Grávida

Segunda Feira da Gestante 2026 movimenta Campinas

Campinas recebe a segunda edição de 2026 da Feira da Gestante, entre os dias 29 de julho e 2 de agosto, no Expo Boulevard Iguatemi. De quarta a sexta-feira é das 14h às 21h; sábado, das 10h às 21h e domingo, das 10h às 20h. A feira reúnemais de 40 expositores com produtos a partir de R$ 1,99. A entrada é gratuita e não precisa se cadastrar antes ou retirar convites. Tem apoio da Secretaria de Cultura e Turismo de Campinas.

Em uma área de aproximadamente 1.500 metros quadrados, a feira é voltada para gestantes e famílias com bebês de zero a dois anos. Há uma ampla variedade de produtos e serviços, que vão desde itens para o enxoval até soluções tecnológicas, moda gestante, produtos para amamentação e decoração.

Os preços são um dos principais atrativos, com peças a partir de R$ 1,99. Segundo Eliane Paim, diretora de Marketing da Feira da Gestante, para esta edição em Campinas, a principal aposta está nos produtos personalizados, como peças bordadas na hora, mantas, toalhas, fraldas e itens de decoração com o nome do bebê devem ganhar protagonismo.

“Sabemos que a chegada de um bebê envolve planejamento, investimento e muita emoção. Por isso, buscamos assegurar que cada compra seja feita com confiança, oferecendo apoio sempre que necessário”, reforça Eliane.

Esta é a segunda edição da Feira da Gestante em Campinas em 2026 e a sexta vez na cidade. “Campinas é um excelente cenário para eventos como a Feira da Gestante que, a cada edição, recebe maior engajamento das famílias e dos expositores”, afirma.

Também haverá sorteio de R$ 1 mil em vale-compras para os visitantes que realizarem cadastro nas redes sociais oficiais da feira.

Serviço
Feira da Gestante Campinas
Data: 29 de julho a 2 de agosto
Local: Expo Boulevard Iguatemi – Av. Sen. Darcy Ribeiro, 140, Vila Brandina, Campinas
Horários: de quarta a sexta-feira: das 14h às 21h; sábado, das 10h às 21h e domingo, das 10h às 20h.
Entrada gratuita. Não há necessidade de cadastro prévio
Instagram: @feiradagestante.campinas

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Mulheres protestam contra norma do CFM sobre assistolia fetal

Representantes de entidades que atuam na defesa dos direitos das mulheres participaram, nesta quinta-feira (23), de ato em frente à sede do CFM – Conselho Federal de Medicina, em Brasília. As mulheres protestaram contra a resolução do conselho que proíbe médicos de realizarem a chamada assistolia fetal para interrupção da gravidez em casos de aborto previstos em lei e oriundos de estupro.

A decisão foi tomada no fim de março em sessão plenária e vale para gestações acima de 22 semanas, quando, segundo o conselho, há possibilidade de sobrevida do feto. Conforme definição do próprio CFM, a assistolia provoca a morte do feto, antes do procedimento de interrupção da gravidez, por meio da administração de drogas injetadas no coração dele. Já morto, ele é retirado do corpo da mulher.

“Não admitiremos tamanho retrocesso em nossa cultura, em nossa convivência pessoal e familiar”, disse a articuladora política do Centro Feminista de Estudos e Assessoria (Cfemea) Jolúzia Batista, ao alertar que a maioria dos casos de gestação tardia provenientes de estupro e que chegam às unidades de saúde para aborto legal é de meninas menores de idade. “Não vamos admitir gravidez infantil por violência ou estupro”.

Jolúzia lembra que não é incomum que meninas de 10 anos procurem atendimento médico para interromper gestações em estágio avançado – muitas delas, antes mesmo de terem menstruado pela primeira vez. A suspeita de gestação só surge bem mais tarde, quando a barriga já começa a aparecer. “Até que se descubra que aquela dor de barriga ou dor de cabeça são decorrentes de gravidez, ela já está com 20 ou 22 semanas”, explicou.

