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Novo Renault Koleos híbrido e sofisticado vai ser vendido no Brasil

Depois do lançamento bem sucedido do Renault Boreal, a marca reforça seu portfolio com mais um SUV: novo Koleos E-Tech. Com um design marcante, como é a nova tendência da marca francesa, o SUV estreia a motorização full hybrid e o ingresso da marca no segmento D no Brasil.

Em versão única de acabamento e motorização, a esprit Alpine full hybrid E-Tech, que combina o motor turbo de 1,5 litro, com injeção direta, com dois motores elétricos acoplados à transmissão automática DHT (Dual Hybrid Transmission) com uma bateria de íons de lítio de 1,64 kWh. Esta estrutura permite que ele entregue 245 cavalos, sendo 144 cavalos do motor de combustão e 136 cavalos dos dois motores elétricos. Segundo a marca, o novo modelo acelera de 0 a 100 km/h em 8,3 segundos e chega a uma velocidade máxima é limitada eletronicamente a 180 km/h.

“O Koleos é o terceiro veículo do International Game Plan no Brasil, o plano estratégico da marca Renault para os mercados internacionais. É um veículo de grande sucesso”, explica Ariel Montenegro, presidente e diretor-geral da Renault Geely do Brasil.

Marcante

O design externo é muito elegante e bonito. Com 4,78 metros de comprimento, cabine com isolamento acústico, o Renault Koleos oferece um espaço interno amplo (distância entre eixos de 2,82 metros), materiais de alta qualidade, iluminação ambiente personalizável e acabamento exclusivo esprit Alpine. Na segunda fileira de bancos, o modelo conta com um vão de 320 mm para os joelhos, um dos maiores do segmento, enquanto o porta-malas oferece capacidade de 431 litros (VDA), podendo ser aumentada para até 1.623 litros de capacidade, com os bancos rebatidos.

O sistema de ar-condicionado de três zonas com sensor de qualidade do ar, sensor de bancos dianteiros ventilados, bancos dianteiros e traseiros aquecidos, teto panorâmico e quatro portas USB (três do tipo C e uma convencional) asseguram uma experiência confortável para todos os ocupantes.

A Renault busca inspiração nos códigos de design da marca Alpine e incorpora o teto em dois tons, acabamento da pintura acetinado na versão esprit Alpine full hybrid E-Tech, bem como detalhes em azul gravados a laser nas portas, nos para-choques e na grade frontal. Esta versão afirma seu caráter exclusivo com rodas diamantadas e escurecidas de 20’’. A grade frontal, marca registrada da Renault, apresenta um padrão em diamante na mesma cor da carroceria. Os faróis de LED Pure Vision do Koleos se integram harmoniosamente à dianteira e à grade.

Já o interior se destaca pelos bancos com design e materiais exclusivos e o logo esprit Alpine. A cor predominante no interior é o preto, com toques da Alpine, como as costuras em azul, branco e vermelho no volante e no apoio de braço central, e os detalhes em azul nos estofados e cintos de segurança. Além do tecido texturizado, o Alcantara está presente não só nos bancos, mas também nos painéis das portas e no painel de instrumentos, conferindo ao habitáculo um toque de luxo. Outros detalhes também são inspirados no universo Alpine, como a letra “A” bordada em relevo nos bancos ou a pequena bandeira tricolor no banco do motorista.

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Pulse e Fastback ganham motores elétricos auxiliares e ficam mais econômicos

A Fiat apresentou esta semana as versões híbridas do Pulse e Fastback. Equipadas com motorização T200 Flex, de um litro turbo desenvolvem 130 cavalos e 20,4 kgfm de torque. Segundo a marca, no caso do Fastback, no uso urbano, o modelo teve uma redução no consumo de combustível de 11,5% na gasolina (9,8% no etanol), e no Pulse o percentual é de 10,7% tanto na gasolina, quanto no etanol. A transmissão é CVT que simula sete velocidades.

O sistema híbrido da Fiat possui um motor elétrico multifuncional que substitui o alternador e motor de partida. Esse sistema híbrido dual-battery é capaz de gerar torque adicional para o motor a combustão do veículo e energia elétrica para carregar as baterias de chumbo-ácido de 68Ah e de íon de lítio de 11Ah, ambas de 12V, que fornecem energia ao motor elétrico. O sistema gera potência de até 3kW, garantindo, segundo a marca, uma melhora na performance e uma redução de consumo de combustível.

