GT

Muito elegante, o Peugeot 2008 GT Hybrid é uma boa compra

Quando chegou, em 2015, o Peugeot 2008 era fabricado no Brasil. Na segunda geração, lançada no meio de 2024, passou a ser feito na Argentina. O SUV compacto da marca francesa ficou mais alinhado com o modelo europeu e, faz pouco tempo, ganhou motorização “híbrida”.

A nova geração, que está melhorando nas vendas, tem um design bem moderno, bom nível de acabamento e comportamento dinâmico muito equilibrado.
O modelo traz o mesmo sistema híbrido “muito leve”, que foi adotado nos modelos Fiat Pulse e Fastback, Peugeot 208 e em modelos da Jeep.

Nesses veículos, o sistema híbrido (MHEV) é na verdade um gerador elétrico acionado por uma bateria de 12 volts, que auxilia o motor à combustão nas saídas da imobilidade e, com isso, diminui o “esforço”, reduzindo o consumo de combustível. O sistema não permite que o veículo ande somente com eletricidade. Quando em ação, ele oferece 4 cavalos a mais.

Equipado com o motor à combustão de um litro turbo flex, oferece até 130 cavalos de potência máxima e torque máximo de 20,4 mkgf. Muito agradável de ser dirigido, o desempenho é muito bom, tanto na cidade, como na estrada. A aceleração de zero a 100 quilômetros por hora leva 9,7 segundos e atinge a velocidade máxima de 195 quilômetros por hora. Já o consumo com gasolina no perímetro urbano chegou a quase 14 quilômetros por litro.

Na estrada, também com gasolina, a média foi de 13,8 quilômetros por litro. Em alguns trechos, em velocidade constante, o SUV chegou a fazer 16 quilômetros por litro. Com etanol, as médias foram de 9,1 na cidade e 9,8 quilômetros por litro na estrada. Ou seja, a autonomia com gasolina pode chegar a quase 650 quilômetros. A transmissão CVT faz um conjunto harmonioso com o motor.

Linhas muito atraentes

A única alteração externa do 2008 híbrido para a versão não eletrificada é a placa Hybrid. De resto, o modelo mantém as linhas muito bonitas e modernas, faróis Full-LED e rodas diamantadas de 17 polegadas. A versão GT tem pintura bicolor, com teto em preto brilhante.

O interior é muito bem acabado, com bancos com costura aparente, painel de instrumentos i-Cockpit digital, volante esportivo com uma excelente “pega” bem compacto. Diferentemente de outros modelos, no carro francês, a leitura do painel de instrumentos é feita por cima do volante. É necessário se habituar, mas é muito legal. No centro do interior, uma tela  multimídia de 10,3 polegadas, compatível com Android Auto e Apple CarPlay sem fio.

O SUV ainda conta com sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, câmera 360° VisioPark, controle de velocidade de cruzeiro, sensores de chuva e crepuscular e teto solar panorâmico. O pacote de assistências ao condutor dispõe de alerta de colisão com frenagem automática, alerta de saída de faixas, leitor de placas e alerta de ponto-cego.

Mas um carro desse nível deveria ter piloto automático adaptativo e sistema ativo de permanência de faixas, que alguns concorrentes têm.
Com relação ao espaço para os passageiros, o 2008 é generoso. Quatro passageiros vão muito bem acomodados e com espaço à vontade. Cinco passageiros vão bem também, mas logicamente, como em qualquer veículo, não ficam tão bem acomodados.

Para o motorista, diferentemente de outros SUV que deixam o motorista quase no teto do veículo, para passar a falsa imagem de carro muito alto, no 2008 GT a posição é muito boa e confortável. Devido às regulagens do banco, achar a melhor posição para dirigir não é nada difícil.

Boa compra

Se você procura um modelo com design moderno e atraente, bom desempenho e econômico, com toda a certeza o Peugeot 2008 GT é uma excelente opção. Mais uma vez vale a pena explicar que a eletrificação dos carros da Stellantis tem a finalidade de apenas melhorar o consumo urbano em mais ou menos 10%. E consegue. Não anda só com a motorização elétrica, nem pode ser carregado.