Representante do Conselho Federal de Serviço Social, Maria Elisa Braga disse que há graves denúncias relacionadas ao trabalho de profissionais de saúde que atendem mulheres e meninas vítimas de estupro e que buscam o aborto legal. “Temos que tomar muito cuidado. Profissionais de área de saúde estão sendo perseguidos, ameaçados”, criticou.

A ginecologista Brunely Galvão confirma os cenários expostos por Jolúzia e por Maria Elisa – tanto a demanda por abortos legais tardias por parte de meninas menores de idade e vítimas de violência quanto as dificuldades de profissionais de saúde em equilibrar o cumprimento da lei e a norma definida pelo CFM.

“Essas meninas precisam desse procedimento [da assistolia fetal] para acessar o aborto legal. Grande parte das que chegam na unidade de saúde está em gestação avançada – seja pelo próprio estigma da vergonha, por medo dos pais ou de não ser levada a sério. Tem que existir esse procedimento”.

“Esse procedimento é fundamental. A resolução atrapalha o nosso dia a dia, o nosso cotidiano. Quando a gente não consegue oferecer a assistolia fetal, temos que encaminhar a paciente para outro país, geralmente Argentina ou Colômbia. A maioria não tem grana porque a maioria são meninas pobres, periféricas, negras, de zona rural. Aí, temos que recorrer à uma ONG [organização não governamental] ou outras parcerias”.

Entenda

Atualmente, pela literatura médica, um feto com 25 semanas de gestação e peso de 500 gramas é considerado viável para sobreviver a uma vida extrauterina. No período de 23 a 24 semanas, pode haver sobrevivência, mas a probabilidade de qualidade de vida é discutida. Considera-se o feto como não viável até a 22ª semana de gestação.

Para o CFM, diante da possibilidade de vida extrauterina após as 22 semanas, a realização da assistolia fetal por profissionais de saúde, nesses casos, não teria previsão legal. Segundo o conselho, o Código de Ética Médica estabelece que é vedado ao profissional praticar ou indicar atos médicos desnecessários ou proibidos pela legislação vigente no país.

O conselho defende que, ultrapassado o marco temporal das 22 semanas de gestação, deve-se preservar o direito da gestante vítima de estupro à interrupção da gravidez e o direito do nascituro à vida por meio do parto prematuro, “devendo ser assegurada toda tecnologia médica disponível para sua sobrevivência após o nascimento”.

Justiça

Na última sexta-feira (17), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou a suspensão da resolução aprovada pelo CFM. A decisão foi motivada por uma ação protocolada pelo PSOL. Em abril, a Justiça Federal em Porto Alegre chegou a suspender a norma, mas a resolução voltou a valer após o Tribunal Regional Federal (TRF) da 4ª Região derrubar a decisão.

Em sua decisão, Moraes considerou que houve “abuso do poder regulamentar” do CFM ao fixar regra não prevista em lei para impedir a realização da assistolia fetal em casos de gravidez oriunda de estupro. O ministro destacou ainda que o procedimento só poder ser realizado pelo médico com consentimento da vítima.

“O ordenamento penal não estabelece expressamente quaisquer limitações circunstanciais, procedimentais ou temporais para a realização do chamado aborto legal, cuja juridicidade, presentes tais pressupostos e, em linha de princípio, estará plenamente sancionada”, concluiu.

A decisão do magistrado será submetida a referendo dos demais ministros da Corte no plenário em sessão virtual que começa no próximo dia 31.

Outro lado

Em nota, o CFM informou que vai encaminhar ao STF “argumentos em defesa da manutenção da resolução”. “A norma foi aprovada pelo plenário da autarquia e publicada no Diário Oficial da União no começo de abril, mas, na sexta-feira, o ministro Alexandre de Moraes decidiu, por meio de liminar, suspender temporariamente seus efeitos”.

“Como em outras instâncias do Judiciário, em que já houve decisão a favor da resolução, o CFM apresentará argumentos sólidos para mostrar a pertinência da norma que, vale ressaltar, não pune, mas defende os direitos da mulher, do feto e da vida”, declarou o presidente do conselho, José Hiran Gallo.

