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Sofisticada Fiat Toro Ultra ganha motor flex de 176 cavalos

A topo de gama da linha Fiat Toro, a Ultra, agora também está disponível com motorização flex. Esperada desde o final do ano passado, a Fiat passa a comercializar a picape compacta com o motor 1,3 litro, turbo, com potência de 176 cavalos e torque de 270 Nm. O motor T270 já é um velho conhecido de outros modelos da Stellantis, como outras versões da Toro, Renegade e Compass.

Como a mais sofisticada da linha, a Ultra vem com rodas de 18 polegadas na cor preta, todo o acabamento escurecido incluindo molduras em preto brilhante, interior com bancos pretos em couro com costura em vermelho, capota marítima rígida e uma bolsa que acompanha a caçamba e facilita o transporte de cargas.

Ainda por dentro, painel multimídia de 10,1”, ar-condicionado digital dual zone, sistema Fiat Connect////me,  e sistema ADAS para frenagem automática de emergência, assistente de permanência em faixa e farol alto automático.  A marca não divulgou o preço.

Preço
Fiat Toro Ultra R$ 194.490,00

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Novo Hyundai Creta chega com novo design e mais sofisticação

Um dos Suvs compactos mais vendidos no Brasil, o Hyundai Creta chega em sua quinta geração com um design muito moderno e mais tecnologia embarcada. Inclusive, o modelo é líder de vendas em sua categoria. O novo SUV, que em breve ganhará mais uma nova geração, aposentou o beberão 2,0 litros e agora conta com duas modernas opções de motorização: 1,0 turbo GDI e 1,6 turbo.

Novo design

Sem duvida a maior atração da nova geração do Creta está no seu interior e na frente. O modelo teve seu conjunto óptico frontal redesenhado e ganhou uma faixa em LED que percorre toda a frente do carro e luzes de seta sequenciais nas pontas. O para-choque também tem novo desenho. O conjunto passa uma imagem de modernidade e força.

A lateral é a mesma do modelo anterior, mas teve a coluna C redesenhada. Destaque para as novas rodas 16 polegadas para a versão Comfort, 17” para versões Limited, Platinum e N Line, e 18” para a versão topo de gama Ultimate.

Na traseira ficou mais elegante com as novas lanternas em LED e a faixa luminosa que percorre o porta-malas de ponta a ponta.

O interior do Creta foi todo renovado. Logo ao entrar no modelo impressiona o grande painel de instrumentos de 10,25 polegadas integrado à multimídia, também de 10,25 polegadas, para as versões Platinum, N Line e Ultimate.

Os bancos, em couro nas versões mais sofisticadas contam com sistema de ventilação para o motorista, extremamente apreciado nos dias de calor intenso. Em sua versão topo de gama, o Hyundai Creta vem com ajustes elétricos de quatro posições para os bancos dianteiros. Teto panorâmico com comando de voz, ar-condicionado automático de duas zonas, retrovisor interno eletrocrômico, carregador de celular por indução e seletor de modo de direção são algumas das funcionalidades oferecidas para o condutor e passageiros.

Outro destaque do SUV coreano é conectividade. O sistema Bluelink oferece avançados recursos, como serviços de rastreamento e recuperação veicular, possibilidade de realizar comandos pelo celular para ligar o carro, abrir as janelas, receber alertas, ajustar a temperatura do ar-condicionado automático digital e acessar o sistema da Smart Camera 360°. Este último permite visualizar, pelo aplicativo no celular, o que se encontra ao redor do veículo antes de se aproximar para embarcar.

É possível ainda buscar e acessar pontos de interesse através de um mapa no aplicativo do Bluelink e enviá-los para o multimídia do carro. Ao traçar uma rota, o sistema de navegação indicará o melhor caminho usando informações de tráfego em tempo real.

Muito interessante são os comandos de voz. Ao pressionar um botão no volante, uma série de funcionalidades podem ser acionadas por voz, tais como: ligar e desligar o ar-condicionado, ativar a ventilação do banco do motorista e abrir e fechar o vidro do motorista. Caso o Bluelink esteja ativado, por comandos de voz também é possível enviar mensagens de texto, obter informações sobre o clima e encontrar pontos de interesse para navegação.

Esportivo

A versão esportiva, a N Line, vem com um design diferenciado dos demais modelos. Na frente o SUV vem com visual muito moderno e esportivo, tanto na grade como nos para-choques.

