Motor

Com visual agressivo e moderno, motocicletas Zontes desembarcam no Brasil

A tradicional importadora das motocicletas japonesas Suzuki, a J.Toledo, começou a importar as sofisticadas Zontes.  As motocicletas chinesas dividirão nas concessionárias com a marca Suzuki.

A Zontes foi fundada em 2003 e faz parte do grupo chinês Tayo Motorcycle Technology, que produz de motocicletas de média cilindrada, com um visual futurista e acabamento premium.

A marca desembarca inicialmente com três modelos: a V310 no estilo cruiser, a crossover T310 e a streetfighter.

Todas são equipadas com motor de um cilindro de quatro tempos, refrigeração líquida, têm potência de 35,3 cavalos a 8.600 rpm. Além do motor, as motocicletas também compartilham o sistema de freios ABS Bosch de duplo canal, keyless e painel em TFT.

Preços
Zontes V310 R$27.990,00;
Zontes T310 R$27.990,00;
Zontes R310 R$ 26.990,00.

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Juros altos e vendas em queda paralisam setor automotivo

A crise do setor automotivo continua fazendo vítimas. Depois da Volkswagen, que parou suas atividades no mês passado, agora é a vez da General Motors (Chevrolet), Hyundai e Stellantis (Fiat, Jeep, Peugeot e Citröen).

Apesar de alegarem falta de componentes, que foram responsáveis pelas paralisações das fábricas durante a pandemia, a principal causa é a baixa venda de veículos. E a brutal redução de vendas acontece graças aos juros elevados, inflação e falta de crédito. Sem compradores, as fabricantes são obrigadas a reduzir suas produções.

A Hyundai Motor Brasil informou que vai conceder férias coletivas a partir de hoje, 20 de março, até 2 de abril, tanto para a produção do HB 20 e Creta na planta de Piracicaba-SP como para o administrativo. A fábrica de motores continuará normalmente.

Em nota, a empresa afirmou que precisa “adequar os volumes de produção para o mês de março, evitando a formação de estoques e acompanhando a dinâmica do mercado interno de veículos para o primeiro trimestre do ano. Os volumes originais de produção programados para os demais meses de 2023 permanecem inalterados”.

Na fábrica da General Motors, em São José dos Campos-SP, onde é produzida a tradicional picape média Chevrolet S10, a paralisação será de 27 de março a 11 de abril.

Já no grupo Stellantis, proprietário das marcas Fiat, Jeep, Peugeot e Citröen, na planta da empresa em Goiana, Pernambuco, que produz os Jeeps Renegade, Compass, Commander e a picape Fiat Toro, a paralisação será de 22 de março até 10 de abril. Por enquanto, a maior planta do grupo em Betim-MG, onde são produzidos os modelos da marca Fiat, continuará normalmente a produção.

Produção

No início deste ano, a previsão da indústria automotiva brasileira era que as vendas de carros, comerciais leves, caminhões e ônibus novos crescessem 3%, chegando a algo em torno de 2,1 milhões de unidades.

Para se ter uma ideia, dados da Anfavea – Associação Nacional das Fabricantes de Veículos Automotores de 2013 (dez anos atrás), mostram que a produção naquele ano foi de 3,77 milhões de veículos. Vale lembrar que a capacidade produtiva do Brasil é superior a 4,5 milhões de veículos por ano.

Juros

No mês passado, a produção foi de 161,2 mil unidades, uma alta de 5,6% em relação a janeiro, quando foram produzidas 152,7 mil unidades. Mas as vendas não acompanharam esse crescimento: foram 129,9 mil unidades vendidas, frente a 142,9 mil em janeiro.

Segundo Márcio de Lima Leite, presidente Anfavea, a redução da taxa de juros é fundamental para o crescimento do setor.

“Se nós queremos crescer, retomar a indústria, com essa taxa de juros não vamos fazer. Não há dúvida em relação a isso. E não estamos elucubrando: com essa taxa de juros, o mercado não cresce. Engrossar o coro para redução dos juros é fundamental ao nosso crescimento”. (Antônio Fraga)

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Coluna Fernando Calmon – Surgem dúvidas nos EUA sobre eficácia da automação veicular

Coluna Fernando Calmon nº 1.242 — 14/3/23

Surgem dúvidas nos EUA sobre eficácia da automação veicular

Certamente os vários recursos de direção semiautônoma hoje oferecidos em grande parte dos automóveis modernos têm seu papel reconhecido para evitar acidentes ou mesmo diminuir a gravidade dos ferimentos e até a letalidade. No entanto, pelo menos uma instituição pede cautela ao analisar a eficácia dos sistemas em uso.

