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Bosque Interativo terá exposição de falcões, serpentes e lagartos

O Bosque dos Jequitibás recebe amanhã (27), mais uma edição do Bosque Interativo, evento gratuito voltado à educação ambiental, conservação da natureza e promoção da saúde. A programação acontece das 9h às 15h, na Praça do Chafariz, e contará com atividades para públicos de todas as idades.

Serão quatro sessões educativas de toque em animais ao longo do dia, realizadas no Centro de Educação Ambiental do Bosque dos Jequitibás. Os horários serão das 9h30 às 10h30, 11h às 12h, 12h30 às 13h30 e 14h às 15h, com distribuição de senhas no local. As senhas das duas sessões da manhã serão distribuídas a partir das 9h e as das sessões da tarde, a partir das 12h.

Os falcões e a segurança

Uma das novidades desta edição é a participação da Aveseg, empresa especializada em manejo de fauna por meio da falcoaria. Os profissionais apresentarão ao público informações sobre a utilização de falcões para aumentar a segurança em aeroportos e rodovias, além de auxiliar no controle populacional de pombos em áreas urbanas. A equipe também levará aves vivas para exposição durante o evento.

Outra atração bastante aguardada pelo público é o retorno das sessões educativas de toque nos animais. Entre os participantes desta edição, estará ainda o grupo Depressão Tem Cura, que levará ao evento ações de conscientização e diálogo sobre saúde mental, ampliando o alcance das atividades educativas e de cuidado com a população.

Organizado pelas equipes do Museu de História Natural e do Zoológico de Campinas, o evento reunirá diversos parceiros com ações educativas e exposições interativas. Entre os participantes estão equipes da DEVISA, do Laboratório de Borboletas da Unicamp, do Projeto Urso na Escola (PUNE) e do Laboratório de PaleoHidroGeologia da Unicamp.O evento conta com o apoio e parceria das secretarias municipais de Cultura e Turismo, Saúde e Serviços Públicos.

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Volta às aulas sem celular: saiba como vai funcionar a nova lei

O ano letivo começa com a restrição do uso de celulares nas escolas públicas e privadas do país. A determinação é da Lei Federal 15.100, sancionada no início de janeiro deste ano, e que procura limitar o uso de dispositivos eletrônicos portáteis nas escolas públicas e privadas, tanto nas salas de aula quanto no recreio e intervalos, mas permite o uso pedagógico, ou seja, quando autorizado pelos professores.

A nova medida tem como meta proteger as crianças e adolescentes dos impactos negativos das telas na saúde mental, física e psíquica, segundo o Ministério da Educação (MEC) e já foi adotada em outros países, como França, Espanha e Dinamarca. Porém, por ser uma novidade no Brasil, a nova lei tem gerado dúvidas na comunidade escolar. Para tentar esclarecer, a reportagem preparou uma série de perguntas e respostas sobre o que a nova lei libera ou proíbe, com base em informações do MEC, do Sindicato dos Professores do Município do Rio de Janeiro e Região (SinproRio) e do Instituto Alana.

Quando começa a valer a restrição dos celular nas escolas?

Já está em vigor a Lei Federal 15.100, que proibiu o uso de celulares durante as aulas, recreios ou intervalos no ensino básico (infantil, fundamental e médio). A medida foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 13 de janeiro de 2025. Para que a lei seja aplicada corretamente, o MEC prepara uma regulamentação que deve ser divulgada até o fim de fevereiro. Até lá, cabe às instituições de ensino definirem as próprias estratégias de implementação. Para isso, o ministério divulgou manuais para escolas e redes de ensino, citando casos onde a proibição já está em vigor e dados para embasar a medida.

Quais as razões para proibir o celular?

Segundo o Ministério da Educação, a medida foi tomada diante das fartas evidências sobre o impacto negativo dos dispositivos no aprendizado, na concentração e na saúde mental dos jovens. O objetivo é permitir que os alunos participem das atividades e interajam. Estudos avaliados pelo MEC apontam que o uso excessivo de telas prejudica o desempenho acadêmico, reduz a interação social e aumenta as chances de depressão e ansiedade entre os jovens.

Dados do Programa de Avaliação de Estudantes (Pisa), uma avaliação internacional, concluiu que oito em cada dez estudantes brasileiros de 15 anos assumiram ter se distraído com o celular nas aulas de matemática.

“Sabemos que o mundo digital é importante e o quanto a educação digital é também uma dimensão fundamental”, disse, em nota, a secretária de Educação Básica do MEC, Kátia Schweickardt. “Queremos otimizar o uso [dos dispositivos] e potencializar os benefícios, mas mitigando os efeitos nocivos”, completou.

A escola vai liberar tablets, no lugar dos celulares?

Não. A nova lei restringe também o uso aparelhos eletrônicos portáteis pessoais, como tablets, relógios inteligentes conectados à internet ou não nas escolas.

Como devem ser guardados os aparelhos nas escolas?

As escolas têm autonomia para definir como vai funcionar a nova lei em cada instituição e as escolas devem definir as regras junto com pais, professores e alunos. Algumas escolas do Rio de Janeiro e de São Paulo já orientam estudantes a manter os aparelhos desligados nas mochilas, mas pode haver a opção de colocar em armários individuais ou caixas coletivas.

Qual a punição para quem ligar o celular fora de hora?

O MEC explicou que cada escola deve determinar como fazer valer a lei em sala de aula em parceria com a comunidade escolar e como fiscalizar. Essa orientação também está no guia disponível na página da internet do Ministério.

Haverá multa às escolas que não cumprirem a lei?

A fiscalização do cumprimento da nova lei é uma atribuição das secretarias municipais e estaduais de educação, mas a lei não determina multas.

Quando o celular pode ser usado?

