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Nadador Gabriel Araújo conquista 1º ouro do Brasil na Paralimpíada

O primeiro ouro do Brasil nos Jogos Paralímpicos de Paris não tardou. Nesta quinta-feira (29), dia de abertura das competições na França, o nadador mineiro Gabriel Araújo, o Gabrielzinho, venceu os 100 metros nado costas da classe S2 (atletas com grande comprometimento físico e motor), com o tempo de 1min53s67. Esta é a quarta medalha paralímpica da carreira do atleta, de 22 anos, que conquistou dois ouros e uma prata – nesta mesma prova – em Tóquio.

Gabrielzinho, atual campeão mundial nos 100 metros costas, não foi incomodado durante toda a prova, terminando quase oito segundos à frente do medalhista de prata, o russo Vladimir Danilenko, que competiu sob bandeira neutra. O terceiro colocado foi o chileno Alberto Abarza Diaz.

O mineiro, nascido em Santa Luzia, região metropolitana de Belo Horizonte, ainda tem mais quatro provas para nadar em Paris: os 50 metros costas e 200 livre na classe S2, além dos 50 livre e 150 medley na S3, classe com atletas com um grau de comprometimento menor que a S2.

O nadador é uma das principais protagonistas do esporte paralímpico brasileiro, tendo inclusive sido porta-bandeira do país na cerimônia de abertura dos Jogos, na última quarta (28).

Gabrielzinho nasceu com focomelia, doença congênita que impede a formação normal de braços e pernas. Ele começou a nadar em Juiz de Fora (MG). (Agência Brasil)

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Rebeca é ouro no solo e vira maior medalhista olímpica do Brasil

A despedida de Rebeca Andrade da Olimpíada de Paris não poderia ser melhor. Nesta segunda-feira (5), a paulista conquistou a medalha de ouro na prova de solo, alcançando seu quarto pódio na capital francesa. Foi a sexta medalha olímpica dela, que se isolou como atleta brasileira mais laureada na história do evento, superando os velejadores Robert Scheidt e Torben Grael, com quem a ginasta estava empatada.

Rebeca obteve 14.166 de nota em sua exibição, superando a favorita Simone Biles. A estadunidense – que, mais cedo, ficou fora do pódio da trave, assim como a brasileira – alcançou 14.133, sofrendo duas penalidades por pisar fora do tablado de competição. Mesmo assim, conseguiu a medalha de prata. O pódio foi completado por Jordan Chiles, também dos Estados Unidos, com 13.766.

A brasileira foi a segunda a se apresentar, ao som de uma combinação das músicas “End of Time”, de Beyonce, e “Movimento da Sanfoninha”, de Anitta. Ela recebeu 8.266 pela execução da série e mais 5.900 da nota de dificuldade das acrobacias. A comissão técnica pediu revisão desta última nota, sem sucesso. A pontuação total (14.166) de Rebeca foi melhor que as do individual geral (14.033) e da classificatória (13.900), mas inferior ao que atingiu na disputa por equipes (14.200).

As atenções, então, voltaram-se para Biles. Ela realizou a série mais complexa da final, com 6.900 de nota de dificuldade. No entanto, em duas acrobacias, pisou com os dois pés fora do tablado, o que diminuiu a nota de execução (7.833) e causou uma penalidade de 0.6. Rebeca ainda teve de aguardar as apresentações da romena Sabrina Maneca-Voinea e de Jordan Chiles para comemorar, emocionada, a vitória no solo. (Agência Brasil)

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Judoca Beatriz Souza conquista o primeiro ouro brasileiro em Paris

O esporte brasileiro conquistou a primeira medalha de ouro nos Jogos Olímpicos Paris 2024, com a vitória de Beatriz Souza sobre a israelense Raz Hershko na final da categoria +78kg feminino.

A vitória foi desenhada logo nos primeiros 30 segundos de luta, quando a brasileira conseguiu um wazari ao derrubar a israelense, em meio a uma tentativa de aplicar um o-soto-gari – varrida por fora da perna da adversária, empurrando-a contra o pé. Com a queda da israelense, a brasileira abriu a pontuação.

Com duas advertências por falta de iniciativa, o combate continuou com a israelense quase aplicando um golpe que poderia igualar o placar, mas Beatriz soube se desvencilhar, evitando tocar o solo com sua lateral ou as costas.

A brasileira, então, se manteve concentrada, administrando a vantagem, com a israelense já demonstrando cansaço.

A vitória colocou o Brasil na 18ª posição no quadro geral, com uma medalha de ouro, três de prata e três de bronze.