O Instituto das Seguradoras para Segurança nas Estradas (IIHS, na sigla em inglês) é uma organização não governamental ligada às companhias de seguro nos EUA que faz seus próprios testes de colisão e estuda as soluções mais modernas de segurança ativa e passiva. O país tem 265 milhões de veículos de quatro ou mais rodas em circulação, cinco vezes superior à frota brasileira.

David Harkey, presidente do IIHS, em encontro virtual no Congresso americano no começo deste mês informou que o aviso de colisão frontal e a frenagem
automática de emergência (AEB, em inglês) reduzem os impactos em 27% e 50%, respectivamente. Acidentes com pedestres foram evitados em 27% dos casos.

Os sistemas analisados de várias marcas eram do Nível 2 de automação parcial atualmente no mercado. “A pesquisa do IIHS apontou que em alguns casos podem aumentar o perigo nas estradas pois levam os motoristas à complacência ao volante. Os recursos atuais controlam a velocidade e até o volante, porém são incapazes de lidar com todas as situações de risco. Assim o motorista deve permanecer focado e pronto para assumir o comando o tempo todo. Em estudos observacionais, descobrimos que estes usuários tendem a dirigir mais rápido, desviam o olhar da estrada com mais frequência e por períodos mais longos, além de se envolverem em comportamentos de maior distração”, disse Harkey.

Por esse motivo, que aqui já comentei, alguns fabricantes estudam passar direto do atual Nível 2 para o Nível 4 de automação avançada com a ajuda de IA (Inteligência Artificial), descartando o Nível 3 de autonomia condicional. No Nível 4 nenhuma intervenção do motorista é mais necessária. Falta o consenso de quando isso se tornará possível e, principalmente, a que preço.

GWM apresenta três híbridos e nova estratégia de vendas

A GWM (Great Wall Motor e não Motors) escolheu para estrear no Brasil três SUVs importados da China. Os modelos H6 Premium são todos híbridos e em abril já estarão rodando por aqui.

Os preços começam em R$ 209.000 para um híbrido convencional (HEV), com pacote completo desde sistemas avançados de assistência ao motorista (ADAS, sigla em inglês), controle remoto de algumas funções pelo celular e atualização dos aplicativos a bordo pela nuvem (OTA, sigla em inglês). Com um motor elétrico e outro a combustão (1,5 turbo gasolina) entrega potência e torque combinados de 243 cv e 54 kgf.m.

Acelera de 0 a 100 km/h em 7,9 s. O Corolla Cross híbrido muito menos equipado e desempenho bem modesto de 0 a 100 km/h em 13 s, além de dimensões inferiores, custa apenas R$ 1.000 a menos na versão XRX. A Toyota tem a seu favor apenas a tradição e uma rede de concessionárias ampla.

Por R$ 269.000, o H6 Premium Plug-in oferece uma solução diferenciada e mais um carregador portátil. Com dois motores elétricos, tração 4×4, 393 cv, espantosos 77,7 kgf.m e uma inédita bateria de 34 kWh em um híbrido que permite alcance de até 170 km (ciclo Inmetro). Pode acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 4,9 s. Como não se trata de um modelo 100% elétrico, há dúvidas se o Immetro também vai exigir um corte de 30% no alcance declarado.

A marca ainda adicionou o SUV cupê H6 GT com o mesmo trem de força e desempenho praticamente igual. Por R$ 30.000 a mais inclui câmera de reconhecimento facial e sistema de som JBL.

Apresenta também comercialização diferenciada com a nomeação de agentes, sem concessionárias tradicionais, em esquema semelhante ao da Tesla. O carro será faturado diretamente ao comprador final que pode optar por receber em casa. O estoque ficará por conta da fábrica. Assistência técnica centralizada também no esquema de leva-e-traz. E nada de lojas suntuosas.

O H6, mesmo na versão de entrada, tem desempenho muito bom numa primeira avaliação nos arredores da fábrica de Iracemápolis (SP). Foi feito ótimo trabalho de acerto dinâmico, o espaço interno é um grande ponto de destaque, os equipamentos de série surpreendem (não há opcionais). Estilo é atraente, mas falta um toque de personalidade.

