Aedes aegypti

Amanhã vai ter o Treinamento Prático de Extremos Climáticos

Amanhã (22) das 9h30 às 12h, será realizado o Treinamento Prático de Extremos Climáticos, no Largo do Rosário. A ação contempla técnicas de enfrentamento a diversas situações cotidianas relacionadas ao clima.

O evento é organizado pelo Orçamento Cidadão e pela Defesa Civil de Campinas com apoio do Corpo de Bombeiros, Sanasa, CPFL e Secretarias do Clima, Meio Ambiente e Sustentabilidade; Saúde; e Serviços Públicos. O treinamento é um desdobramento da Capacitação de Líderes Comunitários para Enfrentamento de Extremos Climáticos, que foi realizada nas cinco regiões de Campinas entre os meses de março e maio.

Mais de 60 pessoas já estão confirmadas no treinamento. Entre elas, há líderes comunitários, conselheiros do Orçamento Cidadão e mais pessoas que participaram das primeiras edições teóricas. Quem quiser se inscrever antecipadamente para o treinamento pode fazê-lo por meio do link: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdbeg6zDV3N4S4tbUZWr7zV8wfg3dye_PZbYAcjzQaeg5mZJA/viewform?usp=sf_link.

Prática

A iniciativa é uma oportunidade para que todos que participaram das primeiras edições possam vivenciar situações que podem encontrar no dia a dia. O Corpo de Bombeiros, por exemplo, vai ensinar como sair de um carro energizado e a Secretaria de Serviços Públicos como proceder com relação a galhos de árvores que possam ter caído sob a fiação.

Também será trabalhado o tema da pessoa com deficiência, com atividades que simulam os desafios que PCDs enfrentam em seu cotidiano e  em situações de emergência.

Em outra frente, a Defesa Civil vai mostrar como medir quantidade de chuva com pluviômetro e ensinar como se cadastrar para receber os alertas por SMS com informações de risco e autoproteção enviando mensagem com o CEP para o 40199.

Prevenção 

A Secretaria de Saúde estará com equipe no evento para oferecer orientações de prevenção contra a dengue e a febre maculosa. Quem participar também vai aprender como tirar um carrapato da melhor forma e como recolher um morcego morto. Será uma oportunidade também para ver como registrar fotografias no SISS-Geo, plataforma da Fiocruz, que ajuda a identificar possíveis riscos à saúde pública a partir do registro de imagens de animais mortos.

Participação também da Sanasa que vai levar o furgão que simula uma residência para identificar vazamentos. A Sanasa vai ensinar ainda como vedar a caixa d’água para evitar que o local se torne criadouro do mosquito Aedes aegypti, transmissor do vírus da dengue, febre amarela chikungunya e Zika vírus.

Serviço
Treinamento Prático de Extremos Climáticos
Data: 22/06/2024 (sábado)
Horário: 9h30 às 12h
Onde: Largo do Rosário, Centro
Inscrições: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdbeg6zDV3N4S4tbUZWr7zV8wfg3dye_PZbYAcjzQaeg5mZJA/viewform?usp=sf_link

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Com 6,3 milhões de casos prováveis, Brasil lidera ranking de dengue

Com quase 6,3 milhões de casos prováveis de dengue, sendo mais de 3 milhões confirmados em laboratório, o Brasil ocupa o primeiro lugar no ranking de países com maior número de notificações da doença em 2024. Em seguida estão Argentina, com 420 mil casos prováveis; Paraguai, com 257 mil casos prováveis; e Peru, com quase 200 mil casos prováveis.

Os dados são da Organização Mundial da Saúde (OMS), que já contabiliza este ano um total de 7,6 milhões de casos prováveis de dengue em todo o mundo, sendo 3,4 milhões confirmados em laboratório. O painel de monitoramento da entidade aponta ainda mais de 3 mil mortes provocadas pela doença. Atualmente, 90 países registram transmissão ativa de dengue.

“Embora um aumento substancial de casos de dengue tenha sido relatado globalmente nos últimos cinco anos, esse aumento foi particularmente pronunciado na região das Américas, onde o número de casos ultrapassou 7 milhões no final de abril, ultrapassando os 4,6 milhões de casos registrados em todo o ano de 2023”, destacou a OMS.

