ator

Morre no Rio de Janeiro, aos 83 anos, o ator e diretor Gracindo Jr.

O ator e diretor Gracindo Jr. morreu, na noite dessa terça-feira (2), em casa aos 83 anos, de causas naturais. Em nota, o Ministério da Cultura (MinC) informou que recebeu a notícia com pesar. Destacou sua dedicação à arte por 50 anos, passando pelo teatro, rádio, cinema e televisão, período em que desempenhou também a função de roteirista.

O nome de batismo – Epaminondas Xavier Gracindo – foi dado pelo pai, o também ator Paulo Gracindo. Nascido no Rio de Janeiro em 21 de maio de 1943, aos 15 anos Gracindo fez um teste para a Rádio Nacional e, ao ser aprovado se tornou ator, redator e disc-jóquei na emissora.

A estreia no teatro foi em 1961, na peça A Escada, de Oswald de Andrade. Na tevê foram vários os trabalhos em novelas de sucesso como Mandala, O Salvador da Pátria, Rainha da Sucata, Deus nos Acuda, Explode Coração, Anjo de Mim, Esplendor e Celebridade. Gracindo Jr foi um dos fundadores da TV Globo, onde chegou a atuar em produções junto com o pai como O Bem Amado. Em O Casarão, os dois interpretaram o mesmo personagem nas versões mais jovem e com mais idade.

Na direção, também na TV, esteve à frente da novela Marron-Glacé e, em 1983, do programa Os Trapalhões.

“O MinC se solidariza com os cinco filhos, sete netos e a esposa, Daisy Poli, com quem estava havia mais de cinco décadas”, concluiu a nota do ministério.

O governador em exercício do estado do Rio, Ricardo Couto, também divulgou nota afirmando que recebeu com tristeza a notícia da morte do ator e diretor., “um dos nomes fundamentais na construção da história da dramaturgia brasileira”.

O corpo de Gracindo JR será cremado, às 14h10, no Cemitério da Penitência, no bairro do Caju, zona norte do Rio. De acordo com o cemitério, o velório na capela 6 começará às 12h10.

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Festival de Teatro Unimed realiza mais de 100 apresentações em 28 cidades

O teatro brasileiro ganhará novo impulso com a abertura da 3ª edição do Festival de Teatro Seguros Unimed, que terá início no próximo mês de agosto, e se estenderá até outubro de 2026. A iniciativa consolida-se no calendário cultural do país e adota um caráter de expansão interestadual inédito em sua trajetória.

Neste ano, o circuito cultural promoverá mais de 100 apresentações. A principal novidade no roteiro é a ampliação, que expandirá suas atividades por 28 cidades brasileiras, distribuídas entre três estados da região Sudeste. Além de cobrir dezenas de polos no interior e na capital de São Paulo, o evento desembarca no Espírito Santo e em Minas Gerais, incluindo as capitais.

O Festival de Teatro Seguros Unimed começa em São Paulo, com o espetáculo Querida Mamãe (28 e 30 de agosto), com Nívea Maria e Regiane Alves, e explora as complexidades e os conflitos geracionais da relação entre mãe e filha. Em Campinas, O Musical dos Musicais (29 e 30 de agosto), um tributo aos maiores sucessos do teatro mundial, reúne mais de 60 artistas, que encenam trechos de clássicos como Chicago, Wicked, Mamma Mia, Les Misérables e Hamilton.

Antes do Ano que Vem (28 e 29 de agosto), comédia estrelada por Mariana Xavier, e que aborda temas profundos como saúde mental, solidão e autocuidado usando o humor e o acolhimento, é apresentado em Franca. Marília recebe Clô Para Sempre (28 e 29 de agosto), estrelado pelo ator Eduardo Martini, que interpreta Clodovil Hernandes em um relato íntimo do estilista, abordando sua infância solitária, a moda, a televisão, sua carreira política e seus amores.

E fechando o primeiro fim de semana, Salto recebe Um Dia Muito Especial (29 e 30 de agosto), com Reynaldo Gianecchini e Maria Casadevall, uma adaptação do clássico filme italiano de 1938 que aborda temas como preconceito, solidão e aceitação através de uma amizade extraordinária.

