Empregos

Grupo Bloomin’ Brands anuncia nova diretora de Marketing

Com passagem por grandes varejistas, Raquel  Paternessi irá liderar as frentes de Marketing, Vendas e Growth das marcas Outback Steakhouse, Abbraccio e Aussie

O Grupo Bloomin’ Brands, detentor das marcas Outback Steakhouse, Abbraccio e Aussie, acaba de anunciar Raquel Paternesi como sua nova diretora sênior de Marketing. Com extenso histórico em empresas de destaque, Raquel traz consigo uma vasta experiência e uma forte visão estratégica.

Raquel possui MBA em Marketing Estratégico pela ESPM, Liderança e Finanças pela John Brown University e transformação digital pela FIA, e tem mais de 25 anos de experiência liderando equipes de Marketing. Com forte habilidade de compreender as dinâmicas e as tendências do mercado consumidor, tem passagens significativas por empresas como Fini Company, Cacau Show, Bob’s e Walmart. Durante a trajetória profissional, participou ativamente do crescimento da Cacau Show, atuando fortemente no desenvolvimento de campanhas sazonais e das marcas LaCreme e Bendito Cacao. No Bob´s transformou o marketing digital, trazendo protagonismo para a marca em sua celebração de 70 anos.

Além do Marketing, a profissional também irá liderar as áreas de Vendas e Growth, com foco em dar continuidade à estratégia de impulsionar o crescimento geral do negócio.

“Estou muito animada por fazer parte do grupo Bloomin’ Brands, uma empresa com marcas tão icônicas e amadas pelo público brasileiro. O cenário é muito promissor para seguirmos inovando, surpreendendo e estarmos cada vez mais próximos dos nossos clientes”, diz Raquel.

As três marcas pertencentes ao Grupo Bloomin’ Brands estão presentes na região. O Outback possui cinco unidades em Campinas, nos shoppings Iguatemi, Parque Dom Pedro, Galleria, Campinas Shopping e Parque das Bandeiras, esta última inaugurada em maio de 2023. A rede também tem restaurantes em Piracicaba, no Shopping Piracicaba, e em Limeira, no Pátio Limeira Shopping, todas com o serviço de delivery disponível. A rede possui ainda restaurantes em Jundiaí, no JundiaíShopping (com delivery), e Itupeva, no Outlet Premium São Paulo (sem delivery). Na região metropolitana de Sorocaba, o Outback está presente no Iguatemi Esplanada, com entregas para diversos bairros de Sorocaba e Votorantim.

Em Campinas, o Abbraccio está localizado no primeiro piso do shopping Iguatemi, com atendimento presencial e também pelo iFood. A marca também está presente na região metropolitana de Sorocaba, por meio de uma operação que funciona exclusivamente pelo delivery, via iFood, instalada no Iguatemi Esplanada, com entregas para diversos bairros de Sorocaba e Votorantim.

Já a marca Aussie possui atendimento 100% delivery via iFood, com entregas para diversos bairros das cidades de Campinas, Piracicaba, Limeira e Sorocaba.

Sobre a Bloomin´Brands:

Com   sede   em   Tampa, na Flórida, a Bloomin’Brands  Inc. é uma das maiores empresas de restaurantes casuais do mundo, com  aproximadamente 90  mil colaboradores e mais de 1,5 mil restaurantes em mais de 20 países. A companhia é detentora das marcas Outback Steakhouse, Abbraccio Cucina Italiana, Aussie Grill, Fleming’s Prime Steakhouse & WineBar, BonefishGrill e Carrabba’s Italian Grill.   Qualidade excepcional, hospitalidade e ambientes aconchegantes são princípios que fazem parte da cultura da  empresa e contribuem para o  sucesso dos  restaurantes. No Brasil, a Bloomin’ Brands possui aproximadamente 12 mil colaboradores e atua com as marcas Outback Steakhouse, Abbraccio e Aussie Grill.

 

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Justiça condena Cargill por contribuir com rede de trabalho infantil

Uma das maiores exportadoras de commodities, a Cargill foi condenada, em primeira instância, por manter como fornecedores de cacau produtores rurais que praticavam trabalho infantil e trabalho análogo à escravidão.

