B3

Licitação do transporte público de Campinas será na próxima quarta

Depois de várias audiências públicas, o processo de licitação da Concessão do Transporte Público Coletivo de Campinas vai ser realizado na B3 – Bolsa de Valores de São Paulo na próxima quarta-feira (25) com a entrega dos envelopes pelas proponentes, das 10h às 12h e Sessão Pública de abertura dos envelopes com credenciais e garantias das proponentes, às 12h30.

No último dia 6 de fevereiro a administração municipal adiou, em 15 dias, a data de entrega dos envelopes para evitar maiores atrasos no processo, depois que o Tribunal de Contas do Estado alertou a Setransp sobre uma inconsistência de cálculo no Fator de Utilização. O Fator de Utilização (FU) é um coeficiente técnico que indica quantos profissionais, em média, são necessários por veículo para manter a operação, considerando folgas, férias, afastamentos e turnos.

Foi identificado um erro na premissa do FU, que não refletia adequadamente a dinâmica operacional, podendo resultar em distorções do custo de pessoal. Também houve inconsistência no valor dos benefícios trabalhistas considerado na planilha, por não contemplar integralmente os encargos aplicáveis. Os ajustes foram feitos e a errata foi publicada no Diário Oficial do Município.

Entrada

Em função de obras de requalificação dos calçadões do Centro Histórico de São Paulo, houve uma alteração no acesso para o prédio da B3, em São Paulo, que normalmente é pela rua XV de Novembro, 275. Para quem for participar, a entrada será pela rua Álvares Penteado, 218, via paralela.

Licitação do transporte público de Campinas será na próxima quarta Read More »

Dólar cai para o menor valor em 21 meses e bolsa bate recorde

Num dia de euforia no mercado financeiro, o dólar caiu para o menor nível em 21 meses e fechou abaixo de R$ 5,20. A bolsa de valores teve forte alta e bateu recorde, superando os 186 mil pontos.

O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (9) vendido a R$ 5,188, com queda de R$ 0,032 (-0,62%). A cotação caiu durante toda a sessão, chegando a R$ 5,17 por volta das 13h. A partir daí, investidores aproveitaram para comprar moeda barata, mas a moeda não deixou de operar em baixa.

A moeda estadunidense está no menor nível desde 28 de maio de 2024, quando estava em R$ 5,15. A divisa acumula queda de 5,47% em 2026.

O mercado de ações teve um dia de ganhos. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 186.241 pontos, com alta de 1,8%. O indicador foi puxado por ações de bancos, de petroleiras e de mineradoras, setores com maior peso no índice.

A última vez em que o Ibovespa tinha batido recorde foi no último dia 3. A bolsa brasileira sobe 15,69% em 2026.

Recomendação da China

O dólar iniciou o pregão em queda frente ao real, acompanhando o movimento no mercado internacional. Possíveis intervenções para fortalecer o iene japonês e a repercussão de dados recentes da economia dos Estados Unidos contribuíram para a queda.

Os números do mercado de trabalho americano, divulgados na semana passada, vieram abaixo do esperado. Isso aumentou as chances de que o Federal Reserve (Fed, Banco Central estadunidense) volte a reduzir os juros. Além disso, a vitória eleitoral da primeira-ministra japonesa Sanae Takaichi fez o dólar recuar diante do iene.

O principal fator, no entanto, que pesou no mercado foi a recomendação do governo da China de que bancos privados reduzam a compra de títulos do Tesouro dos Estados Unidos. O país asiático é o maior detentor de papéis estadunidenses e pretende diversificar as reservas internacionais.

