Chuva

Prefeitura da Campinas vai trocar árvores do Centro de Convivência

A Prefeitura de Campinas, através da Secretaria Municipal de Serviços Públicos de Campinas vai realizar a substituição de 18 árvores no entorno do Centro de Convivência Cultural, no Cambuí. No lugar delas, serão plantadas árvores mais adequadas, saudáveis e nativas. Serão 17 árvores na Praça Imprensa Fluminense, onde fica o CCC, e mais uma na Praça Nelson Gonçalves, ao lado. O trabalho começou hoje (15) e vai até o dia 31 de janeiro.

O objetivo evitar as árvores existente coloquem em risco a vida dos frequentadores do espaço público. As novas árvores são de espécies nativas e já adultas, provenientes do Viveiro Municipal “Otávio Tisseli”.

A análise das condições fitossanitárias das árvores que devem ser substituídas foi feita pelas equipes da Secretaria de Serviços Públicos e da Defesa Civil, após a queda de três árvores de grande porte.

 

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Prefeitura de Campinas volta a fechar parques e alerta para áreas mais vulneráveis

As fortes chuvas que cairam em Campinas, levou a Prefeitura a fechar todos os parques públicos a partir de hoje (3). Uma força-tarefa reúne a Defesa Civil e diversas secretarias (Serviços Públicos, Desenvolvimento e Assistência Social, Habitação/Cohab e Emdec – Empresa de Desenvolvimento de Campinas), para atuarem em casos de urgência. Outras secretarias estão de sobreaviso para atuar caso necessário.

Segundo o secretário de Serviços Públicos, Ernesto Paulella, o fechamento ocorre a partir de 80 milímetros em 72 horas e neste momento Campinas registra acumulado de 91,9 milímetros (dados do Sidec – Sistema Integrado de Defesa Civil). “Por isso, fechamos os parques e vamos monitorar e reavaliar nesta quarta-feira, 4”, disse o secretário.

A cidade está em “Estado de Atenção” por causa do alto volume de chuvas. Segundo o Inmet, no decorrer do dia, as precipitações estarão acompanhadas por raios e vento e os atuais modelos meteorológicos indicam risco para acumulados significativos, principalmente na região de Campinas. Como o solo já se encontra encharcado, a Prefeitura mantém atenção redobrada em áreas mais vulneráveis.

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Inmet emite alerta de tempestade para sete estados hoje e amanhã

O Inmet – Instituto Nacional de Meteorologia emitiu aviso de tempestade para sete estados: Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Paraná. O alerta tem grau de severidade classificado como perigo e segue em vigência até as 10h desta quarta-feira (4).

A previsão é de chuva entre 30 milímetros e 60 milímetros por hora (mm/h) ou entre 50 milímetros e 100 milímetros por dia (mm/dia), além de ventos intensos que podem variar de 60 quilômetros a 100 quilômetros por hora (km/h) e queda de granizo. Há também risco de corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de árvores e alagamentos.

As áreas afetadas incluem: Centro Goiano, Triângulo Mineiro/Alto Paranaíba, Central Mineira, Norte Pioneiro Paranaense, Zona da Mata, Centro-Sul Mato-grossense, Sul Goiano, Presidente Prudente, São José do Rio Preto, Metropolitana de Curitiba, Leste de Mato Grosso do Sul, Campinas, Oeste de Minas, Bauru, Piracicaba, Sul/Sudoeste de Minas, Itapetininga, Centro Norte de Mato Grosso do Sul, Campo das Vertentes, Ribeirão Preto, Araçatuba, Sudeste Mato-grossense, Noroeste Paranaense, Macro Metropolitana Paulista e Marília.

Outras regiões afetadas são: Metropolitana de Belo Horizonte, Norte Central Paranaense, Sudoeste de Mato Grosso do Sul, Araraquara, Pantanais Sul Mato-grossense, Sul Fluminense, Vale do Paraíba Paulista, Noroeste Fluminense, Noroeste Goiano, Nordeste Mato-grossense, Centro Oriental Paranaense, Sudoeste Mato-grossense, Baixadas, Centro Ocidental Paranaense, Centro Fluminense, Metropolitana de São Paulo, Assis, Oeste Paranaense, Litoral Sul Paulista, Metropolitana do Rio de Janeiro, Centro-Sul Paranaense, Norte Fluminense, Norte Mato-grossense, Noroeste de Minas e Sudeste Paranaense.