Atleta do Esporte Clube Pinheiros, de São Paulo, Beatriz Rodrigues de Souza tem 26 anos e ocupa a quinta posição no ranking mundial da categoria +78kg feminino. A judoca é de Peruíbe, município do litoral de São Paulo. Com 1m78 e 135 kg, ela carrega, em seu histórico, duas medalhas de prata e quatro de bronze em campeonatos mundiais.

Conquistou também prata nos Jogos Pan-Americanos de Santiago, em 2023, no torneio por equipes mistas; e duas de bronze no individual, em Lima (2019) e Santiago (2023).

A campanha de Beatriz Souza até o ouro nos Jogos Olímpicos Paris 2024 inclui quatro vitórias, das quais três sobre medalhistas. Nas oitavas, venceu por ippon (harai-goshi) Izayana Marenco, da Nicarágua.

Nas quartas, obteve vitória por waza-ari (sumi-otoshi) diante de Kim Hayun, da República da Coreia. A semifinal foi contra a francesa Romane Dicko.

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Equipe de Campinas é campeã brasileira de Tiro ao Arco

A equipe campineira de Tiro ao Arco sagrou-se campeã  brasileira Infantojuvenil e Master. A competição, com 24 atletas de Campinas, foi disputada em Maricá – RJ, de 23 a 28 de julho. Os vitoriosos fazem parte da Acamp – Associação dos Arqueiros de Campinas. O projeto da Acamp é um dos contemplados com o Fundo de Investimentos Esportivos de Campinas, por meio da Secretaria Municipal de Esportes e Lazer.


Nesta 17ª edição do Campeonato Brasileiro Infantojuvenil e Master de Tiro com Arco, 36 equipes de todo o país se inscreveram e competiram nas categorias recurvo, composto e barebow. A Acamp relacionou arqueiros dos 13 anos aos 51 anos que frequentaram o pódio 11 vezes, obtendo cinco medalhas de ouro, quatro medalhas de prata e duas medalhas de bronze, que asseguraram o título nacional para a equipe.

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Brasileiras são ouro e prata na natação em águas abertas

Asseguradas nos Jogos de Paris 2024, a baiana Ana Marcela Cunha e gaúcha Viviane Jungblut garantiram dobradinha de ouro e prata do país na prova de 10 quilômetros da etapa de Golfo Aranci (Itália) da Copa do Mundo de Águas Abertas.

Ana Marcela foi a primeira a concluir o percurso nesta sexta-feira (24), com o tempo de 2h0min00s70, seguida por Viviane (2h02min02s00). A alemã Leonie Beck (2h02min02s20), campeã mundial no ano passado, completou o pódio com o bronze.  Na disputa masculina, o representante brasileiro foi  Matheus Melecchi terminou na 22ª colocação.

Ana Marcela e Viviane já haviam subido ao pódio juntas ano passado, nos Jogos Pan-Americanos de Santiago (Chile), quando foram prata e bronze, respectivamente.

Com o ouro de hoje, Ana Marcela ampliou para 18 o total de medalhas em competições mundiais. A etapa italiana da Copa do Mundo é a segunda de um total de cinco. A etapa de abertura foi em Soma Bay (Egito), em março, Ana Marcela terminou na quinta posição. No mês seguinte, ela e Viviane carimbaram passaporte olímpico durante o Campeonato Mundial de Esportes Aquáticos

As três etapas restantes da Copa do Mundo ocorrerão após os Jogos de Paris. (Agência Brasil)

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1ª exposição de arte realizada na Campinas Decor termina domingo

A exposição NQHOMA: Nós Que Habitamos O Mundo Alheio! ocupa até o próximo domingo, 7 de abril, o ambiente Alameda Campinas Decor, na 26ª edição da Campinas Decor, principal mostra de arquitetura, decoração e paisagismo do interior paulista, que segue até 26 de maio no icônico Prédio do Relógio, joia arquitetônica situada no coração do Pátio Ferroviário da cidade.

Os 22 artistas participantes da exposição coletiva NQHOMA inauguraram a Alameda Campinas Decor com obras especiais, com participação de homens e mulheres – em plena sintonia pela conquista permanente do mundo próprio para elas. São artistas homens que reconhecem o índice de que apenas 6% de mulheres artistas participam de exposições mundo afora, pelos grandes museus, o que é ínfimo e inaceitável em pleno século 21.

Para a inauguração do espaço, Ligia Testa escolheu talentosos artistas visuais para estarem juntos na exposição, como Adriana Baldin, Armando Matiolli, Cris Sagarra, Duda Clementino, Fernanda Carvalho, Felipe Bystroff, Flávia Carvalho Jackson, Gisele Faganello, Ivânia Tanaka, Josie Mengai, Karol Coelho, Luigi Di Mauro, Marcelo Jordão, Mariana Gadelha, Mariana Junqueira, Nadir Santilli, Pamela Machado, Paulo Gavioli, Stephen Linsteadt, Tânia Martins, Teresa Ceregatti e Vanda Direne.

