Economia

Banco Central estuda o fim do crédito rotativo do cartão de crédito

O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, afirmou, nesta quinta-feira (10), que a autarquia estuda o fim do crédito rotativo de cartão de crédito. Essa é uma das modalidades de crédito mais caras do mercado, com juros que chegaram a 437,3% ao ano em junho.

Campos Netos participou hoje de uma sessão plenária no Senado Federal para explicar decisões de política monetária e estabilidade financeira tomadas pelo BC no semestre anterior.

O rotativo é aquele crédito contratado pelo consumidor quando paga menos que o valor integral da fatura do cartão e dura 30 dias. Após os 30 dias, as instituições financeiras parcelam a dívida. No caso do cartão de crédito parcelado, os juros ficaram em 196,1% ao ano em junho.

Campos Neto disse que, em até 90 dias, o BC deve apresentar uma solução para o “grande problema” que é o cartão de crédito. E a solução que está se encaminhando é o fim do rotativo, com o crédito indo direto para o parcelamento, com uma taxa ao redor de 9% ao mês.

“Ou seja, extingue-se o rotativo, quem não paga o cartão vai direto para o parcelamento ao redor de 9%. E que a gente crie algum tipo de tarifa para desincentivar esse parcelamento sem juros tão longos. Não é proibir o parcelamento sem juros, é simplesmente tentar fazer com que eles fiquem um pouco mais disciplinados, numa forma bem faseada, para não afetar o consumo”. Campos Neto ressalta que cartão de crédito hoje representa 40% do consumo no Brasil.

Brasília (DF) 25/04/2023 Presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, durante audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado. (CAE) Foto Lula Marques/ Agência Brasil.

Uma das situações que faz os juros do cartão serem tão altos, segundo o presidente do BC, é a grande utilização do parcelamento de compras por prazos mais longos. Isso aumenta o risco do crédito para as instituições financeiras e, consequentemente, os juros.

“A gente tem um parcelado sem juros, que ajuda muito o comércio, que ajuda muito a atividade, mas que tem aumentado muito o número de parcelas, de três para cinco, para sete, para nove, para onze. Hoje, o prazo médio são 13 parcelas. Então, é como se fizessem um financiamento de longo prazo sem juros. A pessoa que toma a decisão de dar os juros não é a mesma que paga pelo risco, isso gera uma assimetria”, explicou Campos Neto.

Facilidades

Além disso, o Brasil teve um grande aumento no número de cartões nos últimos anos e facilidades de crédito, o que fez crescer a inadimplência na modalidade. “Os bancos, novos entrantes e varejistas acabaram usando o cartão de crédito como um instrumento de fidelizar o cliente. Então, nós saímos de cento e poucos milhões de cartões de crédito para 215 milhões de cartões de crédito num período de dois anos e meio, isso é uma alta bastante grande”, disse. “O resultante disso foi uma inadimplência no rotativo de 52%. Não tem nenhuma inadimplência, nem parecida, em nenhum outro lugar do mundo, que eu tenha olhado, no cartão de crédito”, acrescentou.

Outra solução seria simplesmente limitar os juros de cartão, mas segundo o presidente do BC, isso acarretaria na retirada dos cartões de circulação. “Para as pessoas que têm mais risco os bancos não ofereceriam aquele cartão, devido a uma relação de risco e retorno ineficiente.

O problema de cortar o número de cartões é que se sabe como começa, mas não se sabe como termina. Então, isso pode gerar um efeito muito grande na parte de consumo, na parte de varejo”, disse.

Política monetária 

Campos Neto afirmou aos senadores que sua mensagem principal é que, na condução da política monetária, o BC “fez um bom trabalho em termos de pouso suave”, de “trazer a inflação para baixo com o mínimo de custo possível”. Ele destacou que as previsões para o crescimento da economia subiram e que o desemprego vem recuando.

“O que é o pouso suave? É a gente ter conseguido trazer a inflação muito alta para um nível muito mais baixo, com quase nenhum custo ou muito pouco custo, tanto de crescimento, quanto de emprego, quanto de contração de crédito. Quando a gente faz uma comparação relativa, o Brasil atingiu ou está atingindo um pouso suave. É importante mencionar que a gente ainda tem uma luta com a inflação pela frente, mas a gente está atingindo um pouso suave de forma bastante eficiente”, disse.

Diante da forte queda na inflação, na semana passada, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC reduziu a Selic, a taxa básica de juros, de 13,75% ao ano para 13,25% ao ano. Foi o primeiro corte de juros em três anos. A taxa Selic é o principal instrumento do BC para alcançar a meta de inflação, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

A última vez em que o BC tinha reduzido a Selic foi em agosto de 2020, quando a taxa caiu de 2,25% para 2% ao ano, em meio à contração econômica gerada pela pandemia de covid-19.