Em caso de rajadas de vento, o Inmet orienta que a população não se abrigue debaixo de árvores, diante do risco de queda e de descargas elétricas, e não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda.

“Se possível, desligue aparelhos elétricos e quadro geral de energia. Obtenha mais informações junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193)”, recomenda o Inmet.

Chuvas intensas

Outro alerta publicado pelo instituto é de chuvas intensas, válido para parte do país até as 10h desta quarta-feira. O alerta tem grau de severidade classificado como perigo potencial. A previsão é de chuva entre 20 mm/h e 30 mm/h ou de até 50 mm/dia, além de ventos intensos variando entre 40 km/h e 60 km/h. De acordo com o aviso, há baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.

Para esse segundo alerta, as áreas afetadas incluem: Centro Goiano, Triângulo Mineiro/Alto Paranaíba, Leste Goiano, Central Mineira, Sul Cearense, Norte Pioneiro Paranaense, Zona da Mata, Ocidental do Tocantins, Sudeste Piauiense, Sertões Cearenses, Centro-Sul Mato-grossense, Vale do Acre, Sul Goiano, Vale do Rio Doce, Presidente Prudente, São José do Rio Preto, Metropolitana de Curitiba, Sertão Pernambucano, Central Espírito-santense, Centro-Norte Piauiense, Sudeste Paraense, Nordeste Mato-grossense, Sertão Paraibano, Leste de Mato Grosso do Sul, Noroeste Espírito-santense, Campinas, Oeste de Minas, Oeste Potiguar, Bauru, Piracicaba, Vale do Mucuri, Norte de Minas, Sul/Sudoeste de Minas, Itapetininga, Centro Norte de Mato Grosso do Sul, Sul Espírito-santense, Campo das Vertentes, Oriental do Tocantins, Jequitinhonha, Norte Mato-grossense, Leste Rondoniense e Sudoeste Paraense.

Outras regiões afetadas são: Ribeirão Preto, Araçatuba, Sudeste Mato-grossense, Norte Goiano, Noroeste Paranaense, Sul Maranhense, Jaguaribe, Macro Metropolitana Paulista, Centro Amazonense, Marília, Metropolitana de Belo Horizonte, Sudoeste Piauiense, Norte Central Paranaense, Sudoeste de Mato Grosso do Sul, Sudoeste Amazonense, Araraquara, Pantanais Sul Mato-grossense, Extremo Oeste Baiano, Sul Fluminense, Centro-Sul Cearense, Vale do Paraíba Paulista, Noroeste Fluminense, Sul Amazonense, Litoral Norte Espírito-santense, Noroeste Goiano, Centro Oriental Paranaense, Sudoeste Mato-grossense, Baixadas, Centro Ocidental Paranaense, Centro Fluminense, Noroeste de Minas, Metropolitana de São Paulo, Assis, Leste Maranhense, Norte Amazonense, Litoral Sul Paulista, Metropolitana do Rio de Janeiro, Distrito Federal, Vale São-Franciscano da Bahia, Madeira-Guaporé, Norte Fluminense, Vale do Juruá, Centro Maranhense, Oeste Maranhense, Centro Sul Baiano e Sul Baiano.

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Por causa das chuvas, Prefeitura de Campinas fecha parques e jardins

Segundo dados do Sidec – Sistema Integrado de Defesa Civil, os índices acumulados das chuvas que atingem Campinas supera os 108 milímetros nas últimas 72 horas. Por esse motivo, a Prefeitura de Campinas decidiu hoje (8), manter os 25 parques e bosques da cidade fechados pelo menos até amanhã,  quando a situação será reavaliada.

A cidade continua em Estado de Atenção. De acordo com a Defesa Civil do Estado, na região de Campinas a previsão é de grandes volumes de chuva, temporais, raios e intensas rajadas de vento.