Ofensiva da CAOA como importadora Hyundai

Dois produtos inéditos serão importados da Coreia do Sul ainda este ano. O modelo mais atraente é o crossover compacto Kona que terá versões híbrida e elétrica, além de dimensões próximas às do Creta. A primeira oferece um motor a combustão de 1,6 L e um elétrico que juntos entregam 141 cv e 27 kgf.m. O câmbio é automatizado de duas embreagens e seis marchas.

Também há o Kona 100% elétrico com motor de 136 cv e categórico torque de 40,3 kgf.m. Principal diferença externa é a dispensa da grade dianteira. Alcance médio padrão Inmetro: 252 km. A CAOA ainda não definiu os preços, porém ambos devem chegar ao mercado em julho.

Já o Ioniq híbrido, hoje oferecido apenas em regime de locação, terá sua comercialização aberta agora em março. A mecânica híbrida é a mesma do Kona, mas se trata de um sedã liftback de porte semelhante ao Corolla com um porta-malas de 443 litros (470 litros no modelo japonês).

O grupo brasileiro também anunciou para 2024 a chegada do SUV grande Palisade com seus 4.980 mm de comprimento, 2.900 mm de entre-eixos e motor V-6 a gasolina de 3,8 L/295 cv/36,1 kgf.m. É esperado ainda o Ioniq 5, um hatch 100% elétrico com motor traseiro. Para 2025, ainda sem confirmação, poderão ser importados o Palisade híbrido e a quarta geração do Tucson. Este mesmo modelo produzido na terceira geração em Anápolis (GO) receberá retoques e faróis de LED.

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Coluna do Secco – Mau atendimento tira estrela de restaurante no Rio de Janeiro 

Mau atendimento tira estrela de restaurante no Rio de Janeiro 

Mas o que um bom restaurante tem a ver com a indústria automobilística brasileira? Simplesmente, o Guia Quatro Rodas sempre foi referência e elegeu os melhores restaurantes do Brasil.

E não é que em um evento automotivo, um restaurante no Rio de Janeiro teve a sua estrela revogada pessoalmente pelo criador da especial premiação.

Aconteceu em 1992, quando a Ford, seguindo a lógica do mercado de aprimorar seus produtos para torná-los sempre atrativos aos clientes, promoveu no Rio de Janeiro o lançamento da segunda geração do automóvel Verona, uma versão modernizada do Escort equipada com motor Volkswagen AP, nas versões 1.8 e 2.0. Entre as novidades, o Verona, na época tido como um dos carros mais silenciosos e confortáveis do mercado brasileiro, era equipado com catalisador para atender as normas do Proconve.

Essa nova geração do Ford Verona ocorreu três anos depois do lançamento do automóvel no mercado brasileiro, que foi o primeiro produto da Autolatina, a joint-venture estabelecida em 1987 entre a Ford e a Volkswagen que participou do mercado brasileiro até 1996, quando a união das empresas foi encerrada.

O presidente da Ford da época era Robert Gerrity, um norte-americano voluntarioso que apreciava inovações e ações que promovessem a marca e os produtos.

Para o lançamento da nova geração do Ford Verona, Robert Gerrity determinou que gostaria que a editora Abril participasse do evento com seus repórteres especializados, mas que também desejava contar com a presença de diretores da revista Quatro Rodas e da Editora Abril.

Outra recomendação do presidente da Ford: desejava que os diretores da Editora Abril aceitassem o convite para jantar, no final do evento de apresentação do novo veículo, com alguns representantes da empresa.

Para esse programa importante, o meticuloso e competente gerente de Relações Públicas, Júlio Carvalho, fez uma reserva num dos melhores restaurantes do Rio de Janeiro da época.

Na última noite do programa seguimos para o restaurante, no bairro do Leblon, com antecipação por volta de meia hora da reserva e permanecemos durante uma longa e animada conversa sem nos atermos ao horário do jantar, até que José Carlos Marão, diretor de redação da revista, nos informou que já havia passado quase uma hora da reserva feita pela Ford e ainda não havíamos sido chamados.

Nessa noite, tivemos a confirmação de que, quando a conversa é boa e os companheiros são agradáveis nem lembramos de nos alimentar.

Com a lembrança de Marão, teve início uma sequência de cobranças sobre a reserva da Ford e todas as vezes os garçons e o maitre pediam desculpas e que logo nos chamariam para o jantar.

