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Empresário de Americana morre junto com a esposa em queda de helicóptero

O empresário de Americana-SP André Feldman e a esposa Juliana Elisa Alves Maria Feldman, de 49 anos faleceram após a queda do helicóptero na noite de ontem (16), ás 19h20, no Morro do Tico-Tico, na região de Caieiras-SP. O piloto Edenilson de Oliveira Costa e a filha do casal de 11 anos foram localizados com vida.

Hoje (17) o helicóptero Águia da PM, localizou ás 6h20 a aeronave e começou a fazer o resgate das vítimas. O piloto e a menina passaram a noite juntos num local distante do helicóptero caído.

Bastante abalado, o piloto informou a localização da menina e das demais vítimas.

O piloto foi removido para um hospital da região e a menina para o Hospital das Clinicas. Apesar da presença de muitos helicópteros da Policia Militar, ambulâncias e veículos de resgate da concessionária, a Rodovia dos Bandeirantes, no quilômetro 30 está liberada.

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Morre Peter Rodenbeck, empresário responsável por trazer as marcas McDonald’s, Outback e Starbucks ao Brasil

Faleceu na tarde desta sexta-feira, 18 de outubro, em decorrência de um câncer, Peter Rodenbeck, um dos maiores empresários do setor de alimentação no mundo, responsável por trazer ao Brasil marcas icônicas como McDonald’s, Outback Steakhouse e Starbucks.

Rodenbeck deixa um legado de inovação e empreendedorismo que transformou o mercado de restaurantes e alimentação fora do lar em território brasileiro. A informação sobre o falecimento foi passada pelo grupo Bloomin’ Brands, que lamentou profundamente a perda.

Nascido na cidade de Mount Pleasant, no estado de Michigan,Estados Unidos, e naturalizado brasileiro, o empresário formou-se pela Stern School, New York University em administração bancária, finanças e contabilidade e pela Harvard Extension School, em administração de saúde e tecnologia de informações. Peter Rodenbeck iniciou sua trajetória no Brasil em 1979, quando trouxe o McDonald’s para o país e onde atuou por quase 20 anos.

Em 1996, se uniu a Salim Maroun e Giancarlo Zanolini para trazer o Outback Steakhouse para o Brasil. Nos últimos 27 anos, a rede de restaurantes de temática australiana se expandiu pelo país e hoje conta com 173 unidades, sempre com um olhar visionário e comprometido com a qualidade e a inovação. Peter também atuava como conselheiro da Bloomin’ Brands no Brasil, grupo detentor das marcas Outback Steakhouse, Abbraccio e Aussie no país, onde influenciou o setor com sua experiência estratégica.

Peter liderou e inspirou uma legião de empreendedores em todo Brasil, além dos sócios e colaboradores de todos os restaurantes das marcas por onde passou, como exemplo de determinação, honestidade e generosidade. Foi responsável por disseminar os Princípios & Crenças do Outback Steakhouse durante anos e acompanhou as operações bem de perto. Atualmente, a rede possui 12 mil colaboradores.

Seu trabalho revolucionou o setor, estabelecendo novos padrões de excelência em menu, gestão e atendimento. Rodenbeck não foi apenas um empreendedor de sucesso, mas também uma figura admirada pela integridade e pela paixão que colocava em cada projeto.

A Bloomin’ Brands informou que compartilha com seus sócios, colaboradores e comunidade brasileira a certeza de que o legado de Peter Rodenbeck viverá em cada uma das marcas que ajudou a implantar e no impacto que causou no setor de alimentação no Brasil. A companhia está neste momento solidária e prestando todo o suporte à família Rodenbeck.

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Pesquisa vê empresários ligeiramente confiantes com a economia

Na tentativa de ampliar o leque de consultas que faz sobre o quadro econômico do país, o Banco Central buscará, a partir da Pesquisa Firmus, captar a percepção de empresas não financeiras em relação à situação de seus negócios e às variáveis econômicas que podem influenciar as decisões.