Depois disso, o Copom elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, num ciclo que começou em março de 2021, em meio à alta dos preços de alimentos, de energia e de combustíveis, e, a partir de agosto do ano passado, manteve a taxa em 13,75% ao ano por sete vezes seguidas.

A decisão da manutenção da Selic nesse patamar, por esse prazo, vinha sendo motivo de críticas do governo federal e de alguns setores produtivos. Isso porque o aumento da Selic causa reflexos nos preços, encarecem o crédito e estimulam a poupança, o que também pode dificultar a expansão da economia.

Como em outras apresentações, Campo Neto destacou que as decisões do BC sobre a Selic são técnicas e consideraram a expectativa de inflação (12 a 18 meses a frente), o hiato de produto (capacidade de crescer sem gerar inflação) e a inflação corrente. Ele ainda defendeu a autonomia do Banco Central e apresentou dados apontando a uma relação entre o grau de autonomia dessas instituições pelo mundo e a inflação.  

“Ela [a autonomia] garante um ganho institucional, ele separa o ciclo político do ciclo econômico, ele facilita a obtenção de inflação baixa e menores juros estruturais na economia e alinha o Brasil às melhores práticas internacionais”, disse.

O presidente do Banco Central afirmou ainda que as atuais boas avaliações e previsões para a economia brasileira também são mérito da atuação do BC. Ele citou a elevação das notas de crédito do Brasil por agências de classificação de risco internacionais e avaliações de outras instituições reconhecidas e até da imprensa especializada.

“Quando a gente olha todos esses índices de termômetro, todos eles, 100% deles, mencionam a autonomia do Banco Central e mencionam a política de juros do Banco Central como um fator decisivo”, disse. “Isso foi atingido aqui, com a ajuda do Congresso, em termos de colocar a autonomia do Banco Central e essa capacidade do Banco Central de gerir a crise de forma autônoma e técnica, tem mostrado grandes e grandes frutos. Então acho que, por trás de cada comemoração que a gente tem feito recentemente no Brasil, tem também um pedaço que foi a atuação do Banco Central. Eu gostaria que isso não fosse esquecido”, acrescentou. (Agência Brasil)

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Após queda da Selic, confiança da indústria cresce, diz CNI

O Índice de Confiança do Empresário Industrial avançou 2,1 pontos, passando de 51,1 pontos para 53,2 pontos. O aumento, de acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), mostra que o indicador começa a se afastar da linha divisória dos 50 pontos que separa confiança de falta de confiança. 

“Pela primeira vez desde outubro de 2022, as expectativas em relação à economia brasileira cruzaram a linha que separa o pessimismo do otimismo para os próximos seis meses”, avaliou a entidade, em nota.

O levantamento ouviu 1.373 empresários, incluindo 555 de empresas de pequeno porte, 508 de médio porte e 310 de grande porte, entre 1º e 7 de agosto de 2023. A consulta aos empresários, portanto, foi feita após a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de reduzir em 0,5% a taxa básica de juros, a Selic, que agora está em 13,25%.

“O empresário está mais confiante para os próximos seis meses, influenciado pela queda na taxa de juros”, destacou o comunicado da CNI. “Os industriais ainda não se mostram satisfeitos com as condições atuais da economia, mas já houve melhora na percepção”, completou a confederação.

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Dia dos Pais deve movimentar R$ 7,6 bilhões em vendas, estima CNC

O Dia dos Pais, no próximo domingo (13), deve ter um volume de vendas de R$ 7,67 bilhões. Isso representa um crescimento de 2,2% em relação ao ano passado.

A estimativa é da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), e já está desinflacionada, ou seja, o valor desconsidera a inflação dos últimos 12 meses, o que permite uma comparação mais adequada entre 2022 e 2023.

Apesar de a estimativa de vendas ter crescido em relação ao ano passado, ainda é menor que os R$ 7,8 bilhões movimentados em 2021. Além disso, é 10% abaixo do patamar de 2013, ponto mais alto da série histórica da CNC, quando os lojistas faturaram R$ 8,54 bilhões.

“Apesar desse aumento [em 2023], o setor ainda não consegue restabelecer o volume de vendas que se tinha antes da pandemia. A razão para isso não é mais a crise sanitária, mas, sim, o comportamento da conjuntura econômica dos últimos meses. A gente teve um processo de encarecimento da taxa de juros, por conta de uma inflação muito alta, e isso se refletiu no Dia dos Pais, especialmente nas últimas edições”, avalia o economista responsável pela pesquisa, Fabio Bentes.

Para as vendas neste ano, o economista minimiza reflexos positivos do corte na taxa de juros realizado pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) na última quarta-feira (2). () “Os juros andaram altos por muito tempo. O BC começou a baixar agora, na reunião de agosto, mas deve ter longo tempo para isso surtir efeito no comércio”, ressalta.