Segundo informações do Ministério Público do Trabalho (MPT), como forma de compensação, a companhia deverá pagar R$ 600 mil, a título de dano moral coletivo, e implementar medidas, como a formalização de contratos com todos os produtores e fornecedores do fruto, a principal matéria-prima na fabricação de chocolates e manteiga de cacau comercializados por ela. Ao todo, são seis as obrigações impostas à empresa.

Para as quatro procuradoras que ficaram responsáveis pelo caso, a indústria do cacau tem como um traço a ganância e assume com naturalidade a exploração de trabalhadores da base, em nome do lucro, conforme destacou o MPT da Bahia em nota.

A Justiça do Trabalho também determinou que a Cargill contribua para a fiscalização desse tipo de crime, em seu segmento de atuação. A companhia precisará, ainda, manter uma campanha publicitária de combate ao trabalho análogo à escravidão e ao trabalho infantil, por, pelo menos, três anos, podendo ser multada em R$ 10 mil, caso descumpra as ordens estabelecidas.

A juíza Naiara Lage Pereira, que julgou o caso, argumentou que não há dúvidas sobre a perpetração de ilegalidades nas fazendas da Bahia e do Pará, assim como a associação entre os fornecedores flagrados e a Cargill. No entendimento da magistrada, destaca o MPT,  “ao privilegiar a contratação através de repassadores, a demandada [Cargill] fomenta cada vez mais o chamado sistema de terceirização material, dando margem para ampliar a precarização das relações de trabalho”.

Em resposta ao questionamento da Agência Brasil sobre a condenação, a Cargill afirmou que não pode comentar detalhes do processo e explicou que não tolera tráfico humano, trabalho forçado ou infantil em suas operações ou cadeia de suprimentos” e que procura antever “potenciais problemas”, enquanto “trabalha ativamente para proteger os direitos humanos”.

“Apoiamos os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU) de promover trabalho decente para todos, incluindo o objetivo de eliminar o trabalho infantil. No Brasil, todos os fornecedores são verificados em relação às listas de embargo do governo e, se forem identificadas violações, tomamos medidas imediatas para suspender o fornecedor”, escreveu.

“Essa meta será atingida como parte do programa Cargill Cocoa Promise, o qual inclui as regiões de originação no Brasil. A Cargill também é signatária da iniciativa multisetorial Cocoa Action, uma ação pré-competitiva que alinha diferentes atores da cadeia para catalisar esforços e endereçar problemas prioritários para a sustentabilidade do cacau.

Em mais de seus 56 anos presente no Brasil, a Cargill tem demonstrado esse comprometimento na observância e conformidade com todas as leis vigentes e aplicáveis aos seus negócios. Levamos esse compromisso a sério e exigimos que nossos fornecedores e parceiros se juntem a nós na priorização da segurança, bem-estar e dignidade dos indivíduos. Mais informações sobre o compromisso da Cargill com os ODS-08 especificamente para cadeia do cacau podem ser encontradas aqui”, acrescentou a companhia. (Agência Brasil)

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Mulheres negras recebem 48% do que ganham homens brancos

Pesquisa do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV) aponta que, no primeiro trimestre de 2023, a remuneração média das mulheres negras era de R$ 1.948, o que equivale a 48% do que homens brancos ganham na média, 62% do que as mulheres brancas recebem e 80% do que os homens negros ganham.

Cálculos feitos pela pesquisadora Janaína Feijó mostram que 50% da distância entre a remuneração de mulheres negras e a de homens brancos está relacionada a características do trabalho referentes ao tipo de atividade e função que elas exercem. “Então, é importante perseverar em melhorias no campo da educação”, afirmou, em nota.

Carteira de trabalho digital.

Essa desigualdade permanece apesar do aumento do contingente de mulheres negras na população em idade ativa e da ampliação da escolaridade. Segundo o levantamento, entre o primeiro trimestre de 2012 e o de 2023, a população em idade para trabalhar cresceu 13,4% no Brasil; entre mulheres negras, essa expansão foi de 24,5%, próximo do registrado para homens negros (22,3%), e muito acima do percentual entre homens brancos (2,8%) e mulheres brancas (1,9%).