Ainda em sua fase piloto – e na busca por “avaliar a clareza e a eficácia de diferentes tipos e formulações de perguntas” – o estudo observou que, em maio de 2024, a maior fatia desse grupo de empresários do setor não financeiro disse que o “sentimento predominante” de seu segmento em relação à atual situação econômica do país, é neutro (35,9%) ou discretamente positivo (33,7%). Para 28,3%, o sentimento predominante é discretamente negativo.

Perguntados sobre a expectativa para a taxa de crescimento real de seu setor em comparação à taxa de crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB), a maior fatia de empresários (34,8%) disse que ela está “discretamente acima” – ou seja, será maior do que o crescimento do PIB – a soma de todos os bens e serviços finais produzidos pelo país.

Para 30,4%, ela estará em linha; para 17,4%, será “discretamente abaixo”; para 13%, “fortemente acima”; e para 4,3%, “fortemente abaixo”.

Mais da metade dos empresários participantes do levantamento (51,1%) trabalha com a expectativa de que a taxa de crescimento real do PIB brasileiro de 2024 ficará na faixa dos 2%. Já em relação à inflação, 44,6% acreditam que ela fechará 2024 na faixa dos 4%.

Mão de obra e preços

O estudo também indicou que 46,7% dos empresários dos setores não financeiros estimam que o custo de mão de obra aumentará entre 4% e 6% nos próximos 12 meses. Para 34,8%, este custo crescerá entre 2% e 4%. E para 13%, a estimativa é de que o aumento do custo de mão de obra será superior a 6%.

Perguntados sobre a variação esperada para os preços de seus produtos, comparados com a inflação prevista para o período, 41,3% responderam que ela estará “em linha”, enquanto 32,6% disseram que os preços serão alinhados “discretamente acima” da inflação projetada. Para 16,3%, os preços ficarão “discretamente abaixo”, enquanto 6,5% e 3,3% acreditam que estará “fortemente acima” ou “fortemente abaixo”, respectivamente.

Com relação à margem dos resultados projetados para a empresa nos próximos 12 meses, a expectativa de 37% dos empresários consultados é de que ela esteja “em linha” com o resultado atual. Para 34,8%, o resultado ficará “discretamente acima”, enquanto 21,7% projetam resultados “discretamente abaixo” dos atuais. O mesmo percentual (3,3%) disse ter expectativa de resultados fortemente abaixo e fortemente acima dos atuais.

A pesquisa ouviu 92 empresários de setores não financeiros entre os dias 13 e 31 de maio de 2024.

Segundo o Banco Central, ela será divulgada trimestralmente. Duas outras foram feitas em novembro de 2023 e fevereiro de 2024, mas, como todas, ainda estão na fase piloto, e houve mudanças metodológicas e revisões de questionários que inviabilizam uma comparação adequada dos dados obtidos. (Agência Brasil)

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Benefícios da intergeraciolidade no mercado de trabalho

O mercado de trabalho passa constantemente por transformações significativas, e uma das mudanças que está nesse processo de amadurecimento é o reconhecimento e a valorização do potencial dos profissionais com 60 anos ou mais. A famosa economia prateada já mostra que esse grupo é ativo financeiramente e quer estar em atividade por muitos anos, mesmo após a aposentadoria.

Este segmento da população, muitas vezes subestimado, demonstra cada vez mais sua vitalidade, experiência e disposição para contribuir ativamente no ambiente profissional. Além disso, a intergeracionalidade tem se destacado como um elemento essencial para o sucesso das organizações, promovendo a troca de conhecimentos e experiências entre diferentes faixas etárias.

“É importante destacar que a diversidade etária no local de trabalho traz uma variedade de perspectivas, habilidades e formas de pensar que podem impulsionar a inovação e o crescimento das empresas. Os profissionais mais experientes apresentam um vasto conhecimento acumulado e uma capacidade de lidar com desafios complexos. Por outro lado, os trabalhadores mais jovens trazem consigo um frescor de ideias, uma familiaridade com as novas tecnologias e uma disposição para pensar de maneira criativa”, diz Jotta Junior, empresário e especialista comportamental, membro da Neurobusiness Society e cofundador do canal Longidade.

