conforto

Eficiente, o Honda CR-V tem muito conforto e bom espaço interno

Quando o Honda CR-V foi apresentado no Salão de Tóquio, no Japão, em 1995, e chegou ao mercado mundial, não se tinha a noção do sucesso que o modelo faria e muito menos que o segmento seria o mais desejado atualmente. Foi também o primeiro SUV da marca japonesa e, alguns meses após sua chegada, já era o mais vendido do segmento nos EUA.

No Brasil, foi apresentado no final de 1999 e começou a ser vendido em 2000. Na sua sexta geração, agora o CR-V chega ao mercado nacional com a adoção da tecnologia híbrida e:HEV Flagship.

O Honda CR-V Advanced Hybrid traz um design mais arrojado e moderno, mas não se afasta das suas linhas originais. O modelo também conta com uma maior distância de entre-eixos e largura da carroceria. Isso resulta num bom espaço para os cinco passageiros. Aliás, quem senta no banco traseiro sente-se numa sala de estar.

Com um interior discreto, mas luxuoso, com bons materiais e bastante tecnologia, o CR-V tem teto solar panorâmico, multimídia com tela de 9 polegadas, painel com tela TFT de 10,2 polegadas, head-up display, 10 airbags. Destaque também para a operação inteligente da tampa do porta-malas, a conectividade proporcionada pelo myHonda Connect, o sistema de alto-falantes premium Bose e o sistema de condução assistida Honda Sensing. Outra grande vantagem é a permanência dos botões físicos.

Andando

Do ponto de vista dinâmico, o CR-V Advanced Hybrid vem com sistema híbrido e:HEV, com dois motores elétricos dispostos em paralelo – um para tração e outro para geração de energia – e o motor à combustão de quatro cilindros, 2,0 litros, injeção direta de gasolina, que entrega ao motorista 147 cavalos de potência máxima e 19,4 kgfm de torque máximo. A potência combinada é de 207 cavalos. A transmissão é CVT, com trocas manuais nas aletas atrás do volante.

O CR-V híbrido acelera de 0 a 100 quilômetros por hora em 8,8 segundos e atinge a velocidade máxima de 194 quilômetros por hora.
Destaque para o consumo: no ciclo urbano, faz 14,3 quilômetros por litro e na estrada, 11,9. Vale lembrar que o modelo é mais econômico na cidade, pois prioriza a motorização elétrica em baixas velocidades.

O SUV japonês possui três modos de operação: EV Drive (100% elétrico), Hybrid Drive (elétrico e combustão) e Engine Drive (somente combustão). A alternância entre eles acontece de maneira suave e automática, dependendo da situação e da condução.

Preço
Honda CR-V Honda CR-V Advanced Hybrid  R$ 353.000,00.

 

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Além da valentia, Jeep Commander tem muito conforto e tecnologia

Há mais de 30 anos, li um artigo de um veterano jornalista automotivo inglês ensinando, pela sua longa experiência, outros jornalistas automotivos a fazer as avaliações. E a maior dica é que o veículo de avaliação tem que ser usado por um período e utilizado normalmente. Ou seja, como o proprietário faz no dia-a-dia. E é isso que fazemos e fizemos com o Jeep Commander Overland 2,2 litros turbodiesel. O modelo, um dos mais vendidos do segmento, surpreende pelo conforto, espaço interno e desempenho. Por que tamanha surpresa? O modelo testado não é o topo de linha — que é a versão Blackhawk — e o Overland fica exatamente abaixo. Se esse surpreende, imagine o topo.

Realmente o conjunto mecânico é muito bom e faz toda a diferença. Com uma motorização de 2,2 litros, turbodiesel de quatro cilindros, o propulsor oferece 200 cavalos de potência máxima a 3.500 rpm e torque máximo de 45,9 m·kgf já a 1.500 rpm. Isso garante o bom desempenho que já ressaltamos. A velocidade máxima é de 205 quilômetros por hora e a aceleração de 0 a 100 quilômetros por hora em 9,7 segundos.

A transmissão é automática de nove marchas e a tração tem a opção de 4X4 com reduzida. As trocas são muito eficientes e suaves. O modelo tem a possibilidade de trocas manuais, mas, de verdade, é perda de tempo.

