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Ceasa lança campanha “Descartável Zero” e distribui canecas personalizadas

A Ceasa – Centrais de Abastecimento Campinas fez ontem (31) o lançamento da campanha “Descartável Zero” e distribuíu 243 canecas personalizadas aos funcionários da instituição.

A proposta é simples e direta: a partir do recebimento da caneca, cada pessoa passa a utilizá-la em vez dos copos descartáveis no cotidiano de trabalho, a começar pelo cafezinho.

Mudança de hábito

A mudança de hábito, embora pareça pequena, carrega um significado enorme. Juntos, os colaboradores da Ceasa Campinas consomem cerca de 120 mil copos descartáveis por ano, e a substituição por canecas permanentes pode transformar completamente esse cenário.

“O Descartável Zero nasce como um movimento de mudança de cultura dentro da Ceasa Campinas. Mais do que diminuir resíduos, queremos provocar consciência e incentivar escolhas mais responsáveis no dia a dia. Sustentabilidade, para nós, não é discurso. É prática alinhada aos nossos compromissos de ESG e ao futuro do abastecimento.”, destaca a gerente de marketing, comunicação e inovação da Ceasa, Bianca Rezende.

Impactos futuros

O impacto ambiental estimado anualmente com a mudança é expressivo:
360 mil litros de água deixam de ser consumidos na fabricação dos copos — o equivalente a 6 mil banhos de 10 minutos;
1,8 tonelada de CO₂ deixa de ser emitida na atmosfera — quantidade que exigiria uma floresta de 200 árvores adultas trabalhando por um ano inteiro para ser compensada;
500 litros de petróleo a menos extraídos como matéria-prima para o plástico.

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Indústria automotiva aumenta a reciclagem de plásticos reciclados

A indústria automotiva está em constante evolução, e neste processo é importante destacar a atribuição do plástico no projeto e fabricação de automóveis, principalmente quando falamos de plásticos reciclados.

De acordo com o estudo “Monitoramento dos índices de reciclagem mecânica de plásticos pós-consumo no Brasil”, encomendado pelo PICPlast e realizado pela consultoria MaxiQuim, a indústria automobilística consumiu, em 2022 (dados mais recentes), cerca de 65 mil toneladas de resinas plásticas pós-consumo recicladas, um aumento de cerca de 40% em comparação ao ano anterior, que atingiu 47 mil toneladas de plásticos reciclados.

Para Simone Carvalho, integrante do grupo técnico do PICPlast, o aumento do consumo do material tem impulsionado tendências de redução de peso para eficiência de consumo de combustível. Além das propriedades de alta absorção de impacto dos plásticos que também permitem que os veículos atendam a padrões de segurança mais rígidos.

“A utilização de plásticos na produção de autopeças já representa um grande avanço para o setor em termos de custos. Quando acrescentada a questão da utilização de plásticos reciclados, o valor agregado é ainda mais evidente, considerando a circularidade de produtos no setor automotivo”, explica Simone.

Mudanças positivas

Com objetivo de simplificar processos e diminuir o consumo de energia durante a fabricação, muitas montadoras substituíram o alumínio pelo chamado plástico virgem, resultando em carros mais leves, com menos gasto de combustível e a diminuição das emissões de poluentes, além de proporcionarem características positivas como menor densidade e maior versatilidade no design dos projetos.

De acordo com a MaxiQuim, até 2026 o mercado mundial de plásticos automotivos valerá até US$ 68,6 bilhões. Para efeito de comparação, em 2018 a cifra era de US$ 48,7 bilhões, um avanço de 41% no intervalo de oito anos. Já com relação ao material reciclado utilizado pela indústria, atualmente ele representa 4% a 5%, com previsão de chegar a 10% até 2030.

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