As lojas de vestuário, calçados e acessórios devem abocanhar a maior parte das vendas, R$ 3,64 bilhões. Produtos de utilidades domésticas e eletroeletrônicos (R$ 1,19 bilhão) e itens de perfumaria e cosméticos (R$ 1,16 bilhão) vêm em sequência na preferência dos consumidores. Esses três ramos concentram 77% das vendas totais.

Menos inflação

A CNC estima que os presentes para o Dia dos Pais pesem, em média, 5,5% a mais no bolso do consumidor, em relação ao ano passado. Um movimento de desaceleração da inflação diante de 2022 e 2021, quando os preços subiram 8,4% e 8,2%, respectivamente.

Enquanto as roupas masculinas (+6,6%), os livros (+13,9%) e os perfumes (+20,6%) estão sendo vendidos com preços mais elevados, as televisões (-14,5%), os computadores (-10,4) e aparelhos telefônicos (-4,3%) estão mais baratos nas lojas.

Fabio Bentes explicou que essa queda nos preços está relacionada à desvalorização do dólar, que deixa produtos importados – ou com componentes importados – mais em conta. “Certamente, a valorização do real ajuda a explicar”, diz. No ano, a moeda americana desvalorizou-se mais de 7%.

Apesar de esses produtos de tecnologia estarem mais baratos, não estão dentro da meta de compra da maioria dos consumidores, pelo menos no Rio de Janeiro. Um levantamento do Instituto Fecomércio de Pesquisas e Análises (IFec RJ) aponta que a intenção de compra é de cerca de R$ 140 por presente.

Contratações

O Dia dos Pais é a quarta data mais importante para o comércio, atrás do Natal, Dia das Mães e Dia das Crianças, na ordem. Essa importância nas vendas é refletida na geração de empregos temporários. A CNC estima que 10.380 mil pessoas sejam contratadas para atender à demanda de vendas. Além de ser o terceiro ano seguido de crescimento, esse é o maior número de temporários desde 2014 (10,7 mil).

História da data

Atualmente sempre no segundo domingo de agosto, o Dia dos Pais começou a ser celebrado em 1953. É uma criação do publicitário Sylvio Bhering. Inicialmente, a data escolhida era 16 de agosto, quando a Igreja Católica celebrava São Joaquim, pai de Maria, a mãe de Jesus.

O dia dedicado ao santo mudou para 26 de julho, mas o oitavo mês do ano fez sucesso entre os comerciantes, que ganharam um período para aquecer as vendas. Além disso, o domingo atraiu a preferência por ser, tradicionalmente, um dia de encontros familiares.

“O Dia das Mães já existia, então a ideia foi: por que não ter também um Dia dos Pais? E, aqui no Brasil, mais declaradamente, surgiu como uma ideia mercadológica, publicitária mesmo. Então muito ditado até mesmo para movimentar o comércio”, explicou Sérgio Dantas professor de marketing da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Fora do Brasil, há outras datas para o Dia dos Pais. Em pelo menos 70 países, como os Estados Unidos, Canadá e Reino Unido, a comemoração é no terceiro domingo de julho. Há também países que celebram a data em 19 de março, Dia de São José, como Portugal, Espanha, Itália, Andorra, Bolívia e Honduras. (Agência Brasil)

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Brasileiros ainda não sacaram R$ 7,18 bi de valores a receber

Os brasileiros ainda não sacaram R$ 7,18 bilhões em recursos esquecidos no sistema financeiro até o fim de junho, divulgou ontem (7) o Banco Central (BC). Até agora, o Sistema de Valores a Receber (SVR) devolveu R$ 4,43 bilhões, de um total de R$ 11,61 bilhões postos à disposição pelas instituições financeiras.

As estatísticas do SVR são divulgadas com dois meses de defasagem. Em relação ao número de beneficiários, até o fim de junho, 15.047.629 correntistas haviam resgatado valores. Isso representa apenas 27,37% do total de 54.975.627 correntistas incluídos na lista desde o início do programa, em fevereiro do ano passado.

Entre os que já retiraram valores, 14.475.821 são pessoas físicas e 571.808, pessoas jurídicas. Entre os que ainda não fizeram o resgate, 37.113.119 são pessoas físicas e 2.814.879, pessoas jurídicas.A maior parte das pessoas e empresas que ainda não fizeram o saque têm direito a pequenas quantias. Os valores a receber de até R$ 10 concentram 63,07% dos beneficiários. Os valores entre R$ 10,01 e R$ 100 correspondem a 24,99% dos correntistas. As quantias entre R$ 100,01 e R$ 1 mil representam 10,18% dos clientes. Só 1,77% tem direito a receber mais de R$ 1 mil.

Depois de ficar fora do ar por quase um ano, o SVR foi reaberto em março, com novas fontes de recursos, um novo sistema de agendamento e a possibilidade de resgate de valores de pessoas falecidas. Em março, informou o BC, foram resgatados R$ 505 milhões esquecidos. O valor caiu para R$ 259 milhões em abril, para R$ 232 milhões em maio e para R$ 229 milhões em junho.