“As obras desses artistas compuseram com encantamento a Alameda Campinas Decor, com técnicas diversas, entre elas, pinturas, fotografias, esculturas, abstratos, figurativos, geométricos, óleos, acrílicas, aquarelas, papel machê, ouro, spray e técnicas mistas, em um cenário de completude artística”, reforça Ligia.

A exposição NQHOMA – Nós que Habitamos o Mundo Alheio trouxe para o centro da discussão a falta de espaço das mulheres no mundo da arte e nos principais museus do mundo. “Elas seguem conquistando seu próprio mundo, menos leves do que gostaríamos e, mais uma vez, é a Arte quem precisa sair à frente com a bandeira em punho”, complementa Ligia sobre o tema da exposição. Foi por isso que ela diz que respondeu ‘sim’ ao convite de colocar artistas mulheres mostrando suas obras e artistas homens que resolveram apoiá-las e homenageá-las, na inauguração do espaço Alameda Campinas Decor, sob a criação e responsabilidade de Jannini e Sagarra Arquitetura.

Um dos diferenciais do espaço assinado pelos arquitetos João Jannini e Cristina Sagarra é sua própria beleza arquitetônica, com uma galeria distribuída em mais de 1.000 metros quadrados, com lounges ambientados e suportes para a exposição de arte que foi aberta juntamente com a 26ª edição da mostra e foi a primeira exposição a inaugurar o uso do espaço pela cidade como galeria de arte.

“Acreditamos que a obra de arte é o que dá exclusividade a qualquer espaço. Ela – a arte, assina com o designer, arquiteto ou arquiteta – que é o/a artista do espaço – o ambiente composto”, explica Ligia sobre as exposições dentro da Campinas Decor.

A exposição segue até este domingo nos horários de visitação da mostra (serviço abaixo) e para ter acesso ao espaço é preciso adquirir o ingresso para o evento.

Campinas Decor 2024

Tendo como cenário a histórica Oficina de Locomotiva da Companhia Mogiana de Estrada de Ferro (Prédio do Relógio), a Campinas Decor 2024 une passado, presente e futuro em mais uma edição memorável da principal mostra de arquitetura, decoração e paisagismo do interior paulista. O público pode conferir 44 ambientes internos e externos, preparados por um time formado por renomados profissionais de Campinas e região.

Emoldurados pela arquitetura original e pelo amplo pé direito do prédio, que traz como destaque a presença de vidro nas laterais e em sua cobertura, propiciando muita luz natural, o amplo galpão de 130 metros de comprimento e mais de 6 mil metros quadrados de área abriga ambientes espaçosos, erguidos do zero, nos quais o público poderá conferir o que há de mais moderno em artigos para decoração, revestimentos, mobiliário, luminotécnica, automação residencial e tudo o que envolve esse universo.

As tendências se mesclam a elementos originais e à história do complexo ferroviário que funcionava no local e que foi fonte de inspiração para os arquitetos, designers de interiores, paisagistas e engenheiros soltarem a criatividade e brindarem quem passar por lá com ambientes contemporâneos de beleza ímpar.

São livings, estúdios, ateliês, suítes, banheiros, home theater, cozinha, escritórios e estação gourmet, entre outros, além de ambientes funcionais, como restaurante, loja  e cafeteria. 

A realização da mostra no Pátio Ferroviário, que faz parte de uma área cedida pela União à Prefeitura de Campinas, tornou-se possível graças a um convênio de permissão de uso firmado entre a organização do evento e a administração municipal. 

Serviço
Campinas Decor 2024
Onde: Oficina de Locomotiva da Companhia Mogiana de Estrada de Ferro (Prédio do Relógio)
Endereço: Rua Dr. Sales de Oliveira, 1380, Vila Industrial, Campinas, SP
Data: de 29 de março a 26 de maio de 2024
Horários de visitação: de terça a sexta-feira, das 14h às 22h, e aos sábados, domingos e feriados, das 12h30 às 22h; a bilheteria fecha sempre às 20h30
Ingressos: R$ 60,00 (inteira), R$ 30,00 (meia), R$ 100,00 (passaporte Campinas Decor com visitas ilimitadas, exceto para eventos fechados); crianças até 12 anos não pagam
Serviço: estacionamento com manobrista (R$ 30,00 o período), brinquedoteca Brincavilla (R$ 40,00 a hora), restaurante e cafeteria.
Telefone para informações: (19) 99378-7008
Site: www.campinasdecor.com.br
Instagram: @campinasdecor

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