Preço (promocional)
Peugeot 2008 GT Hybrid – R$ 162.990,00

 

Muito elegante, o Peugeot 2008 GT Hybrid é uma boa compra Read More »

Exclusivos Porsches Carrera GT se reúnem em concessionária para a revisão

Um fato inusitado foi registrado pela concessionária Stuttgart, em São Paulo. De uma só vez, as cinco únicas Porsches Carrera GT existentes no Brasil e avaliadas em quase 10 milhões de reais cada uma, foram fazer a revisão juntas. Entre 2005 e 2006, a Stuttgart (na época importadora oficial da Porsche no Brasil e que infelizmente deixou e própria marca passou a fazer a importação) trouxe para o Brasil quatro unidades. Alguns anos depois, quando o superesportivo não era mais fabricado, um felizardo importou, de maneira independente, uma unidade. As três unidades de 2005 e dois de 2006, último ano da produção do modelo, são as únicas que rodam no País.

Por recomendação da fábrica, a troca de óleo do Porsche Carrera GT deve ser feita anualmente. As revisões programadas são bianuais, independentemente da quilometragem percorrida. No Stuttgart Service | Body & Paint, o serviço padrão feito em todos os carros consistiu em alinhamento e balanceamento das rodas, mais trocas de óleo do motor, óleo do câmbio, filtro de óleo, filtro do ar condicionado, fluido de freio, palhetas dos limpadores de para-brisa e sensores de pressão dos pneus (instalados nas rodas). O frasco de líquido selante usado em caso de furo de pneu também foi substituído. Os pneus foram substituídos pelos novos Michelin Pilot Sport Cup 2, do tipo semi-slick, desenvolvidos especificamente para o Carrera GT. Esses pneus permitiram percorrer os 20,8 km do traçado norte do circuito de Nürburgring, na Alemanha, em 7min12s69 – um ganho de 16 segundos em relação aos pneus usados anteriormente. Por fim, foi executado um recall para troca dos braços de suspensão e das juntas esféricas de conexão aos eixos.

Outros serviços foram feitos especificamente em cada unidade. “Todos os Carrera GT chegaram à oficina em ótimas condições porque os proprietários sempre executaram as revisões programadas. Mas são carros fabricados e entregues há vinte anos ou quase isso, e alguns componentes se desgastam naturalmente pela ação do tempo”, explica Clóvis Gomes, mecânico-chefe do Stuttgart Service/Body & Paint. Um dos carros, por exemplo, teve trocado o reservatório do fluido de arrefecimento.


Supercarros como o Porsche Carrera GT possuem características muito particulares e serviços banais em outros automóveis só podem ser executados por mão de obra especializada e com uso de ferramentas exclusivas. É o caso da retirada dos painéis do assoalho, que possuem função aerodinâmica e vedam toda a parte de baixo do automóvel. “São seis peças removíveis e uma delas precisa ser removida por duas pessoas”, exemplifica Clóvis. Outro dado que mostra a complexidade do Carrera GT é que eles só podem ser erguidos no elevador depois de receber dois jogos de apoios específicos acoplados ao fundo do carro. A revisão de cada um demandou cerca de 12 horas de mão de obra e 115 serviços executados.


Apresentado em 2000 como carro-conceito, o Porsche Carrera GT teve seu modelo definitivo lançado em 2003 e foi fabricado entre 2004 e 2006. É um superesportivo dotado de motor V10 de 5.733 cm³ (desenvolvido a partir de um projeto da fábrica para a Fórmula 1) com 612 cv de potência e 590 Nm de torque, capaz de fazê-lo acelerar de 0 a 100 km/h em 3,6 segundos e chegar a 330 km/h. O câmbio é de seis marchas é manual e a presença de auxílios eletrônicos se limita aos freios com ABS e aos controles de tração e antiderrapagem. Foram produzidas 1.270 unidades.