O sistema é composto pelos seguintes componentes:

  • Duas baterias de 12V, sendo uma de chumbo-ácido (localizada no cofre do motor) e outra de íon de lítio (localizada abaixo do banco do motorista).
  • Sistema DBSM (Dual-Battery Switch Module ou Módulo de Comutação de Duas Baterias) usado para conectar, separar ou controlar as duas baterias de acordo com a estratégia da central eletrônica, garantindo a operação eficiente e a carga adequada.
  • Motor elétrico multifuncional de 12V e 3kW conectado mecanicamente ao motor de combustão e alimentado por uma bateria auxiliar de íon de lítio, que substitui o alternador e o motor de partida.

O sistema funciona através de quatro modos de operação:

  1. e-Start&Stop:função Start-Stop durante paradas. Quando o veículo para completamente, o sistema desliga o motor a combustão, economizando combustível. Nas desacelerações, o motor a combustão permanece em funcionamento sem injetar combustível, priorizando a regeneração de energia.
  2. e-Assist:assistência do motor elétrico ao motor de combustão. Durante acelerações e retomadas, as baterias de lítio e chumbo fornecem energia para o motor elétrico, que gera torque adicional para o motor de combustão, reduzindo o consumo de combustível do veículo.
  3. Alternador Inteligente:dois modos de funcionamento que dependem da condição das baterias. No modo alternador, as baterias de chumbo-ácido e/ou íon de lítio estão com baixos estados de carga, e o alternador inteligente permite o carregamento das baterias. No modo neutro, as baterias de chumbo-ácido e/ou íon de lítio estão carregadas, e o alternador inteligente permite que as baterias mantenham as cargas elétricas do veículo.
  4. e-Regen:regeneração de energia durante desacelerações. A função de regeneração converte energia mecânica em energia elétrica, que é armazenada nas duas baterias – chumbo-ácido e íon de lítio. O sistema é capaz de regenerar até 25% da energia que seria desperdiçada em um motopropulsor convencional.

Preços
Pulse Audace T200 Hybrid AT – R$ 125.990
Pulse Impetus T200 Hybrid AT – R$ 140.990
Fastback Audace T200 Hybrid AT – R$ 151.990
Fastback Impetus T200 Hybrid AT – R$ 161.990

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Fiat confirma a chegada do Pulse e Fastback híbridos flex para novembro

Os primeiros modelos híbridos da Fiat no mercado brasileiro foram confirmados hoje pela marca italiana. Como já havíamos antecipado aqui no Campinas de Fato, em novembro chegam o Fastback e o Pulse com motorização hibrida e flex (etanol/gasolina). Até hoje, somente a Toyota com o Corolla e o Corolla Cross dispunham no mercado nacional dessa possibilidade de motorização. A Fiat foi responsável por lançar no Brasil o primeiro veículo a etanol, com o 147 (1978), e a primeira apresentar a tecnologia flexível com o Uno (2005).

“A Fiat é a marca reconhecida por revolucionar e democratizar tecnologias acessíveis no Brasil. O SUVs, Pulse e o Fastback serão responsáveis por impulsionar essa revolução”, afirmou Alexandre Aquino, vice-presidente da marca Fiat para a América do Sul.

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Em nosso comparativo, Citroën C3 Aircross vence a Chevrolet Spin

Aos longo de muitos anos, a Chevrolet Spin não tinha concorrentes na sua faixa de preço e demorou para a General Motors do Brasil fazer uma atualização do modelo.  A Spin ficou mais moderna e com mais equipamentos e as alterações mais significativas foram no interior e na frente. Porém, essas alterações chegaram após o modelo da Chevrolet ganhar um concorrente bem mais moderno e com melhor motorização. O Citroën C3 Aircross, também com sete lugares, desembarcou no mercado nacional, mais barato, motor turbo e com design mais agradável.

Fizemos o comparativo entre os dois modelos, que estão na faixa dos 150 mil reais. A Chevrolet Spin Premier custa R$ 145 mil e o Citroën C3 Aircross Shine 7 R$ 137 mil.

