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McLaren 750S é o superesportivo de produção em série mais leve e potente do mundo

A McLaren está lançando o superesportivo mais leve e potente de toda a sua linha: o 750S . Um verdadeiro supercarro para os puristas. Projetado e desenvolvido após uma análise meticulosa do renomado McLaren 720S, o novo 750S combina avanços em economia de peso, desempenho do trem de força, aerodinâmica e excelência dinâmica para elevar a novos patamares uma experiência de direção que já era referência.

Cerca de 30% dos componentes do 750S são novos ou alterados para oferecer essas melhorias e, com elas, uma conexão emocional ainda maior com o carro.

“Quando você tem um carro reconhecido por tantos pilotos como referência, é preciso examinar cada detalhe e realmente pressionar muito por melhorias para fazer algo ainda melhor. Isso é o que fizemos com o novo 750S. O baixo peso, o desempenho do motor V8 e as excelentes habilidades dinâmicas se combinam para oferecer uma experiência de direção de supercarro que atinge novos patamares, com níveis verdadeiramente emocionantes de conexão emocional”.
Michael Leiters, CEO, McLaren Automotive.

Com 1.389 kg (DIN), o McLaren 750S coupé já é 30 kg mais leve que o 720S. Com todas as opções disponíveis de fibra de carbono e baixo peso selecionadas, o coupé “emagrece” para 1.277 kg a seco, o que oferece uma relação peso-potência líder do segmento de 1,70 kg/cavalos ou 587 cavalos por tonelada. São 193 kg menos do que seu concorrente mais próximo.

O 750S Spider foi projetado com o mesmo foco em minimizar o peso. Possui capota rígida retrátil (RHT), sistema de proteção contra capotamento e estrutura superior traseira feita sob medida para o monocoque construído de fibra de carbono.

Tal é a resistência desse monocoque que nenhum reforço adicional é necessário, uma vantagem inerente sobre os supercarros conversíveis rivais construídos em alumínio e aço.

Isso garante que o Spider, na configuração padrão, pese 1.438 kg. Na configuração mais leve (1.326 kg), ele é líder do segmento com 1,81 kg/cavalo (566 cavalos por tonelada).

Os níveis extraordinários de prazer, precisão, agilidade, sensação e feedback que o 750S oferece são imediatamente aparentes para o motorista, mesmo em velocidades mais baixas – e o baixo peso é um fator chave em seu desempenho dinâmico.

Com apenas 1.389 kg (DIN), ele pesa 30 kg a menos que um 720S – um exemplo claro da dedicação da McLaren à engenharia leve.

As novas rodas forjadas de 10 raios são as mais leves já instaladas como padrão em um McLaren de produção em série e economizam 13,8 kg em relação às do 720S.

O novo painel de instrumentos do motorista é 1,8 kg mais leve. Até o vidro do para-brisa contribui para a redução de peso em 1,6 kg.

O motor V8 biturbo de 4,0 litros com potência de 750 cavalos e torque de 800 Nm oferece desempenho feroz, com o 750S sendo capaz de ir de 0 a 100 km/h em 2,8 segundos, de 0 a 200 km/h em 7,2 segundos (no caso do Spider, 7,3 segundos) e de 0 a 300 km/h em menos de 20 segundos (no Spyder, 20,4 segundos. A velocidade máxima é de 332 quilômetros por hora.

A suspensão hidráulica vinculada ao Proactive Chassis Control, agora na geração “PCC III”, é conhecida por combinar controle surpreendentemente preciso com um ritmo de passeio notavelmente compatível

Novos bancos de corrida de fibra de carbono, com 17,5 kg a menos que os assentos esportivos de série do 720S, estão disponíveis como opção, assim como pneus Pirelli P ZERO Trofeo R de pista e parafusos de roda leves, feitos de titânio.

Visualmente, o 750S refina o design de seu antecessor com uma nova seção inferior do nariz com divisor dianteiro estendido, entradas de ar mais estreitas que envolvem os faróis, novas entradas de ar nas soleiras e saídas de ar dos para-lamas traseiros.

As revisões aerodinâmicas traseiras incorporam um deck traseiro redesenhado e alongado, que canaliza o ar para uma asa traseira ativa de fibra de carbono elevada e alongada, posicionada acima do escapamento de saída central.