Exclusivos Porsches Carrera GT se reúnem em concessionária para a revisão Read More »

Mudanças no BMW M4 GT3 EVO devem o deixar mais veloz

Os engenheiros da BMW M Motorsport trabalharam para tornar o seu carro-chefe nas corridas de GT, o BMW M4 GT3, mais competitivo. O resultado deste trabalho é a versão EVO do carro, que foi apresentada recentemente em Nürburgring, na Alemanha.

O BMW M4 GT3 EVO estará nas pistas a partir da temporada de 2025 e o mesmo se aplica ao BMW M4 GT4, que também terá uma versão EVO disponível a partir da próxima temporada. A chave para otimizar o BMW M4 GT3 para os engenheiros da BMW M Motorsport foi o intenso diálogo com equipes e pilotos, já que nada melhor do que conversar com quem usa o carro profundamente para melhorá-lo.

Desta forma, o foco do BMW M4 GT3 EVO não foi exclusivamente no desempenho, mas também em áreas como dirigibilidade, eficiência e confiabilidade. O desenvolvimento foi realizado, principalmente, pelos pilotos da BMW M, entre eles, o brasileiro Augusto Farfus. Com visual atualizado, assim como o modelo de rua, o M4 GT3 EVO recebeu melhorias aerodinâmicas, na suspensão e freios para ficar ainda mais veloz e confiável nas pistas pelo mundo.

Se estivesse à venda nas concessionárias da BMW espalhadas pelo mundo, modelo custaria 578 mil euros (R$ 3,3 milhões na cotação do dia).

 

Mudanças no BMW M4 GT3 EVO devem o deixar mais veloz Read More »

Para comemorar os 60 anos, Ford doa um Mustang para uma ONG

Além do evento que terá no próximo dia que terá no próximo dia 13 em Autódromo de Interlagos para comemorar os 60 anos do Mustang, a Ford brasileira apresentou ontem mais duas ações.

A primeira é a doação de um Mustang GT Performance pintado pelo mestre das personalizações, Alan Mosca (Estúdio Sid Special Paint), para ser leiloado por uma ONG; e o segundo um concorrido álbum de figurinhas com a história do esportivo.

O aniversário coincide com o lançamento do Mustang GT Performance de sétima geração no Brasil.

“O Mustang é um dos poucos carros na história da indústria mundial a alcançar 60 anos de produção contínua. Mas o que o torna único, principalmente, é a capacidade de evoluir, se renovar, seduzir e encantar diferentes gerações sem abrir mão da sua essência. É isso o que queremos celebrar com todos os fãs”, diz Rogelio Golfarb, vice-presidente da Ford América do Sul.

Muscle car

Desde o seu lançamento em 17 de abril de 1964, na Feira Mundial de Nova York, o Ford Mustang construiu uma trajetória impressionante de sucesso. Ele vendeu 22.000 unidades no primeiro fim de semana e fechou aquele ano com mais de 418.000 unidades – quase três vezes mais que as 150.000 unidades programadas inicialmente. A sua produção chegou a um milhão de unidades em apenas 18 meses.

Hoje, o Mustang soma mais de 10 milhões de unidades e tornou-se um ícone cultural, que já participou de mais de 3.000 filmes e séries, além de inspirar músicas, clipes, roupas, brinquedos e videogames.

Para comemorar os 60 anos, Ford doa um Mustang para uma ONG Read More »

Alfa Romeo comemora os lançamentos dos modelos Giulietta e Alfetta

A Alfa Romeo inicia 2024 celebrando dois aniversários muito importantes. Este ano é o 70º ano do Giulietta Sprint, lançado em 1954, bem como o 50º ano do Alfetta GT de 1974; dois modelos muito cultuados e de sucesso comercial que, cada um à sua maneira, contam a história de duas épocas memoráveis, momentos extraordinários na história do automóvel italiano.

Para assinalar a ocasião, o Centro de Estilo da Alfa Romeo produziu dois novos logótipos. O seu objetivo é apoiar os eventos dos clubes e da marca ao longo de 2024.


 
Celebrações

O Museu Alfa Romeo de Arese já programou trêss eventos para celebrar as datas. Um ciclo de conferências foi iniciado em 2018 para explorar a história da Alfa Romeo recorrendo a materiais inéditos do Centro de Documentação e a testemunhos de historiadores, designers, pilotos de testes e mecânicos que desempenharam um papel ativo ou tiveram um conhecimento profundo da história da marca.