No uso urbano, o Overland consumiu em média 10,6 quilômetros por litro e no rodoviário fez em média 13,7 quilômetros por litro. Na estrada, numa velocidade de 100 quilômetros por hora, o SUV fez incríveis 15,9 quilômetros por litro. Isso pesando quase duas toneladas. Agora, se o condutor quiser andar em velocidades mais elevadas, o consumo cai drasticamente, mas não é essa a finalidade do modelo. Esses números são muito bons para um modelo pesado e de sete lugares.

O que também chamou a atenção foi a acústica. Tradicionalmente, os motores a diesel são mais barulhentos do que os à combustão flex. Não é o caso. O Commander Overland é muito silencioso, mesmo em acelerações mais agressivas.

Como tem a opção de 4X4, fizemos uma aventura pelas estradas de terra, algumas com aclives bem íngremes, onde tivemos que usar a tração. E o Jeep enfrentou todas com muita facilidade e disposição. Só uma vez, e por precaução, pois passaria apenas com a tração no 4X4 normal, usamos o sistema no Low e o bloqueio do diferencial.

A suspensão é independente nas quatro rodas, com 213 mm de altura mínima do solo, ângulos de entrada e saída generosos e pneus de uso misto 235/50 R19. Proporciona conforto em todos os terrenos.

Conforto e acabamento

Por dentro, o acabamento é muito bom, com bancos, laterais das portas e painel em couro de excelente qualidade. Tirando a terceira fileira, onde acomoda crianças ou adultos por trechos pequenos, nas demais todos ficam muito confortáveis e seguros.

O SUV tem um quadro de instrumentos digital de 10,25”, customizavel, mas que precisa de um bom tempo para conseguir utilizá-lo na totalidade. Quem não é expert em tecnologia “apanha” um pouco. No centro, uma boa e muito completa tela de multimídia com 10,1” e Alexa integrada, permitindo que os ocupantes consultem diversas funções por meio de comando de voz. O modelo também oferece Wi-Fi Hotspot. O som é sofisticado.

O Commander Overland está equipado ainda com tecnologia de direção autônoma ADAS de nível 2, que inclui alerta de colisão com frenagem automática, detecção de ponto cego e de tráfego cruzado, alerta de mudança de faixa, frenagem de emergência para pedestres, ciclistas ou motociclistas, detector de fadiga do motorista, reconhecimento de placas de velocidade, comutação automática de faróis, piloto automático adaptativo e detecção de mãos fora do volante.

Preço
Jeep Commander Overland R$ 308.490,00

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Com mercado em franca expansão, spas e banheiras trazem conforto e bem-estar

Sinônimo de relaxamento e conforto e cada vez mais associados ao bem-estar e ao estilo de vida saudável, as banheiras e spas apresentam franca expansão. Levantamento divulgado pela empresa Mordor Intelligence aponta que o tamanho do mercado global de banheiras de hidromassagem em 2024 é estimado em 5,66 bilhões de dólares, devendo atingir 6,68 bilhões de dólares até 2029.

De acordo com o estudo, o aumento da conscientização sobre a saúde, a mudança no estilo de vida das pessoas, os rápidos avanços tecnológicos do setor e a multifuncionalidade estão entre os fatores que impulsionam as vendas e colocam as banheiras e spas entre os itens mais desejados para a casa.

Em linha com essa tendência, acontece até 14 de dezembro, em Campinas, a edição 2024 da Mostra Aquaplás de Arquitetura, Design e Paisagismo. Em seu oitavo ano, o evento aberto ao público reúne 14 ambientes internos e externos preparados por um time de 25 renomados profissionais do setor.

Com o tema “Essência”, cada projeto foi pensado para proporcionar uma experiência única e ressaltar que a conexão com a natureza, o equilíbrio e o bem-estar podem ser incorporados ao cotidiano, proporcionando refúgios de paz e serenidade em meio ao caos da vida moderna.

A mostra pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h, no show room da fábrica de banheiras, spas e acessórios para banheiro Aquaplás, localizado na Rua Sebastião Ananias Nogueira, sem número, no Jardim das Bandeiras. A entrada é gratuita, mas a organização sugere a doação de 1 kg de alimento não perecível, que será destinado a entidades assistenciais da cidade.

“Além de comprovar a versatilidade, beleza e avanço tecnológico dos nossos produtos, a mostra é uma excelente oportunidade para conferir a variedade de modelos, conhecer as tendências do segmento e aproveitar ideias de instalação e ambientação em projetos autorais e com estilos variados”, afirma Josimar Germano, gerente comercial da Aquaplás.

