Europa

Novo Renault Koleos híbrido e sofisticado vai ser vendido no Brasil

Depois do lançamento bem sucedido do Renault Boreal, a marca reforça seu portfolio com mais um SUV: novo Koleos E-Tech. Com um design marcante, como é a nova tendência da marca francesa, o SUV estreia a motorização full hybrid e o ingresso da marca no segmento D no Brasil.

Em versão única de acabamento e motorização, a esprit Alpine full hybrid E-Tech, que combina o motor turbo de 1,5 litro, com injeção direta, com dois motores elétricos acoplados à transmissão automática DHT (Dual Hybrid Transmission) com uma bateria de íons de lítio de 1,64 kWh. Esta estrutura permite que ele entregue 245 cavalos, sendo 144 cavalos do motor de combustão e 136 cavalos dos dois motores elétricos. Segundo a marca, o novo modelo acelera de 0 a 100 km/h em 8,3 segundos e chega a uma velocidade máxima é limitada eletronicamente a 180 km/h.

“O Koleos é o terceiro veículo do International Game Plan no Brasil, o plano estratégico da marca Renault para os mercados internacionais. É um veículo de grande sucesso”, explica Ariel Montenegro, presidente e diretor-geral da Renault Geely do Brasil.

Marcante

O design externo é muito elegante e bonito. Com 4,78 metros de comprimento, cabine com isolamento acústico, o Renault Koleos oferece um espaço interno amplo (distância entre eixos de 2,82 metros), materiais de alta qualidade, iluminação ambiente personalizável e acabamento exclusivo esprit Alpine. Na segunda fileira de bancos, o modelo conta com um vão de 320 mm para os joelhos, um dos maiores do segmento, enquanto o porta-malas oferece capacidade de 431 litros (VDA), podendo ser aumentada para até 1.623 litros de capacidade, com os bancos rebatidos.

O sistema de ar-condicionado de três zonas com sensor de qualidade do ar, sensor de bancos dianteiros ventilados, bancos dianteiros e traseiros aquecidos, teto panorâmico e quatro portas USB (três do tipo C e uma convencional) asseguram uma experiência confortável para todos os ocupantes.

A Renault busca inspiração nos códigos de design da marca Alpine e incorpora o teto em dois tons, acabamento da pintura acetinado na versão esprit Alpine full hybrid E-Tech, bem como detalhes em azul gravados a laser nas portas, nos para-choques e na grade frontal. Esta versão afirma seu caráter exclusivo com rodas diamantadas e escurecidas de 20’’. A grade frontal, marca registrada da Renault, apresenta um padrão em diamante na mesma cor da carroceria. Os faróis de LED Pure Vision do Koleos se integram harmoniosamente à dianteira e à grade.

Já o interior se destaca pelos bancos com design e materiais exclusivos e o logo esprit Alpine. A cor predominante no interior é o preto, com toques da Alpine, como as costuras em azul, branco e vermelho no volante e no apoio de braço central, e os detalhes em azul nos estofados e cintos de segurança. Além do tecido texturizado, o Alcantara está presente não só nos bancos, mas também nos painéis das portas e no painel de instrumentos, conferindo ao habitáculo um toque de luxo. Outros detalhes também são inspirados no universo Alpine, como a letra “A” bordada em relevo nos bancos ou a pequena bandeira tricolor no banco do motorista.

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Lançado há 40 anos, o Prêmio foi muito importante para o brasileiro

Projetado pelo estúdio italiano de Giorgetto Giugiaro foi criado em parceria com o time do engenheiro Robson Cotta da Fiat brasileira, em Betim-MG, o sedã Prêmio está completando 40 anos de seu lançamento. Derivado do Uno, modelo foi apresentado em março de 1985, chegou com a missão de dividir mercado com o Volkswagen Voyage, outro sucesso de vendas nos 80 e 90. O modelo foi o sedã da Fiat no Brasil e foi produzido no Brasil de 1985 a 1994 no Polo Automotivo de Betim, em Minas Gerais.