No domingo, 5 de maio, os holofotes estarão no Alfetta GT, com o Giulietta no dia 2 de junho. As palestras decorrerão na Sala Giulia do Museu, precedidas de um desfile para o qual são convidados os proprietários daquele modelo da Alfa Romeo.

O terceiro evento será o auge das comemorações, com os desfiles dos dois modelos. O programa completo das conferências será publicado em museoalfaromeo.com em breve.

História dos dois carros


Giulietta Sprint (1954)
O automóvel que marcou a transformação da Alfa Romeo numa grande indústria automóvel foi, sem dúvida, o Giulietta, “o queridinho de Itália”. Em 1952, a produção da Alfa Romeo concentrou-se exclusivamente no 1900, pelo que a ideia de um carro mais moderno e com uma cilindrada mais limitada avançou.

Tendo descartado os planos iniciais para um carro pequeno de 350 cc e para outro modelo de tração dianteira de 750 cc (embora o código 750 também fosse usado em projetos posteriores), em agosto de 1952 ficou claro que o design do carro seria convencional, com motor dianteiro e tração traseira.

Depois de um ano, o primeiro protótipo chegou à estrada, um cupê compacto criado pelo departamento de carroceria de Ivo Colucci, equipado com um motor de liga leve de 1.100 cc, quatro cilindros e duplo comando de válvulas no cabeçote. Seu deslocamento foi aumentado para 1300 cc. Com carburador de cilindro único, entregava 65 cv, para velocidade máxima de 165 km/h, mas no final da carreira, com a última evolução em 1958 e carburador de cilindro duplo, sua potência subiu para 79 cv, aumentando a 170 km/h.

A caixa de velocidades e a caixa do diferencial também foram feitos de alumínio. Os freios a tambor, com suas aletas helicoidais, foram criados na década de 1900.

No início de 1954, a mecânica estava na reta final, mas apenas esboços e alguns protótipos rudimentares da carroceria sobreviveram. No entanto, a Finmeccanica anunciou a entrega de um determinado número de unidades a acionistas selecionados. O impasse foi resolvido por Rudolf Hruska, recentemente chamado por Giuseppe Luraghi para reorganizar a fábrica com o objetivo de produzir 50 carros Giulietta por dia.

Um fabricante de carrocerias externo montaria uma pequena série de versões cupê para serem entregues aos acionistas enquanto esperavam pelo sedã. Após desconfiança inicial, o IRI liderado pela Alfa Romeo aceitou a proposta. Os esboços foram apresentados por Boneschi, Boano e Bertone. Este último, auxiliado pelo designer Franco Scaglione, criou então um carro compacto e bem proporcionado, com linhas minimalistas, refinadas e esportivas: o Giulietta Sprint.

O carro foi apresentado no Salão Automóvel de Turim em 21 de abril de 1954, mas duas semanas antes, uma prévia foi realizada no pátio de Portello para conhecedores e autoridades: dois atores saltaram de um helicóptero vestidos como Romeu e Julieta de Shakespeare.

O Giulietta deixou a sua marca nas vendas assim que foi apresentado. Poucos dias depois, os pedidos tiveram que ser suspensos. A fábrica já foi invadida. Além das linhas esportivas e de sucesso, seu sucesso se deveu ao desempenho, colocando o carro em um patamar inédito em sua categoria e superando concorrentes de uma classe muito superior.

Este seria o ponto de viragem para a Alfa Romeo, o nascimento de uma grande indústria automóvel. A produção do Giulietta nas suas diversas versões continuou durante 11 anos. Foram fabricadas 177.513 unidades, das quais 24.084 eram Sprint.

Alfetta GT (1974)

O lançamento do Alfetta foi seguido dois anos depois por uma versão coupé, à qual foi atribuída a nada invejável tarefa de substituir o lendário e bem-sucedido cupê Bertone, desenhado por Giorgetto Giugiaro em 1963 como uma versão esportiva do Julia. No entanto, a distância entre eixos do Alfetta GT 1.8 foi encurtada em 110 mm e a suspensão ficou mais desportiva.