Família

Ambos os modelos têm o objetivo de acomodar famílias grandes e que precisam de espaço interno e porta-malas. Isso sem ter que desembolsar “muito”. O espaço interno, quase sempre, é determinado pela distância do entre-eixos. Aqui o modelo francês leva vantagem em cima da concorrente. A Spin, que ainda utiliza a plataforma do sedã Colbalt, tem 2,62 m, contra 2,67 do Aircross.

Na largura também a C3 Aircross leva vantagem: 1,79 m contra 1,76 m. Para os ocupantes dos bancos dianteiros, ambas oferecem um bom espaço e os bancos são confortáveis. Mas a Spin tem um vantagem no banco intermediário, já que o mesmo pode se deslocar para a frente ou para trás, aumentando o espaço para as pernas. Porém, se deslocado para trás, não pode levar ninguém na terceira fileira. E para entrar nos bancos da última fileira, o banco do meio precisa estar todo para a frente. No Aircross, também não é nada fácil o acesso, mas necessita menos “ginástica”. Em ambos os modelos, os dois bancos da terceira fileira são para um pequeno trajeto e para crianças.

Agora, se nos dois modelos as três fileiras estiverem na posição de uso, a minivan da Citroën leva vantagem. Uma coisa que assusta é a proximidade dos últimos bancos com a tampa traseira. E por falar em última fileira e tampa, o porta-malas, tão importante para quem vai escolher uma minivan, é maior na Spin. Com a terceira fileira no lugar, a Spin tem 162 litros de espaço, contra 42 da Aircross. E sem a terceira fileira, novamente a Spin tem uma pequena vantagem: 553 litros contra 493 litros. Mas um detalhe faz grande diferença na Citroën C3 Aircross. Os bancos podem ser removidos e recolhidos em uma bolsa especial.

Conforto

Em ambas, o acabamento não foi a maior atenção das fabricantes. Na Citroën C3 Aircross, até por ser mais moderna, alguns detalhes mereciam um estudo mais profundo. Os controles dos vidros elétricos traseiros estão no console central entre os bancos dianteiros, para serem utilizados pelos passageiros da frente e do banco intermediário.

Mas muito mal colocados, pois os passageiros têm que quase sair do banco para os acionar e os dos bancos dianteiros precisam “jogar” o braço para trás e ficar adivinhando onde eles estão. A mesma coisa com os botões dos ajustes dos espelhos retrovisores, travamento dos vidros traseiros e das portas e controle de velocidade, instalados à esquerda, encobertos pelo volante. Os demais controles, tanto os do volante como os do meio, são de fácil acesso.

A quantidade de espaços e porta-trecos é muito mais generosa no Aircross. Em ambos, muito plástico e bancos confortáveis.
Uma vantagem da Spin é dispor de seis airbags, contra quatro do Aircross.

Conectividade

Em ambos os modelos, a conectividade é bem interessante e aceita o uso do Android Auto ou Apple Car Play. A telas em ambas são grandes, na Spin mais retangular e C3 Aircross mais horizontal.

A Spin tem carregador sem necessidade de fio, mas o espelhamento das duas não precisa do cabo. Os painéis de instrumentos em ambas são digitais, mas no Aircross é de mais fácil utilização.

Motorização

Neste importante item, a Citroën C3 Aircross leva uma grande vantagem. O motor mais moderno do Aircross é de 1 litro turbo, que entrega 130 cavalos com etanol e 125 com gasolina. O torque é de 20,4 kgfm com qualquer dos combustíveis. Já na Spin, o motor apesar de ter sido atualizado, ainda é o velho motor muito utilizado na linha Chevrolet, um 1,8 litro que oferece ao motorista 106 cavalos com gasolina e 111 com etanol. E o torque é de 16,8 com gasolina e 17,7 kgfm com etanol.
A grande diferença é ressaltada no desempenho. De 0 a 100 quilômetros por hora,  o Citroën precisou de 10,2 segundos e a Spin 14,1 segundos. Quase quatro segundos a mais. Isso numa ultrapassagem ou carregado faz muita diferença.