A sua chegada, assim como o Uno, marcou a indústria automotiva brasileira, não só pela modernidade e design, mas o primeiro veículo nacional a oferecer o computador de bordo. O pioneiro equipamento dava ao motorista informações das médias de consumo, velocidade, autonomia e outras informações no espaço que seria do conta-giros. Com bom desempenho para a época, o Prêmio desenvolvia uma potência máxima de 74,1 cavalos e 12,3 kgfm, na sua versão 1.5 litros, mantendo a mesma performance do Uno SX, embora o sedã fosse 134 kg mais pesado. Outro ponto forte do carro era o porta-malas:  muito espaçoso, tinha capacidade para até 530 litros.

Naquela época, o consumidor brasileiro gostava de modelo sedã de duas portas, como era o caso do Chevrolet Monza e o Volkswagen Santana. Esses modelos fizeram, junto com o Prêmio, o consumidor mudar de preferência.

E essa preferência fez o modelo da Fiat chegar ao mercado com duas portas e em duas versões: a S, com motor 1.3 litro, opção de entrada, e a CS, opção mais completa com motor 1.5 litro. Em 1987, dois anos após o lançamento, o Fiat Prêmio passou por mudanças e ganhou quatro portas na versão CLS, além de itens adicionais de conforto como ar-condicionado, vidros e travas elétricas. Em 1989, recebeu um upgrade com novo painel e motor Sevel de 1,6 litro. Já em 1991, atualizou o design frontal e, em 1992, começou a ser equipado com injeção eletrônica na versão com motor 1,5 litro.

Por uma opção de estratégica, a Fiat passou a fabricação do Prêmio para a Argentina e que mudou de nome para Duna. Além de sucesso de vendas no Brasil e na Argentina, o Prêmio/Duna passou a ser vendido em outros países da América Latina e até para a Europa.

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Coluna Fernando Calmon — Anfavea projeta cenários flexíveis para híbridos e elétricos

Coluna Fernando Calmon nº 1.321 — 1/10/2024

Anfavea projeta cenários flexíveis para híbridos e elétricos até 2040

No atual panorama de incertezas no mundo em relação ao que os consumidores vão decidir comprar, fica mais difícil ainda fazer projeções para o Brasil. Mas como a indústria automobilística tem que fazer investimentos altos e com grau de risco elevado porque não pode errar, tudo se torna complicado.

De nada adianta produzir só o que o governo quer, como na China, se os compradores com direito de escolha nos outros países estiverem inseguros sobre os rumos. Mesmo no maior mercado individual, o chinês, já se detectou este ano um soluço nas vendas de modelos elétricos. Isso está cristalino — e algo bem mais que um soluço — nos outros dois maiores polos mundiais, EUA e Europa. Na Índia e Japão, terceiro e quarto mercados tomados individualmente, o cenário está favorável aos híbridos.

Por isso, as conclusões do estudo da Anfavea e da especialista contratada Boston Consulting Group, que acaba de ser revelado em versão final, apontam três hipóteses dentro do escopo de descarbonização da atmosfera, pois o gás carbônico (CO2) é o principal responsável pelo efeito estufa.

“Se hoje os modelos eletrificados respondem por pouco mais de 7% do mix de vendas de veículos leves, em 2030 eles representarão de 39% a 54%, em 2035, de 65% a 78% e em 2040, de 86% a 91%. Primeira possibilidade, nível de adoção gradual; na segunda, nível de adoção acelerada”, afirmou a Anfavea em comunicação oficial.

Convém comentar o termo da moda “eletrificado”. Veículos híbrido básico (ou semi-híbrido), híbrido pleno e híbrido plugável enquadram-se na categoria de motores a combustão com diferentes níveis de auxílio de um motor elétrico. Diferente, portanto, de um carro 100% elétrico a bateria. No caso dos hipotéticos 91% em 2040, estão somadas as quatro opções.