A entidade alerta ainda que todos os quatro sorotipos de dengue foram detectados nas Américas este ano. Segundo a OMS, pelo menos seis países da região – Brasil, Costa Rica, Guatemala, Honduras, México e Panamá – já reportaram casos de circulação simultânea de todos os quatro sorotipos.

“Além disso, muitos países endêmicos não dispõem de mecanismos robustos de detecção e notificação, o que faz com que o verdadeiro fardo da dengue a nível mundial seja subestimado. Para controlar a transmissão de forma mais eficaz, é necessária uma vigilância robusta da dengue em tempo real”.

Vacinação

Para a organização, a vacina contra a dengue deve ser vista como parte de uma estratégia integrada para o combate à doença e que inclui também o controle de vetores, a gestão adequada dos casos e o envolvimento comunitário. “A OMS recomenda o uso da TAK-003, única vacina disponível, em crianças de 6 a 16 anos em locais com alta intensidade de transmissão de dengue”.

A vacina a que a entidade se refere é a Qdenga, desenvolvida pelo laboratório japonês Takeda e atualmente utilizada no Brasil. O imunizante começou a ser aplicado na rede pública de saúde em fevereiro deste ano. Em razão da quantidade limitada de doses a serem fornecidas pelo próprio fabricante, a vacinação é feita apenas em crianças e adolescentes de 10 a 14 anos.

Outras arboviroses

Dados da OMS mostram uma sobreposição de casos de dengue, chikungunya e zika – todas transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti e com sintomas semelhantes o que, segundo a entidade, pode resultar em diagnósticos equivocados. “Dados de vigilância durante grandes surtos de suspeita de dengue podem incluir erroneamente casos de uma ou de ambas as outras doenças.”

A organização cita como exemplo estudo realizado em Minas Gerais, em 2023, quando casos suspeitos de dengue respondiam por 84,4% de um total de 828.654 casos prováveis de arboviroses, enquanto casos suspeitos de chikungunya respondiam por apenas 15,6%. “A verdadeira proporção das duas doenças, entre os casos confirmados laboratorialmente, foi de 65,9% para chikungunya e apenas 34,1% para dengue.”

“Os sistemas de vigilância que visam especificamente a transmissão endêmica de chikungunya e zika são fracos ou inexistentes em muitos países”, reforçou a entidade. “Existem diferenças importantes entre essas doenças em relação a populações de risco, gestão de pacientes e utilização de recursos de saúde”, completou.

A OMS lembrou que o vírus Zika é particularmente perigoso entre mulheres grávidas por conta da associação com casos de microcefalia. “A expansão da vigilância para monitorar simultaneamente os três vírus pode ajudar autoridades de saúde pública a determinar com precisão o verdadeiro fardo de cada doença, refinar as avaliações de risco e otimizar a gestão clínica e a atribuição de recursos para intervenções de saúde pública mais eficazes.”

Até o momento, o painel da OMS contabiliza, em 2024, mais de 250 mil casos de chikungunya em todo o mundo e quase 7 mil casos de infecção pelo vírus Zika.

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Saúde visita 5,7 mil imóveis em regiões próximas a Viracopos

A Secretaria de Saúde de Campinas visitou 5,7 mil imóveis no 18º mutirão contra a dengue neste ano. A ação ocorreu na manhã de sábado, 1 de junho, quando foram visitados comércios e residências em 11 regiões próximas ao Aeroporto Internacional de Viracopos: Parque das Indústrias, Jardim Planalto de Viracopos, Novo Planalto, Jardim Aeronave, Jardim São Pedro de Viracopos, Jardim Adhemar de Barros, Jardim São Cristóvão, Vila Princesa, Città di Salerno, Jardim Esplanada e Núcleo 28 de Fevereiro.

O trabalho reuniu 150 pessoas, incluindo agentes de saúde, voluntários e funcionários da empresa terceirizada Impacto Controle de Pragas. Desde janeiro, este tipo de mobilização já percorreu 79,4 mil locais em 124 bairros para remover  e orientar os moradores.