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Mercado brasileiro de veículos comerciais está em alerta

Em razão da baixa demanda dos primeiros meses de 2023, quase todos os principais fabricantes de veículos comerciais com fábricas no Brasil decidiram reduzir a produção, concedendo férias coletivas ou reduzindo a jornada. A expectativa é de que, com a entrada em vigor da legislação de emissões Proconve P8 (Euro 6), as vendas sigam baixas ao longo de todo o primeiro semestre e somente retomem na segunda metade do ano.


Segundo executivos do setor, o mercado já aguardava uma redução da demanda, mas as encomendas estão aquém do esperado, sobretudo devido aos preços mais elevados. Com isso, nas fabricantes de caminhões, a produção está sendo reduzida a um turno.

A primeira a anunciar férias coletivas foi a Mercedes-Benz, em suas unidades de São Bernardo e Juiz de Fora, com a redução da produção para um turno a partir de maio, por dois ou três meses. Em seguida, a Volkswagen Caminhões e Ônibus, com a suspensão de contratos de trabalho, o chamado layoff, por pelo menos três meses a partir de 2 de maio. Isso deve envolver entre 700 e 900 trabalhadores, segundo o sindicato, o que deve representar a suspensão de um turno.

Também a Scania, em São Bernardo do Campo, anunciou a redução de jornada para somente três dias por semana a partir de maio, medida que ocorre pouco depois de a fabricante de caminhões e ônibus ter encerrado o segundo turno de trabalho na fábrica de São Bernardo do Campo, no ABC paulista.

O sindicato dos metalúrgicos do ABC, em assembleia realizada com os trabalhadores, informou que todos os 4,5 mil funcionários da Scania, administrativos e da produção, passarão a trabalhar em jornada reduzida sem alterações nos salários.

Segundo o sindicato, os dias não trabalhados serão descontados do banco de horas, sem prejuízos aos salários dos funcionários. Também foi decidido que, a partir do dia 10 julho, haverá dez dias de férias coletivas para aproximadamente 3 mil trabalhadores da área de produção.

A Volvo vem adequando a produção de caminhões pesados e semipesados com redução do volume diário, mas segue em dois turnos. E a Iveco decidiu por conceder férias em determinadas áreas da produção da fábrica de Sete Lagoas (MG). A medida teve início no último dia 24 de abril e tem duração de 12 dias. Segundo a empresa, devido à forte queda da demanda associada ao aumento da taxa de juros, além da introdução do Euro 6.

 

 

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No Salão da China, VW confirma dez novos modelos elétricos até 2026

A Volkswagen anunciou no Salão do Automóvel de Shanghai, na China, que pretende apresentar dez novos modelos elétricos até 2026. Entre os novos automóveis, o destaque do momento é o novo ID.7, que segundo a marca, tem uma autonomia de 700 quilômetros.


A marca alemã está investindo muito na China, inclusive construindo uma nova planta fabril na província de Anhui, no leste da China. Lá além da produção de veículos, haverá um centro de design e de engenharia.

A marca chinesa BYD lidera o mercado na China.

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Em nova reestilização, Renault Clio ganha versão esportiva

Uma nova reestilização na quinta geração do Renault Clio deixou-o ainda mais atraente e esportivo. E entre as novidades, destaque para a nova versão esportiva: a Esprit Alpine.


A maior novidade do restyling é a nova grade e o conjunto de faróis mais esguios e elegantes. Na versão esportiva a marca francesa adotou um defletor em cinza na no meio da grade. Atrás, novas lanternas e difusores.

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Brasil só perde para a Rússia entre os piores países para dirigir

O Brasil é o segundo pior do mundo para dirigir. O país fica atrás somente da Rússia, que está em primeiro no ranking mundial.

É o que revela um estudo divulgado pela plataforma de cupons de desconto Cupom Válido, com dados da OCDE e Compare The Market.

Para a elaboração do ranking, foram considerados quatro fatores: o custo de manutenção do carro em relação a renda, o nível de congestionamento, o índice de qualidade das estradas e o índice de mortalidade no trânsito.