Entretanto, mesmo essa análise pode não refletir a realidade atual, abalada por notícias recentes do exterior. A Northvolt está demitindo um quinto de sua equipe global e suspendeu a expansão de sua principal fábrica de baterias na Suécia. Stellantis e a empresa francesa Orano abandonaram o projeto para reciclar baterias de veículos. A empresa também congelou os planos de construir duas novas fábricas de baterias. Acea (Anfavea europeia) também solicitou revisão da meta de redução de emissões de 2025 porque contava com a “ajuda” de carros elétricos, contudo estes não encontraram compradores suficientes.

Audi Q7 2025 chega no fim do mês com boas novidades

A marca das quatro argolas entrelaçadas quer marcar os 30 anos de presença no Brasil com mais lançamentos. Um deles é o Q7 2025 de sete lugares, visual renovado e preço confirmado de R$ 692.000 já no final de outubro. Além da grade e para-choque traseiro novos, a Audi substituiu em boa hora as saídas de escapamentos, antes apenas decorativas, por elementos autênticos.

Faróis altos com tecnologia laser (opcionais) são acompanhados por assinaturas luminosas selecionáveis. Suspensões passaram a ser adaptativas com distância livre que pode variar entre 60 mm para cima e 30 mm para baixo, além de rodas de 22 pol. Há opção de eixo traseiro esterçante.

Nos próximos três anos haverá 20 novos modelos e agora em dezembro estreia o elétrico Q6 e-tron com preços a partir de R$ 530.000. O modelo terá alcance de 411 km no padrão Inmetro (bateria 100 kWh), 387 cv e sua arquitetura é a PPE (sigla em inglês para Plataforma Elétrica Premium, de origem Porsche).

Hyundai lança Palisade e Ioniq 5 simultaneamente

Agora única responsável pela importação de todos os seus modelos (antes exclusividade do grupo Caoa) a marca sul-coreana já pôs à venda o SUV de oito lugares Palisade (R$ 449.990) e o elétrico Ioniq 5 (R$ 394.990).

O primeiro é um dos poucos SUVs de oito lugares no mercado brasileiro e suas dimensões impressionam: 4,99 m de comprimento, 2,90 m de entre-eixos, 1,97 m de largura e 1,75 m de altura. O porta-malas comporta 595 litros e com as duas fileiras de trás rebatidas são nada menos que 2.494 litros. Mesmo os dois passageiros da última fileira encontram espaço para ombros, pernas e cabeças surpreendentes. E o acesso a esta terceira fileira exibe menos contorcionismo do que em outros modelos de menor porte.

Bancos dianteiros têm comandos elétricos, o do motorista com memória. Central multimídia de 10,2 pol. tem boa resolução, mas poderia ser um pouco maior. Ergonomia interna também se destaca. Motor 3,8 L, V-6 entrega 295 cv e 36 kgf·m, com aceleração de 0 a 100 km/h em 7,7 s e velocidade máxima de 210 km/h. Mesmo com lotação total não deve demonstrar lentidão em ultrapassagens em estradas, pelo que demonstrou em um primeiro contato no autódromo Capuava, Indaiatuba (SP).

Consumo, no entanto, cobra seu preço como esperado: pelo padrão Inmetro 7,3 km/l (urbano) e 9,9 km/l (rodoviário).

Quanto ao Ioniq 5, como todo elétrico, impressiona muito bem pelo desempenho. São dois motores com a repartição correta: traseiro de 228 cv e 35,7 kgf·m e dianteiro de 101 cv e 26 kgf·m. Potência e torque combinados: 325 cv e 61,6 kgf·m. A sensação que passa, ao pisar fundo no acelerador, é parecida com a de um carro esporte logo nos primeiros 50 metros pela pressão no pescoço. Hyundai indica aceleração de 0 a 100 km/h em 5,3 s.