Além de salas de banho e áreas de lazer, o evento apresenta as banheiras e spas como estrelas de projetos inusitados, como um espaço gourmet e uma academia residencial, por exemplo, comprovando sua multifuncionalidade e dando asas à imaginação.

Participam desta edição, como expositores: Eliana Ranzani e Eduarda Ranzani (Resort Aqua Bamboo; Felipe Marcos (Sala de Banho); Mariana Niiya (Cura pela água), Marina Zanatto, Isabela Porto e Fabiana Oliveira (Espaço Ativo Revigorar); Carol Rodrigues e Mayline Mendes (Sala de Banho Sinestesia); Bruna Cordeiro (Sala de Banho Nero); Ana Lourinho (Refúgio Sereno); Karin Thum, Cristiano Kalil e Gabriel Congio, (Serenidade de Ébano); Elisa Lavie e Carol Araújo (Sonho e Paz); Cassiane Gouveia (Essência); Gabriela Ximenes, Isabella Ximenes e Giovanna Otaviano (Refúgio Natural); Camila Louise (Spa Gourmet); Patricia Parreiras e Wemerson Barbosa (La Vie Est Belle); Silvia Ledo e Pedro Jeovan (Banho Mediterrâneo).

Serviço
8ª Mostra Aquaplás de Arquitetura, Design e Paisagismo
Quando: até 14 de dezembro
Horários: de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h
Onde: Rua Sebastião Ananias Nogueira, s/n, Jardim das Bandeiras, Campinas (SP)
Evento aberto ao público, com entrada gratuita (a organização sugere a doação de 1 kg de alimento não perecível, que será destinado a entidades assistenciais da cidade)
Realização: Aquaplás
Organização: Larissa Fernandes (A Casa da Baronesa) e Marilena Nacarato (MN Assessoria em Eventos)
Patrocínio: Via Metal (oferecimento), Artzzi, Bonaluce, Eco Decor, Hausen, Home Marcenaria Sob Medida, Invita, La table, Saint Germain e Urban Arts (patrocinadores máster)
www.aquaplas.com.br; https://www.instagram.com/aquaplasbr/

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Em nosso comparativo, Citroën C3 Aircross vence a Chevrolet Spin

Aos longo de muitos anos, a Chevrolet Spin não tinha concorrentes na sua faixa de preço e demorou para a General Motors do Brasil fazer uma atualização do modelo.  A Spin ficou mais moderna e com mais equipamentos e as alterações mais significativas foram no interior e na frente. Porém, essas alterações chegaram após o modelo da Chevrolet ganhar um concorrente bem mais moderno e com melhor motorização. O Citroën C3 Aircross, também com sete lugares, desembarcou no mercado nacional, mais barato, motor turbo e com design mais agradável.

Fizemos o comparativo entre os dois modelos, que estão na faixa dos 150 mil reais. A Chevrolet Spin Premier custa R$ 145 mil e o Citroën C3 Aircross Shine 7 R$ 137 mil.

Família

Ambos os modelos têm o objetivo de acomodar famílias grandes e que precisam de espaço interno e porta-malas. Isso sem ter que desembolsar “muito”. O espaço interno, quase sempre, é determinado pela distância do entre-eixos. Aqui o modelo francês leva vantagem em cima da concorrente. A Spin, que ainda utiliza a plataforma do sedã Colbalt, tem 2,62 m, contra 2,67 do Aircross.

Na largura também a C3 Aircross leva vantagem: 1,79 m contra 1,76 m. Para os ocupantes dos bancos dianteiros, ambas oferecem um bom espaço e os bancos são confortáveis. Mas a Spin tem um vantagem no banco intermediário, já que o mesmo pode se deslocar para a frente ou para trás, aumentando o espaço para as pernas. Porém, se deslocado para trás, não pode levar ninguém na terceira fileira. E para entrar nos bancos da última fileira, o banco do meio precisa estar todo para a frente. No Aircross, também não é nada fácil o acesso, mas necessita menos “ginástica”. Em ambos os modelos, os dois bancos da terceira fileira são para um pequeno trajeto e para crianças.