Essa combinação de fatores fez o dólar cair e a bolsa subir. A moeda estadunidense também cedeu diante de divisas de outros países emergentes, como o rand sul-africano, o peso mexicano e o peso chileno. Esse ambiente mais favorável aos mercados emergentes, observado desde o início do ano, tende a persistir e pode continuar a beneficiar o câmbio brasileiro nos próximos meses. (Agência Brasil/Reuters)

Dólar cai para o menor valor em 21 meses e bolsa bate recorde Read More »

Dólar fecha em R$ 6,06 e atinge recorde desde Plano Real

Em mais um dia de turbulência no mercado financeiro, o dólar voltou a subir e a fechar no maior valor nominal desde a criação do real. A bolsa de valores alternou altas e baixas, mas encerrou o dia com queda.

O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (2) vendido a R$ 6,069, com alta de R$ 0,068 (+1,13%). A cotação operou o dia inteiro em alta. Na máxima do dia, por volta das 13h, chegou a R$ 6,09.

No mercado de ações, o dia foi marcado pela volatilidade. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 125.235 pontos, com queda de 0,34%. O indicador chegou a subir 0,13% por volta das 14h50, mas voltou a ficar negativo nas horas finais de negociação.

A indefinição em relação ao pacote fiscal e ao aumento da faixa de isenção do Imposto de Renda interferiu nas negociações. Das medidas anunciadas na última quinta-feira (28), o governo até agora não enviou a proposta de emenda à Constituição que limita o valor do abono salarial nem os projetos de lei que reformulam a previdência dos militares e que pretendem mudar a cobrança de Imposto de Renda.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, passou a tarde no Palácio do Planalto fechando o texto final das propostas. (Agência Brasil/Reuters)

Dólar fecha em R$ 6,06 e atinge recorde desde Plano Real Read More »

Financiamentos de veículos novos e usados cresceram 14,8% em agosto

A melhoria da renda, o aumento da oferta de trabalho e a perspectiva de estabilidade econômica foram os principais fatores para o aumento de 14,8% das vendas financiadas de veículos novos e usados em agosto deste ano. Foram negociadas 631 mil unidades em comparação às 550 mil unidades de veículos novos e usados vendidos por meio de financiamentos no mesmo mês de 2023.

Pesquisa feita pela B3 (Bolsa do Brasil) apontou que o aumento das vendas financiadas em relação a julho deste ano foi 0,9%, quando 626 mil unidades foram negociadas.

No segmento de veículos leves, a alta também foi 14,8% em comparação a agosto de 2023, mas houve uma queda de 3,1% em relação a julho deste ano. O financiamento de veículos pesados teve crescimento de 14,1% na comparação com agosto do ano passado, indicando que as empresas de logística estão renovando suas frotas, até porque houve aumento de 3,2% em relação ao mês de junho deste ano.

Já o financiamento de motocicletas foi 15,1% maior em agosto deste ano em relação ao mesmo mês do ano anterior e 13,8% a mais do que foi financiado em julho deste ano.

“Encerramos o mês de agosto com o maior número de veículos financiados desde agosto de 2012, o que reforça o ritmo forte apresentado no início deste segundo semestre. O segmento de motos mantém-se como destaque, com um crescimento de 29% no acumulado do ano em relação ao mesmo período do ano anterior”, informou Gustavo de Oliveira Ferro, gerente de Planejamento e Inteligência de Mercado na B3.

“No entanto, vale ressaltar o desempenho de automóveis e comerciais leves. Esse segmento representa mais de 70% do total de veículos financiados e teve um crescimento de 21% nessa mesma base de comparação”, acrescentou.

A B3 opera o Sistema Nacional de Gravames (SNG), a maior base privada do país, que reúne o cadastro das restrições financeiras de veículos dados como garantia em operações de crédito em todo território nacional.

Financiamentos de veículos novos e usados cresceram 14,8% em agosto Read More »

Dólar fecha abaixo de R$ 5,60 com dados de emprego nos Estados Unidos

Num dia de alívio no mercado financeiro global, o dólar fechou ontem (5) abaixo de R$ 5,60 após a divulgação de dados que mostram a queda na geração de empregos nos Estados Unidos. A bolsa subiu pelo segundo dia consecutivo, em meio à expectativa em torno da redução dos juros norte-americanos.