A superintendente de Marketing da Seguros Unimed, Renata Ucha, destaca o orgulho de manter o projeto em crescimento contínuo. “Chegar à nossa terceira edição consecutiva reforça o compromisso da Seguros Unimed com a democratização do acesso à cultura e o bem-estar das comunidades. Transformamos este festival em um pilar de conexão social estável, demonstrando que o investimento contínuo em arte contribui para desenvolver a realidade das regiões atendidas”, afirma a executiva.

O itinerário do festival foi planejado para apresentar grandes espetáculos, que geralmente ficam restritos às capitais. De acordo com Vicente Freitas, idealizador e diretor geral do projeto, o ganho de escala interestadual representa um amadurecimento técnico para a produção.

“A nossa expansão para três estados diferentes permite criar um intercâmbio de plateias e cumprir a missão de levar o teatro a palcos descentralizados, alcançando novos públicos”, detalha Freitas.

O circuito, que contou com o apoio de 24 Unimeds nas edições de 2024 e 2025, chega, em 2026, à marca de 28 apoios locais. Essa articulação coletiva materializa o interesse pela comunidade, traduzindo a união do Sistema Unimed em ações, e dá visibilidade às cooperativas que receberão as peças em suas cidades, além de conceder o direito a 10% da carga de ingressos para cada cooperativa.

A programação artística do 3º Festival de Teatro Seguros Unimed percorrerá as seguintes localidades:

  • São Paulo: Americana, Araraquara, Araras, Barretos, Botucatu, Bragança Paulista, Campinas, Franca, Jundiaí, Limeira, Marília, Mogi-Mirim, Pederneiras, Piracicaba, Ribeirão Preto, Salto, São Carlos, São José dos Campos, São José do Rio Preto, São Paulo e Sorocaba.
  • Minas Gerais: Belo Horizonte, Juiz de Fora e Uberaba.
  • Espírito Santo: Cachoeiro de Itapemirim, Colatina e Vitória.

A programação oficial detalhada, com as peças adultas e infanto-juvenis, teatros locais e informações sobre a venda de ingressos será disponibilizada nos canais oficiais do evento e por meio da plataforma de ingressos do Festival de Teatro Seguros Unimed.

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MIS recebe mostra que resgata 15 anos da cena musical da cidade

Por muito tempo, parte da memória da música foi construída exclusivamente nas ruas. Colados em muros, espalhados em bares, distribuídos em forma de convites e flyers, os cartazes anunciavam encontros, revelavam bandas, apresentavam artistas e ajudavam a escrever a história cultural das cidades. Muito além da divulgação de um show, tornavam-se registros de uma época, de uma cena e de uma comunidade.

É esse patrimônio visual que a exposição Eco dos Palcos resgata. De 13 de julho a 13 de agosto, o Museu da Imagem e do Som de Campinas (MIS Campinas) recebe uma mostra inédita com 120 cartazes de apresentações realizadas em bares e espaços culturais de Campinas e região, produzidos ao longo dos últimos 15 anos. A entrada é gratuita.

 

Idealizada pelo músico, ator e produtor cultural Rafael Smeke, com apoio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, a exposição apresenta um recorte documental da produção musical independente entre 2011 e 2026.

“Com a transição das estratégias de divulgação para plataformas digitais, muitos cartazes físicos que circulavam pela cidade (lambe-lambe, convites e flyers) perderam visibilidade, reduzidos a pequenos fragmentos de poucos centímetros nos feeds. A mostra nasce do desejo de resgatar essas peças gráficas como documentos culturais”, explica Smeke.

 

A abertura acontece em 13 de julho, data em que se celebra o Dia Mundial do Rock. A coincidência reforça a importância desse gênero na formação da cena musical campineira, mas também evidencia que os palcos sempre foram espaços de encontro entre diferentes estilos, artistas e públicos.

Seguindo esse ritmo plural, a programação de abertura acontecerá das 19h às 22h. Em uma jam session que reunirá exclusivamente músicos representados nos cartazes expostos, mais de 20 artistas irão apresentar um repertório que passeia por clássicos do rock, canções brasileiras, improvisações e diferentes influências musicais. Também haverá discotecagem comandada por Riva Rock, personagem tradicional da cena musical campineira, além de food trucks de alimentação e bebidas e feira de artes.