Agora, se nos dois modelos as três fileiras estiverem na posição de uso, a minivan da Citroën leva vantagem. Uma coisa que assusta é a proximidade dos últimos bancos com a tampa traseira. E por falar em última fileira e tampa, o porta-malas, tão importante para quem vai escolher uma minivan, é maior na Spin. Com a terceira fileira no lugar, a Spin tem 162 litros de espaço, contra 42 da Aircross. E sem a terceira fileira, novamente a Spin tem uma pequena vantagem: 553 litros contra 493 litros. Mas um detalhe faz grande diferença na Citroën C3 Aircross. Os bancos podem ser removidos e recolhidos em uma bolsa especial.

Conforto

Em ambas, o acabamento não foi a maior atenção das fabricantes. Na Citroën C3 Aircross, até por ser mais moderna, alguns detalhes mereciam um estudo mais profundo. Os controles dos vidros elétricos traseiros estão no console central entre os bancos dianteiros, para serem utilizados pelos passageiros da frente e do banco intermediário.

Mas muito mal colocados, pois os passageiros têm que quase sair do banco para os acionar e os dos bancos dianteiros precisam “jogar” o braço para trás e ficar adivinhando onde eles estão. A mesma coisa com os botões dos ajustes dos espelhos retrovisores, travamento dos vidros traseiros e das portas e controle de velocidade, instalados à esquerda, encobertos pelo volante. Os demais controles, tanto os do volante como os do meio, são de fácil acesso.

A quantidade de espaços e porta-trecos é muito mais generosa no Aircross. Em ambos, muito plástico e bancos confortáveis.
Uma vantagem da Spin é dispor de seis airbags, contra quatro do Aircross.

Conectividade

Em ambos os modelos, a conectividade é bem interessante e aceita o uso do Android Auto ou Apple Car Play. A telas em ambas são grandes, na Spin mais retangular e C3 Aircross mais horizontal.

A Spin tem carregador sem necessidade de fio, mas o espelhamento das duas não precisa do cabo. Os painéis de instrumentos em ambas são digitais, mas no Aircross é de mais fácil utilização.

Motorização

Neste importante item, a Citroën C3 Aircross leva uma grande vantagem. O motor mais moderno do Aircross é de 1 litro turbo, que entrega 130 cavalos com etanol e 125 com gasolina. O torque é de 20,4 kgfm com qualquer dos combustíveis. Já na Spin, o motor apesar de ter sido atualizado, ainda é o velho motor muito utilizado na linha Chevrolet, um 1,8 litro que oferece ao motorista 106 cavalos com gasolina e 111 com etanol. E o torque é de 16,8 com gasolina e 17,7 kgfm com etanol.
A grande diferença é ressaltada no desempenho. De 0 a 100 quilômetros por hora,  o Citroën precisou de 10,2 segundos e a Spin 14,1 segundos. Quase quatro segundos a mais. Isso numa ultrapassagem ou carregado faz muita diferença.

Mais uma vez, na transmissão, o Aircross leva vantagem. Apesar de ter um câmbio verdadeiramente automático de seis velocidades, e o C3 um CVT que simula sete velocidades, o do Citroën é mais ágil.

No consumo houve quase um empate. Com gasolina, o C3 Aircross fez 10,6 quilômetros por litro no perímetro urbano contra 10,2 km/l da Spin. Já na estrada, a Spin fez 15,5 km/l, contra 14,6. Com etanol, na estrada, a Aircross fez 12,7 quilômetros por litro, contra 12,6 da Spin, e na cidade, com o mesmo combustível, 8,8 quilômetros por litro na Spin e no Aircross, 8,7 km/l. Ou seja, estão no que se esperava.

Nos dois modelos as rodas são de liga-leve, sendo na Spin de 16 polegadas e de 17 no concorrente. Isso deixa o modelo da marca francesa mais elevado e com maior facilidade de superar obstáculos e na utilização nas estradas de terra ou esburacadas.

Comparativo

Lógico que é muito pessoal a escolha. Porém, o Citroën C3 Aircross, até por ser mais moderno, ter mais espaço, ser mais barato e ter um motor mais moderno, leva uma pequena vantagem sobre a Chevrolet Spin.  Ambos são boas opções para famílias que necessitam de espaço e a eventual utilização de sete assentos.