O dólar comercial encerrou a quinta-feira (5) vendido a R$ 5,571, com queda de R$ 0,069 (-1,22%). A cotação caiu ao longo de toda a sessão, até fechar na mínima do dia. A moeda norte-americana acumula queda de 1,1% na semana. Em 2024, a divisa tem alta de 14,79%.

No mercado de ações, o dia também foi marcado pelo alívio. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 136.502 pontos, com alta de 0,29%. Apesar da queda nas ações de mineradoras, provocada pela desaceleração da economia chinesa, a expectativa de que os juros nos Estados Unidos comecem a cair em setembro impediu a queda da bolsa.

Em agosto, o setor privado nos Estados Unidos abriu 99 mil postos de trabalho. Esse é o menor nível de criação de vagas desde janeiro de 2021.

A desaceleração do mercado de trabalho aumenta as chances de o Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano) cortar os juros básicos da maior economia do planeta em 0,5 ponto percentual em setembro, em vez de apenas 0,25 ponto. Taxas menores em economias avançadas estimulam a migração de capitais financeiros para países emergentes, como o Brasil. (Agência Brasil)

Dólar fecha abaixo de R$ 5,60 com dados de emprego nos Estados Unidos Read More »

Financiamento de veículos tem melhor resultado desde dezembro de 2013

O mês de julho registrou crescimento das vendas financiadas de veículos. Ao todo, 626 mil unidades, entre veículos usados e zero quilômetro, foram adquiridas por meio de financiamentos. O crescimento foi de 27,2% em relação a julho de 2023 e de 7,2% em relação a junho deste ano. Esse desempenho foi o melhor desde dezembro de 2013, segundo o levantamento feito pela B3 (Bolsa de Valores).

A pesquisa apontou que, no segmento de veículos leves, o aumento dos financiamentos foi de 26% na comparação com julho do ano passado e de 11,3% em relação a junho deste ano.

No caso de veículos pesados, de utilização no segmento logístico do país, os financiamentos cresceram 28,1% em julho deste ano em relação a igual período de 2023. Na comparação com o mês de junho, a alta foi de 10,8%.

Já o financiamento de motocicletas teve expansão de 32% em julho, na comparação com o mesmo mês do ano passado. Porém, houve queda de 5% dos financiamentos em relação a junho.

As vendas financiadas de veículos no acumulado do ano totalizam 4 milhões de unidades, número 24,3% superior ao de igual período do ano passado, o equivalente a 793 mil unidades a mais. Essa marca não havia sido igualada desde 2011.

“Os resultados de julho tiveram um ritmo forte. Fechamos o mês com o maior número de veículos financiados desde dezembro de 2013. O mercado de financiamento de veículos continua aquecido, e o destaque fica por conta do segmento de automóveis e comerciais leves novos, que registrou um crescimento de quase 20%, com mais de 100 mil veículos financiados”, disse o gerente de Planejamento e Inteligência de Mercado na B3, Gustavo de Oliveira Ferro.

A B3 opera o Sistema Nacional de Gravames (SNG), a maior base privada do país que reúne o cadastro das restrições financeiras de veículos dados como garantia em operações de crédito em todo território nacional.

Financiamento de veículos tem melhor resultado desde dezembro de 2013 Read More »

Dez empresas vão disputar 37,5 milhões de barris de petróleo da União

Dez empresas estão habilitadas para disputar na próxima quarta-feira (31), na Bolsa de Valores de São Paulo, a B3, o leilão de venda de 37,5 milhões de barris de petróleo pertencentes à União. As companhias habilitadas são a Petrobras, Refinaria de Mataripe, CNOOC Petroleum Brasil, ExxomMobil Exploração Brasil, Equinor Brasil Energia, Galp Energia Brasil, PetroChina International Brazil Trading, PRIO Comercializadora, Shell Trading Brasil e TotalEnergies EP Brasil.