Na traseira tem escapamento duplo, “saias” laterais em cinza brilhante, pedaleiras exclusivas, bancos em couro em preto e vermelho, a coluna C em black piano, e detalhes em grafite nas maçanetas, volante, painel e console.

SmartSense

O pacote de segurança Hyundai SmartSense está mais sofisticado. Além da Smart Camera 360°, oferece câmera para monitoramento de ponto cego, que exibe no display central do painel de instrumentos, em vídeo, a visão do ponto cego para a direção indicada após acionar o sinal de mudança de faixa; Sistema de Frenagem Autônomo, fundamental para situações em que há risco de colisão frontal com pedestres, outros veículos, ciclistas e em convergências à esquerda; Assistentes de Permanência e Centralização em Faixa, Detector de Fadiga, Farol Alto Adaptativo, Assistente de Tráfego Cruzado Traseiro e Controle de Velocidade Adaptativo. Freio de Estacionamento Eletrônico e sensores de estacionamento dianteiro e traseiro também estão disponíveis no novo Hyundai Creta.

Seis airbags, freios a disco nas quatro rodas, controle de velocidade de cruzeiro com limitador de velocidade, acionamento inteligente one-touch das luzes de direção são oferecidos em todas as versões, assim como freios ABS com EBD, controles eletrônicos de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa, sinalização de frenagem de emergência e monitoramento de pressão dos pneus.

Motorizações

As versões Comfort, Limited, Platinum e N Line do Creta continuam com o motor 1,0 turboflex GDI de injeção direta de combustível que, segundo o fabricante, teve melhoras no consumo de combustível. O propulsor de três cilindros entrega potência de 120 cavalos e torque máximo de 17,5 kgf.m.

Mas em termos de motores, o grande avanço é para a aposentadoria do modor de dois litros e a chegada do moderno 1,6 litro, turbo, somente a gasolina, com potência máxima de 193 cavalos e torque de 27,0 kgf.m a 4.500 rpm. É o mais potente da categoria. A transmissão é de sete velocidades e tem dupla embreagem.

Garantia

A nova geração do Creta tem cinco anos de garantia sem limite de quilometragem e as revisões periódicas com preços fixos.

Preços
Hyundai Creta
Comfort – R$ 141.890,00
Limited – R$ 156.490,00
Platinum – R$ 172.690,00
Ultimate – R$ 189.990,00
N Line – R$ 182.090,00

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Basalt chega com espaço generoso, motores competentes e design elegante

Na onda dos SUVs coupés, a Citroën lança um modelo bem interessante: o Basalt. Derivado da família C3, o veículo tem um design muito bonito, atraente e com um bom espaço interno.

O modelo chega em quatro versões: Feel, Feel Turbo 200, Shine Turbo 200 e a que marca o lançamento, a completa First Edition. A versão de entrada, a Feel, conta com motor de um litro, aspirado, com 75 cavalos com etanol e 71 a gasolina e torque de 10,5 e10 kgfm, respectivamente. O câmbio é manual de cinco marchas.

Já as demais versões têm motor de um litro turbo, com 130 cavalos quando abastecido com etanol e 125 com gasolina e 20,4 kgfm de torque. Nestas versões, a transmissão é CVT, que simula sete velocidades.

Preço
Citroën Basalt – R$ 89.990,00

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Em nosso comparativo, Citroën C3 Aircross vence a Chevrolet Spin

Aos longo de muitos anos, a Chevrolet Spin não tinha concorrentes na sua faixa de preço e demorou para a General Motors do Brasil fazer uma atualização do modelo.  A Spin ficou mais moderna e com mais equipamentos e as alterações mais significativas foram no interior e na frente. Porém, essas alterações chegaram após o modelo da Chevrolet ganhar um concorrente bem mais moderno e com melhor motorização. O Citroën C3 Aircross, também com sete lugares, desembarcou no mercado nacional, mais barato, motor turbo e com design mais agradável.

Fizemos o comparativo entre os dois modelos, que estão na faixa dos 150 mil reais. A Chevrolet Spin Premier custa R$ 145 mil e o Citroën C3 Aircross Shine 7 R$ 137 mil.

Família

Ambos os modelos têm o objetivo de acomodar famílias grandes e que precisam de espaço interno e porta-malas. Isso sem ter que desembolsar “muito”. O espaço interno, quase sempre, é determinado pela distância do entre-eixos. Aqui o modelo francês leva vantagem em cima da concorrente. A Spin, que ainda utiliza a plataforma do sedã Colbalt, tem 2,62 m, contra 2,67 do Aircross.