Por volta das 22 horas, Julio Carvalho chamou o gerente do restaurante que, demonstrando incômodo com a nossa cobrança, perdeu a elegância inicial e, nervosamente, nos recomendou que se não estivéssemos satisfeitos poderíamos procurar outro restaurante.

É evidente que o programa perdeu o brilho e também sentimos que a cortesia e o ambiente acolhedor recebidos em nossa chegada foram substituídos por desrespeito e até agressividade dos responsáveis pelo restaurante.

Os maus profissionais evidentemente não sabiam que a reserva fora feita pela Ford para uma reunião com diretores da Editora Abril. Que um dos participantes do pretenso jantar era o criador do prêmio aos melhores restaurantes do Brasil e que o gerente de Relações Públicas da Ford, Julio Carvalho, o escolheu para a reunião por ser uma casa premiada pela revista Quatro Rodas.

Ao sairmos, o diretor da Editora Abril, Thomas Souto Corrêa, tomou uma atitude surpreendente e que fez jus ao mau tratamento recebido por nós. 

Se dirigiu ao local onde estava fixada a placa recebida como um dos melhores restaurantes do Brasil, um espaço elegante e de muito realce, e sentenciou: como eu instituí esse prêmio, tenho o direito de cassá-lo por tratamento desrespeitoso a seus clientes. E, com muita calma, tirou a placa da parede, colocou-a debaixo do seu braço e, realmente, cancelou a premiação por considerá-la sem validade.

Para nós, foi uma divertida vingança. Para os responsáveis pelo restaurante ficou a perda de uma importante avaliação da casa.

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Feirão Dia “D” tem modelos da Fiat com taxa zero e grandes descontos

A Fiat reedita de hoje (16) a 18 de março, em todas as concessionárias da marca, o grande feirão Dia “D”. Sucesso nos anos anteriores, a ação conta com taxas zero, bônus para consórcio contemplado e descontos de mais de R$ 30 mil.

Um dos destaques é para quem possui consórcio contemplado (de qualquer instituição). A Fiat vai oferecer um bônus para praticamente toda a gama: Argo (Trekking e Drive 1.3), Cronos (Precision e Drive 1.3) e todas as versões da Strada, Toro, Pulse, Fastback, 500e, Fiorino, Scudo e Ducato.

O SUV coupé Fastback, também está com condições especiais. A versão Audace sai a partir de R$125.990. Além disso, toda a linha do Fastback está com taxa zero na condição de 70% de entrada e 18 parcelas sem juros.

As versões 1,0 e as automáticas Drive e Precision do Cronos também estão com taxa zero. É possível adquirir o sedã com 60% de entrada e em 24x sem juros. Já a linha Pulse está custando a partir de R$94.990 na versão Drive 1.3 manual. A picape Toro na versão de entrada, a Endurance Flex, está com valor de R$129.990.

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Piloto campineiro é um dos destaques do Mundial de Endurance

Começa nesta sexta-feira (17) o WEC – World Endurance Championship. A primeira das sete etapas será em um dos palcos mais tradicionais do esporte a motor mundial: a pista norte-americana de Sebring.

A prova, com 1000 milhas de duração, traz boas lembranças para o brasileiro André Negrão, que no ano passado venceu a corrida na classificação geral, depois de largar na pole position.

Neste ano, Negrão segue com o mesmo time com o qual garantiu o triunfo de 2022, a francesa Alpine, mas na categoria LMP2. Ele também terá novos companheiros de equipe, o experiente mexicano Memo Rojas (41 anos) e o novato britânico Olli Caldwell (20 anos).

Além de ganhar entrosamento com seus novos companheiros, Negrão também terá tecnicamente outra novidade para se adaptar, os pneus Goodyear – obrigatórios para a LMP2.

O brasileiro jamais andou com esses compostos em seus cinco anos anteriores no WEC, utilizando Michelin até o ano passado na categoria Hypercar e Dunlop no início de sua primeira incursão na LMP2 – quando conquistou o título da temporada 2018-19 e faturou duas vezes as 24 Horas de Le Mans, em 2018 e 2019.

“Temos grandes marcas e pilotos neste ano, e temos ótimos nomes na LMP2, caras que já fizeram história no automobilismo mundial. Tenho inclusive um do meu lado no meu carro: o Memo (Rojas) foi tetracampeão do IMSA, tricampeão das 24 Horas de Daytona e bicampeão da European Le Mans Series na LMP2”, ressalta André. “Então, acho que estamos bem preparados para nos defender neste grid competitivo. Espero ter um ano bom e divertido”, completa.