Nessa segunda-feira (29), a empresa pública Pré-Sal Petróleo, ligada ao Ministério de Minas e Energia, definiu o limite mínimo de preço de cada lote desta primeira etapa do 4º leilão de petróleo que pertence à União.

Os 37,5 milhões de barris de petróleo estão divididos em três lotes do campo de Mero e um lote do campo de Búzios. Mero é o terceiro maior campo de petróleo do Brasil em volume e, assim como o campo de Búzios, está localizado no pré-sal da Bacia de Santos.

A arrecadação com a venda pode chegar a R$ 15 bilhões. Os recursos que vão ingressar nas contas do Tesouro Nacional e podem seguir para o Fundo Social. O limite mínimo da primeira etapa para os lotes de Mero será igual ao valor do petróleo Brent menos US$ 4,40, enquanto que o limite mínimo da primeira etapa do lote de Búzios será igual ao valor do Brent menos US$ 4,25.

Na abertura do mercado internacional, nessa segunda-feira (29) o preço do barril Brent era cotado próximo a US$ 80. No dia do leilão, caso na abertura das propostas se constate que os preços estão muito próximos, a etapa seguinte do leilão será viva-voz, onde cada empresa habilitada pode oferecer um valor abaixo desse limite mínimo de preço estabelecido pela Pré-Sal Petróleo para sagrar-se vencedora.

Um barril comporta 159 litros de petróleo – após o refino, 40% do petróleo são transformados em óleo diesel e 18% em gasolina. O restante passa a ser lubrificantes, querosene de avião e asfalto. A denominação Brent para petróleo cru ou pesado foi assim estabelecida porque era extraído de uma base da Shell de mesmo nome nas Ilhas de Shetland, no extremo norte da Escócia, até 1995.

Regime de exploração

O Brasil possui três regimes para exploração e produção de petróleo e gás natural. O regime de concessão funciona da seguinte forma: todo o petróleo e gás produzidos em sua totalidade pertencem ao vencedor da concessão. Cabe ao Estado brasileiro fiscalizar e regular a atividade e sua remuneração vem do retorno da tributação do montante extraído e pela participação no bloco, se houver.

A cessão onerosa é um regime de contratação direta entre a União e a Petrobrás. De acordo com a Lei nº 12.276/2010, foi permitido à Petrobras o direito de extrair até cinco bilhões de barris de petróleo em áreas do pré-sal. Nesse regime de cessão onerosa foram outorgados à empresa os blocos de Búzios, Itapu, Sépia, Sul de Tupi, Sul e Norte de Berbigão e Sul e Norte de Sururu.

No regime de partilha de produção, o Estado participa sem investir ou correr risco da atividade exploratória e de produção. Quando ocorre um leilão de partilha, o bônus é fixo e a disputa ocorre pelo percentual de excedente de produção de petróleo e gás natural que a empresa participante do leilão oferecerá à União. E é justamente esse excedente que a União venderá na próxima quarta-feira na B3.

A partilha de produção começou a vigorar em 2013 e só foi adotada nas operações do polígono do pré-sal e em áreas estratégicas, e também por representar baixo risco exploratório e elevado potencial de produção.

Polígono do Pré-Sal

O polígono do pré-sal está a 300 quilômetros da costa da bacia de Santos, numa área equivalente a 149 mil quilômetros quadrados. Nessa área há grandes acumulações de óleo leve; os reservatórios estão com profundidade de até 7 mil metros, os poços possuem alta pressão e não há, no mundo, local como este, cujo potencial é para descobertas gigantes e supergigantes. (Agência Brasil)

Dez empresas vão disputar 37,5 milhões de barris de petróleo da União Read More »

Primeiro shopping de Campinas, Iguatemi comemora 44 anos

Primeiro e mais tradicional shopping center alocado em uma cidade de interior no Brasil, e também primeiro na cidade de Campinas, o Iguatemi Campinas celebra, nesta segunda-feira,  44 anos de existência. Fundado no dia 06 de maio de 1980, o empreendimento foi o segundo a ser inaugurado na rede Iguatemi e é referência em inovação ao trazer marcas e experiências exclusivas em primeira mão à região campineira.