Preço
Chevrolet Spin Premier 1,8 AT 7 lugares – R$ 144.990,00
Citroën C3 Aircross Shine CVT 7 lugares – R$ 136.590,00

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O veloz esportivo familiar BMW M5 completa 40 anos do seu lançamento

Um dos modelos mais espetaculares da indústria automotiva mundial, o BMW M5 está comemorando 40 anos de muita emoção. Lançado 1974, o sedã “familiar” oferece uma experiência fascinante tanto no dia-a-dia como em uma pista de competição. Isso com muito luxo e conforto.

Com os modelos Neue Klasse, a BMW criou um segmento muito especial e que, junto com a M3, desperta desejo aos apaixonados por veículos esportivos. M535i, prólogo do M5

Quando o BMW M535i foi lançado em 1980, ele uniu mundos que, até então, estavam separados: direção esportiva, conforto e elegância, tudo isso nas dimensões do BMW Série 5, um sedã premium de classe mundial. Uma ideia revolucionária, pois naquela época os motores mais potentes eram reservados para sedãs de superluxo, coupés ou carros esportivos tradicionais. O novo modelo topo de linha da Série 5 (E12) da BMW seguiu seu próprio caminho: quatro portas, design discreto, tecnologia de ponta e um motor diretamente derivado do automobilismo, que distinguiam o BMW M535i. Um folheto do veículo o descreveu de forma adequada: “Um sedã compacto de luxo, com aparência executiva, mas com o desempenho e potencial de condução de um sofisticado carro esportivo”. Assim nasceu o primeiro modelo de alto desempenho.

1984: BMW M5 (E28S)

A BMW Motorsport GmbH foi surpreendida pelo sucesso do BMW M535i e logo iniciou o trabalho de desenvolvimento para lançar, em 1984, outro M535i baseado no E28, sucessor do E12, antes da chegada da primeira geração do BMW M5 (o E28S) naquele mesmo ano. O modelo era equipado com o célebre motor de seis cilindros em linha, com quatro válvulas por cilindro, cilindrada de 3,5 litros e 286 cv, que também havia sido testado em corridas e era muito similar ao motor do superesportivo BMW M1 de motor central. Com um coletor de admissão com borboletas individuais para cada um dos 6 cilindros, o motor impulsionava o M5 original de 0 a 100 km/h em apenas 6,5 segundos e atingia uma velocidade máxima de 245 km/h. Assim, o primeiro BMW M5 se tornou o sedã de quatro portas de produção em série mais rápido da história.

1988: BMW M5 (E34S/E34/5S)

Com a chegada do BMW Série 5 E34, foi preparada também a introdução da segunda geração do M5 (E34S) em 1988, marcando um aumento de potência e desempenho por parte da BMW Motorsport GmbH. O motor de seis cilindros em linha, com cilindrada aumentada para 3,6 litros, alcançou 315 cv; potência suficiente para levar o M5 pela primeira vez até os 250 km/h. Uma atualização desse veículo em 1992 (conhecida como E34/5S) aumentou a cilindrada para 3,8 litros, e a potência chegou a 340 cv. Desde 1992, o BMW Série 5 também estava disponível em uma versão Touring, e nessa variante de carroceria foram produzidas pouco menos de 900 unidades, tornando-o um clássico muito valorizado.

1998: BMW M5 (E39S)

A subsidiária esportiva da BMW AG, renomeada como BMW M GmbH em 1993, manteve-se fiel à sua tradição com a terceira geração do M5, apresentada em 1998. O BMW M5 E39S compartilhava todas as características de estilo de seus precursores. No entanto, sob o capô deste novo veículo encontrava-se um motor V8 de quatro válvulas por cilindro, com cinco litros de cilindrada (4.941 cc), que entregava 400 cv e 500 Nm de torque, enviado para as rodas traseiras através de uma caixa de câmbio manual de seis marchas. A velocidade máxima deste novo BMW M5, que levava 5,3 segundos para ir de 0 a 100 km/h, era limitada eletronicamente a 250 km/h.

2005: BMW M5 (E60/E61)

A quarta geração do BMW M5 (o E60) trouxe novamente o mundo do automobilismo para o BMW M5. A BMW M GmbH confiou em um motor V10 de novo desenvolvimento e altas rotações com cinco litros de cilindrada, próximo em seu conceito ao motor BMW P84 da Fórmula 1, utilizado pelo Williams FW27. O motor V10 atingia sua potência máxima de 507 cv a impressionantes 7.750 rpm.