A carroçaria continuou a ser desenhada por Giugiaro – que já tinha criado a sua própria empresa, a Italdesign – segundo padrões bastante modernos, já antecipados em parte com um protótipo alguns anos antes, baseado no 1750 GTV: hatchbacks com cauda fastback que terminava bem alta com um toque de spoiler. As linhas eram tensas e angulares. A dianteira, com quatro faróis embutidos, era baixa e assertiva. Na realidade, o Alfa Romeo Centro Stile já tinha deixado claramente a sua marca no design.

O banco do motorista também refletia o tom esportivo, com sua posição baixa e descontraída e seu único instrumento, um grande velocímetro, na frente do motorista. O tacômetro e os instrumentos secundários ficavam no centro do painel.

O Alfetta GT, no entanto, foi concebido mais como um grand tourer do que como um carro esportivo radical, com grande atenção à praticidade. Havia espaço interior suficiente para quatro pessoas, as janelas traseiras podiam ser abertas e a grande bagageira era facilmente acessível através da porta traseira.

Já em 1975, a mecânica do Alfetta GT seria ligeiramente modificada, passando de 122 CV às 5500 rpm para 118 CV às 5300 rpm. Um ano depois, foi lançada uma versão de entrada, com motor 1.6 de 109 cv (produzido apenas até 1980) e especificações simplificadas, e o GTV (GTS no mercado britânico) com motor de dois litros.

A produção terminou em 1986, após saírem de fábrica 136.275 unidades das diferentes versões.

Alfa Romeo comemora os lançamentos dos modelos Giulietta e Alfetta Read More »

Ora, primeiro carro 100% elétrico da GWM, têm bom desempenho e design agradável

A marca chinesa GWM chegou ao mercado nacional fazendo “estrago” no segmento de SUV com o Haval, o híbrido mais vendido nos últimos meses. Em agosto, a marca já havia apresentado o seu primeiro modelo 100% elétrico: o Ora 03. Agora, chega a versão “esportiva”, com autonomia bem maior e aparência mais agressiva.

O Ora 03 Skin, do qual a marca não divulga a autonomia (?) , custa R$ 150 mil e o GT, com autonomia de 319 quilômetros, sai por R$ 184 mil. No lançamento da linha, a GWM criou uma edição especial denominada Copacabana, por R$ 160 mil, com teto solar.

Atraente

Com design esportivo e agressivo, o Ora foi projetado para oferecer novas experiências de dirigibilidade, segurança, customização e personalização em um único veículo.

O motor, o mesmo para os três modelos, fica instalado no eixo dianteiro, e oferece 171 cavalos de potência e 250 Nm de torque e condução semiautônoma no nível 2+. O GT acelera de 0 a 100 km/h em apenas 8,2 segundos e atinge a velocidade máxima de 160 quilômetros por hora (limitada eletronicamente).

O motorista também pode optar por cinco modos de condução do veículo: Normal, Eco, Automático, Esportivo e Esportivo+. Depende de cada situação, mas fica por conta da sensibilidade de quem o está dirigindo.

A principal diferença entre as versões está na capacidade energética da bateria. No Ora 03 Skin e Copacabana, a bateria é de 48 kWh. Na opção GT, é de 63 kWh, proporcionando maior autonomia ao veículo. Os modelos podem ser carregados de 10% a 80% entre três e cinco horas com carregadores de corrente alternada (AC) ou 30 a 40 minutos na corrente contínua (DC).

O modelo, desenvolvido principalmente para o consumidor jovem, é muito conectado e com muita tecnologia. O painel de instrumentos e multimídia com processador Qualcomm Snapdragon, com duas telas integradas de 10,25 polegadas cada, Full HD, com textos em português, é muito completo e fácil de usar.