Melhorias

A nova fase do SVR tem novidades importantes, como impressão de telas e de protocolos de solicitação para compartilhamento no WhatsApp e inclusão de todos os tipos de valores previstos na norma do SVR. Também haverá uma sala de espera virtual, que permite que todos os usuários façam a consulta no mesmo dia, sem a necessidade de um cronograma por ano de nascimento ou de fundação da empresa.

Além dessas melhorias, há a possibilidade de consulta a valores de pessoa falecida, com acesso para herdeiro, testamentário, inventariante ou representante legal. Assim como nas consultas a pessoas vivas, o sistema informa a instituição responsável pelo valor e a faixa de valor.

Também há mais transparência para quem tem conta conjunta. Se um dos titulares pedir o resgate de um valor esquecido, o outro, ao entrar no sistema, conseguirá ver as informações: como valor, data e CPF de quem fez o pedido.

Fontes de recursos

Também foram incluídas fontes de recursos esquecidos que não estavam nos lotes do ano passado. Foram acrescentadas contas de pagamento pré ou pós-paga encerradas, contas de registro mantidas por corretoras e distribuidoras encerradas e outros recursos disponíveis nas instituições para devolução.

Além dessas fontes, o SVR engloba os seguintes valores, já disponíveis para saques no ano passado. Eles são os seguintes: contas-corrente ou poupança encerradas; cotas de capital e rateio de sobras líquidas de ex-participantes de cooperativas de crédito; recursos não procurados de grupos de consórcio encerrados; tarifas cobradas indevidamente; e parcelas ou despesas de operações de crédito cobradas indevidamente.

Golpes

O Banco Central aconselha o correntista a ter cuidado com golpes de estelionatários que alegam fazer a intermediação para supostos resgates de valores esquecidos. O órgão ressalta que todos os serviços do Valores a Receber são totalmente gratuitos, que não envia links nem entra em contato para tratar sobre valores a receber ou para confirmar dados pessoais.

O BC também esclarece que apenas a instituição financeira que aparece na consulta do Sistema de Valores a Receber pode contatar o cidadão. O órgão também pede que nenhum cidadão forneça senhas e esclarece que ninguém está autorizado a fazer tal tipo de pedido. (Agência Brasil)

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Pix bate recorde e supera 140 milhões de transações em um dia

Sistema de transferências instantâneas do Banco Central (BC), o Pix bateu novo recorde na última sexta-feira (4). Pela primeira vez, a modalidade superou a marca de 140 milhões de transações em 24 horas.

Somente na última sexta-feira (4), 142,4 milhões de transferências via Pix foram feitas para usuários finais. A alta demanda não comprometeu o funcionamento do Pix. Segundo o BC, os sistemas funcionaram com estabilidade ao longo de todo o dia.

O recorde anterior tinha sido registrado em 7 de julho, com 134,8 milhões de transações num único dia.

Criado em novembro de 2020, o Pix acumula 151,9 milhões de usuários, dos quais 139,4 milhões pessoas físicas e 12,5 milhões pessoas jurídicas. Em junho, o sistema superou a marca de R$ 1,36 trilhão movimentados por mês. (Agência Brasil)

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Aussie Grill, marca do grupo do Outback, chega a Sorocaba e Votorantim com frango frito crocante e menu moderninho

Exclusiva em delivery pelo iFood, operação traz muita crocância e um sabor Sweet&Spicy, com excelente custo-benefício; moradores de Campinas, Piracicaba e Limeira já contam com a opção

A marca Aussie Grill, parte do grupo Bloomin´ Brands no Brasil, detentor também do Outback Steakhouse e do Abbraccio, anuncia sua chegada à região Metropolitana de Sorocaba. Na nova operação, os pratos são preparados na cozinha do Outback do Shopping Center Iguatemi Esplanada, com atendimento 100% delivery via iFood e entrega para diversos bairros de Sorocaba e Votorantim.

A expansão da marca no país segue a todo vapor, somando já 100 operações virtuais e dois restaurantes com atendimento presencial, um em São Paulo e outro no Rio de Janeiro. Aussie Grill tem a proteína de frango como carro-chefe do menu e traz em suas opções de pratos e sanduíches o conceito Sweet and Spicy, marcado por misturar ingredientes frescos e um toque de picância com um leve dulçor.

A marca transborda personalidade jovial e combinações inusitadas de temperos marcantes, que cria sabores intensos, transformando a experiência de comer em entretenimento. Para completar, oferece excelente custo-benefício, com combos completos de lanche, acompanhamento e bebida a partir de R$ 29,90.

Entre os queridinhos está o Smoked Honey Mustard, um sanduba de respeito que traz peito de frango empanado e crocante, com cerca de 115 gramas, servido com alface, tomate, picles, maionese defumada e molho Honey Mustard, no pão tipo brioche. Outra opção é o Hot Crispy Chicken Sandwich, sanduba feito com molho TABASCO® Sriracha, crocante, suculento e picante. Nele, o peito de frango é perfeitamente empanado e acompanha alface, tomate, picles, maionese defumada e molho sriracha e mel. Tudo isso em um pão brioche fresquinho.