O secretário de Serviços Públicos, Ernesto Paulella explica que o fechamento ocorre a partir de 80 milímetros de chuva em 72 horas. “Vamos manter os parques fechados nesta sexta-feira e vamos monitorar e reavaliar neste sábado. Os parques públicos são áreas bem arborizadas, então nessas condições é melhor evitar a frequência de visitantes. Fazemos o manejo das árvores, porém as chuvas, o vento e o solo encharcado podem derrubar mesmo as árvores saudáveis”, diz o secretário.

Ocorrências

A Defesa Civil registrou duas quedas de árvores e de um galho até as 9h20 desta sexta-feira. Uma árvore na rua Engenheiro Cândido Gomide, no Jardim Guanabara, região leste, e uma árvore na avenida Washington Luiz, Parque Prado, na região sul. O galho caiu na Avenida Lafayete Arruda Camargo, no Parque São Quirino. Não houve feridos. As equipes do Departamento de Parques e Jardins já estão nos locais fazendo a retirada.

Equipes de diversas áreas estão mobilizadas para atuar na prevenção de riscos e atendimento às ocorrências de chuvas. A força-tarefa reúne a Defesa Civil e as secretarias que atuam diretamente nos eventos climáticos extremos: Serviços Públicos, Desenvolvimento e Assistência Social, Habitação/Cohab e Emdec -Empresa de Desenvolvimento de Campinas. Outras secretarias estão de sobreaviso para atuar numa emergência.

Serviço
Ligue 199 para alagamento, inundações e quedas de árvores;
Ligue 188 para emergências de trânsito;
Ligue 193 para situação de emergência;
Ligue 156 para solicitar vistoria para poda e/ou extração de árvores

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Jovem levada pelas chuvas da semana passada foi localizada no Rio Capivari

O corpo da jovem arrastada pelas águas do temporal da última quinta-feira (24), Sara Gabrielli de Souza (18 anos), foi localizado na tarde deste domingo (27) nas margens do Rio Capivari, perto do bairro Campina Grande. Sara foi levada pela correnteza da chuva na avenida Sylvio Moro, na Vila Industrial e levada para o leito do córrego Piçarrão.

Desde a noite de quinta-feira, voluntários, familiares, bombeiros e a Defesa Civil faziam buscas pelo corpo da jovem. A Prefeitura colocou á disposição da família uma psicóloga e uma assistente social.

A outra vitima da tempestade, Jair Samuel da Silva Oliveira Marques (22 anos), já havia sido encontrado no dia seguinte.

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De ontem para hoje já choveu 148 mm na região de Campinas

O temporal que caiu na noite de ontem (24) na região de Campinas,  foi superior a 120 milímetros. Em apenas 3 horas, choveu o que era esperado para todo o mês. Somando toda as chuvas que cairam até o final da manha de hoje, já foram 148 mm. Hoje a Prefeitura de Campinas mobilizou  780 homens para a limpeza.

Até o momento, foram registradas 31 ocorrências, entre alagamentos, quedas de árvore e de galhos e erosão de córrego. Também houve registro de problemas em escolas, equipamentos de saúde e serviços da Assistência Social.

Desaparecidos

O Corpo de Bombeiros localizou no início da tarde desta sexta-feira (25), o corpo de Jair Samuel da Silva Oliveira Marques, de 22 anos.  Ele foi arrastado ontem pelas águas na Rua Ademar Pereira de Barros (Vila Formosa).

O corpo foi encontrado na Rua Iberê Gomes Grosso, 620, no Jardim Estoril. A mulher que desapareceu  até o momento não foi localizada. A Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros estão na busca e estão utilizando o mesmo drone utilizado nas enchentes do Rio Grande do Sul.

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Temporal em SP derruba árvores e deixa, mais uma vez, moradores sem luz

Uma tempestade atingiu o estado de São Paulo nesta quinta-feira (24). O Centro de Gerenciamento de Emergências da cidade de São Paulo informou que foram identificados oito pontos de alagamento, todos transitáveis. Todas as regiões da cidade estavam em estado de atenção para alagamentos desde as 20h30.