No comunicado, o conselho afirma que a resolução não pretende “fazer oposição ao chamado aborto legal” e é “amparada pela Constituição Federal, que prevê o direito inviolável à vida, sem a submissão de tratamento desumano ou degradante”.

“A norma foi elaborada com base em estudos técnicos e científicos que comprovam que, com 22 semanas, há viabilidade de vida fora do útero. Ou seja, diante dessa possibilidade, a interrupção da gestação implica, para o CFM, um ato ilegal e antiético”. (Agência Brasil)

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Iguatemi e Galleria destacam a singularidade das conexões neste Dia das Mães

“Mães não são todas iguais. Filhos também não”. E, apesar das singularidades, são puro complemento e conexão. Esse é o tema que o Iguatemi Campinas e o Galleria Shopping escolheram para celebrar o Dia das Mães, com a nova campanha que foi ao ar dia 22 de abril.


Costanza Pascolato

O Dia das Mães, uma das principais datas do varejo nacional, é o marco inicial desta nova fase do conceito “Somos o que Vivemos”, que norteou a comunicação no último ano, mas ganha foco total ao longo de 2024 para reforçar as diferentes experiências que cada cliente pode vivenciar em cada um dos empreendimentos da Iguatemi S.A.

A nova campanha foi desenvolvida pela agência DAVID e irá explorar a maternidade em sua essência, com um time de personalidades escolhido para transmitir esta mensagem. Costanza Pascolato estreia a campanha e oferece uma visão íntima sobre a transformação que a maternidade traz e compartilha suas reflexões sobre a descoberta da própria identidade ao se tornar mãe.


Ao lado dela, também compartilham seus pensamentos: Luiza Ortiz e sua mãe Lulu Ortiz, Emanuel Ribeiro e Maria Albertina, Camila Yunes Guarita e Beatriz Yunes Guarita, Ana Arantes e Meire Arantes, Maythe Jahn com seu filho Allan Birman e Carol Celico, grávida de seu terceiro filho. Todos irão mostrar, em diferentes “real reels”, como essas relações se estabelecem. Sem roteiros pré-definidos, os filmes são gravados como uma mensagem livre, sem uma fórmula definida, assim como a maternidade.

“A campanha traduz nosso conceito de comunicação em peças que mostram que cada mãe é única e vive a maternidade de forma diferente. Afinal, a singularidade está nos detalhes e são eles que refletem muito bem a nossa essência: o cuidado com os clientes e respeito por quem escolhe nossos shoppings todos os dias”. explica Renata Zitune, diretora de Marketing e Patrocínio da Iguatemi S.A.

A campanha foi produzida com o styling de Pedro Sales, fotografia do Lufree e Enrico Beer Boimond como diretor de cena. A veiculação das peças ocorrerá em mídias online, impressas e nas redes sociais.
Confira na íntegra: https://www.instagram.com/p/C6ELxLnACBE/
Instagram: @Iguatemi

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CNJ apura conduta de juiz que negou pedido de advogada grávida

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) abriu nesta quarta-feira (11) uma reclamação disciplinar para apurar a conduta do desembargador Georgenor de Sousa Franco Filho, do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região (TRT-8), sediado em Belém.

De acordo com matérias jornalísticas, o magistrado teria dito que “gravidez não é doença” ao rejeitar pedido de uma advogada para adiar a análise de um processo em que atuava.

O CNJ vai apurar eventual descumprimento dos deveres da magistratura pelo desembargador. Pela legislação, um processo deve ser suspenso quando a advogada estiver em período de parto, quando for a única patrona da causa.

O episódio ocorreu na terça-feira (10) durante sessão da Quarta Turma do tribunal. No entendimento de Georgenor, o processo não poderia ser adiado porque a advogada não era parte na ação, mas apenas uma das profissionais que atuaram na causa, podendo ser substituída.

O caso chegou ao conselho a partir de uma representação protocolada por quatro conselheiros do órgão.

O TRT não deu retorno até á publicação. (Agência Brasil)

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