Mais uma vez, na transmissão, o Aircross leva vantagem. Apesar de ter um câmbio verdadeiramente automático de seis velocidades, e o C3 um CVT que simula sete velocidades, o do Citroën é mais ágil.

No consumo houve quase um empate. Com gasolina, o C3 Aircross fez 10,6 quilômetros por litro no perímetro urbano contra 10,2 km/l da Spin. Já na estrada, a Spin fez 15,5 km/l, contra 14,6. Com etanol, na estrada, a Aircross fez 12,7 quilômetros por litro, contra 12,6 da Spin, e na cidade, com o mesmo combustível, 8,8 quilômetros por litro na Spin e no Aircross, 8,7 km/l. Ou seja, estão no que se esperava.

Nos dois modelos as rodas são de liga-leve, sendo na Spin de 16 polegadas e de 17 no concorrente. Isso deixa o modelo da marca francesa mais elevado e com maior facilidade de superar obstáculos e na utilização nas estradas de terra ou esburacadas.

Comparativo

Lógico que é muito pessoal a escolha. Porém, o Citroën C3 Aircross, até por ser mais moderno, ter mais espaço, ser mais barato e ter um motor mais moderno, leva uma pequena vantagem sobre a Chevrolet Spin.  Ambos são boas opções para famílias que necessitam de espaço e a eventual utilização de sete assentos.

Preço
Chevrolet Spin Premier 1,8 AT 7 lugares – R$ 144.990,00
Citroën C3 Aircross Shine CVT 7 lugares – R$ 136.590,00

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Novo Hyundai Creta chega com design moderno e nova motorização

O novo Hyundai Creta será lançado no mês que vem e deve começar a ser vendido no mercado nacional no começo de 2025. O modelo já foi visto na cidade de São Paulo em fase final de testes.

Além das novidades no design, o SUV deve ganhar um novo motor 1,6 litro TGDI em substituição ao beberão 2,0 litros flex. A nova motorização será exclusividade das versões topo de linha, e é o mesmo que usava o Tucson, com 177 cavalos e 27 kgfm de torque máximo. As demais versões continuaram com o motor 1.0 turbo flex de 120 cv.

O design do Creta 2025 segue o estilo adotado pela Hyundai na Índia, com uma estética menos excêntrica e mais alinhada aos modelos internacionais da marca. Na parte traseira, o SUV agora segue a tendência das lanternas conectadas por uma barra de LEDs, com um visual mais moderno e sofisticado. O logo da Hyundai foi reposicionado, integrando-se à própria lanterna traseira.

No interior do novo Creta também traz atualizações significativas. O painel agora integra a central multimídia e o quadro de instrumentos digitais, ambos com telas de 10,25 polegadas. As saídas de ar foram movidas para o centro do painel e redesenhadas para um formato mais horizontal, enquanto os botões físicos e controles analógicos permanecem, mas foram rearranjados para melhorar a ergonomia. (Informações MecânicaOnline)

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Novo BYD Seal Super DM híbrido pode chegar ainda este ano

A chinesa BYD apresentou na Europa o novo SUV hibrido Seal Super DM (Dual Mode), que prioriza o uso da motorização elétrica. O SUV tem uma autonomia somente com a motorização elétrica de 70 a 125 quilômetros. Essa autonomia depende da versão: Boost e Comfort.

Com dois motores, um em cada eixo, o SUV Seal tem motor a combustão de 1,5 litro e vem com uma bateria BYD Blade Battery de 18,3 kWh (Boost) ou 26,6 kWh (Comfort). Esse novo modelo pode chegar ainda este ano ao Brasil.

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GWM Tank 300 com motorização híbrida pode chegar ainda em 2024

A GWM lançou recentemente no México o SUV Tank 300. O modelo, que deve estar em breve no mercado brasileiro, é um off-road com motorização hibrida (HEV- Hybrid Electric Vehicle).

Equipado com dois motores, um motor a combustão de dois litros, turbo e outro elétrico que, juntos, desenvolvem 341 cavalos de potência máxima e torque de 64,7 kgfm.
O modelo acelera 0 a 100 km/h em 8,1 segundos. A marca chinesa já comercializou mais de 280 mil unidades do Tank em vários mercados mundiais.

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