Este motor de quatro válvulas por cilindro acelerava a quarta geração do BMW M5 de 0 a 100 km/h em apenas 4,7 segundos. Pela primeira vez, os condutores do BMW M5 podiam desativar o limitador de velocidade adicionando o pacote M Driver, o que permitia ao BMW M5 alcançar uma velocidade máxima de 305 km/h. Outro elemento adicionado foi a caixa de câmbio sequencial M (SMG) com sete marchas e o sistema Launch Control para obter a máxima aceleração a partir de um total de imobilização. Este BMW M5 também esteve disponível na versão Touring (E61) a partir de 2007.

2011: BMW M5 (F10M)

A quinta geração do BMW M5 (o F10M) entrou em cena em 2011. Como substituto do motor V10, esta versão montava um V8 de 4,4 litros BMW M TwinPower Turbo que permitiu ao BMW M5 superar novamente a geração anterior. O novo BMW M5 agora desenvolvia quase o dobro da potência (560 cv) do BMW M5 original. Seu torque máximo de 680 Nm também era o dobro do oferecido pelo E28S, que tinha 340 Nm. A tecnologia BMW M TwinPower Turbo permitiu ao último BMW M5, com uma transmissão de dupla embreagem M de sete marchas, passar de 0 a 100 km/h em apenas 4,3 segundos e alcançar uma velocidade máxima de 315 km/h. As melhorias continuaram em 2013 com o Pacote de Competição para o M5, que elevou a potência para 575 cv. Em 2014, chegou o modelo da edição especial 30 Jahre M5 (30 anos de M5), limitada a 300 unidades, que gerava 600 cv e prestava homenagem ao BMW M5 E28S original.

Em 2016, começaram as vendas da edição especial M5 Competition Edition, limitada a 200 unidades, com 600 cv de potência.

2017: BMW M5 (F90)

No BMW M5 (F90), a BMW M GmbH escreveu o próximo capítulo em uma história de sucesso baseada em uma receita aparentemente simples: desempenho esportivo inigualável e usabilidade extraordinária reunidos em um conjunto superior. Para isso, continuava a utilizar o motor V8, embora pela primeira vez associado a uma tração integral inteligente M xDrive, que permitia transmitir com maior eficácia os 600 cv e 750 Nm que desenvolvia, alcançando de 0 a 100 km/h em 3,4 segundos e uma velocidade máxima de 250 km/h (limitada).

Posteriormente, ofereceu-se uma versão Competition, com 625 cv de potência, que reduzia para 3,3 segundos no 0 a 100 km/h e uma velocidade máxima de nada menos que 305 km/h, e como topo de gama, o CS, que alcançava 635 cv e conseguia reduzir o tempo para 3 segundos na mesma prova de aceleração.

2024: BMW M5 (G90/G99)

O BMW M5 entra em uma nova era. Com 40 anos de história, o lendário sedã de altas performances chega à sua sétima geração. E o modelo executivo da BMW M GmbH conta pela primeira vez com um sistema de propulsão híbrido plug-in M HYBRID, que fornece ao novo BMW M5 uma potência máxima de 727 cv e um torque máximo do sistema de 1.000 Nm. O motor a combustão se beneficia da mais moderna tecnologia M TwinPower Turbo, de um coletor de escape cruzado e de uma separação otimizada do óleo. Desenvolve uma potência máxima de 585 cv e um torque máximo de 750 Nm. A potência máxima do motor elétrico é de 197 cv. Tem um torque nominal de 280 Nm, mas uma etapa de pré-engrenagem permite aumentar o torque efetivo na entrada da transmissão até 450 Nm. O novo BMW M5 já iniciou sua produção na fábrica de Dingolfing, mas ainda não tem previsão de chegar ao Brasil.

Meses depois do BMW M5 Sedan, como novidade, essa tecnologia chegará ao novo BMW M5 Touring nos mercados que oferecem essa versão. A variante Touring retorna à família BMW M após o último modelo lançado em 2007. Dessa forma, completam-se 40 anos de história da BMW M GmbH em sedãs executivos com o foco na tecnologia M HYBRID e a reintrodução do BMW M5 Touring.