O brasileiro faz sua avaliação inicial sobre a temporada: “Estou muito ansioso para ir para a pista competir novamente. Estamos desde o início de novembro do ano passado sem correr, então tem aquela ansiedade antes do retorno. Neste ano temos muitos desafios, novos companheiros de equipe, Memo e Olli, com quem ainda preciso ganhar entrosamento técnico, e os pneus. O carro, no caso, eu já conheço, é praticamente o mesmo de quando corri na LMP2 da última vez”.

“Porém, os pneus são a grande chave para nós, entender como eles funcionam e como iremos acertar o carro para as provas. Obviamente o estilo de pilotagem, tirando o máximo sem superaquecer demasiadamente a borracha, também é outra questão para nós pilotos termos em mente”, conclui.

Estrelas

O WEC chega prometendo bastante para a temporada 2023. Se de um lado a categoria principal Hypercar terá Ferrari, Porsche e Cadillac se juntando a Toyota e Peugeot, a LMP2 contará também com bons nomes em seu grid.

Ex-pilotos da Fórmula 1 também disputarão o campeonato neste ano. Entre os anunciados estão o russo Daniil Kvyat, o polonês Robert Kubica, o holandês Giedo van der Garde e o brasileiro Pietro Fittipaldi.

Para Negrão, isso só acrescentará no desafio para sua temporada: “O WEC vem em crescimento desde o anúncio da categoria Hypercar, muitas montadoras estão olhando para o campeonato”.

Prova
Quarta-feira, 15

11h55: Treino Livre 1
17h35: Treino Livre 2

Quinta-feira, 16
12h55: Treino Livre 3
19h30: Classificação

Sexta-feira, 17
13h00: Corrida
*Horário de Brasília

Temporada 2023
Data / Pista / País / Duração
17/03 – Sebring – EUA – 1000 milhas
16/04 – Portimão – Portugal – 6 horas
29/04 – Spa-Francorchamps – Bélgica – 6 horas
11/06 – Le Mans – França – 24 horas
09/07 – Monza – Itália – 6 horas
10/09 – Fuji – Japão – 6 horas
04/11 – Sakhir – Bahrein – 8 horas

Equipe Alpine

Pilotos
André Negrão, 30 anos, Brasil
Olli Caldwell, 20 anos, Inglaterra
Memo Rojas, 41 anos, México

Alpine A470
Chassi: Oreca 07 (França), fibra de carbono
Motor: Gibson GK-428 (Inglaterra), 4,2 litros, V8 naturalmente aspirado, gasolina, 603cv
Eletrônica: Cosworth (Inglaterra)
Câmbio: Xtrac Transmission (Inglaterra), 6 velocidades
Tanque: 75 litros, padrão FIA FT3

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Cresce a produção de motocicletas no Polo Industrial de Manaus

Segundo a Abraciclo – Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares, em fevereiro, foram fabricadas 121.403 motocicletas na linha de montagem do PIM – Polo Industrial de Manaus em fevereiro.

O volume é 13,4% superior ao registrado no mesmo mês do ano passado (107.046 unidades) e 1,2% menor na comparação com janeiro (122.917 motocicletas).

A produção totalizou 244.320 unidades no primeiro bimestre de 2023, aumento de 28,1% em relação ao mesmo período de 2022 (190.789 motocicletas).

“Apesar do menor número de dias úteis devido ao feriado de Carnaval, todas as unidades fabris operaram normalmente em fevereiro e aceleraram o ritmo de produção”, afirma o presidente, Marcos Fermanian.

A produção alcançada em fevereiro foi a melhor registrada para o mês desde 2014, quando foram fabricadas 140.259 unidades. O primeiro bimestre foi o melhor desempenho em dez anos (286.816 motocicletas).

Na análise de Fermanian, “o segmento iniciou o ano de 2023 acelerando a produção. Com a tendência de alta nos próximos meses, vamos em busca do equilíbrio entre oferta e demanda com os consumidores”, avalia.

Para este ano, a estimativa da Abraciclo é que a produção totalize 1.550.000 unidades, o que corresponde a um crescimento de 9,7% na comparação com o ano passado (1.413.222 motocicletas).

Varejo

Com 100.613 motocicletas emplacadas, fevereiro fechou com aumento de 34,2% na comparação com o mesmo mês de 2022 (74.972 unidades) e retração de 9% em relação a janeiro (110.561 motocicletas).