De acordo com a pesquisadora, a participação das mulheres negras que chegaram ao ensino superior e concluíram o curso dobrou, de 6% em 2012 para 12% em 2023. Esse avanço, entretanto, não foi suficiente para melhorar outros indicadores deste grupo no mercado de trabalho.

Apenas pouco mais da metade (51%) que têm idade para trabalhar (14 anos ou mais) estavam no mercado de trabalho – ou seja, empregada ou buscando uma atividade remunerada – no primeiro trimestre de 2023.

Entre essas mulheres, o desemprego continua sendo maior. No primeiro trimestre, era de 13,1%, contra 8,8% para o total do Brasil, de acordo com os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). “Entre todas as mulheres negras em idade para trabalhar, que somaram 50 milhões no primeiro trimestre de 2023, apenas 44% (22,1 milhões) estavam empregadas.

Esse nível tem permanecido estável ao longo do tempo e é o menor quando comparado com os demais grupos: para as mulheres e homens não negros, esse percentual foi de 49,3% e 67,7%, respectivamente”, disse Janaína.

As mulheres negras empregadas estão majoritariamente em funções que apresentam remunerações mais baixas e que estão mais associadas à informalidade. Janaína ressalta que mais da metade (55%) são trabalhadoras dos serviços, vendedoras ou trabalhadoras de ocupações elementares. Segundo ela, os fatores que levam a esse quadro são múltiplos, a começar por barreiras dadas por preconceitos ou falta de oportunidades para capacitação.

A informalidade também se mostra o caminho para mães que não têm uma rede de apoio financeira ou de cuidados para suas crianças pequenas, de acordo com Janaína.

Levantamento anterior da pesquisadora do Ibre/FGV aponta que, entre 2012 e 2022, o número de mães solo negras saltou de 5,4 milhões para 6,9 milhões, que representa quase 90% do crescimento total observado no período. Do total de mães solo brasileiras, 72,4% vivem em domicílios monoparentais, ou seja, compostos apenas por elas e seus filhos.

O levantamento foi realizado em referência ao Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, celebrado em 25 de julho. (Agência Brasil)

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Governo instala GT para regulamentar trabalho por aplicativos

O grupo de trabalho (GT) que vai definir uma proposta de regulamentação das atividades de prestação de serviços, transporte de bens, transporte de pessoas e outras atividades executadas por intermédio de plataformas tecnológicas se reuniu nesta segunda-feira (5) pela primeira vez.

 

Representantes das empresas de serviços, dos trabalhadores do setor e de outras áreas do governo têm prazo de 150 dias, a partir da data de entrada em vigor dodecreto de criação do grupo, prorrogável por igual período, para apresentar o relatório final das atividades.

“Nossa obrigação é refletir sobre como podemos garantir o equilíbrio. A jornada não pode ser extenuante. O trabalho tem que ser valorizado. Como dar transparência, evitar que um trabalhador ou trabalhadora, se sentindo prejudicado, tenha alguém com quem falar, não uma máquina. Essas questões são importantes e é preciso garantias”, disse o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho.

Durante a instalação da mesa do grupo tripartite, o ministro lembrou que as empresas responsáveis por aplicativos se manifestaram favoráveis ao reconhecimento de garantias sociais e de previdência social, por exemplo. “Mas isso é muito pouco. É essencial, mas é pouco”, avaliou Marinho.

“É evidente que nós temos que construir. Peço serenidade das partes no processo de construção de um entendimento que possa oferecer depois ao parlamento as possibilidades de se transformar em lei. Temos que assumir a responsabilidade de oferecer ao parlamento um projeto equilibrado”, concluiu.

Em nota, o ministério informou que o GT deve discutir hoje questões que afetam diretamente a relação de trabalho entre empresas e empregados, como condições de trabalho, jornada, segurança e proteção social. A reunião será fechada. (Agência Brasil)

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Grupo Bloomin´Brands oferece mais de 30 vagas de emprego em Campinas, Piracicaba, Jundiaí e Itupeva

Oportunidades nos restaurantes Outback e Abbraccio são para os cargos de atendente de restaurante, atendente de bar, recepcionista, auxiliar de limpeza e auxiliar de cozinha; empresa não exige experiência, mas é necessário ter ensino médio/técnico completo

Créditos: Ricardo Lima

O grupo Bloomin´Brands, detentor das marcas Outback Steakhouse, Abbraccio e Aussie Grill, abre processo seletivo para o preenchimento de mais de 30 vagas de emprego nas cidades de Campinas, Piracicaba, Jundiaí e Itupeva. Há oportunidades para os cargos de recepcionista, atendente de restaurante, atendente de bar, auxiliar de limpeza e auxiliar de cozinha.