Em Ourinhos, no interior paulista, os ventos chegaram aos 126 km/h. Os municípios de Jaborandi, Avaré e Taquaritinga tiveram registros de destelhamento. Na cidade de Gabriel Monteiro, um posto de gasolina perdeu a cobertura.

Em nota, a Defesa Civil de São Paulo explicou que a ventania ocorre “por causa do calor e da grande disponibilidade de umidade existente nessas áreas e também dá acentuada queda de temperatura que está acontecendo entre o Brasil, Paraguai, Argentina e o Uruguai, como parte do processo da formação de um ciclone extratropical que está ocorrendo. Este ciclone está em formação entre o Rio Grande do Sul e o Uruguai”.

Em Pirapora do Bom Jesus, na região metropolitana, a Enel, concessionária de energia, informou que 23% dos clientes estavam sem luz. No total, às 21h, 53 mil imóveis estavam sem abastecimento.

Região Sul

O temporal com fortes ventos foi sentido também nos estados do Paraná, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, que também emitiram alertas para hoje e amanhã e possibilidade de formação de granizo. Foram registrados ventos acima de 60 km/h em toda a região, com algumas cidades registrando rajadas de mais de 100km/h. O maior valor informado foi de 133 km/h em Igrejinhas, no Rio Grande do Sul. Erechim e Santa Maria tiveram registros acima dos 100 km/h.

Houve registro de quedas de árvores e pontos de alagamento em diversos municípios.

Em Santa Catarina, a Defesa Civil informou que, Ponte Alta, no Planalto Serrano, foi um dos municípios mais impactados, com até 200 casas destelhadas. Em São Miguel do Oeste, na região oeste, ao menos 30 imóveis sofreram destelhamento e quedas de árvores foram relatadas. Na cidade de Urussanga, no sul do estado, o telhado de uma escola municipal foi arrancado pelos ventos fortes e acabou atingindo uma residência vizinha, sem vítimas. Em Descanso, também no oeste catarinense, quatro residências, uma indústria e uma igreja foram danificadas pelos ventos. Houve interrupção no fornecimento de energia em várias cidades. (Agência Brasil)

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Temporal em Campinas arrasta duas pessoas e alaga diversos pontos da cidade

A forte chuva que caiu ontem á noite em Campinas, alagou diversas ruas e causou muitos estragos. Na avenida Sylvio Moro (Vila Industrial), às margens do córrego do Piçarrão, a enxurrada arrastou uma jovem de18 anos. Na avenida Princesa d`Oeste (Jardim Proença), um motociclista também foi arrastado pela correnteza. Os bombeiros estão buscando dessas vitimas.

Desabamento

O temporal também fez estragos no Hospital Mário Gatti, que está passando por reformas. Placas do forro do teto desabaram  e várias salas de atendimento ficaram alagadas, inclusive, a sala do raio-x. Funcionários ficaram a madrugada com rodos retirando e limpando as áreas afetadas pela água.

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Enel ainda não devolveu a energia para 36 mil clientes da Grande São Paulo

A Grande São Paulo tem ainda cerca de 36 mil clientes sem energia elétrica, segundo a concessionária Enel. A região sofreu um apagão, iniciado na última sexta-feira (11), após um temporal. Em coletiva de imprensa na manhã de hoje (17), o presidente da Enel, Guilherme Lencastre, disse, no entanto, que o número é muito próximo da operação normal – quando não há incidência de eventos climáticos intensos.

“Neste momento, estamos com 36 mil clientes sem energia, isso significa uma operação muito próxima da normalidade do nosso negócio. Nós temos 8,2 milhões de clientes. Numa operação normal, esse número oscila inclusive entre esse patamar 36 [mil] ou até um pouco mais”, disse Lencastre.

Ele apresentou dados que revelam um total de 3,1 milhões clientes atingidos pelo apagão. A rede afetada inclui 17 linhas de alta tensão, 11 subestações, 221 circuitos de média tensão, 105 transformadores, 251 postes e 1.492 ocorrências com vegetação.