Segundo dados da Abraciclo, os negócios no varejo também atingiram o melhor resultado em dez anos. Naquele ano, os licenciamentos somaram 119.462 unidades.

Devido ao feriado de Carnaval, o mês teve 18 dias úteis, quatro a menos que janeiro. A média diária de licenciamentos foi de 5.590 unidades/dia, alta de 11,2% em relação ao mês anterior (5.026 motocicletas/dia). Na comparação com fevereiro de 2022, que teve 20 dias úteis, o aumento foi de 49,1% (3.749 unidades/dia).

A categoria mais emplacada em fevereiro foi a Street, com 52.474 unidades e 52,2% do mercado. Na sequência do ranking, ficaram a Trail (18.335 motocicletas e 18,2% de participação) e a Motoneta (14.039 unidades e 14%).

As motocicletas de baixa cilindrada totalizaram 83.042 emplacamentos, o que corresponde a 82,5% do mercado. Já os modelos de média cilindrada representaram 14,5% dos licenciamentos (14.595 unidades) e os de alta cilindrada somaram 3% dos negócios no varejo (2.976 motocicletas).

A compra de modelos de média cilindrada cresceu 42,5% em um ano, enquanto a de alta cilindrada aumentou 11,5%.

No primeiro bimestre foram emplacadas 211.174 motocicletas, volume 28,3% superior ao registrado no mesmo período de 2022 (164.633 unidades). A Abraciclo estima que este ano sejam licenciadas 1.490.000 motocicletas, alta de 9,4% em relação a 2022 (1.361.941 unidades).

Mercado

Com 39.174 motocicletas emplacadas e 38,9% do mercado, a região Sudeste liderou o ranking  de licenciamento em  fevereiro. A região Nordeste ficou em segundo lugar (28.695 unidades e 28,5% de participação).

Na sequência vieram as regiões Norte (13.224 motocicletas e 13,1%),  Centro-Oeste (10.376 unidades e 10,3%) e Sul (9.144 motocicletas e 9,1%).

As posições foram mantidas no levantamento do primeiro bimestre: Sudeste (81.434 motocicletas e 38,6% do mercado), Nordeste (61.824 unidades e 29,3%), Norte (27.221 motocicletas e 12,9%), Centro-Oeste (21.026 unidades e 10%) e Sul (19.669 motocicletas e 9,3%).

EMPLACAMENTOS DE MOTOCICLETAS
  FEVEREIRO 2022 JANEIRO 2023 FEVEREIRO 2023    
CATEGORIA A PARTICIPAÇÃO B PARTICIPAÇÃO C PARTICIPAÇÃO C/A C/B
STREET 35.837 47,8% 58.423 52,8% 52.474 52,2% 46,4% -10,2%
TRAIL 14.264 19,0% 20.681 18,7% 18.335 18,2% 28,5% -11,3%
MOTONETA 10.038 13,4% 14.560 13,2% 14.039 14,0% 39,9% -3,6%
SCOOTER 9.251 12,3% 9.820 8,9% 9.041 9,0% -2,3% -7,9%
NAKED 1.682 2,2% 2.166 2,0% 2.055 2,0% 22,2% -5,1%
BIG TRAIL 1.400 1,9% 1.722 1,6% 1.523 1,5% 8,8% -11,6%
CICLOMOTOR 1.412 1,9% 1.886 1,7% 1.851 1,8% 31,1% -1,9%
CUSTOM 540 0,7% 701 0,6% 712 0,7% 31,9% 1,6%
SPORT 434 0,6% 462 0,4% 428 0,4% -1,4% -7,4%
TRICICLO 79 0,1% 100 0,1% 104 0,1% 31,6% 4,0%
TOURING 35 0,0% 40 0,0% 51 0,1% 45,7% 27,5%
TOTAL 74.972 110.561 100.613 34,2% -9,0%

Fonte: Associadas Abraciclo

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McLaren faz festa para comemorar 10º anos do superesportivo P1

A McLaren está celebrando o 10º aniversário de lançamento da versão de rua do McLaren P1. Revelado no Salão Internacional de Genebra em 2013, este superesportivo é reconhecido como um marco tanto pela McLaren como no desenvolvimento de carros híbridos de alta performance – como foi o recente caso do totalmente novo McLaren Artura.

Criado com o propósito de ser “o melhor carro do mundo para pilotar tanto nas ruas quanto nas pistas”, o desenho e as especificações técnicas do McLaren P1 forneceram as condições ideais para cumprir essa ambição.