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Combate à dengue terá mutirão no próximo sábado em Campinas

A Secretaria de Saúde de Campinas faz neste sábado (25), o 17º mutirão municipal de 2024 para prevenção e combate à dengue. A ação começa às 8h e foram definidos quatro bairros que devem ter imóveis visitados por agentes de saúde e voluntários: Centro, Cambuí, Bosque e Ponte Preta.


O mutirão vai reunir cerca de 150 voluntários e agentes da Saúde, incluindo os trabalhadores da empresa terceirizada Impacto Controle de Pragas, que atuam nas visitas aos imóveis para orientação e eliminação de criadouros do mosquito Aedes aegypti, vetor da doença.

Os integrantes vão estar vestidos com camiseta laranja com logo da empresa e calça cinza, enquanto os líderes das equipes usam camiseta verde com as mesmas características. Todos estão identificados com crachá, mas, em caso de dúvidas sobre a ação, os moradores podem pedir informações pelo telefone 199, da Defesa Civil.

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Mutirão contra a dengue recolhe quase 2 toneladas de lixo

Agentes de saúde visitaram 2,9 mil imóveis durante o 8º mutirão realizado pela Prefeitura de Campinas em 2024 contra a dengue. A ação ocorreu em 11 regiões da cidade no sábado (23), e recolheu 1,8 mil toneladas de resíduos durante os trabalhos para limpeza e eliminação de possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti, vetor da doença.

Os bairros percorridos foram: Parque Oziel, Gleba B, Jardim Monte Cristo, Jardim do Lago 2, Jardim Stella, Jardim Icaraí, Jardim Irajá, Jardim Santa Cruz, Jardim Bandeiras 1 e 2 e Jardim São José. Nesta última ação foram visitados 2.952 imóveis, dos quais 48% foram trabalhados com remoção de criadouros do mosquito transmissor e orientação dos moradores. Os demais estavam inacessíveis por estarem fechados, desocupados ou impedimento dos moradores.

Considerando-se todos os mutirões de 2024, pelo menos 35,4 mil imóveis já foram visitados. O número sobe para 197,3 mil quando são contabilizadas as ações diárias neste ano, e a Prefeitura também já registrou nebulização em 7,5 mil imóveis desde janeiro.

De 1º de janeiro até esta segunda-feira, 25 de março, Campinas teve 27.930 casos confirmados de dengue e quatro mortes. O município está em epidemia, declarou emergência em 7 de março, e a transmissão do vírus ocorre em todas as regiões.

Atendimentos

Os 11 Centros de Saúde de Campinas abertos no fim de semana para ampliar a assistência aos pacientes com sintomas de dengue, e reduzir a demanda por atendimentos na Rede Mário Gatti, receberam 1.195 pacientes no sábado e domingo, 23 e 24 de março. As 11 unidades básicas funcionaram em esquema especial, das 7h às 17h.

“Só por esse número a gente tem a condição de dizer que de fato acertou em abrir e estender os horários das unidades, pois senão esses pacientes estariam indo para as portas hospitalares’, avaliou a diretora de Saúde, Monica Nunes.

“Essa iniciativa da Secretaria de Saúde é muito bem-vinda para que ela desafogue a porta dos prontos-socorros e das UPAs, garantindo que os pacientes com maior gravidade sejam atendidos com maior rapidez nessas unidades. Nós, da Rede Mário Gatti, poderemos garantir um atendimento mais ágil àqueles que realmente precisam de um atendimento de urgência e emergência’, falou o diretor técnico do Hospital Mário Gatti, Carlos Arca.

Campinas está em epidemia e decretou situação de emergência em 7 de março. De 1º de janeiro até esta segunda, 25 de março, foram registrados 27.930 casos e quatro mortes.

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Estado de emergência por dengue é “improviso”, afirma especialista

A necessidade de decretar estado de emergência devido a alta de casos de dengue mostra falta de ações para conter o avanço da doença, na avaliação do consultor da Sociedade Brasileira de Infectologia, Renato Grinbaum. “Eu entendo a emergência como até um improviso, um improviso que é necessário”, disse ao comentar a medida tomada pelo governo de São Paulo nesta quinta-feira (5).