Com o início da operação de Aussie Grill, o grupo Bloomin´Brands passa a contar com suas três marcas na Região Metropolitana de Sorocaba. Além do restaurante de inspiração australiana Outback Steakhouse, que desde 2013 faz sucesso no Iguatemi Esplanada, com atendimento presencial e também por delivery, a holding inaugurou no final de 2021 uma operação 100% virtual da rede Abbraccio, inspirada no lifestyle italiano, também com preparação na cozinha do Outback Iguatemi Esplanada e entregas para diversos bairros de Sorocaba e Votorantim localizados próximos ao shopping.

Nas proximidades, além da nova operação em Sorocaba, Aussie Grill possui três operações em Campinas (Iguatemi Campinas, Galleria Shopping e Parque D. Pedro Shopping), uma em Piracicaba (Shopping Piracicaba) e uma em Limeira (Pátio Limeira Shopping), todas 100% delivery.

Sobre o Aussie Grill

O Aussie Grill possui 100 operações no Brasil via delivery e está presente em 35 cidades, 16 estados e no Distrito Federal, além de restaurantes físicos em São Paulo e Rio de Janeiro. Tendo a proteína do frango como carro-chefe do seu menu, a marca tem em seu DNA o conceito Sweet and Spicy, e prioriza o sabor, a mistura de ingredientes frescos e temperos marcantes. Aussie Grill explora o mundo em busca de inspirações para criar combinações com sabores intensos, que transformam a experiência de comer em entretenimento. A rede de restaurantes foi criada em 2019 na Arábia Saudita, expandindo posteriormente para outras regiões como Hong Kong e EUA. A primeira operação brasileira da marca foi inaugurada em 2020, em São Paulo. Aussie Grill pertence ao grupo Bloomin’ Brands, que também conta com as marcas Outback Steakhouse e Abbraccio no país.

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PEC da Reforma Tributária chega ao Senado Federal

O presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), recebeu nesta quinta-feira (3) do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 45/201, que trata da reforma tributária.

O texto foi aprovado em 7 de julho pelos deputados federais e agora passará pela análise e votação dos senadores.

Pacheco informou que a PEC 45/2019 será enviada imediatamente à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), único colegiado que irá deliberar sobre o tema no Senado. O senador Eduardo Braga (MDB-AM) é o relator.

Segundo Pacheco, a aprovação da reforma tributária exige urgência e responsabilidade, por ser aguardada há décadas pelo Brasil.

“Vivemos um momento em que temos buscado equilíbrio institucional, equilíbrio político, que tem significado uma boa evolução da economia, com boas projeções em relação à inflação, ao desenvolvimento econômico, à valorização da moeda, às nossas reservas e ao crescimento do Produto Interno Bruto. […]

Mas a reforma tributária é de fato a parte principal, estruturante do desenvolvimento econômico nacional, porque vivemos uma realidade tributária muito complexa, muito burocratizada e de difícil compreensão”, ressaltou Pacheco, ao lado de Lira, deputados e senadores.

O deputado Arthur Lira destacou que os diversos segmentos da sociedade foram ouvidos durante a discussão da reforma tributária na Câmara e disse acreditar que o Senado fará o aprimoramento necessário ao texto.

“[A reforma] é fruto de muito diálogo com a sociedade civil, com a classe produtora. A parte federativa não foi esquecida em nenhum momento. Este é o mister principal do Senado Federal. Todos os governadores foram consultados e puderam dar suas sugestões.”

Lira ressaltou, porém, que a matéria é complexa e nem todo mundo fica satisfeito, mas “tem uma espinha dorsal equivalente a um salto de qualidade para um mundo diferente do que vivemos hoje”.

Após receber a reforma, o relator Eduardo Braga deve apresentar parecer em um prazo de 15 dias úteis. A CCJ terá 30 dias úteis para emitir parecer.

A perspectiva de Pacheco é promulgar a PEC ainda neste ano. O texto precisa ser aprovado em dois turnos por, pelo menos, três quintos dos senadores (49) para ser promulgado.

Mudanças

A primeira fase da reforma tributária tem o objetivo de simplificar a tributação sobre o consumo e evitar cobrança cumulativa de impostos.

A principal mudança será o fim de cinco tributos, três deles federais – Programa de Integração Social (PIS), Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e  Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Estes serão substituídos pela Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), a ser arrecadada pela União.

Dois impostos locais também serão extintos: o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), administrado pelos estados; e o Imposto sobre Serviços (ISS), arrecadado pelos municípios.

Em troca, será criado o Imposto sobre Valor Agregado (IVA) dual, dividido em duas partes. Uma delas será o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), que unificará o ICMS e o ISS. A outra parte do IVA será a CBS.