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Belíssimo MB AMG SL 63 S chega versão híbrida com 816 cavalos

Um dos conversíveis mais extraordinários do mundo retorna ao mercado brasileiro por R$1.689.900,00. A Mercedes-Benz AMG SL 63 S E Performance combina como poucos modelos a exclusividade, conforto, diversão, luxo e o alto desempenho. O novo modelo carrega o legado  de quase 70 anos criado a partir do 300 SL de 1952, automóvel de corrida que ganhou as ruas e que rapidamente atingiu o status de lenda.

O AMG SL 63 utiliza uma arquitetura de construção completamente nova para o modelo conversível de 2+2 lugares, desenvolvida pela Mercedes-AMG. O chassi é projetado como uma estrutura composta de alumínio leve. O design garante máxima rigidez e, portanto, é a base perfeita para dinâmicas de condução precisas, alto conforto e proporções perfeitas para uma carroceria esportiva. A nova estrutura da carroceria foi criada – assim como o primeiro SL em 1952 – literalmente em uma folha de papel em branco: Nenhum componente vem do modelo predecessor ou de qualquer outro modelo existente, como o AMG GT Roadster.

Dois motores

O belo SL 63 S E Performance tem dois motores. Um motor V8 biturbo AMG de 4,0 litros e 612 cavalos no eixo dianteiro, que é combinado com uma unidade de propulsão elétrica no eixo traseiro. Ela integra um motor elétrico síncrono de imã permanente (PSM) de 204 cavalos com uma transmissão elétrica de duas velocidades e um diferencial mecânico de deslizamento limitado no eixo traseiro. Juntos geram 816 cavalos.

A bateria leve de alto desempenho também está localizada na traseira, acima do eixo traseiro. O motor elétrico atua diretamente no eixo traseiro e pode, portanto, converter sua potência mais diretamente em propulsão. Isso fornece um impulso extra ao arrancar, acelerar ou ultrapassar. À medida que o deslizamento no eixo traseiro aumenta a força motriz do motor elétrico também é transferida para as rodas dianteiras conforme necessário.

A conexão mecânica da tração integral AMG Performance 4MATIC+ totalmente variável torna isso possível através do eixo cardã e dos eixos de transmissão das rodas dianteiras. A posição no eixo traseiro melhora a distribuição de peso e carga do eixo no veículo.

High Performance

O desenvolvimento do armazenamento de energia de íons de lítio é inspirado pelas tecnologias comprovadas nos modelos da equipe Mercedes-AMG Petronas F1. O carregamento é realizado através do carregador de bordo de 3,7 kW, e permite uma autonomia puramente elétrica de 13 quilômetros.
A velocidade máxima é de 317 quilômetros por hora e acelera de 0 a 100 quilômetros por hora em 2,9 segundos.

Um ícone mundial

Há quase 70 anos, um automóvel esportivo lançado em Stuttgart tornou-se imediatamente uma lenda. A visão de expandir o potencial da marca Mercedes-Benz por meio do automobilismo de competição produziu o primeiro SL – um carro esportivo de corrida feito para as ruas.

Pouco após sua estreia em 1952, o 300 SL (designação interna W194) colheu sucesso após sucesso nas pistas de corrida do mundo. Em seu primeiro ano, alcançou, entre outras coisas, uma espetacular vitória dupla nas lendárias 24 Horas de Le Mans e até ocupou os quatro primeiros lugares no Grande Prêmio Jubileu do Nürburgring para modelos esportivos. Seus sucessos rapidamente fizeram do SL uma lenda.

O modelo de sucesso foi seguido em 1954 pelo automóvel esportivo 300 SL (W198), conhecido como “Asa de Gaivota” devido às suas portas incomuns. Em 1999, um júri de jornalistas automobilísticos o elegeu o “Automóvel Esportivo do Século”.

Outros destaques da história do modelo incluem o “Pagoda” (W113, 1963-1971), o eterno R107 (1971-1989), que foi produzido por 18 anos, e seu sucessor, o R129, considerado uma escultura automotiva por causa de sua marcante forma em cunha. A abreviação “SL” até hoje representa um dos poucos ícones automotivos genuínos no mundo.

Preço
Mercedes-AMG SL 63 S E Performance R$1.689.900,00.

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Novo Mercedes Classe E tem motor híbrido de 281 cavalos

O modelo mais representativo da Mercedes-Benz, o Classe E, começa a ser vendido no Brasil este mês. Na sua 11ª geração, o modelo foi lançado em maio de 2023 na Europa e comemora 75 anos de existência. Em versão única (sem opcionais), o sedã vem eletrificado, muito luxo e conforto. E ainda trás muita tecnologia embarcada.