O governo estadual decretou estado de emergência após os casos ultrapassarem a marca de 300 por grupo de 100 mil habitantes. A medida facilita acesso a recursos federais e agiliza processos voltados ao combate da dengue no estado. “No emergencial não tem o que fazer, é o que sobra, é comprar sem licitação com todas as suas consequências”, critica o especialista.

Preparação

Segundo Grinbaum, desde setembro de 2023 havia indícios de clima propício para uma grande proliferação do mosquito transmissor da doença. “A própria imprensa divulgou em setembro e outubro que seria um verão quente e chuvoso. A gente não teve uma campanha preparatória, a gente teve as vigilâncias trabalhando”, afirma.

Para além de investimentos estruturais, como ampliação do saneamento básico, o infectologista destaca a necessidade de equipar as vigilâncias sanitárias, principalmente com pessoal, para que sejam feitos os trabalhos de busca e eliminação dos focos de reprodução dos mosquitos.

“A questão básica é a eliminação de focos, que aí tem um trabalho de contratação de pessoal, de visitas domiciliares, todo um preparo que você não faz da noite para o dia, sem contar o próprio atendimento. É uma história que se repete no Brasil há muito tempo”, enumerou.

Durante o anúncio do estado de emergência, o governo de São Paulo informou que pretende investir os recursos federais principalmente para aquisição de máquinas de nebulização, insumos e contratação de pessoal, de forma a ampliar a capacidade da rede de saúde.

A Secretaria Estadual de Saúde atualizou as orientações do sistema de distribuição de leitos hospitalares para que os pacientes com dengue tenham prioridade no atendimento de alta complexidade.

Há cerca de um mês, o governo estadual criou o Centro de Operações de Emergências (COE) de combate ao Aedes aegypti, mosquito responsável pela transmissão da dengue. A primeira ação do grupo foi a liberação de R$ 200 milhões para as 645 prefeituras de São Paulo adotarem medidas para enfrentar os focos de reprodução do inseto.

“O monitoramento realizado pelo estado, desde o ano passado, apontava aumento expressivo no número de casos e a antecipação dos registros em cerca de dois meses. Esse trabalho permitiu que uma série de ações fosse tomada, evitando cenários mais críticos como os enfrentados pelos estados vizinhos”, ressaltou o diretor do Instituto Butantan Esper Kallás durante reunião do COE que anunciou o estado de emergência.

Brasil

Os estados do Acre, Distrito Federal, Goiás, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Santa Catarina também decretaram estado de emergência devido à alta de casos de dengue. Em todo país já são 1,2 milhão de casos da doença, com 278 mortes confirmadas neste ano e 744 em investigação. (Agência Brasil)

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Clima em Campinas é ideal para a proliferação do Aedes

Campinas está há cinco meses seguidos com condições climáticas ideais para proliferação do mosquito Aedes aegypti, vetor da dengue. De 1º de janeiro até esta segunda-feira (4), a Secretaria de Saúde registrou 12.487 casos e uma morte pela doença.

Dados do Departamento de Vigilância em Saúde (Devisa) mostram que desde 2 de outubro de 2023 os termômetros na cidade oscilaram com temperatura mínima igual ou superior a 19º C, limiar considerado favorável para o mosquito. Os dados são do sistema InfoDengue.

“Nesta época, com condições climáticas favoráveis para o Aedes, é muito importante que a população realize os cuidados com os criadouros e receba os agentes da saúde em suas casas. O esforço precisa continuar sendo de todos nesta luta contra o mosquito”, afirmou a diretora do Devisa, Andrea Von Zuben.

A temperatura ideal para desenvolvimento da larva do mosquito fica entre 25ºC e 30ºC. Além disso, o verão, que vai até 20 de março, é marcado por períodos chuvosos, o que favorece acúmulo de água para formação de criadouros em espaços sem cuidados adequados.