Uma série de testes e desenvolvimentos realizados ao longo de 2013 – incluindo as voltas no famoso Nürburgring Nordschleife – imediatamente consolidaram as credenciais do carro.

O motor biturbo V8 M838TQ de 3,8 litros alcançando 737 cv combinado com o leve motor elétrico produzindo 179 cv resulta no total de 916 cv.

Estes níveis de performance eram – e continuam sendo – surpreendentes: aceleração de 0 a 100 km/h em 2,8 segundos; de 0 a 200 km/h em 6,8 segundos; e 0 a 300 km/h em 16,5 segundos – cinco segundos mais rápido que o lendário McLaren F1.

A velocidade máxima de 350 km/h acrescentou o apelo e reputação do McLaren P1, mas foi a imediata resposta do acelerador e do torque que não deixou dúvidas de que a eletrificação poderia realmente melhorar o trem de força dos modernos motores turbo.

Juntamente com o reconhecido trem de força híbrido a gasolina e elétrico, o hipercarro da linha Ultimate foi sustentado por dois notáveis pontos fortes da McLaren – o baixo peso do veículo e a excelência aerodinâmica.

O monocoque MonoCage monocoque em fibra de carbono do McLaren P1 foi um desenvolvimento da estrutura MonoCell usada no supercarro McLaren 12C e um ponto chave para otimizar a massa num veículo com o levíssimo peso de 1.395 kg sem os líquidos. Abastecido, o peso chegou a 1.490 kg.

A incessante busca pela redução do peso permanece uma prioridade da McLaren, e em 2023 o novo Artura – também um híbrido de alta performance, mas um supercarro de série generosamente equipado e não um hipercarro radical de edição limitada – tem o peso total de 1.498 kg.

O McLaren P1 não tinha tapete no assoalho (era considerado desnecessariamente pesado) nem isolamento acústico. O vidro foi reprojetado para reduzir o peso: o teto de vidro superleve foi quimicamente enrijecido e tem a espessura de apenas 2,4 milímetros.

Isso foi desenvolvido usando o mesmo software e metodologia da equipe McLaren de Fórmula 1. O DRS (Sistema de Redução de Arrasto) foi integrado ao desenho do McLaren P1 para reduzir a pressão aerodinâmica e aumentar a velocidade de retas, por meio do levantamento da asa traseira, ao invés da utilização de uma aleta móvel.

Dez detalhes que distinguem  o McLaren P1 

1) O McLaren P1 vai de zero a 300 km/h em 16,5 segundos – 5,5 segundos mais rápido que o lendário McLaren F1.

2) O McLaren P1 pode trafegar no modo totalmente elétrico e com zero emissões em curtas distâncias no tráfego urbano.

3) No modo corrida, o McLaren P1 baixa até 50 milímetros e as molas endurecem até 300 por cento, permitindo ao carro fazer curvas a mais de 2 g (duas vezes a força da gravidade).

4) A asa traseira ajustável do McLaren P1 alonga a carroceria em até 120 milímetros nas ruas e até 300 milímetros nas pistas.

5) Discos de carbono cerâmica revestidos de carbeto de silício (composto químico de carbono e silício) permitem ao McLaren P1 frear dos 100 km/h a zero em apenas 30,2 metros.

6) O escapamento de Inconel (superligas de níquel cromo) ao estilo da Fórmula 1 segue a mais direta rota do motor à traseira do McLaren P1 e pesa apenas 17 quilos.

7) O volante do McLaren P1 é tecnicamente tão preciso quanto o usado pelos pilotos da McLaren F1. A “pega” dos McLaren campeões de Fórmula 1 foi moldada no sistema CAD durante o desenvolvimento e escaneada para produzir uma réplica exata.

8) Cada McLaren P1 foi construído por uma equipe de 82 técnicos em quatro turnos de processo de montagem. Do começo ao fim, cada carro foi concluído em 17 dias.

9) Durante seu programa de desenvolvimento, o McLaren P1 cobriu mais de 620.000 quilômetros de testes, equivalente a mais de 15 voltas pela Terra.

10) O nome P1 é originado das corridas de Grande Prêmio – P1 significando “primeira posição”, mas há também uma herança no nome: o McLaren F1 foi inicialmente conhecido como Project 1, ou P1.