Os piores para dirigir

A Rússia é o pior país do mundo para se dirigir. O país possui o pior índice de qualidade das estradas (2,9) e o pior nível de congestionamento (37%) dentre todos os países. Além disso, o índice de mortalidade é um dos mais altos (12). Ao combinar estes três fatores, faz com que o país se torne o líder do ranking.

O Brasil segue em segundo da lista, principalmente pela baixa qualidade das estradas (3,1) e pelo alto nível de mortalidade no trânsito (16,0 a cada 100.000 pessoas).

Além disso, o alto nível de congestionamento (28%) e alto custo de manutenção em relação à renda (26%), também foram fatores relevantes que levaram o país para a segunda posição da lista.

Em seguida no ranking dos piores países, estão: o México, a África do Sul e a Irlanda, respectivamente.

Os melhores países para dirigir

A Dinamarca é o melhor país para dirigir do mundo.  O país possui um dos menores índices de mortalidade no trânsito, apenas 3,7 a cada 100.000 pessoas. Além de possuir estradas de alta qualidade (5,5) e baixo nível de congestionamento (18%).

Já os Estados Unidos fica em segundo lugar no ranking, principalmente pelo baixo nível de congestionamento (14%) e pelo baixo custo de manutenção (o menor dentre todos os países).

A Holanda, Portugal e França, finalizam o ranking dos cinco melhores países, respectivamente.

Fonte: OCDE, Cupom Válido, Compare The Market

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Coluna do Secco – Para estimular mercado brasileiro, carro popular pode voltar


O seminário “Megatendências 2023 — O Novo Brasil”, promovido pela AutoData Editora e encerrado no último dia 24 de março, causou surpresa com a abordagem sobre a possível volta do programa do carro popular para o mercado brasileiro.

O objetivo é visto como solução para a redução de demanda registrada neste início de ano e que tem tirado o sono dos diretores das empresas que compõem a indústria automobilística brasileira. 

O momento atual é complicado porque quem deseja ou precisa adquirir um veículo sobre com a queda de poder aquisitivo pela inflação e a dificuldade de obter crédito, com elevada taxa de juros.

Segundo os especialistas, parte da culpa dessa situação é da própria indústria que, focando na maior rentabilidade, preferiu dar ênfase nos modelos bem equipados, com componentes voltados à maior segurança e conforto dos usuários, mas, naturalmente mais caros, em detrimento ao outrora bem-sucedido carro popular.

Com a retração das vendas neste início de ano e diante do limitado poder aquisitivo de uma grande parcela de clientes, experientes executivos e profissionais do setor discutiram sobre a volta do carro popular para os clientes de menor poder aquisitivo que ficaram mais distantes do sonho de adquirir um veículo novo.

Entre as diversas ideias discutidas, chamaram-me a atenção as ponderações de Edna Maria Honorato, presidente do Conselho Nacional da Abac (Associação Brasileira das Administradoras de Consórcios), sobre a volta da oferta de veículos a custos mais acessíveis que provocaria a adesão de clientes, sobretudo os de consórcios, uma das portas de entrada para um carro 0 KM.

A senhora Edna Maria é de opinião que, para o brasileiro, o carro está muito caro e que, além do preço de aquisição existem os custos naturais do combustível, seguro, licenciamento e manutenção. Como são muitos os consumidores carentes de mobilidade, o carro popular seria uma alternativa muito importante.

Como profissional da indústria automobilística, vivi as várias etapas do carro popular, especialmente, nos anos de 1990 quando o governo brasileiro transformou o motor 1.0 em plataforma para os carros de entrada do mercado.

O responsável pelo carro popular foi o presidente Itamar Franco que, em fevereiro de 1993, quando a indústria esteve em dificuldade, determinou que o IPI (Imposto de Produtos Industrializados) para carros com motor até 1.000 cm3 de cilindrada seria reduzido simbolicamente para 0,1%.

A Fiat, mais rápida em decisões, foi a primeira a participar do programa e a lançar o modelo Uno com motor de um litro de capacidade cúbica. Essa decisão ajudou a marca italiana a ganhar mercado e, de quarta classificada no mercado brasileiro, subiu para a vice-liderança enquanto a Ford perdia participação.