Imponente

O novo Mercedes Classe E, que fica posicionado entre o Classes C e S, é bem generoso nas medidas. O modelo mistura com muita elegância o clássico e a esportividade. E a prova disso é a estrela imponente (na geração anterior, algumas versões já tinham recebido) no capô em cima da grade e a volta de muitos cromados. O capô dianteiro longo é seguido por uma cabine que fica bem recuada. O design com a cabine recuada é complementado pela traseira relativamente curta.

No meio da grande grade do radiador com detalhes cromados, está o painel dos assistentes de direção. Os amplos faróis de Led com assistente adaptativo compõem a dianteira. Como característica típica da marca, as luzes diurnas têm a forma de uma sobrancelha.

A vista lateral destaca as proporções harmoniosas e a linha de cintura alta destaca o design harmonioso do sedã. As maçanetas embutidas, conhecidas dos modelos de luxo da Mercedes-Benz, estão disponíveis e ao se chegar perto elas “pulam” para fora. Destaque na traseira são as luzes de LED, com um desenho especial: quando acessas formam desenhos de estrelas vermelhas. Luxo, conforto e beleza estão em todo o interior. Mas o destaque é o painel de fora a fora com três telas.

O MBUX Superscreen, sistema que integra em toda a extensão do painel do carro, três grandes telas digitais. Além do painel de instrumentos 3D de 12,3”, em uma peça inteira, agrega também a central multimídia de 14,4″, que tem, entre outras funções, a navegação com tráfego online, o assistente de estacionamento ativo e as câmeras de 360 graus, uma tela de 12,3″ exclusiva para o passageiro dianteiro. Através dela é possível controlar algumas funções do veículo, como o áudio.

Na tela exclusiva para o ocupante do lado do motorista, o felizardo pode até assistir um filme ou acessar a internet. No painel de instrumentos, dois sensores ficam de olho para ver se o motorista está se distraindo com a tela do passageiro e se for detectado, o sistema a desliga. O áudio Burmester, possui 17 alto-falantes e 730W de potência.

Inédito é a câmera instalada acima do painel, no centro, que permite aos ocupantes tirarem fotos e fazer vídeos do interior do carro. Ela só funciona quando o automóvel está parado.

A seção frontal do painel de instrumentos é iluminada pela faixa de luz do Active Ambient Lighting, que corre como um amplo arco desde o para-brisa, passando pelas colunas A e até as portas. Isso cria uma sensação generosa de espaço.

Os bancos em couro são muito confortáveis e acolhedores. A capacidade de bagagem é de até 540 litros.

Híbrido leve

Com muita força em baixas rotações, o motor oferece um bom desempenho ao novo Classe E. Com quatro cilindros a gasolina desenvolve 258 cavalos de potência e 40,8 mkgf de torque. Com o motor elétrico, que oferece mais 23 cavalos e um torque e adicional de 205 Nm, o modelo tem 281 cavalos. Assim, ele acelera de 0 a 100 km/h em 6,3 segundos e atinge 250 km/h de velocidade máxima.

Eixo traseiro direcional 

A condução ágil do novo Classe E se deve em grande parte à orientação precisa das rodas dianteiras por meio de quatro braços de controle individual. No eixo traseiro, uma suspensão traseira independente multibraço otimizada com cinco links garante excelente controle das rodas e excelente estabilidade.

Em ambos os eixos, as molas e amortecedores são combinados em uma única torre e não estão envolvidos nas tarefas de orientação das rodas, portanto, a suspensão responde com sensibilidade correspondente. A subestrutura dianteira e o suporte do eixo traseiro desacoplam a suspensão e o corpo de vibrações e ruídos.

O novo Classe E está disponível com o sistema de suspensão pneumática com amortecimento continuamente ajustável ADS+ e eixo traseiro direcional. A suspensão responde de maneira muito sensível. O sistema também mantém sempre a mesma altura livre do solo, independentemente da carga do veículo, mas também faz alterações quando necessário.

O sedã é especialmente ágil e estável com o eixo traseiro direcional e a correspondente relação de direção mais direta no eixo dianteiro. O ângulo de direção no eixo traseiro é de 4,5 graus. Isso reduz o diâmetro de giro em até 90 centímetros.

Preço R$ 639.900,00.

 

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