Grande parte das peças expostas foi criada pelo próprio Smeke, responsável por desenvolver a identidade visual de inúmeros shows da cena local. A mostra também reúne trabalhos produzidos por casas de espetáculo e outros designers, todos identificados nos painéis expositivos.

“Esta exposição é um gesto de reconhecimento àqueles que movem a noite de Campinas, músicos, produtores, casas, designers e público. Ao resgatar cartazes que circulavam pela cidade, buscamos preservar a memória visual e sonora de uma cena viva que, muitas vezes, é apagada pela efemeridade das redes. Espero que a mostra funcione como arquivo, celebração e incentivo à continuidade das práticas culturais que fizeram e fazem nossa comunidade mais rica”, afirma Smeke.

Músico desde meados da década de 1990, Smeke também construiu trajetória no teatro. Em 2002 recebeu, pela APTC (Associação dos Profissionais de Teatro de Campinas), o prêmio de Melhor Ator pela peça Homens de Papel e, em 2009, escreveu e dirigiu Odeio Teatro, apresentada no Centro de Convivência Cultural. Paralelamente, participou de diversas bandas e projetos musicais, vivência que lhe permitiu acompanhar de perto as transformações da cena artística campineira e reunir um acervo que agora se torna público.

Conheça todos os músicos que vão participar da jam session e os bares e casa de shows contemplados pela exposição: https://docs.google.com/document/d/1QsXK_8Lw3KV1ckVVwB7LXpalFrt8TYTk/edit.

Link dos os cartazes que serão expostos: https://drive.google.com/drive/folders/1gd3cjBEzPIT8C1nblg2iFGlyCgM9PnYA

Serviço
Exposição Eco dos Palcos
Quando: de 13 de julho a 13 de agosto
Onde: Museu da Imagem e do Som de Campinas (MIS Campinas) – Palácio dos Azulejos (Rua Regente Feijó, 859 – Centro)
Entrada: Gratuita
Horário: de terça a sexta-feira, das 9h às 18h30; sábados, das 10h às 16h. Fechado aos domingos e feriados
Abertura: 13 de julho, segunda-feira, das 19h às 22h, com jam session, discotecagem de Riva Rock, food trucks e feira de artes
Apoio: Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, Prefeitura Municipal de Campinas, Museu da Imagem e do Som de Campinas e Sanasa.

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Ator Gerson Brenner, galã de novelas, morre aos 66 anos

O ator Gerson Brenner, que fez sucesso em novelas da Globo nos anos 1990, morreu na noite de ontem (23), aos 66 anos. Ele estava internado no Hospital São Luiz, na capital paulista. A causa da morte não foi revelada.

Gerson fez bastante sucesso na TV, principalmente em novelas. Começou sua carreira em 1989 em Kananga do Japão, folhetim exibido pela TV Manchete naquele ano. Ele interpretava o Dr. Marcelo. Ainda em 89 estreou na Globo na novela Top Model, bem popular na época.

Em 1990 atuou em Rainha da Sucata, em horário nobre. Ao lado de atores como Aracy Balabanian, Regina Duarte e Tony Ramos, Brenner se tornou bem conhecido do público. Ele interpretava um personagem que também se chamava Gerson e era filho de Dona Armênia (Aracy Balabanian), uma das protagonistas da trama.

Sua carreira decolou de vez depois de Rainha da Sucata e o ator passou a ser chamado para trabalhar em diversas outras produções da Globo. Fez Perigosas Peruas e Deus nos Acuda (ambas em 1992), Radical Chic e Olho no Olho (as duas de 1993), Vira Lata (1996), Corpo Dourado (1998), entre outras.

Além da Globo e Manchete, Brenner também fez novelas na Record e no, SBT. Ainda participou de outros programas como Alô, Doçura (SBT), Os Trapalhões e Você Decide.

Em 1998, quando já era bastante conhecido, Gerson sofreu um assalto e levou um tiro na cabeça. O ator sobreviveu ao disparo, mas ficou com graves sequelas. Não conseguia mais andar e nem se comunicar. Desde então ficou sob cuidados intensos por parte de seus familiares. Gerson deixa a esposa Marta Mendonça e duas filhas.

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Chuck Norris, astro de filmes de ação, morre aos 86 anos

Chuck Norris, uma lenda dos filmes de ação de Hollywood, morreu nesta quinta-feira (19), no Havaí, segundo informou sua família num comunicado.

