Ricardo Munhoz.

Ceasa Campinas oferece grande diversidade de frutas, legumes e hortaliças

O Mercado de Hortifrúti da Ceasa de Campinas inicia mais um ano com uma grande diversidade de frutas, legumes e hortaliças para comercialização no atacado e no varejo. A estação conta com uma ampla variedade e maior volume de mercadorias tropicais e subtropicais em relação a outras épocas do ano. São hortifrútis como o abacate geada, o caju, os limões galego e taiti, a rúcula, a escarola e a abobrinha brasileira.

“Esse momento exige uma gestão agrocomercial mais elaborada para total aproveitamento da estação”, afirma Ricardo Munhoz, gerente de Mercado e Agricultura da Ceasa . Segundo ele, com a oferta do mercado de hortifrúti aumentada, a Centrais garante o alto padrão dos produtos por meio de uma infraestrutura robusta capaz de armazenar grandes volumes de mercadorias, destaca Munhoz.


O gerente ressalta ainda que, além da fartura de produtos, o período é, também, sinônimo de qualidade para esses alimentos. Segundo ele, no verão, as frutas da época ficam mais suculentas e saborosas por atingirem seu ponto de maturação. “Isso porque ocorre uma combinação de fatores climáticos e biológicos que criam condições ideais para o desenvolvimento dos frutos”, explica.

Confira melhores produtos para se comprar neste período:

Frutas
Abacate geada; acerola; banana ouro e da terra; caju; carambola; coco verde; figo; jaca; kiwi importado e imperial itália; laranja pera, valência e lima; lichia; limão galego e taiti; maçã eva, fuji importada e gala; mamão formosa; manga palmer; maracujá doce; melancia baby; melão amarelo e gália; mexerica mandarina importada; nectarina; pera danjou importada e rocha importada; pêssego chimarrita e eragil; pitaia; uva brasil e centenial.

Legumes
Abobrinha brasileira; batata doce branca e yakon; berinjela; beterraba; cenoura; feijão de corda; gengibre; inhame; jiló; maxixe; pepino comum e japonês; pimentão verde; quiabo; tomate caqui, carmem, cereja, debora, holandês e italiano; vagem.

Verduras
Chicória; escarola; espinafre; hortelã; nabo; orégano; palmito pupunha; repolho roxo; rúcula.

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Ceasa realiza feira de hortifrútis aos sábados para atender o varejo

Com o objetivo de atender  o comércio varejista, os permissionários da Ceasa Campinas, promovem todos os sábados, uma feira destinada a esses consumidores. São cerca de 20 bancas com uma variedade de produtos como frutas, legumes, verduras, queijos frescos, massas, comida árabe, ovos frescos, flores e sucos naturais. O varejão acontece das 8h às 13h, na Plataforma Logística 2 (PL2), próximo ao Mercado de Flores.

Conforme o gerente do Mercado de Flores, Elton Tamilheiro, o objetivo de promover o varejão é incentivar o consumo de frutas, verduras e legumes, peixes e ovos frescos a preços mais acessíveis, já que a grande maioria dos produtos vêm direto dos produtores.”São hortifrútis de qualidade excelente e com um preço mais em conta que o oferecido fora da Ceasa”, afirma.

Além do varejão, a Ceasa Campinas administra mais um comércio varejista nas proximidades do terminal de ônibus Ouro Verde, o Hortoshopping Ouro Verde. Com área de 7 mil m², o espaço abriga 31 lojas e serviços como bancos e postos de atendimento ao cidadão. No local passam mais de 65 mil pessoas por mês.

Hortigranjeiros

O Mercado de Hortigranjeiros atacadista da Ceasa Campinas recebe produtos de 850 localidades, inclusive do exterior, em especial dos Estados Unidos, países da América Latina e da Europa, da Nova Zelândia e da China. O entreposto movimenta em média 54 mil toneladas de frutas, verduras e legumes por mês, o equivalente a R$ 215 milhões mensais.

A abrangência das localidades em que o entreposto campineiro recebe produtos garante o abastecimento mesmo em situações climáticas adversas, normalmente sem reflexos significativos nos preços, “pois o mercado é pautado pelo equilíbrio entre oferta e procura, afirma Ricardo Munhoz, diretor de Agricultura da Ceasa.

“Inclusive na pandemia, a Ceasa cumpriu seu papel de abastecer, principalmente Campinas e a Região Metropolitana, durante o ano todo, buscando sempre manter o equilíbrio entre oferta e demanda”, destaca Munhoz. O diretor ressalta ainda que o mesmo desempenho no abastecimento ocorre nas adversidades climáticas.

São mais de 580 permissionários (comerciantes) em cerca de 940 lojas (boxes e pedras) que se destacam por garantir um mix completo de hortaliças e frutas nacionais e importadas, inclusive exóticas, além de ovos, grãos, alimentos secos e cereais. O espaço conta ainda com produtos diferenciados como conservas, grande variedade de cogumelos, temperos e pimentas variadas, artigos japoneses, mini-hortifrútis para gastronomia, hortaliças processadas, alimentos exóticos, congelados, entre outros. Mais de 20 mil clientes, de todas as regiões do País, visitam o Mercado diariamente.

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Pouco conhecida, banana-princesa é vendida no Ceasa Campinas

Você conhece a banana-princesa? É uma variedade considerada pelos técnicos como investimento de sucesso para o cultivo por ser resistente às doenças da cultura e não necessitar do uso de fungicidas.

A banana-princesa é comercializada no Mercado de Hortifrutigranjeiros da Centrais de Abastecimento de Campinas (Ceasa-Campinas). De fácil cultivo, apresenta também vantagens agronômicas e comerciais, explica o engenheiro agrônomo e chefe do Departamento de Agricultura da Ceasa, Ricardo Munhoz.

A banana é a quarta fruta nacional mais comercializada na Ceasa – Campinas. Em 2022, passaram pelo entreposto 32.131 toneladas provenientes de 114 municípios brasileiros, liderados por Jaíba (MG), Ipanguaçu (RN), Janaúba (MG), Jacupiranga (SP) e Registro (SP). O montante é distribuído nas seguintes variedades: banana-nanica (70%), prata (21%), banana-maçã e princesa (7%) e outras, como a da terra (2%).

Por ser resistente às principais doenças fúngicas da cultura, como o mal-do-panamá e a sigatoka-negra, responsáveis pela quase extinção da banana-maçã no país em razão do difícil controle, a banana-princesa pode ser cultivada sem a necessidade de defensivos, diferente das variedades como a prata e nanica, que são suscetíveis às doenças e exigentes em um programa de controle por meio de agrotóxicos.

Por ser um híbrido resistente da banana-maçã, a banana-princesa apresenta muitas vantagens agronômicas e comerciais nos cultivos orgânicos. Além disso, as necessidades hídricas e de fertilizantes são menores em relação às demais variedades. “A princesa também possui maior resistência ao frio, permitindo a formação de frutos de melhor qualidade em ambientes de temperatura mais baixa”, afirma o agrônomo.

Consumo da banana

A banana é a fruta mais consumida no mundo, de acordo com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO). É também a fruta tropical preferida no Brasil, que consome aproximadamente 98% das 6.811.374 toneladas colhidas anualmente no País, sendo São Paulo, Bahia e Minas Gerais os três maiores produtores. Além disso, no mundo, o Brasil ocupa a quarta posição no ranking de produção da fruta, atrás da Índia, China e Indonésia.

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