SP)
Horários: 08/04 (19h–22h) | 09 e 10/04 (8h–19h)
Inscrições: jornada.sucessonoresultado.com.br
Informações: WhatsApp +55 (11) 9 8014-3793
Valor: R$ 2.400 (3º lote), em até 5x sem juros

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Regulamentação de redes sociais no Brasil é inevitável, diz Pacheco

O presidente do Senado Federal, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), disse nesta segunda-feira (8) que a regulamentação das redes sociais no país é inevitável para que não haja discricionariedade por parte das plataformas.

“O que podemos contribuir para efetivação da solução desse debate que se travou nos últimos dias é entregar marcos legislativos que sejam inteligentes e eficientes para poder disciplinar o uso dessas redes sociais no país”, disse o senador, em entrevista coletiva, após manifestações do empresário Elon Musk, dono da rede X, sobre decisões do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.

Segundo Pacheco, é preciso ter uma disciplina legal sobre o tema, inclusive para evitar que o Poder Judiciário tenha que decidir sobre questões relativas ao uso das redes sociais sem que haja uma lei que discipline o assunto.

“Isso acaba gerando controvérsias como essa que nós vimos de o Poder Judiciário precisar agir em relação a atos antidemocráticos, a violações de direitos, atentado à democracia e isso ser interpretado como algum tipo de censura ou inibição da liberdade de expressão”.

Pacheco citou o projeto de lei sobre a regulação das plataformas digitais, que foi aprovado em 2020 no Senado e agora tramita na Câmara dos Deputados.

“Considero isso fundamental, não é censura, não é limitação da liberdade de expressão, são regras para o uso dessas plataformas digitais para que não haja captura de mentes de forma indiscriminada e que possa manipular desinformações, disseminar ódio, violência, ataques a instituições. Há um papel cívico que deve ser exercido pelas plataformas digitais de não permitir que esse ambiente seja um ambiente de vale tudo vale tudo” disse Pacheco. 

Outra proposta em debate no Congresso é a que prevê um marco regulatório sobre o uso da tecnologia de inteligência artificial (IA) no país, de autoria do próprio senador Rodrigo Pacheco.

O ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, considerou “inadmissíveis” os ataques de Musk ao STF. Ele também ressaltou a necessidade de aprovação da legislação sobre inteligência artificial, e disse que o governo apoia a proposta, que está sendo relatada pelo senador de oposição, Eduardo Gomes (PL-TO).

“A melhor resposta que o Brasil pode dar a esse que eu considero um ataque inadmissível à Suprema Corte e à própria soberania brasileira é a resposta político-institucional. De um lado, todo apoio ao trabalho do Judiciário pelos instrumentos de apuração de quem utiliza as redes sociais para atos criminosos. E ao mesmo tempo, o debate político que o Congresso Nacional vem fazendo”. afirmou Padilha.

Nos últimos dias, Elon Musk publicou uma uma série de postagens criticando o ministro Alexandre de Moraes e o STF. No sábado (6), ele usou o espaço para comentários do perfil do próprio ministro no X para atacá-lo. Na noite de domingo, Moraes determinou a inclusão de Musk entre os investigados do chamado Inquérito das Milícias Digitais (Inq. 4.874), que apura a atuação criminosa de grupos suspeitos de disseminar notícias falsas em redes sociais para influenciar processos políticos. Na mesma decisão, o ministro ordena a instauração de um “inquérito por prevenção” para apurar as condutas de Musk.

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