Na largura também a C3 Aircross leva vantagem: 1,79 m contra 1,76 m. Para os ocupantes dos bancos dianteiros, ambas oferecem um bom espaço e os bancos são confortáveis. Mas a Spin tem um vantagem no banco intermediário, já que o mesmo pode se deslocar para a frente ou para trás, aumentando o espaço para as pernas. Porém, se deslocado para trás, não pode levar ninguém na terceira fileira. E para entrar nos bancos da última fileira, o banco do meio precisa estar todo para a frente. No Aircross, também não é nada fácil o acesso, mas necessita menos “ginástica”. Em ambos os modelos, os dois bancos da terceira fileira são para um pequeno trajeto e para crianças.

Agora, se nos dois modelos as três fileiras estiverem na posição de uso, a minivan da Citroën leva vantagem. Uma coisa que assusta é a proximidade dos últimos bancos com a tampa traseira. E por falar em última fileira e tampa, o porta-malas, tão importante para quem vai escolher uma minivan, é maior na Spin. Com a terceira fileira no lugar, a Spin tem 162 litros de espaço, contra 42 da Aircross. E sem a terceira fileira, novamente a Spin tem uma pequena vantagem: 553 litros contra 493 litros. Mas um detalhe faz grande diferença na Citroën C3 Aircross. Os bancos podem ser removidos e recolhidos em uma bolsa especial.

Conforto

Em ambas, o acabamento não foi a maior atenção das fabricantes. Na Citroën C3 Aircross, até por ser mais moderna, alguns detalhes mereciam um estudo mais profundo. Os controles dos vidros elétricos traseiros estão no console central entre os bancos dianteiros, para serem utilizados pelos passageiros da frente e do banco intermediário.

Mas muito mal colocados, pois os passageiros têm que quase sair do banco para os acionar e os dos bancos dianteiros precisam “jogar” o braço para trás e ficar adivinhando onde eles estão. A mesma coisa com os botões dos ajustes dos espelhos retrovisores, travamento dos vidros traseiros e das portas e controle de velocidade, instalados à esquerda, encobertos pelo volante. Os demais controles, tanto os do volante como os do meio, são de fácil acesso.

A quantidade de espaços e porta-trecos é muito mais generosa no Aircross. Em ambos, muito plástico e bancos confortáveis.
Uma vantagem da Spin é dispor de seis airbags, contra quatro do Aircross.

Conectividade

Em ambos os modelos, a conectividade é bem interessante e aceita o uso do Android Auto ou Apple Car Play. A telas em ambas são grandes, na Spin mais retangular e C3 Aircross mais horizontal.

A Spin tem carregador sem necessidade de fio, mas o espelhamento das duas não precisa do cabo. Os painéis de instrumentos em ambas são digitais, mas no Aircross é de mais fácil utilização.

Motorização

Neste importante item, a Citroën C3 Aircross leva uma grande vantagem. O motor mais moderno do Aircross é de 1 litro turbo, que entrega 130 cavalos com etanol e 125 com gasolina. O torque é de 20,4 kgfm com qualquer dos combustíveis. Já na Spin, o motor apesar de ter sido atualizado, ainda é o velho motor muito utilizado na linha Chevrolet, um 1,8 litro que oferece ao motorista 106 cavalos com gasolina e 111 com etanol. E o torque é de 16,8 com gasolina e 17,7 kgfm com etanol.
A grande diferença é ressaltada no desempenho. De 0 a 100 quilômetros por hora,  o Citroën precisou de 10,2 segundos e a Spin 14,1 segundos. Quase quatro segundos a mais. Isso numa ultrapassagem ou carregado faz muita diferença.

Mais uma vez, na transmissão, o Aircross leva vantagem. Apesar de ter um câmbio verdadeiramente automático de seis velocidades, e o C3 um CVT que simula sete velocidades, o do Citroën é mais ágil.

No consumo houve quase um empate. Com gasolina, o C3 Aircross fez 10,6 quilômetros por litro no perímetro urbano contra 10,2 km/l da Spin. Já na estrada, a Spin fez 15,5 km/l, contra 14,6. Com etanol, na estrada, a Aircross fez 12,7 quilômetros por litro, contra 12,6 da Spin, e na cidade, com o mesmo combustível, 8,8 quilômetros por litro na Spin e no Aircross, 8,7 km/l. Ou seja, estão no que se esperava.