E Fiat até sofisticou o carro popular lançando a opção de ar-condicionado para maior conforto interno em dias de calor. Foi, simplesmente, uma troca de posições entre a Ford e a Fiat. 

Com o carro popular, as vendas saltaram de 764 mil unidades em 1992 para 1.131.000 no ano seguinte, com crescimento contínuo e recorde de vendas em 1997, com 1.943.000 unidades comercializadas. As vendas de veículos caíram no final dos anos 1990. 

Os populares chegaram a representar 71% dos veículos vendidos em todo Brasil no meio dos anos 1990.


Essa alternativa foi adotada pela indústria automobilística mais uma vez. Em outro momento de baixa demanda, nos anos 2000, as empresas novamente encontraram nos carros de preços mais atraentes a saída para manter as linhas em atividade e atrair os consumidores às concessionárias.

Os carros com motorização 1.0, só que desta vez mais equipados, voltaram ao topo do ranking, ajudando a impulsionar as vendas de veículos zero KM.

Embora a busca por preços enxutos continue a existir e desempenhar um papel importante na decisão do consumidor, a presença de itens opcionais tem se mostrado como um importante diferencial. Isso fez surgir um novo segmento, o de carros populares premium.

De uma certa forma, esse movimento acaba sendo cíclico no Brasil. Quando a demanda cresce, as montadoras dão prioridade aos veículos mais sofisticados, equipados e caros. Em momentos de retração, a solução é recorrer aos modelos mais simples e que, pelo preço menor, estimulam os clientes a investir na sua aquisição. 

Alguns especialistas apontam que o foco da indústria automobilística em carros populares se baseava principalmente no fechamento ou protecionismo do mercado automobilístico brasileiro.

Com a progressiva entrada de novas empresas na competição pelo mercado nacional, o mercado tem se alterado bastante e o consumidor tem se mostrado mais exigente. 

Na verdade, é o quebra-cabeças para os executivos e os melhores resultados serão para os mais criativos.

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Coluna do Secco – O automobilismo brasileiro moderniza-se, inspirado nos países árabes


O automobilismo brasileiro moderniza-se, inspirado nos países árabes

O automobilismo brasileiro quer seguir o exemplo dos países do Oriente Médio que exibem em cada nova etapa do Campeonato Mundial da Fórmula 1 autódromos que surpreendem pela beleza e por um novo conceito que atraem pilotos, dirigentes e empresários.

Eu chamaria de uma nova onda ou movimento de modernização do nosso automobilismo, como já ocorreu no final dos anos de 1960 e início dos anos de 1970, que lançou no mundo pilotos como Emerson Fittipaldi, Nelson Piquet e Ayrton Senna, que conquistaram oito títulos mundiais, e revelou tantos outros que “invadiram” as pistas internacionais.

O recente exemplo ocorrido nos territórios árabes e que deu uma nova fisionomia aos espetáculos das corridas entusiasmou alguns esportistas, políticos e empresários a se organizarem para modernizar os espetáculos no Brasil, por intermédio da construção de autódromos com novos conceitos que atraem o público com muito maior força.

Hoje vemos na televisão a beleza das transmissões até em mensagens publicitárias ocupando espaços da pista, com realce para os produtos de empresas patrocinadoras.

E, como uma pandemia positiva, as cidades de Cuiabá no estado de Mato Grosso; Chapecó, em Santa Catarina e, principalmente, São Francisco de Paula, na região da serra, no Rio Grande do Sul, anunciaram projetos de construção de verdadeiros centros esportivos e de lazer que, além das corridas incluem no projeto verdadeiras Disneylândias para lazer e entretenimento das famílias.

O projeto de São Francisco de Paula, na região das cidades de Gramado e Canela, é o mais recente cujo prefeito apresentou no dia 7 de março o projeto na Casa Civil do governo do estado.

Os prefeitos Constantino Orsolin, de Canela, e o de São Francisco de Paula, Marcos André Aguzzol, participaram de reunião para a apresentação do projeto do complexo automobilístico ao governo do Estado e liderado por investidores.