“É com grande tristeza que nossa família comunica a morte repentina do nosso amado Chuck Norris na manhã de ontem. Gostaríamos de manter as circunstâncias em sigilo. Por favor, saibam que ele estava ao lado de sua família e estava em paz”.

A família não quis revelar as causas da morte, mas o ator norte-americano foi internado ontem pela manhã após uma emergência médica. Não foi revelado ao público o que teria causado a internação.

Artista marcial e faixa preta em diversas modalidades, Norris teve uma longa e vitoriosa carreira que começou em 1968 com uma participação não creditada no filme Arma Secreta Contra Matt Helm. Em 1972 ele atuou em O Voo do Dragão, longa-metragem estrelado pelo também lendário Bruce Lee. Os dois têm uma das lutas corporais mais memoráveis do cinema de ação norte-americano, momento que é celebrado até hoje até mesmo no formato de memes nas redes sociais.

O ator ficou muito conhecido após este trabalho ao lado de Lee e passou a atuar em vários longas de ação nos anos 1970. Nessa lista estão produções como Massacre em São Francisco (1974), O Comboio da Carga Pesada (1977), Força Destruidora (1979), entre outros.

Nos anos 1980, com a explosão dos filmes de ação, Norris se tornou um dos maiores representantes desse tipo de produção ao lado de atores como Sylvester Stallone e Arnold Schwarzenegger. Os filmes protagonizados por Chuck, geralmente, eram de menor orçamento que os dos dois colegas, mas também se tornaram clássicos para os fãs, principalmente nas antigas videolocadoras.

É desta safra longas como McQuade, o Lobo Solitário (1983), Braddock 1, 2 e 3 (1984, 1985 e 1988, respectivamente) e Invasão U.S.A. (1985).

Comprovando seu status de “lenda”, o ator entrou para o elenco de Os Mercenários 2 (2012), produção em que Stallone reuniu outros profissionais do gênero pancadaria como Jason Statham, Dolph Lundgren, Jet Li. Liam Hemsworth, Schwarzenegger, Bruce Willis, entre outros.

Com sua fama consolidada, Norris seguiu fazendo filmes e séries de TV em que mostrava suas habilidades em lutas e no manejo de armas de fogo.

Nos últimos anos, por conta da idade, Norris já não atuava mais com frequência. Em 2020 participou de um episódio do seriado Havaí Cinco-0, onde fez o papel do Sargento Major Phillips. Seu último trabalho foi no filme Agent Recon, de 2024, onde interpreta o capitão Alastair, que lidera uma força de segurança secreta da Terra. Norris deixa esposa Gena O’Kelley e cinco filhos.

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Filme O Agente Secreto será o representante brasileiro no Oscar 2026

A Academia Brasileira de Cinema anunciou nesta segunda-feira (15) que o filme O Agente Secreto, de Kléber Mendonça Filho, será o representante brasileiro no Oscar 2026, na categoria Melhor Filme Internacional.  

Protagonizado pelo ator Wagner Moura, o filme é ambientado em 1977, durante a ditadura militar. O longa acompanha Marcelo, um professor de tecnologia que tenta recomeçar a vida no Recife, mas acaba mergulhado em um universo de espionagem e paranoia.

O Agente Secreto, que ainda não estreou em circuito nacional, já levou vários prêmios internacionais, entre eles, o de Melhor Diretor, para Kleber Mendonça Filho, e de Melhor Ator, para Wagner Moura, no Festival de Cannes, uma das mais importantes premiações do cinema mundial.

Disputa 

Ter sido escolhido como o representante brasileiro ao Oscar não significa que o filme já terá garantida uma indicação ao prêmio.

Cada país indica um filme como seu representante para a disputa. A partir dessas indicações, o Oscar faz uma seleção dos filmes que, de fato, vão concorrer ao prêmio mais famoso do cinema mundial. A cerimônia que entregará as estatuetas do Oscar está marcada para acontecer somente no dia 15 de março de 2026.

Os outros filmes que estavam na lista dos pré-selecionados eram Baby, de Marcelo Caetano; Kasa Branca, de Luciano Vidigal; Manas, de Marianna Brennand; O Último Azul, de Gabriel Mascaro e Oeste Outra Vez, de Erico Rassi.