Nesta faixa de temperatura, a atividade da fêmea do Aedes aumenta e, portanto, mais pessoas estão sujeitas a serem picadas pelo mosquito eventualmente com o vírus. Nestas condições climáticas, o período das fases de desenvolvimento das larvas diminui, o que contribui mais para o risco da doença: a 18º C a fase de ovo até mosquito pode demorar aproximadamente 36 dias, e a 30ºC este tempo diminui para oito dias, em média.

Historicamente, 80% dos casos costumam ser registrados no período de março a maio, antes da temperatura diminuir em junho. Por isso, a população precisa redobrar cuidados e evitar acúmulo de água principalmente em latas, pneus, pratos de plantas, lajes e calhas. É importante, ainda, vedar a caixa d’água e manter fechados os vasos sanitários inutilizados.

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Crianças do PIC aprendem a combater o mosquito da dengue

Com coletes alaranjados de voluntários da Defesa Civil, os integrantes do Comitê das Crianças do PIC – Plano Primeira Infância Campineira puderam discutir duas questões importantes do cotidiano: as mudanças climáticas e o aumento no número de casos de dengue. O encontro dos doze jovens com idades entre 4 e 12 anos aconteceu no último sábado, 2 de março, na Secretaria de Educação.

A intenção do Comitê é colocar em pauta assuntos da atualidade e também acolher demandas das próprias crianças. No caso do aquecimento global, os integrantes do grupo falaram das ações que impactam o meio ambiente e apontaram pontos para se construir uma cidade sustentável.

A partir das mudanças climáticas, nós conseguimos relacionar o tema com a dengue e fizemos as crianças a pensar sobre isso também”, explica Thiago Ferrari, coordenador do PIC.

As crianças puderam falar sobre como cada um pode evitar a proliferação do mosquito Aedes aegypti a partir de ações simples, em casa mesmo. São dez minutos por semana para vistoriar a casa e acabar com pontos com água parada.

No final, houve uma ação externa, onde as crianças do Comitê saíram no entorno da Prefeitura e começaram a fiscalizar se tinha algum foco de dengue”, complementa Thiago.

O Comitê das Crianças se reúne todos os primeiros sábados do mês. Próximo encontro está marcado para 6 de abril.

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Campinas registrou hoje a primeira morte por dengue do ano

A primeira morte por dengue em 2024 foi confirmada hoje (27) pela Secretaria da Saúde. Trata-se de uma senhora de 94 anos, moradora do Jardim Eulina e que foi atendida na rede privada de saúde. Ela apresentou sintomas em 30 de janeiro e o óbito foi em 12 de fevereiro. Ela teve infecção pelo sorotipo 1.

O Jardim Eulina é a região com maior incidência de casos de dengue e foi a área que mais recebeu ações neste ano para orientação de moradores e eliminação de criadouros do mosquito Aedes aegypti, vetor da doença.

Estatísticas

De 1º de janeiro até terça-feira, 27 de fevereiro, Campinas teve 8.543 casos confirmados de dengue. Além disso, foi registrado um caso importado de chikungunya.

O Aedes aegypti é vetor das duas doenças e, por isso, a melhor forma de prevenção é eliminar qualquer acúmulo de água que possa servir de criadouro, principalmente em latas, pneus, pratos de plantas, lajes e calhas. É importante, ainda, vedar a caixa d’água e manter fechados os vasos sanitários inutilizados.

Preocupação

Na primeira semana de fevereiro, a Saúde recebeu a confirmação dos primeiros casos de dengue na cidade causados pelos sorotipos 2 e 3 do vírus, que não circulavam desde 2021 e 2009, respectivamente. As amostras de sangue dos pacientes foram analisadas pelo Instituto Adolfo Lutz e antes disso a metrópole só havia registrado sorotipo 1

A circulação simultânea dos sorotipos 1, 2 e 3 do vírus da dengue ocorre pela primeira vez em Campinas. Os grupos mais vulneráveis para os sorotipos 3 e 4 são crianças, adolescentes e adultos que não tiveram contato com a doença e com estes sorotipos. Há risco maior de dengue grave quando uma pessoa é infectada por tipo diferente ao anterior.

Por enquanto, não houve identificação do sorotipo 4 do vírus da dengue em Campinas. Ele não é registrado na cidade desde 2014, mas já causou infecções em outros municípios.

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