A pauta da reunião foi um autódromo de padrão internacional, capaz de receber uma prova da Fórmula-1, a segunda no Brasil, além da realizada em Interlagos, em São Paulo, considerada pelo automobilista Paulo Gomes, o templo do automobilismo brasileiro.

O projeto prevê, além da pista e das instalações próprias para corridas, a construção de um complexo que inclui um condomínio residencial, hotel com 300 apartamentos, centros empresarial e de compras, museus, parques e restaurantes temáticos, além de áreas para eventos e prática de esportes diversos e entretenimento.

O grupo responsável revelou que o empreendimento tem investimento previsto de R$ 3 bilhões e deverá proporcionar movimentação financeira anual de R$ 2 bilhões para a região quando em pleno funcionamento. Como comparação, a corrida da Fórmula-1, em São Paulo, movimentou R$ 1,3 bilhão.

O projeto foi apresentado pelo empresário Rodrigo Stehling ao secretário-chefe da Casa Civil, Artur Lemos, e também participaram da reunião o ex-piloto Paulo Gomes, hoje empresário de automobilismo, e Reginaldo Leme, jornalista que acompanha a Fórmula-1 há 50 anos.

Outro autódromo possível de ser concretizado é o de Cuiabá. O presidente da Federação de Automobilismo do Estado de Mato Grosso, Fernando Maggi Scheffer, um dos proprietários do Grupo Bom Futuro, empresa dedicada à cultura de soja, falou durante um evento com o governador Mauro Mendes sobre a doação de uma área de 300 hectares ao patrimônio do estado para a construção de um autódromo de padrão internacional que, além de pistas para automóveis espaço para eventos, prática de diversos esportes e entretenimento e hotel para facilidades às equipes participantes.

O Grupo Bom Futuro tem uma atuação de mais de três décadas no estado e seu principal negócio está na soja, com faturamento anual de cerca de R$ 3 bilhões e que, há alguns anos, passou a investir no automobilismo.

Outro autódromo projetado para enriquecer o automobilismo brasileiro poderá surgir no município de Chapecó, na região oeste do estado de Santa Catarina, para o qual o presidente Automóvel Clube local, Valdir Moratelli, anuncia o investimento de R$ 50 milhões para a construção, em área de 50 hectares, de um dos autódromos mais modernos do país, para a realização de corridas para todas as categorias e que comportará público que pode chegar a 50 mil pessoas, numa das melhores estruturas projetadas no estado de Santa Catarina.

Outra informação é a de que o autódromo terá centro médico, heliponto, restaurante e área de camping, além de espaços para a prática de esportes.

Valdir Moratelli acrescentou, também, que o projeto passou por avaliação da Confederação Brasileira de Automobilismo e enfatizou que recebeu a chancela do presidente Giovanni Guerra, dirigente com espírito de nova geração que trabalha para a modernização do esporte a motor, com novas categorias e projeto para a revelação de novos pilotos.

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Coluna Fernando Calmon – Preço e condições de crédito seguram as vendas de carros

Coluna Fernando Calmon nº 1.243 — 21/3/23

Preço e condições de crédito seguram as vendas de carros

Está difícil de projetar o que vai acontecer até o final do ano com o mercado de veículos leves. Um dos pontos relevantes foi a rápida subida de preços, reflexo da combinação de fatores como inflação e consequente salto dos juros de financiamento para até perto de 30% ao ano, custos de componentes, escassez de chips, problemas logísticos e também novas exigências sobre emissões, consumo de combustível e itens de segurança passiva e ativa.

Segundo a consultoria Jato Dynamics, nos últimos cinco anos o preço médio saltou 85% e hoje se situa em R$ 135.000. A média ponderada deve ficar abaixo disso já que os modelos mais baratos ainda têm peso relevante. Se o critério for o de número de salários-mínimos (SM) para adquirir um carro, o aperto aumentou de 28 SM para 50 SM no mesmo intervalo.

Este fenômeno, no entanto, é mundial. Estudo do DAT (sigla para Curador dos Carros Alemães), citado pelo site AUTOentusiastas, aponta que os preços subiram lá quase 60% em 10 anos em um país de economia muito forte e baixíssima taxa de inflação.