Embora a fabricante sul-coreana o classifique como SUV, parece mesmo um hatch de teto elevado dentro de um estilo agradável com um vinco lateral pronunciado em diagonal. Trata-se de um modelo avantajado em dimensões: 4,65 metros de comprimento, 1,89 m de largura, 1,60 m de altura. Entre-eixos de 3,00 m acomoda com grande conforto os cinco passageiros.

Um pormenor interessante: na alavanca do que seria o câmbio (obviamente não existe) a posição D é para a frente e R para trás. Ao contrário do que se convencionou em modelos automáticos, onde a posição R é sempre colocada para a frente. Esse novo arranjo tem sua lógica, embora possa confundir em um primeiro momento. Achei razoável.

Mais potência e retoques de estilo no Porsche 911

Estreia está programada para o primeiro trimestre de 2025 nas versões cupê (R$ 868.000) e o cabriolet (R$ 920.000). Além do foco na redução de emissões, ainda assim a potência do boxer biturbo de 3 litros subiu para 394 cv e o torque manteve-se em 45,9 kgf·m. Receberá ainda freios maiores tanto na frente quanto atrás.

No estilo, mudanças sutis: os faróis agora são de LED HD-Matrix e incorporam as luzes auxiliares; atrás reduziu-se o número de grelhas de ar de resfriamento no capô, integrou mais duas entradas de ar e recebeu novos tubos de escape.

A marca alemã ainda não informou quando será a abertura de pré-vendas.

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Shopping Iguatemi Campinas recebe final de breaking do grupo GOMA

No dia 15 de setembro, o Iguatemi Campinas será palco da grande final de breaking do grupo GOMA, um evento que promete movimentar a cena cultural da cidade e atrair amantes da cultura Hip Hop de todo o país.

A programação do dia inclui dois workshops práticos pela manhã, ministrados por renomados profissionais do cenário mundial: o Bboy Kleju, conhecido por suas variações únicas na dança, e o DJ Nobunaga, aclamado como o melhor DJ de breaking da Europa. À tarde, serão divulgados os chaveamentos dos competidores, dando início ao campeonato que seleciona os dois representantes brasileiros para a Outbreak 2025, nas categorias bgirl e bboy.

“Valorizamos a cultura e acreditamos na importância de promover eventos que apoiem essas iniciativas, é algo que está no DNA do nosso empreendimento”, comenta a gerente de marketing do Iguatemi Campinas, Lívia Moufarrej Abdalla.

O evento, que acontece na praça de eventos 2, no 2º piso do mall, conta também com a emocionante battle Open Style, além de uma cerimônia de premiação. As inscrições para os workshops são gratuitas e devem ser realizadas antecipadamente. Informações por meio do site https://gomafestival.com.br/.

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Coluna Fernando Calmon — Elétricos enfrentam dificuldades tanto na Europa como nos EUA

Coluna Fernando Calmon nº 1.314 — 12/8/2024

Elétricos enfrentam dificuldades tanto na Europa como nos EUA

Percalços de mercado para carros elétricos se aprofundaram no primeiro semestre deste ano. Um exemplo foi a queda brusca do Tesla Y que de automóvel mais vendido na Europa, caiu para oitavo no primeiro semestre deste ano. Segundo o especialista em análise de mercado Felipe Munoz, da JATO Dynamics, há três razões: “Sua linha de produtos limitada começa a envelhecer; a crescente concorrência de outras marcas; e estratégia de redução de preços que já não funciona com concorrentes chineses”.

Entretanto, há outras dificuldades em marcha que explicam por que houve a desaceleração tão rápida de venda na Europa e nos EUA. No segundo caso, a Automotive News aponta as panes em mais de um quarto dos postos públicos de carregamento e a dificuldade de informações precisas sobre localização que minam a confiança dos motoristas.