As mudanças irão ainda impactar de maneira diferenciada setores da economia e diversos produtos consumidos pelos brasileiros, como cesta básica, remédios, combustíveis, serviços de internet em streaming (transmissão de conteúdos em tempo real).

Pela primeira vez na história, haverá medidas que garantam a progressividade na tributação de alguns tipos de patrimônio, como veículos, e na transmissão de heranças.

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Oportunidade: Outback Jundiaí ainda tem vagas de emprego disponíveis

Restaurante procura interessados para os cargos de atendente de restaurante, auxiliar de limpeza, auxiliar de cozinha e recepcionista, incluindo vagas para Pessoas com Deficiência

O Outback do JundiaíShopping estendeu o processo seletivo para o preenchimento de 10 vagas de emprego, incluindo duas vagas para Pessoas Com Deficiência. Há oportunidades para os cargos de atendente de restaurante, auxiliar de limpeza, auxiliar de cozinha e recepcionista. Os interessados devem se inscrever pelo site https://outback.gupy.io/.

Os candidatos devem ter mais de 18 anos e possuir ensino médio/técnico completo, além de ter disponibilidade de horário, inclusive aos finais de semana e feriados. O Outback procura pessoas dedicadas, com perfil dinâmico e vontade de crescer. Não é necessário ter experiência na área.

A empresa oferece ótima remuneração e benefícios como vale-transporte, refeição no local, assistência médica e odontológica. Durante o processo seletivo, os candidatos passam por inscrição online, dinâmica em grupo e entrevistas. Os funcionários selecionados após essas etapas passam por um treinamento nos restaurantes.

Serviço:

Como participar: inscrição para o processo seletivo por meio do site https://outback.gupy.io/
Cargos disponíveis: atendente de restaurante, auxiliar de limpeza, auxiliar de cozinha e recepcionista, incluindo duas oportunidades para Pessoas Com Deficiência

Requisitos: pessoas com ensino médio/técnico completo e disponibilidade de horário, inclusive aos finais de semana e feriados

Faixa etária: maiores de 18 anos

Remuneração: variável de acordo com o cargo exercido e as horas trabalhadas

Benefícios: vale-transporte, refeição no local, assistência médica e odontológica (os dois últimos após o período de experiência)

Etapas do processo seletivo e duração:  inscrição online, dinâmica e entrevistas.

Sobre o Outback  

O Outback Steakhouse possui 152 restaurantes no Brasil e está presente em 61 cidades, 20 estados brasileiros e no Distrito Federal. No mundo está em 23 países nas Américas, Ásia e Oceania. O primeiro restaurante no País foi inaugurado na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, em 1997. Com seus cortes de carne especiais e aperitivos icônicos como a Bloomin’ Onion, o Outback caiu no gosto do brasileiro pela qualidade e sabor marcante da sua culinária, somados à descontração no atendimento e às instalações aconchegantes. Inspirado na Austrália, o restaurante enfatiza vários aspectos da cultura australiana, como esporte, pontos turísticos, paisagens icônicas, tradições e lazer.

Além disso, a marca oferece uma experiência única, divertida e de altíssimo padrão que, no Brasil, ficou conhecida como #MomentoOutback. A rede Outback Steakhouse pertence ao grupo Bloomin’ Brands, que ainda conta com as marcas Abbraccio e Aussie Grill.

 

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Bloomin’ Brands cresce 4.1% em vendas no país no 2º trimestre e continua expansão em território brasileiro

Vendas consolidadas da companhia tiveram aumento em comparação ao mesmo período ano passado; holding anuncia duas novas unidades da marca Abbraccio no Brasil e avança com aberturas de Outback até o final do ano

A holding Bloomin’ Brands, detentora das marcas Outback Steakhouse, Abbraccio e Aussie Grill no Brasil, apresentou na manhã desta terça-feira, 1 de agosto, seus resultados financeiros referentes ao segundo trimestre de 2023. No comparativo com o mesmo período do ano anterior, houve aumento de 4.1% em vendas (em restaurantes comparáveis) das suas marcas no país. No consolidado do primeiro semestre de 2023, o aumento de vendas da companhia no Brasil foi de 9.1% em relação a 2022.

Em franco processo de expansão, a Bloomin’ Brands já inaugurou 13 novas unidades de Outback e três ainda serão abertas nos próximos meses, chegando a 16 até o final do ano e com investimento total de R$ 80 milhões. Já são 152 unidades pelo país e, somente em 2023, parte das inaugurações aconteceu em cidades que ainda não contavam com operações da marca, como São Luis (MA), Caxias do Sul (RS), Maringá (PR), Blumenau (SC), João Pessoa (PB), Presidente Prudente (SP) e Teresina (PI).

Ainda este ano, uma das apostas da holding no país é também a retomada da expansão da marca Abbraccio, de restaurantes inspirados no lifestyle italiano, com abertura de duas novas unidades na cidade de São Paulo neste segundo semestre, num investimento que alcança R$ 10 milhões.