Para celebrar a data, na segunda-feira o estacionamento do Iguatemi Campinas funcionará de forma gratuita, exceto para serviços de valet, das 10h às 22h, nos horários normais do shopping. Além disso, ao longo do dia, quem estiver participando da campanha Collections ganhará pins em dobro em Collections ao consumir em restaurantes e na praça de alimentação.

Collections é uma campanha de fidelidade que possibilita que clientes Iguatemi One cadastrem notas fiscais de compras no empreendimento, ganhando pins e trocando-os por colecionáveis das marcas STAUB e ZWILLING, referências de produtos de luxo em cozinha. Paralelamente, a partir do dia 06, até o Dia das Mães, clientes XP Visa Infinite poderão aproveitar pins em dobro em todas as operações do shopping.

“A longevidade e o sucesso do Iguatemi Campinas devem ser comemorados em conjunto com a população da região, que sempre nos apoiou e pode contar com o empreendimento em seu cotidiano”, afirma Leonardo Piantino, gerente geral do Iguatemi Campinas. “Estamos com diversas ativações e novidades no horizonte, para que sigamos como modelos em lazer, entretenimento, gastronomia e serviços”, complementa.

 

Primeiro shopping de Campinas, Iguatemi comemora 44 anos Read More »

Iguatemi mantém alta performance em vendas no primeiro trimestre

A Iguatemi S.A. [B3: IGTI11], administradora do Iguatemi Campinas e do Galleria Shopping, uma das maiores companhias full service no setor, com participação em 14 shopping centers, dois premium outlets e quatro torres comerciais, além do e-commerce Iguatemi 365 e das lojas próprias operadas pela i-Retail, alcança novo recorde de vendas no enceramento do primeiro trimestre de 2024.

No período, a Companhia registrou vendas totais de R$ 4,3 bilhões, 10,3% acima do 1T23, resultado puxado principalmente pelos segmentos de Alimentação (+11,6%) e Serviços/Entretenimento (+9,4%). O lucro líquido Ajustado foi de R$ 108,4 milhões, 63% acima do 1T23, e o FFO Ajustado atingiu R$ 153,7 milhões, alta de 38,7% na mesma base de comparação. No 1T24, o NOI na participação Iguatemi atingiu R$ 233,8 milhões, com crescimento de 9,0% sobre um ano antes.“Como aconteceu ao longo de 2023, nos primeiros meses do ano a performance de vendas da Iguatemi cresceu 8,7 p.p. acima da média do setor, segundo dados da ABRASCE. Isso mostra a força da nossa marca e a qualidade do portfólio da Iguatemi, composto por ativos bem posicionados nos segmentos de renda mais resilientes às adversidades econômicas”, comenta Guido Oliveira, CFO da Companhia. Para ilustrar o bom desempenho do indicador, as vendas mesmas áreas (SAS) cresceram 10,3% no trimestre, acima das vendas mesmas lojas (SSS), que tiveram alta de 7,3% sobre um ano antes – o que comprova o efeito positivo da qualificação do mix de lojas sobre a produtividade da área bruta locável (ABL) da empresa.

O desempenho reportado acompanha a evolução de indicadores vitais para o negócio. A Companhia apresentou novamente uma diminuição no custo de ocupação para 12,5%, 0,7 p.p. abaixo do 1T23, permitindo manter a redução no nível de descontos concedidos (o menor nível em 10 anos) e leasing spreads positivos nas renovações e novas locações, em média de 6% ano contra ano para os contratos vencidos neste período. A inadimplência líquida encerrou o período em 2,1%, uma queda de 2,2 p.p. em relação ao mesmo período do ano passado.