Outra pesquisa de maior abrangência (18 países e 17.000 entrevistados) do banco BNP Parisbas, denominada Barômetro Automobilístico 2023, registrou a queixa generalizada de 70% dos compradores: sacrifícios financeiros elevados para comprar, abastecer e manter um veículo. A tendência é de uma elitização de quem pode adquirir ou financiar um automóvel.

Voltando ao Brasil, a educadora financeira Aline Soaper destaca: “O consumidor deve analisar suas finanças pessoais e colocar na ponta do lápis se pode ou não comprar um carro novo ou usado, ou se o aluguel é uma melhor opção.”

Devo apontar, porém, que apesar da badalação da assinatura mensal, uma forma de aluguel mais abrangente por incluir todas as despesas com impostos e manutenção, é uma operação bastante cara. Exige que se tenha certeza de renda alta e duradoura para ao final do contrato firmar outro.

Em geral atende quem precisa investir em um negócio próprio e costuma comprar um carro à vista. Assim, desmobiliza o capital para obter um ganho que pague a assinatura e ainda deixe um bom dinheiro no bolso.

Incertezas políticas e jurídicas são outras variáveis que vêm afetando o mercado automobilístico. Quanto a isso nada a fazer, além de esperar e observar os acontecimentos.

Novo Sentra avança, mas o Corolla vai continuar firme

Sedãs médio-compactos já tiveram dias de glória. Corolla, dono do pedaço, conquistou 75% de participação contra apenas  15% do Cruze e presença tímida de Civic, Jetta e Arrizo 6. O segmento encolheu em razão do avanço dos SUVs. Estes vendem três vezes mais que os racionais sedãs.

Neste cenário é muito bom o relançamento do Sentra em sua oitava geração. Vindo do México e isento de imposto de importação conta com estilo moderno bem superior aos modelos anteriores, em especial desenho do teto e lanternas traseiras por R$ 148.490 e R$ 171.590.

Suas dimensões mudaram quase nada: 2.707 mm de entre-eixos e 4.646 mm de comprimento. A largura (1.816 mm) é 36 mm maior que o Corolla e apenas 9 mm a mais que o Cruze.

Porta-malas de 466 litros tem praticamente o mesmo volume do Corolla. Oferece na versão mais cara teto solar elétrico ausente no modelo da Toyota. Uma diferença a favor do Nissan é o conforto dos bancos dianteiros com a tecnologia Zero Gravity agora estendida também para o banco traseiro.

Houve evolução no acabamento interno. Ganhou 11 porta-objetos e um console central de 7,7 litros. O quadro de instrumentos tem velocímetro e conta-giros analógicos, enquanto a central multimídia de 8 pol. oferece boa resolução.

Pormenor destoante é o freio de estacionamento com pedal, uma solução datada. Carregamento por indução do celular só instalado na concessionária e preço à parte. O novo Sentra vem com seis airbags e um robusto sistema de assistência eletrônica ao motorista.

Mecanicamente o carro evoluiu com uma suspensão traseira multibraço. O motor do ciclo Atkinson de 2 litros, somente a gasolina, entrega 151 cv/20 kgf.m e a caixa de câmbio CVT tem oito marchas. Aí o Corolla ganha de novo com um motor flex de 177 cv (E)/169 cv (G) e 21,4 kgf.m para os dois combustíveis, além da CVT de 10 marchas.

Tanque de combustível do Corolla é de 50 litros (três a mais) e também ganha no consumo de gasolina: 11,9 km/l (cidade); 14,2 km/l (estrada). Em desempenho o Sentra até perde por pouco no 0 a 100 km/h: 9,4 s, apenas 0,2 s a mais que o rival, embora a massa de ambos seja coincidentemente igual (1.405 kg).

Apesar da nítida e convincente evolução holística do sedã da Nissan, mais provável que conquiste alguns pontos de participação de mercado sobre o Cruze, mas incomodar o Corolla não será possível.