A lei permite o uso pedagógico da ferramenta. Em determinadas situações, o celular pode enriquecer as práticas de ensino, especialmente em contextos de desigualdade, onde há necessidade de desenvolver educação digital e midiática. Em muitas escolas, o celular é uma ferramenta pedagógica e o material didático é eletrônico.

Como os alunos poderão se comunicar com as famílias?

Para questões de acessibilidade, inclusão, de saúde ou emergências, o celular não foi proibido. Aqueles que precisam se comunicar com os pais para organizar a rotina familiar devem fazê-lo sob orientação e conhecimento da escola.

Qual o papel dos pais?

Nas orientações às escolas, o MEC reforça a atribuição dos pais, de modo que sejam informados sobre as regras e reforcem as medidas em casa, esclarecendo também sobre os impactos negativos do uso das telas.

“Estamos fazendo uma ação na escola, mas é importante conscientizar os pais para limitar e controlar o uso desses aparelhos fora de sala de aula, fora da escola”, disse o ministro da Educação, Camilo Santana.

O material do ministério destaca ainda como efeitos negativos do uso inadequado das telas atrasos no desenvolvimento e na linguagem, miopia, problemas no sono e sobrepeso, citando pesquisa da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Quais os benefícios esperados com a medida?

Segundo o presidente do Sindicato dos Professores do Município do Rio de Janeiro e Região (SinproRio), Elson Simões de Paiva, a medida favorece a socialização dos jovens. “A socialização deles está sendo feita através de celular, mais de pessoa com pessoa. Então, é importante o uso do celular ser mais controlado dentro das escolas”, disse ele, cobrando também mais esclarecimentos por parte das redes públicas de ensino sobre como as novas medidas serão aplicadas.

Há recomendações para as crianças pequenas?

Na infância, há uma preocupação extra, depois do anúncio de afrouxamento da moderação de conteúdos por plataformas. O pesquisador Pedro Hartung, diretor de Políticas e Direitos das Crianças do Instituto Alana disse que os menores estão mais suscetíveis agora a crimes no ambiente digital.

“Estamos falando, por exemplo, de um crescimento de imagens advindas de violência contra a criança, que podem ser utilizadas, inclusive, para ameaçá-las”, destacou. “Um crescimento, por exemplo, de cyberbullying, e da exposição não autorizada da imagem e informações pessoais, ou a conteúdos que ou representam ou são mesmo tratamento cruel e degradante, discurso de ódio, incitação e apologia a crimes”.

Para creche e pré-escola, o MEC recomenda atividades desplugadas, priorizando experiências que estimulem a criatividade, a interação e o desenvolvimento motor das crianças. Nos ensinos fundamental e médio, a recomendação é sempre priorizar, quando possível, o uso de dispositivos digitais da própria escola. (Texto e fotos Agência Brasil)

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Centro de Treinamento de Lutas abre inscrições para quem quer praticar o judô

Quem quiser ter aulas e praticar o judô, poderá fazer a inscrição diretamente no Centro de Treinamento de Lutas. O Centro fica próximo ao portão 7 da Lagoa do Taquaral, no prédio anexo à Secretaria Municipal de Esportes e Lazer. As aulas são gratuitas e ocorrem de segunda a sexta-feira, das 9h às 11h30 e das 13h às 18h.

As aulas são ministradas pelo sensei Pedro Cruz, para alunos com idade a partir de 4 anos. De segunda, quarta e sexta, as turmas são compostas por 40 alunos, com foco na disputa de competições. Às terças e quintas, as turmas se dividem em 30 alunos de iniciação e 20 alunos da turma sub 7, de 4 a 6 anos.

“O judô, além de ser uma arte marcial de defesa pessoal, é também uma das melhores artes de formação de caráter, físico e mental. Todos os atletas de judô que levam a sério a arte da suavidade têm um futuro brilhante, seja como competidor ou como um cidadão de bem. O judô é a única arte marcial indicada pela Unesco como uma arte de ensino e qualidade de vida para crianças, jovens, adolescentes e adultos”, ressaltou o sensei Pedro Cruz.

Além do estudo teórico e prático das técnicas da modalidade, os alunos também têm possibilidade de disputar campeonatos municipais, regionais e estaduais. No segundo domingo do mês de outubro (13), os judocas da equipe Judô Campinas competirão no Campeonato Paulista, em São Bernardo do Campo, nas categorias sub 9, sub 11, sub 15 e sub 18.

 

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Secretaria Municipal de Educação suspende as Educação Física em Campinas

As altas temperaturas e a baixa umidade do ar fizeram a Secretaria Municipal de Educação recomendar a suspensão das aulas de Educação Física nas escolas municipais.

As equipes gestoras das escolas e os professores de Educação Física foram orientados a evitarem atividades físicas com os alunos principalmente nas quadras esportivas descobertas.

As aulas devem ser realizadas em espaços cobertos e arejados. Podem ser aplicadas, por exemplo, atividades lúdicas em sala de aula, como xadrez, dama, entre outras. Deve-se evitar a exposição dos alunos ao sol, orientá-los a tomarem água com mais frequência e usarem roupas leves.

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Alunos da rede municipal de ensino voltam às aulas na segunda-feira

Os estudantes da rede municipal de ensino de Campinas voltam às aulas nesta segunda-feira, 22 de julho. Os 64 mil alunos da pré-escola, Ensino Fundamental e Educação de Jovens e Adultos retomam as atividades após um recesso de 12 dias.

No período de recesso, apenas as creches municipais, que têm alunos entre 0 e 3 anos de idade, continuaram atendendo. A rede municipal de ensino tem 208 escolas, sendo 45 de ensino fundamental e 163 de Educação Infantil, além de outras 45 creches conveniadas.

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