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Revolucionário Citroën Xantia comemora 30 anos de seu lançamento

 

Um dos melhores automóveis já produzidos pela indústria automotiva francesa está comemorando 30º anos. O Citroën Xantia foi apresentado março de 1993, durante o Salão do Automóvel de Genebra.

Com exatas 1.326.259 unidades produzidas de 1993 a 2010, inclusive para o Brasil, na  fábrica de Rennes–la-Janais, na França, o Xantia se destacava pelo design moderno, acabamento e suspensão.

Finalizado por Daniel Abramson no centro de estilo da Citroën, a partir de um projeto do estúdio italiano Bertone, ele foi o sucessor do BX dos anos 80.

Dinâmico, fluido e robusto, o misto de sedã e coupé, retoma algumas linhas do saudoso XM e impõe uma nova silhueta na linha Citroën. Graças ao seu estilo único, o Xantia foi eleito o melhor carro do ano em 1993, logo após o seu lançamento.

Inovação

Durante nove anos de produção, o Xantia passou por várias evoluções. Inicialmente, estava disponível em duas versões (SX e VSX), com três motorizações diferentes.

As versões topo de linha eram equipadas com o sistema hidropneumático Hydractive II, sistema de suspensão controlado eletronicamente, que permite reduzir o rolamento e melhorar a dirigibilidade sem deixar o conforto de lado.

Em 1994, foi lançada a versão Activa, incorporando o sistema Hydractive II, complementado por dois cilindros que evitam que o rolamento ultrapasse 0,5°, elevando para 10 o número a bordo dos compartimentos esféricos que acumulam o fluido do sistema.

Pouco tempo depois, em parceria com a Michelin, foi criada uma tecnologia exclusiva para a produção de pneus específicos para o modelo.

Em 1997, passou por uma reestilização. E finalmente, em 1998, o Xantia estreou pelo Grupo PSA o novíssimo motor diesel 2.0 HDi, com injeção de diesel de alta pressão.

Conforto, segurança, tecnologia e prazer ao dirigir foram as palavras de ordem do lançamento do Xantia em 1993. Um conforto sem paralelo na época, com uma tapeçaria e bancos que se tornaram uma verdadeira assinatura do sedã e dos modelos que o sucederam.

No interior, o Xantia exibia uma verdadeira harmonia entre cores e materiais em um espaço interno privilegiado e mais segurança a bordo.

Conforto

Em termos de inovação, foi a chegada do Hydractive II, uma tecnologia que combina o poder da hidráulica e a velocidade da eletrônica, o que simbolizou a diferença do Xantia.

Sua suspensão hidropneumática é equipada com uma esfera adicional por eixo, que pode ser ativada por meio de válvulas solenoides integradas ao circuito normal com uma esfera por roda. Isso permite definir dois estados de flexibilidade e amortecimento da suspensão: uma flexível e uma esportiva.

Os sensores permitem que o computador escolha entre os dois modos, dependendo da situação de condução. Em ambos os casos, essa tecnologia permite que motoristas e passageiros viajem com muito mais conforto.

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Em parceria com a Star Wars, Yamaha lança a NMax Mandalorian

Juntamente com o lançamento da série “The Mandalorian” no canal Disney+, a Yamaha lança nova edição limitada em parceria com o Star Wars. A NMax Connected 160 ABS Mandalorian conta com grafismos que fazem alusão à armadura do protagonista da série “The Mandalorian”.

O scooter na cor prata, que remete ao raríssimo metal Beskar utilizado na armadura do guerreiro mandaloriano e detalhes em marrom que completam a vestimenta.

Tem gráficos com o nome da parceria Star Wars | Yamaha, o nome da série “The Mandalorian” e o ícone com o código mandaloriano, “This is the way”, no pára-lama dianteiro do modelo. Sua carenagem frontal recebe gráficos que seguem as linhas do farol e fazem alusão ao capacete.

Os fãs mais atentos ainda notarão, na carenagem lateral traseira, a inscrição com o nome da série “The Mandalorian” escrito no idioma mandaloriano.

Este é o quarto lançamento da parceria Star Wars/Yamaha, seguindo o sucesso de vendas dos modelos NMax Império Galáctico e NMax Aliança Rebelde, lançados em 2020, e do XMax Darth Vader, comercializado em 2022.

A NMAX Connected 160 ABS Mandalorian, com motor de 160cc e 15,4 cavalos de potência, é uma edição limitada a 400 unidades, e terá o preço público sugerido de R$ 20.290,00 + frete.

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