As vagas são referentes aos restaurantes Outback Iguatemi Campinas, Galleria Shopping, Parque D. Pedro Shopping, Shopping Piracicaba, JundiaíShopping e Outlet Premium São Paulo, e ao restaurante Abbraccio Iguatemi Campinas.

Os interessados nas vagas dos restaurantes Outback devem se inscrever pelo site https://jobs.kenoby.com/outback, enquanto para Abbraccio, o endereço para cadastro é https://jobs.kenoby.com/abbraccio.

Os candidatos devem ter mais de 18 anos e possuir ensino médio/técnico completo, além de ter disponibilidade de horário, inclusive aos finais de semana e feriados. As marcas procuram pessoas dedicadas, com perfil dinâmico e vontade de crescer. Não é necessário ter experiência na área.

O Outback e o Abbraccio oferecem ótima remuneração e benefícios como vale-transporte, refeição no local, assistência médica e odontológica. Durante o processo seletivo, os candidatos passam por inscrição online, dinâmica em grupo e entrevistas. Os funcionários selecionados após essas etapas passam por um treinamento nos restaurantes.

Serviço:

Como participar: inscrição para o processo seletivo por meio dos sites https://jobs.kenoby.com/outback e https://jobs.kenoby.com/abbraccio.

Cargos disponíveis: atendente de restaurante, atendente de bar, recepcionista, auxiliar de limpeza e auxiliar de cozinha.

Requisitos: pessoas com ensino médio/técnico completo e disponibilidade de horário, inclusive aos finais de semana e feriados.

Faixa etária: maiores de 18 anos.

Remuneração: variável de acordo com o cargo exercido e as horas trabalhadas.

Benefícios: vale-transporte, refeição no local, assistência médica e odontológica (os dois últimos após o período de experiência).

Etapas do processo seletivo e duração:  inscrição online, dinâmica e entrevistas.

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Campinas fecha 2022 com saldo de quase 15 mil vagas de emprego

Setor de serviços foi o recordista e registrou mais de 7 mil vagas

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Campinas fechou o ano de 2022 com saldo positivo de 14.642 novas vagas de emprego. Foram 218.794 admissões contra 204.152 desligamentos de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), do Ministério do Trabalho e Previdência. Os dados da última divulgação do CAGED são referentes ao mês de dezembro de 2022. Após manter o saldo positivo ao longo do ano, Campinas registrou saldo negativo em dezembro de 1.898 vagas.

Em dezembro de 2021, o município também registrou um saldo negativo de 4.386 vagas. Segundo a economista do Centro Público de Apoio ao Trabalhador de Campinas (CPAT), Theodora Beluzzi, os dados negativos nesta época do ano são esperados: “o movimento negativo de dezembro é sazonal, puxado pelo fim dos contratos temporários de emprego e pelo arrefecimento das vagas no setor de serviços. Via de regra o último mês do ano costuma ser negativo não só em Campinas, mas em todo o Brasil”, explica Theodora.

Apenas o comércio alcançou saldo positivo em dezembro com 108 novas vagas. Embora tenha causado impacto negativo na soma de dezembro, no total de 2022 o setor de serviços foi representativo, sendo responsável por 138.638 admissões e 130.852 desligamentos, resultando em 7.786 novos postos de trabalho.

RMC

A exemplo de Campinas, todas as cidades da Região Metropolitana tiveram números negativos em dezembro, principalmente Santa Bárbara D’Oeste com a perda de 1.261 postos e Americana com menos 900 vagas.

Brasil

Em todo o Brasil, o CAGED registrou em dezembro 1.382.923 admissões e 1.813.934 desligamentos, com um total também negativo de 431.011 vagas. Já em relação ao total de 2022, o país teve um balanço positivo com 2.037.982 novos postos de trabalho.

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