A colaboração entre diferentes gerações não apenas enriquece o ambiente de trabalho, mas também contribui para a construção de equipes mais resilientes e eficientes. Ao promover a interação entre profissionais de diferentes idades, as organizações estão investindo no desenvolvimento de uma cultura inclusiva e no estabelecimento de relações de trabalho mais harmoniosas.

Jotta reforça que é fundamental reconhecer que o público 60+ possui um potencial econômico significativo. “Cada vez mais ativos e engajados, esses profissionais estão redefinindo as expectativas em relação à aposentadoria e demonstrando um interesse crescente em permanecerem no mercado de trabalho, seja por necessidade financeira, por paixão pela profissão ou simplesmente para se manterem ativos e conectados socialmente”, afirma o especialista.

Assim, cada vez mais é reforçada a importância das organizações adotarem políticas e práticas que incentivem a integração de profissionais de todas as idades, criando oportunidades de aprendizado mútuo e desenvolvimento contínuo. Ao fazê-lo, estão não apenas investindo no sucesso de seus negócios, mas também contribuindo para a construção de uma sociedade mais inclusiva.

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Em CPI, dono do Botafogo fala sobre supostas manipulações de jogos

O empresário John Textor, norte-americano que é o sócio-majoritário do Botafogo SAF, depôs nesta segunda-feira (22) à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Senado Federal, que investiga manipulação de resultados do futebol e fraudes de apostas esportivas. Ele apresentou um relatório com cerca de 180 páginas com dados sobre irregularidades, de forma sigilosa.

“Nós chegamos a uma conclusão simples. Tivemos conhecimento de diversos indícios. Não queremos falar, ainda, em provas. Não podemos dizer que participamos de uma conversa de mais de uma hora sem conteúdo. Teve conteúdo”, afirmou o senador Jorge Kajuru (PSB-GO), presidente da CPI, ao final da reunião.

Segundo o parlamentar, a ideia é trazer a público, “o mais rápido possível”, os dados apresentados. O relatório ficará à disposição dos senadores do colegiado e suas assessorias e deverá basear futuros depoimentos à comissão.

A sessão foi dividida em duas partes. Na primeira, com transmissão ao vivo e presença da imprensa, Textor reiterou aos parlamentares de que possui provas sobre manipulação de partidas do Campeonato Brasileiro de futebol de 2022 e 2023. As denúncias constam, segundo Textor, em análises de jogos da Good Game!, empresa francesa que avalia arbitragem com ajuda de inteligência artificial.

Já a segunda parte da reunião, com nomes de possíveis envolvidos, entre jogadores, árbitros e dirigentes, foram apresentados, ocorreu em uma sessão secreta com presença exclusiva dos senadores do colegiado.

“Não venho com evidências de pagamentos em dinheiro. A nossa evidência diz como os jogos são manipulados e não o porquê, a motivação”, afirmou Textor sobre o tipo de denúncia.

“Não venho aqui para ganhar um troféu ou ser congratulado. O que nós descobrimos não é nada diferente do restante do mundo, Bélgica, França, toda a Europa. A manipulação de resultados [no esporte] é uma realidade, e devemos deixar nossa paixão de lado e o que ocorreu no ano passado pode ter ocorrido outras vezes”, acrescentou.

Textor também falou sobre a existência de um áudio que comprometeria um árbitro. O dono da SAF do Botafogo já havia declarado que clubes como São Paulo e Palmeiras teriam sido beneficiados, mas reforçou que não fazia acusação aos times nem aos seus dirigentes.

O investidor do clube carioca teve o convite aprovado na semana passada, na primeira reunião de trabalho da comissão, instalada no último dia 11 de abril, na condição de testemunha. Segundo o senador Romário (PL-RJ), relator da CPI, o motivo para o convite foram as declarações de Textor à imprensa de que possui provas sobre casos de manipulação de resultados envolvendo diversas partidas de futebol das séries A e B do campeonato brasileiro, de de que estaria disposto a compartilhá-las com autoridades competentes.