Na Alemanha as vendas caíram 37% em relação a dezembro com o fim dos subsídios do governo. E isso desanimou também a indústria de autopeças. A Schaeffler indicou que vai redirecionar sua produção para híbridos, numa guinada inesperada. Fabricante de chips, Infineon Technologies, afirmou que a recuperação em grande escala de veículos elétricos “ainda não está à vista” e pretende cortar 1.400 postos de trabalho.

Por fim, a Mercedes-Benz anunciou US$ 15 bilhões para voltar a investir em tecnologia de motores a combustão, seguindo a Toyota que desenvolve avanços significativos para surpreender o mercado nos próximos anos.

Novo polo de produção no Ceará suscita dúvidas

A iniciativa era esperada desde que a Ford decidiu encerrar as atividades industriais no Brasil em janeiro de 2021. As instalações em São Bernardo do Campo (SP), Taubaté (SP) e em Camaçari (BA) já foram alienadas. Restava o terreno e uma pequena fábrica de onde saía o SUV raiz Troller já descontinuado. O governo cearense desapropriou a área em março, mas a marca levou o caso à Justiça e preferiu não se manifestar oficialmente.

O Grupo Comexport, de São Paulo (SP), que trabalha com exportação e importação, se interessou pelo projeto e reservou R$ 400 milhões (cerca de US$ 70 milhões). Trata-se de valor incompatível para investimentos que, segundo a empresa, “incluem seis modelos de nova energia (híbridos plugáveis em tomada e elétricos), para três marcas consagradas da indústria automobilística mundial”, afirmou o sócio e vice-presidente comercial, Rodrigo Teixeira.

Planos concretos serão anunciados em 2025. Trata-se de uma empresa de serviços e tem entre seus clientes Mercedes-Benz, Toyota e Volvo. No seu site identifica-se assim: “Fundada em 1973, a Comexport é a maior empresa de comércio exterior do Brasil com ampla experiência nos processos operacional, logístico, tributário, aduaneiro e financeiro”. Obviamente, nenhum dos três clientes se pronunciou. Planos industriais envolvem investimentos superiores àquele montante.

Por enquanto, apenas a Neta Auto anunciou produção no Brasil. A Toyota vai colocar à venda sua fábrica em Indaiatuba (SP), pois está transferindo produção do Corolla para Sorocaba (SP). Especula-se que esta chinesa poderia se interessar. Quanto às “três marcas consagradas” citadas é preciso esperar para ver.

2008 tem boa dirigibilidade e preços nem tanto

Agora importado da Argentina, o SUV compacto da Peugeot chega ao mercado nas versões Active (R$ 119.990), Allure (R$ 129.990) e GT (R$ 149.990) para o ano-modelo 2025. São preços de pré-venda bem interessantes, porém só válidos até o fim de agosto. Já em setembro vão aumentar em R$ 20.000, o que os tornam menos competitivos.

Permanece entre os mais atuais do segmento, por fora e por dentro. Posto de condução é o mesmo do hatchback 208, com visual bastante agradável, embora haja excesso de plástico comum. O volante ovalado permite visão privilegiada do quadro de instrumentos digital em sua inusitada posição elevada. A central multimídia de 10,3 pol. conta com suporte a Android Auto e Apple CarPlay sem fio e há carregador de bateria de celular por indução (menos na versão de entrada). No banco traseiro, largura razoável, mas o assoalho tem um túnel central.

Os faróis são de LED e as rodas de liga leve de 17 pol. apresentam desenho bem elaborado. Já o porta-malas de 374 litros, padrão VDA, deveria ser maior pois perde para o do VW Nivus (415 litros), por exemplo. Motor é sempre de 1 L turbo flex, 130 cv (E)/ 125 cv (G) e 20,4 kgf·m, associado ao câmbio automático CVT de sete marchas selecionáveis por borboletas atrás do volante. A Peugeot declara aceleração de 0 a 100 km/h em 10,3 segundos.