 

ALTA RODA

Virada de chave total marca o novo C3, um hatch mais parecido com um SUV do que outros que como tal se autointitulam, porém a Citroën optou pelo termo “atitude SUV”. Pura estratégia da Stellantis para diferenciá-lo dos Fiat. Avaliei a versão de 1 litro (câmbio manual) e de 1,6 litro (automático). A primeira utiliza o motor Fiat tricilindro de 71 cv (G)/75 cv (E) que entrega desempenho razoável graças a uma massa de apenas 1.037 kg. A largura da carroceria (1.733 mm) é ponto positivo e a posição ao volante também, além do porta-malas de 315 L. Só não agrada o quadro de instrumentos de pobreza franciscana. Versão com motor mais forte lança mão da antiga, mas confiável unidade de origem PSA: 113 cv (G)/120 cv (E). Bem agradável de dirigir em conjunto com o câmbio 6-marchas e um surpreendente vão livre de 180 mm. Espaço interno superior aos concorrentes, mas conta com apenas dois airbags. Preços: R$ 72.990 e R$ 97.790.

Novo Mercedes-Benz GLC Coupé apresentado na Europa inclui um pseudo-híbrido (alternoarranque de 48 V) e um híbrido plugável como opções. Uma novidade é o interessante sistema para indicar o alcance elétrico levando em consideração fatores externos como temperatura ambiente, uso de aquecimento da cabine no inverno e refrigeração no verão, além do modo como o motorista dirige. Isso permite saber em que condições o alcance varia e se afasta dos números homologados em laboratório. Esse dispositivo ainda não está instalado nos modelos 100% elétricos, mas deverá ser. Finalmente a transparência de informações chegou.

 

 

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RAM convoca proprietários de picape por perigo de incêndio

A Stellantis, proprietária da marca norte-americana RAM, está convocando os proprietários das picapes 2500, ano/modelo 2020 a 2022 e 3500, ano/modelo 2022, para agendarem uma visita a uma das concessionárias da marca, com o objetivo de verificarem a necessidade da substituição da vareta de medição de óleo e do tubo de ventilação da transmissão.

Em alguns modelos foi constatada que, com o aumento de pressão no interior da transmissão, podem expulsar a vareta medidora e haver vazamento de óleo.

Em caso de vazamento de óleo, somado ao calor da região do motor, haverá risco de incêndio com a possibilidade de danos materiais, danos físicos graves ou até mesmo fatais aos ocupantes do veículo e a terceiros.

Além da vareta, a marca também realizará uma análise do alinhamento da fechadura da porta da caçamba e, se necessário, realizar o seu alinhamento, A abertura da porta da caçamba inadvertidamente, além da perda da carga, pode causar acidentes a terceiros.

Vareta de medição do óleo

Veículo Ano/modelo Núm. do chassi (últ. 8 díg.) Data de fabricação Unidades
2500 2020 a 2022 LG109935 a NG416839 De 13/01/2020 a 18/11/2022 4.966
3500 2022 NG178025 a NG416135 De 05/11/2021 a 17/11/2022 4.835

Alinhamento de fechadura

Veículo Ano/modelo Núm. do chassi (últ. 8 díg.) Data de fabricação Unidades
1500 2020 LN157511 à LN227813 De 15/09/2019 a 19/12/2019 9
2500 2019 a 2022 KG592302 a NG274158 De 23/05/2019 a 24/05/2022 4.903
3500 2022 NG178025 a NG304281 De 05/11/2021 a 30/05/2022 1.849

 

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Nova Ferrari Roma Spider chega a 320 quilômetros por hora

Com um design muito elegante e bonito, a Ferrai apresentou a nova Roma Spider, três anos após o lançamento da versão fechada.  Com uma revolucionária configuração mecânica, um dos destaques do modelo é a capota, que pode ser aberta com o esportivo em movimento. A operação de abertura ou fechamento dura no máximo 13,5 segundos.

Com a configuração 2+2, a Roma Spider conta com uma motorização V8, turbo, quatro litros, que oferece ao motorista 620 cavalos de potência máxima e 760 Nm de torque máximo. Oitenta por cento do torque aparecem com apenas 1.900 rotações por minuto. A transmissão é automática de oito marchas.

O conjunto faz com que o superesportivo acelere de 0 a 100 quilômetros por hora em apenas3, 4 segundos e chega aos 200 quilômetros por hora em 9,7 segundos. A velocidade máxima é de 320 quilômetros por hora. Isso pesando 1556 quilos, apenas 84 quilos a mais que a versão fechada.

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