E a marca caçula do grupo, Aussie Grill, acaba de atingir o marco de 100 operações de delivery, com presença de norte a sul no país.

“Este tem sido um ano bastante significativo para a companhia aqui no Brasil. Entendemos que somos muito mais do que restaurantes, oferecemos uma experiência única, muita qualidade nos nossos produtos e um atendimento caloroso por todo o país, para os clientes de todas as nossas marcas. Já avançamos muito nesse primeiro semestre do ano e seguimos em expansão nos próximos meses, levando nosso sabor e nosso DNA para ainda mais pessoas”, resume Pierre Berenstein, presidente da Bloomin´Brands no Brasil.

Os bons resultados deste segundo trimestre seguem o mesmo ritmo positivo do que foi 2022, com um todo, para a companhia no Brasil. Em um crescimento expressivo, no consolidado geral do ano passado, registrou 38,3% de aumento em vendas, com aberturas de restaurantes das três marcas da holding pelo país. No ano passado, foram registradas novas 16 unidades Outback Steakhouse; Aussie Grill, marca implementada durante a pandemia e que operava de forma 100% virtual até então, inaugurou suas duas primeiras unidades físicas, em São Paulo e no Rio de Janeiro. Já o Abbraccio inaugurou nova unidade na Zona Norte do Rio de Janeiro.

As três marcas estão presentes na região. O Outback possui cinco unidades em Campinas, nos shoppings Iguatemi, Parque D. Pedro, Galleria, Campinas Shopping e Parque das Bandeiras. O Outback também possui unidades em Piracicaba, no Shopping Piracicaba, e em Limeira, no Pátio Limeira Shopping, todas com o serviço de delivery disponível. A rede possui ainda restaurantes em Jundiaí, no JundiaíShopping (com delivery), e Itupeva, no Outlet Premium São Paulo (sem delivery). Na região metropolitana de Sorocaba, o Outback está presente no Iguatemi Esplanada, com entregas para diversos bairros de Sorocaba e Votorantim.

Em Campinas, o Abbraccio está localizado no primeiro piso do shopping Iguatemi, com atendimento presencial e também pelo iFood. A marca também está presente na região metropolitana de Sorocaba, por meio de uma operação que funciona exclusivamente pelo delivery, via iFood, instalada no Iguatemi Esplanada, com entregas para diversos bairros de Sorocaba e Votorantim.

Na região, o Aussie Grill possui atendimento 100% delivery via iFood, com entregas para diversos bairros das cidades de Campinas, Piracicaba e Limeira. A marca também acaba de chegar a Sorocaba.

Sobre a Bloomin´Brands:

Com   sede   em   Tampa, na Flórida, a Bloomin’Brands  Inc. é uma das maiores empresas de restaurantes casuais do mundo, com  aproximadamente 90  mil colaboradores e mais de 1,5 mil restaurantes em mais de 20 países. A companhia é detentora das marcas Outback Steakhouse, Abbraccio Cucina Italiana, Aussie Grill, Fleming’s Prime Steakhouse & WineBar, BonefishGrill e Carrabba’s Italian Grill.   Qualidade excepcional, hospitalidade e ambientes aconchegantes são princípios que fazem parte da cultura da  empresa e contribuem para o  sucesso dos  restaurantes. No Brasil, a Bloomin’ Brands possui aproximadamente 12 mil colaboradores e atua com as marcas Outback Steakhouse, Abbraccio e AussieGrill.

 

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Stellantis desenvolve plataformas para motopropulsão híbrida

Bio-Hybrid: este é o nome da tecnologia de motopropulsão híbrida, que combina energia térmica flex e eletrificação, que a Stellantis apresentou hoje no Polo Automotivo de Betim, em Minas Gerais.

As distintas alternativas da arquitetura híbrida foram demonstradas em três plataformas correntes da empresa e poderão ser adotadas de modo flexível na gama de marcas e produtos, constituindo diversas soluções acessíveis de transição para uma mobilidade mais sustentável.

As plataformas híbridas foram desenvolvidas pelo Tech Center Stellantis na América do Sul, em associação com fornecedores, pesquisadores e outros parceiros que constituem o ecossistema de inovação impulsionado pela empresa.

“O Bio-Hybrid faz parte da rota tecnológica da mobilidade acessível e sustentável adotada pela Stellantis. Queremos potencializar as virtudes do etanol, como combustível renovável, cujo ciclo de produção absorve a maior parte de suas emissões, combinando a propulsão à base do biocombustível com sistemas elétricos”, afirmou Antonio Filosa, presidente da Stellantis para América do Sul, que destacou também os ganhos de eficiência e economia de combustível trazidos pelos sistemas de propulsão elétrica.

O desenvolvimento das novas tecnologias de hibridização está em linha com o plano estratégico de longo prazo da Stellantis, Dare Forward 2030, que prevê a descarbonização de processos e produtos da empresa até 2038, com redução das emissões em 50% já em 2030.