Pacote de segurança ativa é de primeira linha e inclui, entre outros itens, a indispensável frenagem automática de emergência tão importante que passará a ser item de série em todos os carros e picapes novos nos EUA em 2029.

Primeiro contato foi breve por estradas bem pavimentadas em Alagoas, além de um pequeno trecho de terra. O 2008 mostrou bastante agilidade nas acelerações, especialmente no modo Sport. Rodar é confortável, mas o isolamento acústico na cabine é apenas regular e alguns ruídos surgem em piso irregular.

Festival Interlagos planeja crescer ainda mais

O balanço é da empresa organizadora que vislumbrou um mercado que estava adormecido e acaba de superar recorde de público no autódromo paulistano, nesta terceira edição, entre 8 e 11 de agosto últimos. No dia 8 para imprensa e nos três dias seguintes atraiu 118,7 mil visitantes e contabilizou 8,9 mil testes. No total entraram na pista 355 automóveis de 29 marcas, incluindo produtos de 19 fabricantes e importadores independentes.

Uma das novidades deste ano foi a participação da empresa gaúcha Super Carros, de Gramado (RS), especializada em aluguel para passeios curtos. Daí a diversidade de modelos no circuito como McLaren LT, Ferrari, Porsche 911 Turbo S, Lamborghini Gallardo, entre outros. Segundo a organização, a iniciativa se transformou no maior evento desse tipo no mundo com cerca de 50 expositores incluídos fabricantes de autopeças, pneus, acessórios e serviços.

Foram lançados este ano 12 modelos inéditos, entre 19 marcas, a exemplo do que acontece em tradicionais salões de automóveis. Até as mais novas chinesas, Omoda e Jaecoo, do Grupo Chery, estrearam. O empresário Márcio Saldanha, em sociedade com o jornalista Eduardo Bernasconi, criou o Festival Interlagos em 2019 apenas para motocicletas. E em 2022 estenderam-no para automóveis.

“Nunca um evento havia oferecido um pacote tão completo: oportunidade de conhecer e dirigir os carros na pista, além de possibilitar negociações de vendas”, afirma Saldanha, da Duas Rodas Mídia, do Rio de Janeiro. “Foram exatos 38.300 km rodados durante o evento, no asfalto do traçado e nas pistas (off-road e habilidade). Com zero de acidentes, saídas de pista e derrapagens”, acrescenta Bernasconi.

Já foram marcadas datas para 2025: Motos, 28 de maio a 1º de junho; Automóveis, 11 a 15 de junho. No caso de automóveis, com mais um dia de evento, há perspectiva de atrair até 200.000 pessoas.

Enquanto isso, o Salão do Automóvel, de acordo com a Anfavea, ainda enfrenta dificuldades de datas tanto no segundo semestre deste ano, quanto no primeiro de 2025. Nem a alternativa do remodelado pavilhão do Parque Anhembi apresenta disponibilidade.

 

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Livro detalha uma das vitórias mais marcantes de Ayrton Senna

O primeiro livro autoral do jornalista Luiz Alberto Pandini, que cobriu centenas de Grandes Prêmios de Fórmula 1, conta uma das vitórias mais marcantes de Ayrton Senna. Em 20 capítulos do livro “A obra-prima de Senna e outras histórias de um repórter nas pistas”, Pandini conta histórias diversas acumuladas ao longo de 35 anos de carreira, boa parte deles atuando diretamente no segmento de esportes a motor.

O título do livro é inspirado no do capítulo de abertura, no qual o jornalista descreve com detalhes o Grande Prêmio da Europa de Fórmula 1 de 1993 e os bastidores da cobertura jornalística – sua primeira em solo europeu. Essa corrida ficou famosa pela inconstância das condições climáticas e pelas quatro ultrapassagens feitas por Ayrton Senna na primeira volta.