Na próxima sexta-feira (26), o pleno do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) deverá iniciar o julgamento de Textor pelas declarações contra a arbitragem e a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) feitas após a derrota, de virada, por 4×3 diante do Palmeiras, em novembro de 2023, pelo Campeonato Brasileiro. Na ocasião, o Botafogo, que era líder com vantagem da competição, iniciou um ciclo derrotas e viu a disputa pelo título escapar das mãos. Se condenado, ele pode pagar multa e ainda ser suspenso do futebol brasileiro por um a dois anos.

Contexto

Na justificativa para a criação da CPI, o senador Romário argumentou que as apostas esportivas pela internet passaram a movimentar muito dinheiro no país, incluindo o patrocínio de clubes e competições, possibilitando aliciamento de jogadores e dirigentes. Ele ainda fez denúncias recentes. A empresa SportRadar, disse o senador, divulgou um relatório que coloca sob suspeita a manipulação de 109 jogos de futebol no ano passado.

No final de 2023, a regulamentação das bets, como são chamadas essas apostas esportivas, foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. No fim de janeiro deste ano, o Ministério da Fazenda criou uma secretaria para fiscalizar essas apostas.

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Regulamentação de redes sociais no Brasil é inevitável, diz Pacheco

O presidente do Senado Federal, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), disse nesta segunda-feira (8) que a regulamentação das redes sociais no país é inevitável para que não haja discricionariedade por parte das plataformas.

“O que podemos contribuir para efetivação da solução desse debate que se travou nos últimos dias é entregar marcos legislativos que sejam inteligentes e eficientes para poder disciplinar o uso dessas redes sociais no país”, disse o senador, em entrevista coletiva, após manifestações do empresário Elon Musk, dono da rede X, sobre decisões do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.

Segundo Pacheco, é preciso ter uma disciplina legal sobre o tema, inclusive para evitar que o Poder Judiciário tenha que decidir sobre questões relativas ao uso das redes sociais sem que haja uma lei que discipline o assunto.

“Isso acaba gerando controvérsias como essa que nós vimos de o Poder Judiciário precisar agir em relação a atos antidemocráticos, a violações de direitos, atentado à democracia e isso ser interpretado como algum tipo de censura ou inibição da liberdade de expressão”.

Pacheco citou o projeto de lei sobre a regulação das plataformas digitais, que foi aprovado em 2020 no Senado e agora tramita na Câmara dos Deputados.

“Considero isso fundamental, não é censura, não é limitação da liberdade de expressão, são regras para o uso dessas plataformas digitais para que não haja captura de mentes de forma indiscriminada e que possa manipular desinformações, disseminar ódio, violência, ataques a instituições. Há um papel cívico que deve ser exercido pelas plataformas digitais de não permitir que esse ambiente seja um ambiente de vale tudo vale tudo” disse Pacheco. 

Outra proposta em debate no Congresso é a que prevê um marco regulatório sobre o uso da tecnologia de inteligência artificial (IA) no país, de autoria do próprio senador Rodrigo Pacheco.

O ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, considerou “inadmissíveis” os ataques de Musk ao STF. Ele também ressaltou a necessidade de aprovação da legislação sobre inteligência artificial, e disse que o governo apoia a proposta, que está sendo relatada pelo senador de oposição, Eduardo Gomes (PL-TO).

“A melhor resposta que o Brasil pode dar a esse que eu considero um ataque inadmissível à Suprema Corte e à própria soberania brasileira é a resposta político-institucional. De um lado, todo apoio ao trabalho do Judiciário pelos instrumentos de apuração de quem utiliza as redes sociais para atos criminosos. E ao mesmo tempo, o debate político que o Congresso Nacional vem fazendo”. afirmou Padilha.

Nos últimos dias, Elon Musk publicou uma uma série de postagens criticando o ministro Alexandre de Moraes e o STF. No sábado (6), ele usou o espaço para comentários do perfil do próprio ministro no X para atacá-lo. Na noite de domingo, Moraes determinou a inclusão de Musk entre os investigados do chamado Inquérito das Milícias Digitais (Inq. 4.874), que apura a atuação criminosa de grupos suspeitos de disseminar notícias falsas em redes sociais para influenciar processos políticos. Na mesma decisão, o ministro ordena a instauração de um “inquérito por prevenção” para apurar as condutas de Musk.

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