Nacionalização

Os esforços de desenvolvimento das plataformas Bio-Hybrid começaram no ano passado, com a criação do Bio-Electro, uma plataforma destinada a acelerar tecnologias de motopropulsão baseadas na hibridização, combinando eficiência térmica e eletrificação.

Através dela, a Stellantis articulou um grande conjunto de parcerias estratégicas, visando acelerar o desenvolvimento e implementação de novas soluções de motopropulsão para a descarbonização da mobilidade.

O Bio- Electro está baseado em três pilares:
• Academy: abrange informação, formação e recrutamento;
• Lab: incubação de ideias e desenvolvimento de ecossistema;
• Tech: materialização de soluções e da inovação.

Agora, as plataformas Bio-Hybrid, que se apresentam como resultado do pilar “Tech”, são uma expressão concreta da estratégia de desenvolvimento da Stellantis América do Sul, que se apoia nas bases da descarbonização, da localização e da regionalização.

“O Bio-Hybrid é uma tecnologia de descarbonização da mobilidade, que privilegia as características e recursos do Brasil, como o etanol e a energia elétrica limpa”, afirma Antonio Filosa. “Nasceu de nossa plataforma Bio-Electro, que é um esforço de nacionalização de tecnologias. Nossa prioridade é descarbonizar a mobilidade, mas queremos fazer isto de modo acessível para o maior número de consumidores e desenvolvendo tecnologias e componentes no Brasil”.

Antonio Filosa destaca que as novas tecnologias híbridas e elétricas devem constituir uma oportunidade para o fortalecimento da engenharia brasileira e da indústria nacional. “É uma oportunidade de reindustrialização e de reconfiguração da indústria nacional de autopeças, que é diversificada, complexa e muito importante para a e economia brasileira”, observa.

Além disto, a tecnologia Bio-Hybrid é de aplicação flexível e pode equipar vários modelos produzidos pela Stellantis. É compatível com as linhas de produção das três plantas da empresa – Betim –MG (Fiat), Porto Real-RJ (Citroen e Peugeot) e Goiana-PE (Jeep e Ram)). Assim, se enquadra também na estratégia multirregional de produção a Stellantis.

Plataformas

Em sua rota tecnológica de descarbonização, a Stellantis desenvolveu quatro plataformas para aplicação no Brasil. São elas:
Bio-Hybrid
Bio-Hybrid e-DCT
Bio-Hybrid PLUG-IN
BEV (100% Elétrica)

“São plataformas baseadas em tecnologias diferentes, que apresentam distintos graus de combinação térmica e da eletricidade na propulsão do veículo. Cada uma destas tecnologias tem sua aplicação e, juntas, atendem a todas as faixas de consumidores, tornando acessíveis os sistemas híbridos baseados na combinação da propulsão térmica flex com a eletricidade”, explica Marcio Tonani, Vice-presidente do Tech Center da Stellantis na América do Sul.

A plataforma Bio-Hybrid traz como elemento um novo dispositivo elétrico multifuncional, que substitui o alternador e o motor de partida. Trata-se de equipamento capaz de fornecer energia mecânica e elétrica, que tanto gera torque adicional para o motor térmico do veículo quanto gera energia elétrica para carregar a bateria adicional de Lítio-Íon de 12 Volts, que opera paralelamente ao sistema elétrico convencional do veículo. O sistema gera potência de até 3KW, garantindo melhor performance ao automóvel e redução de consumo de combustível.

A plataforma Bio-Hybrid e-DCT conta com o serviço de dois motores elétricos. O primeiro deles é o que substitui o alternador e o motor de partida. Adicionalmente, outro motor elétrico de maiores proporções é acoplado à transmissão. Uma bateria de Lítio-Íon de 48 Volts dá suporte ao sistema e também é alimentada pelos dispositivos. Uma gestão eletrônica controla a operação entre os modos térmico, elétrico ou híbrido, otimizando eficiência e economia.

A plataforma Bio-Hybrid Plug-in conta com bateria de Lítio-Íon de 380 Volts, recarregada através de sistema de regeneração nas desacelerações, alimentada pelo motor térmico do veículo ou, por fim, através de fonte de alimentação externa elétrica (plug-in). A arquitetura conta ainda com motor elétrico que entrega potência diretamente para as rodas do carro. O sistema gerencia operação entre modo térmico, modo elétrico ou híbrido otimizando eficiência e economia.

Por fim, a arquitetura BEV (100% Elétrica) é totalmente impulsionada por um motor elétrico de alta tensão alimentado por uma bateria recarregável de 400 Volts, por meio de sistema de regeneração ou através de plug-in. A arquitetura oferece torque instantâneo, com acelerações rápidas e responsivas. O sistema possui sonoridade customizável e conta com desempenho, mesmo a baixas velocidades. (MecânicaOnLine)

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