No início deste ano, o Brasil conquistou seu primeiro Oscar, com o filme Ainda Estou Aqui, de Walter Salles, na categoria de Melhor Filme Internacional. (Agência Brasil)

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Comédia de grande sucesso em SP terá apresentação única em Campinas

A comédia “Entre Irmãos” chega a Campinas neste final de semana com apresentação única no Teatro Castro Mendes, sábado, dia 16 de agosto, às 20h. Encenada por Fernando Pavão e Otávio Martins, ator e dramaturgo campineiro que também assina o texto, a produção, que fez muito sucesso em temporada paulistana e agora corre o interior do Estado,  narra o reencontro de dois irmãos, após 25 anos de rompimento,  provocando risadas e muita emoção da plateia.

Idealizada como uma celebração conjunta aos 30 anos de carreira dos principais envolvidos – os atores e o diretor Marcos Damigo –, a peça marca também a estreia de Otávio Martins como ator em Campinas, cidade em que nasceu e morou até o final da adolescência, quando se mudou para a Itália, onde fez diversos cursos de interpretação. De volta ao Brasil, instalou-se em São Paulo, iniciando lá sua carreira artística.

“Já comandei espetáculos em Campinas como autor e diretor, nunca como ator, então essa apresentação no Castro Mendes terá um sabor muito especial para mim, pois em três décadas  de profissão será a primeira vez que subirei ao palco na cidade em que nasci”, afirma.

Os ingressos, com valores a partir de R$ 50,00, podem ser adquiridos pela Internet, via Sympla, ou presencialmente na bilheteria do teatro.

O enredo de “Entre Irmãos” gira em torno desse reencontro, que acontece em um momento muito peculiar: o velório do pai. Inusitada, a situação enriquece a trama e desperta um misto de sensações, temperadas com muito humor. Afinal, “velório é onde se contam as melhores piadas”, como lembra uma das falas da peça.

Na trama, o irmão mais velho foi obrigado a sacrificar suas próprias ambições para cuidar da família, enquanto o mais novo se tornou um premiado fotojornalista e desbravou o mundo. Com tantos elementos, o encontro está longe de ser caloroso.

Carregada de mágoas, acusações e ressentimentos, o que parecia uma simples reunião de família transforma-se numa verdadeira montanha-russa emocional, com revelações do passado que mudam as perspectivas dos dois.

O texto aborda temas universais das relações familiares, como o confronto entre diferentes escolhas de vida e as complexas dinâmicas entre irmãos que tiveram a mesma criação, cujas personalidades entraram em rota de conflito.

A peça conta com dois premiados atores conhecidos do público por seus papéis em novelas e outros projetos teatrais e que já trabalharam juntos em diversas produções, incluindo a comédia Vamos, o drama Três Dias de Chuva e a tragédia Troilo e Cressida.  Recentemente, Fernando Pavão foi premiado como melhor ator pelo espetáculo Mary Stuart e Otávio Martins ganhou destaque em sua carreira como ator, diretor e escritor, com prêmios e reconhecimentos em teatro, cinema e televisão.

Fernando Pavão – Conhecido pelo grande público por novelas como Família é Tudo (Globo), Gênesis e Pecado Mortal (Record), Fernando Pavão tem uma imensa lista de personagens na televisão. Depois de três temporadas de Malhação (Globo), construiu uma sólida carreira em novelas na Record, como Poder Paralelo, Escrava Mãe e Conselho Tutelar. Em teatro, atuou em espetáculos como O Inimigo do Povo, de Henrik Ibsen, Três Dias de Chuva e Troilo e Cressida, ambos com direção de Jô Soares, Terremotos, com direção de Marco Pamio, Caros Ouvintes, com texto e direção de Otávio Martins, e Mary Stuart, com direção de Nelson Baskerville – papel que lhe rendeu o prêmio Bibi Ferreira de Melhor Ator.