Esses movimentos contribuem para o crescimento dos aluguéis – que subiram 5,5% em mesmas lojas (SSR) e 3,7% em mesmas áreas (SAR) sobre o 1T23, ambos com crescimento real sobre a média do reajuste aplicado nos últimos 12 meses de 5,1 p.p. e 3,3 p.p., respectivamente. Já a taxa de ocupação manteve uma trajetória de crescimento, chegando a 94,1% no trimestre, 1,4p.p. maior em relação ao mesmo período do ano passado, um trimestre historicamente marcado por saídas de lojistas.

“As inaugurações no 1T24 foram 60% maiores do que a média dos últimos 5 anos para o trimestre. Também tivemos recorde de assinaturas de contratos que serão implementados ao longo dos próximos meses, fruto da acertada estratégia comercial adotada em 2023”, comenta o CFO da Iguatemi.

A Companhia buscou um crescimento de 8% em sua receita líquida, com margem EBITDA de 78,9% na unidade de shoppings. A Receita Bruta de shoppings foi de R$ 316 milhões no 1T24, aumento de 6,7% em relação ao mesmo período de 2023. A Receita de Aluguel, composta por Aluguel Mínimo, Aluguel Percentual (overage) e Locações Temporárias, teve crescimento de 1,4% em relação ao 1T23, representando 75% da receita bruta de shoppings.

A Iguatemi S.A. encerrou o trimestre com uma dívida total de R$ 3,3 bilhões, queda de 0,8% em relação ao trimestre anterior, com prazo médio em 4,3 anos e custo médio de 107,3% do CDI. A disponibilidade de caixa alcançou R$ 1,6 bilhão no período, levando a uma dívida líquida de R$ 1,7 bilhão, 1,2% menor em comparação ao 4T23. O múltiplo Dívida Líquida/EBITDA Ajustado encerrou em 1,84x, uma queda de 0,08x versus o 4T23. No consolidado, a margem EBITDA Ajustado foi de 74,1% e o Capex atingiu R$ 151,5 milhões em manutenção/reinvestimento em seus ativos e projetos em andamento.

As operações da i-Retail e Iguatemi 365 somaram uma receita bruta de R$ 25,8 milhões no trimestre, uma queda de 14,6% versus o 1T23, e a receita líquida chegou a R$ 18,9 milhões, queda de 15,7% sobre o mesmo período do ano passado. Os Custos e Despesas apresentaram diminuição de 30,7% sobre o 1T23, redução que se deve à estratégia de melhoria da rentabilidade do Iguatemi 365. Dessa forma, a partir do último trimestre, a operação de varejo se consolida de maneira rentável dentro da estratégia da Companhia, com resultado positivo de $ 0,1 mi no 1T24.

Destaques do trimestre

Durante o trimestre, a Companhia seguiu investindo na otimização de seu portfólio e ativos. Em janeiro, a Iguatemi realizou a aquisição de 10% no I Fashion Outlet Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul, em uma transação de R$24,5 milhões, com um cap rate de 9,5%. Com o movimento, a empresa atinge 51% de participação na propriedade. Ainda, a Iguatemi anunciou que o complexo Market Place passará por um processo de retrofit, que irá integrá-lo ainda mais ao dia a dia das pessoas. O projeto traz o que há de mais contemporâneo para complexos multiusos e modernizará o que é considerado um dos primeiros projetos desse tipo no país. Além disso, alinha as tendências de urbanismo e sustentabilidade mais recentes ao empreendimento. As obras estão previstas para iniciar em 2025.

A empresa ainda apresentou ao mercado o projeto de expansão do Iguatemi Brasília. Com obras previstas para 2025, a primeira fase do projeto adicionará 15,5 mil m² à área atual do empreendimento, totalizando 50,1 mil m² de ABL. O novo espaço será dividido em dois pavimentos conectados integralmente ao empreendimento atual, criando também uma área de Open Mall. Serão 90 novas lojas que adicionarão ao mix do shopping operações de entretenimento, lazer e um espaço exclusivo para eventos, além de fortalecer a curadoria diferenciada com lojas de luxo inéditas em uma nova ala no shopping. O investimento total será de R$ 236 milhões a 100%.