A central multimídia é compatível com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, com conexão via Bluetooth. Portas USB iluminadas nas dianteiras, sistema de som com 120 W de potência e seis alto-falantes. Além disso, o Ora 03 GT conta com carregador por indução com tecnologia fast charge e potência máxima de 15 W, bancos com massageador, ventilação, ajuste elétrico com memória para o motorista e recurso Easy-Entry, no qual os assentos se afastam automaticamente ao abrir a porta, para oferecer espaço extra no acesso e ao sair do veículo. Para as pessoas mais altas esse sistema facilita muito o acesso.

Seguro

O GWM Ora GT atingiu a nota máxima (cinco estrelas) nos testes do Euro NCAP e foi apontado pela associação como o veículo mais seguro da sua categoria comercializado na Europa. Isso, entre outros detalhes de construção, graças aos sete airbags (inclusive entre os bancos), alerta e frenagem autônoma de emergência (capaz de reconhecer pedestres, ciclistas e motos), frenagem de tráfego cruzado e assistente ativo de ponto cego (alerta e ajuda a evitar acidentes em troca de faixas e ainda conta com alerta de abertura de portas após o carro estar estacionado e desligado, com reconhecimento de carros, ciclistas e motos).

O modelo vem com Sistema Avançado de Assistência ao Condutor nível 2+ (ADAS – Advanced Driver Assistance System) – que promove uma condução semiautônoma e extremamente segura -, composto por um radar frontal de curto, médio e longo alcances e cinco câmeras (para-brisas, para-choque dianteiro, para-choque traseiro e uma em cada retrovisor).

Além disso, o GT vem com piloto automático inteligente, Stop & Go, Controle de Cruzeiro Inteligente, Smart Cornering (ajusta a velocidade do veículo de acordo com o ângulo da curva), Smart Dodge (Desvio Inteligente de Caminhões), Alerta, Manutenção e Centralização de Faixa, entre outros.

 Andando

Além do acesso facilitado pelo movimento do banco dianteiro ao ser aberta a porta, o Ora 03 não tem chave nem botão para ligar a energia. Ao girar o seletor de marcha e acelerar, ele começa a andar. E para parar é só girar o seletor para o “P” e ir embora. No início cria uma certa dúvida, mas com o uso é muito agradável.
Andando, o modelo surpreende pela agilidade, acerto de suspensão e aceleração. Aliás, a aceleração é um fator especial, já que deixa muito carro esportivo à combustão para trás.

Durante o teste drive pelas ruas de São Paulo, o Ora GT chamou muito a atenção. Num semáforo, um motorista com um SUV perguntou se era um Porsche e se já estava à venda. Outras duas pessoas, a bordo de uma Fiat Fiorino branca, elogiaram o design, também perguntaram se era um esportivo da marca alemã e antes de ir embora, dando os parabéns, uma delas gritou “ainda chego lá”.

A visão 360° na tela central com nove modos de visualização, fornecidos por cinco câmeras, é muito útil no trânsito e para estacionar. E por falar em estacionar, o assistente de estacionamento automático com 12 sensores é uma verdadeira “mão na roda”.

Disponível em três cores, branco, preto e vermelho, o modelo pode ser personalizado pelo comprador.

Medo 

Os veículos elétricos ainda causam muita apreensão dos consumidores brasileiros. Para tentar driblar esse temor, a GWM dá garantia de cinco anos para o carro e oito anos ou 200 mil km para a bateria. E mais: com o “Pacote Tranquilidade”, além do carregador portátil de 3,6 kW, tem a proteção total de dois anos para a bateria em caso de danos físicos ou elétricos – além do já oferecido pela garantia –, recompra garantida de 85% da tabela FIPE e a conveniência do serviço exclusivo Tomorrow Assistance, formado por oficina remota para revisões, pequenos reparos e carro cortesia.

 

A pré-venda já está disponível nas concessionárias no Mercado Livre.

A parceria da GWM com o Mercado Livre garante que o consumidor poderá desistir da compra do Ora 03 a qualquer momento até a hora da entrega do seu veículo.

Preço
GWM Ora 3 GT R$ 184.000,00

 

Ora, primeiro carro 100% elétrico da GWM, têm bom desempenho e design agradável Read More »

Rolar para cima