Otávio Martins – Com uma carreira de 30 anos em teatro, Otávio Martins trabalhou em 48 espetáculos, atuou em 5 novelas, 3 séries e 9 longas metragens. Participou do longa Salve Geral, da novela Beleza Pura (Globo) e na série Mothern (GNT). Sua atuação em Sideman, de Warren Leight, lhe rendeu a escolha como melhor ator no prêmio Contigo!. Atuou no filme Malu de Bicicleta, na novela Amor Eterno Amor (Globo) e na série PSI (HBO). Em 2014, escreveu e dirigiu “Caros Ouvintes”, ganhando os prêmios de melhor direção e melhor espetáculo no Prêmio Qualidade Brasil. Foi colaborador de Walcyr Carrasco na novela Eta Mundo Bom. Atuou no filme Os Homens São de Marte, na série Toda Forma de Amor e no longa Nada A Perder. Foi o grande vilão Roger das novelas As Aventuras de Poliana e Poliana Moça, no SBT.

Vídeo da peça: https://drive.google.com/drive/folders/1m47Yr_a6IJV7HmnUJAl7I4uHDELpso6R

Serviço
Peça “Entre Irmãos” em Campinas
Elenco: Fernando Pavão e Otávio Martins
Direção: Marcos Damigo
Texto: Otávio Martins
Local: Teatro Municipal José de Castro Mendes (Praça Correa de Lemos, s/nº, Vila Industrial,  Campinas)
Data: dia 16 de agosto, sábado
Horário: 20h
Ingressos: a partir de R$ 50,00 (primeiro lote), à venda pela Internet, via Sympla, ou na bilheteria do teatro (de quarta a domingo, das 16h às 21h)
Duração: 75 minutos
Classificação etária: 16 anos
Gênero: Comédia Dramática
Capacidade: 760 Lugares
Ambiente acessível para PcD e climatizado

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Morre aos 91 anos Carlos Miranda, o eterno Vigilante Rodoviário

Morreu de causas naturais na manhã de hoje (17), o tenente-coronel Carlos Miranda, aos 91 anos. Mais conhecido por interpretar o “Vigilante Rodoviário”, num dos seriados mais assistidos da televisão brasileira. Ele estava internado num hospital da cidade paulista de São João da Boa Vista.

A série transmitida na TV Tupi nos anos de 1960, teve 33 episódios, mas foi um sucesso de audiência, sendo reprisada centenas de vezes. Além de ator, Carlos Miranda fez carreira na Polícia Militar Rodoviária do Estado de São Paulo.

Em nota, a Policia Rodoviária do Estado de São Paulo lamentou a morte do tenente-coronel: “Com profunda tristeza, recebemos nesta manhã a notícia do falecimento do Ten Cel Carlos Miranda, o eterno Vigilante Rodoviário. Símbolo de uma geração, ele foi o primeiro super-herói brasileiro de uma série de TV, deixando uma marca indelével em todos que o acompanharam. Sua criatividade, competência e dedicação o transformaram em um ícone, que mais tarde se tornou um Policial Rodoviário. Só nos resta agradecer todo legado deixado para a sociedade e para a TV brasileira como sendo o primeiro herói genuinamente brasileiro”.


Fotos reprodução

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Ator de Campinas participa do filme brasileiro que concorre ao Oscar

O filme brasileiro “Ainda Estou Aqui”, indicado para concorrer no Oscar 2025 à disputa da estatueta nas categorias de Melhor Filme, Melhor Filme Internacional e Melhor Atriz, e que já rendeu à atriz Fernanda Torres o prêmio do Globo de Ouro na categoria de Melhor Atriz de Filme (drama), tem a participação de um ator de Campinas.

O ator e educador-social Daniel de Almeida participou do filme como o personagem Marlon. O artista é professor do curso de Audiovisual na Sala dos Toninhos, na Estação Cultura, espaço é cedido pela Prefeitura de Campinas, através da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo.

“Estou muito feliz, muito alegre. Parece que a ficha não caiu. É incrível”, comemora Daniel. Direto da Sala de Toninhos, espaço onde dá aulas e constrói cultura em Campinas, Daniel contou um pouco de sua história. “Me vejo menino de uma família de seis irmãos, mãe costureira, pai da construção civil, pensando em fazer arte, cinema, TV. Me lembro de dizer para minha mãe que ainda seria ator”, destaca.

O artista desenvolve na Sala dos Toninhos um curso de Audiovisual. Com duração de 8 meses, o curso teve na última turma 26 egressos que produziram dois curtas como produto final. No mesmo local, funciona o grupo de teatro Carcaça, dirigido por ele, com participação de sete artistas. A última peça na qual trabalham é “Casa de Orates”, baseada no livro Alienista de Machado de Assis.

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