No dia 12 de março, a Iguatemi voltou a realizar seu Investor Day depois de 15 anos. Em um evento híbrido, a Companhia recebeu investidores e analistas no Cubo JK para uma manhã de painéis com exposições do comitê executivo, além de uma entrevista com os acionistas controladores da empresa, que mostraram toda a robustez da Iguatemi, novos projetos e alavancas de valor.

Ainda, entre os destaques, o Iguatemi One, programa de relacionamento da rede, ganhou a funcionalidade Eventos no aplicativo, que resultou em mais de 480 experiências gastronômicas, 1.200 ativações em promoções de lojistas e mais de 1.300 resgates de viagens e experiências externas. O resgate de benefícios tem contribuído para as vendas nos empreendimentos – os dados do trimestre mostram que 34% dos clientes fazem compras nos shoppings do grupo no mesmo mês do resgate dos benefícios. Isso contribui para uma maior venda identificada, que no 1T24 cresceu 57% ante o 1T23.

Para os próximos meses, a Companhia mantém sua posição de otimismo. “Fechamos o primeiro trimestre no caminho certo para a entrega do nosso guidance de resultado, atingindo crescimento de 8,0% na receita líquida, com margem EBITDA de 78,9% na unidade de shoppings. No consolidado, entregamos uma margem EBITDA de 74,1% e CAPEX de R$ 51,5 milhões”, reforça Guido Oliveira. O executivo reitera que a Iguatemi segue bem posicionada, com balanço patrimonial sólido, portfólio resiliente e de alta qualidade. “Continuaremos na busca pela otimização dos nossos empreendimentos, monetização do landbank e mantendo o breakeven da operação de varejo”, reforça o CFO.

Iguatemi mantém alta performance em vendas no primeiro trimestre Read More »

Dólar cai para R$ 5,16 à espera de dados nos Estados Unidos

Em um novo dia de ajustes, o dólar caiu pela segunda vez consecutiva e fechou no menor valor em dez dias. A bolsa de valores subiu pela terceira vez seguida e voltou a superar os 125 mil pontos.

O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (22) vendido a R$ 5,169, com recuo de R$ 0,031 (-0,59%). A cotação chegou a abrir em pequena alta, mas recuou após a abertura dos mercados nos Estados Unidos. Ao longo da tarde, operou um pouco acima de R$ 5,17, até fechar na mínima do dia.

Dólar

A moeda norte-americana está no menor valor desde o último dia 12, quando tinha fechado em R$ 5,12. A divisa acumula alta de 3,07% em abril e sobe 6,51% em 2024.

No mercado de ações, o dia também foi marcado pelo alívio. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 125.573 pontos, com alta de 0,36%. O destaque foram as ações da Petrobras, os papéis mais negociados na bolsa, que subiram após o Conselho de Administração da companhia decidir que tem condições de pagar 50% dos dividendos extraordinários sem prejudicar os investimentos da petroleira.

As ações ordinárias da Petrobras, com direito a voto em assembleia de acionistas, subiram 2,43% e fecharam em R$ 43,76. Os papéis preferenciais, com preferência na distribuição de dividendos, valorizaram-se 2,39%, encerrando em R$ 41,50.

O mercado financeiro aguarda a divulgação de dados de inflação nos Estados Unidos e no Brasil. A possibilidade de o Banco Central brasileiro reduzir o ritmo de corte da Selic (juros básicos da economia) e o arrefecimento das tensões entre Irã e Israel abriram espaço para a realização de lucros, com os investidores vendendo dólares para embolsarem ganhos recentes. (Agência Brasil/Reuters)

Dólar cai para R$ 5,16 à espera de dados nos Estados Unidos Read More »

Rolar para cima