“Durante as primeiras 24 horas, tivemos uma recuperação aproximada de 79%. No ano passado, a gente chegou a ter uma boa recuperação, mas de 57 a 58%. É importante dizer que essa situação, de fato, foi muito atípica. Ano passado também foi atípico. Essa recuperação em comparação com o ano passado foi melhor”, apontou. Em novembro do ano passado, a Grande São Paulo sofreu um apagão também por conta de chuvas intensas.

“Nós continuamos com nossa força de trabalho mobilizada, atuando em campo. É possível que existam casos de clientes mais antigos e esses são os prioritários que nós vamos restabelecer a partir de agora. Estamos mantendo a operação como se ainda estivéssemos em crise, apesar de não estarmos mais em crise”, acrescentou.

Investimentos

O presidente da Enel avalia que há necessidade de investimento para a rede elétrica. “As redes de São Paulo são antigas, foram construídas há décadas atrás, quase 100 anos, e, durante essa construção, o planejamento foi feito de uma maneira, e os investimentos foram feitos de uma forma em que a rede tem as suas características próprias. Todas as redes precisam de investimentos massivos de longa maturação”, disse.

Ele defendeu que haja incentivos para que as concessionárias invistam na resiliência da rede, no contexto das mudanças climáticas e eventos extremos, e que o contrato de concessão precisa ser modernizado. “Estamos fazendo projetos específicos para a resiliência de rede em alguns bairros para mostrar um projeto piloto de como pode ser, quais são os efeitos, como a gente pode ter uma rede mais resiliente, mas isso precisa ser endereçado no nosso contrato de concessão. A realidade é que o setor de distribuição no Brasil inteiro precisa ter um olhar mais construtivo. Essa é uma estrutura essencial para a população e para a sociedade”, observou.

“A gente sabe, com experiências do mundo todo, que todos estão buscando planejar melhor a resiliência das redes, por vários estudos. Esses estudos passam, inclusive, por melhor previsão climática. A previsão climática passa a ser essencial para ter uma maior previsibilidade, maior prontidão. Investimento em resiliência passa por um processo de investimento da companhia, mas também de adaptação de todos, da sociedade, dos órgãos públicos e da companhia”, comentou o presidente da Enel.

Lencastre afirmou que a empresa tem investido em reforçar a rede e torná-la mais flexível, a fim de ter novos caminhos para levar essa energia ao cliente, caso tenha uma interrupção. “Você precisa reforçar a rede. Muita gente fala de rede subterrânea. Isso também é uma possibilidade? Sim, mas não é uma solução simples”, argumentou. Segundo ele, uma rede subterrânea custa dez vezes mais do que uma rede aérea.

“Para que tudo isso seja feito, o nosso contrato precisa ser modernizado. Os contratos de concessões foram pensados e foram viabilizados há décadas, em uma circunstância onde o cenário era totalmente diferente, principalmente com relação aos eventos climáticos”, defendeu. “Essa intensidade [dos eventos climáticos] tem atingido e impactado muito a nossa rede. A modernização dos contratos é importante para que tenhamos flexibilidade. Precisamos ter incentivos para investimento em resiliência. O atual contrato não traz esse incentivo”, acrescentou.
(Agência Brasil)

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Defesa Civil de Campinas alerta para temporais a partir de amanhã

A Defesa Civil da região de Campinas está alertando a população para as fortes pancadas de chuva, temporais  e ventos intensos previstos de sexta-feira (18) até domingo (20).

O orgão recomenda atenção com as áreas mais vulneráveis, porque há risco de deslizamentos, desabamentos, alagamentos, inundações e acontecimentos relacionados a raios, vento forte e granizo.

As equipes da Prefeitura de Campinas já estão de sobreaviso para atuar em possíveis ocorrências relacionadas ao mau tempo. “É muito importante que a população adote medidas preventivas. Em caso de emergência, as pessoas devem ligar no telefone 193 do Corpo de Bombeiros e, se precisarem de vistoria em imóveis afetados pelas chuvas, podem entrar em contato com a Defesa Civil pelo telefone 199”, afirmou o coordenador regional e diretor da Defesa Civil de Campinas, Sidnei Furtado.

Contatos
Defesa Civil de Campinas 199
Prefeitura Municipal de Campinas 156
Corpo de Bombeiros 193.

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