A vitória nessa corrida é considerada por muitos como a mais brilhante do piloto brasileiro. Outras histórias de Senna naquele ano de 1993 são rememoradas nos capítulos finais do livro e revelam bastidores de sua transferência para a Williams, equipe pela qual o brasileiro fez suas últimas corridas em 1994.

Personagens como os Fittipaldi (Emerson, Wilsinho e Christian), Nelson Piquet e Jackie Stewart aparecem com outros menos conhecidos como Bernardo Souza Dantas (o primeiro brasileiro a correr nas 24 Horas de Le Mans, em 1935) e Luiz Celso Giannini (um dos pioneiros brasileiros no Mundial de Motovelocidade). Os relatos se passam em redações e autódromos da América do Sul, Europa e América do Norte.

Nascido em Santos em 1968, Pandini cobriu corridas no Brasil e no exterior como repórter de jornais (Jornal da Tarde e O Estado de S. Paulo) e de revistas como Grid, Quatro Rodas, Auto Esporte e Carro. Atualmente, atende marcas de automóveis e outras empresas por meio de sua agência, a LetraNova Comunicação.

“A obra-prima de Senna e outras histórias de um repórter nas pistas” traz décadas de relatos saborosos acumulados numa carreira jornalística construída entre personagens que povoaram a imaginação do autor desde que ele era moleque em Santos, no litoral de São Paulo. E um dia o moleque se encontrou de verdade com aquele mundo que só conhecia das páginas de jornais e revistas”. – Do prefácio de Flavio Gomes.

Para comprar: acesse www.gullivereditora.com.br. Preço: R$ 69,90 – mais frete.

 

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Antes mesmo de chegar, Renault 5 E-Tech ganha série especial

Durante o Torneio Aberto da França Roland-Garros, que será realizado de 20 de maio a 9 de junho,  a Renault vai mostrar a nova versão do Renault 5 E-Tech: a série especial Roland-Garros.

A reestilização de um dos modelos mais fantásticos e vendidos na Europa, o Renault R5, vai chegar ao mercado, agora elétrico, no ano que vem.

O modelo retrô chegará, possivelmente, em três opções: “motor” dianteiro de 95 cavalos e torque de 21,7 kgfm; 120 cavalos e 23 kgfm; e 150 cavalos e 25 kgfm. Nesta ultima opção o Renault 5 terá uma aceleração de 0 a 100 km/h em oito segundos e chegará á velocidade de 150 km/h, limitada eletronicamente. A autonomia vai variar de 300 a 400 quilômetros. Até o lançamento poderá ter uma sensível melhora.

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Renault Scènic E-Tech é eleita “Carro do Ano”

Lançado na Europa em 1996 e no Brasil em 1998, a Renault Scènic foi um das minivans mais vendidas em todo o mundo e criou uma tendência. Agora na sua quinta geração e 100% elétrica (lamentavelmente não está á venda no Brasil), o monovolume ganha o título mundial de “Carro do Ano”.

Na primeira votação, em novembro passado, o Scènic havia se classificado entre os sete modelos finalistas: BMW Série 5, BYD Seal, Kia EV9, Peugeot E-3008/3008, Renault Scènic, Toyota C-HR e Volvo EX30.

O vencedor do troféu foi eleito pelos votos de 58 jornalistas automotivos de 22 países. O Scenic conquistou a primeira posição, com 329 pontos. Ele se tornou o sétimo veículo da marca a receber o prestigioso título de “Carro do Ano”: Renault 16 (1966), Renault 9 (1982), Clio (1991), Scenic (1997), Megane (2003) e Clio (2006).

“Para todas as equipes do grupo e da marca Renault, conquistar a prestigiosa premiação “Carro do Ano” é motivo de um grande orgulho”. Fabrice Cambolive, CEO da marca Renault.

A Scènic E-Tech 100% elétrica oferece uma autonomia de até 625 km e muita tecnologia embarcada.

 

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