Nos dois modelos as rodas são de liga-leve, sendo na Spin de 16 polegadas e de 17 no concorrente. Isso deixa o modelo da marca francesa mais elevado e com maior facilidade de superar obstáculos e na utilização nas estradas de terra ou esburacadas.

Comparativo

Lógico que é muito pessoal a escolha. Porém, o Citroën C3 Aircross, até por ser mais moderno, ter mais espaço, ser mais barato e ter um motor mais moderno, leva uma pequena vantagem sobre a Chevrolet Spin.  Ambos são boas opções para famílias que necessitam de espaço e a eventual utilização de sete assentos.

Preço
Chevrolet Spin Premier 1,8 AT 7 lugares – R$ 144.990,00
Citroën C3 Aircross Shine CVT 7 lugares – R$ 136.590,00

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Novo Citroën C3 You! acelera de 0 a 100 km/h em 8,4 segundos

A Citroën apresentou a versão “esportiva” do seu hatch C3. Segundo a marca, um dos destaques do novo modelo You! é a aceleração de 0 a 100 km/h e o consumo. O You! acelera de 0 a 100 quilômetros por hora em 8,4 segundos. O interessante é que no passado, índices abaixo de nove segundos, eram restritos modelos esportivos.

A nova versão topo de linha chega com o motor Turbo 200 de 130 cavalos, já utilizado, por exemplo, em diversos modelos da Fiat. O modelo conta com uma transmissão CVT que simula sete marchas e com três modos de condução.


Devido ao baixo peso do C3 You!, 1.115 quilos, além do desempenho, ainda segundo a marca, o hatch pode fazer até 12,8 quilômetros por litro com gasolina no ciclo rodoviário, o que permite uma autonomia total superior a 600 quilômetros.

Preço
Citroën C3 You! R$ 95.990,00.

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Honda lança mais uma motocicleta no segmento on-off road

Secretamente, a Honda apresentou a XR 300L Tornado. Com um chassi derivado da CRF 250F, a nova motocicleta da marca japonesa chega com o mesmo motor que equipa a Sahara 300, um monocilíndrico arrefecido a ar, de 293,5 cm3 e potências máximas de 24,8 cavalos (etanol) e 24,3 cv (gasolina). O torque máximo é de 2,74 kgf.m.

O câmbio é de seis marchas e a relação tem um conjunto coroa/pinhão 14/39 dentes. Os freios são a disco com ABS.

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Sedã esportivo BMW M5 já está disponível no mercado nacional

Entre os amantes de automóveis esportivos, o BMW M5 é um dos mais desejados. A sétima geração do modelo já está á venda no Brasil. Com um visual mais agressivo e acabamento sofisticado, o sedã esportivo vem equipado com um sistema de propulsão M Hybrid. O novo M5 continua com um motor V8 turbo de 585 cavalos e 750 Nm de torque e é auxiliado por um motor elétrico de 197 cavalos e 280 Nm de torque. Na soma combinada, geram 727 cavalos de potência e torque de nada menos que 1.000 Nm.

Equipado com sistema de tração integral M xDrive, que permite transferir até 100% da força para o eixo traseiro, o esportivo acelera de 0 a 100 km/h em apenas 3,5 segundos e tem velocidade máxima de 305 km/h.

Híbrido do tipo plug-in, o novo BMW M5 pode rodar apenas em modo elétrico a velocidades até 140 km/h, com autonomia que varia entre 67 e 69 quilômetros, de acordo com o ciclo WLTP.

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RAM lança edição especial de 100 unidades da Classic R/T

Com mais de 100 anos, a tradicional marca Dodge foi fundada pelos irmãos John e Horace Dodge. A empresa começou produzindo peças automotivas para as montadoras da região de Detroit, Michigan, nos Estados Unidos. Reconhecidos pela qualidade de seus produtos, os irmãos se aventuraram na produção de veículos. O primeiro foi o Model 30, em 1914. Já a produção de veículos comerciais começou em 1917, com o surgimento da picape Dodge Série 1.

Em 1928, a Dodge foi vendida para o grupo Chrysler e passou a ser uma divisão da companhia e, em 1932, era lançada a picape Dodge de meia tonelada, apresentando pela primeira vez o icônico símbolo do carneiro montanhês – Ram, em inglês – decorando o capô. Até a década seguinte a marca continuou a oferecer qualidade e veículos cada vez mais capazes, sendo, inclusive, a fornecedora de mais de 20 mil picapes exclusivas para o exército americano durante a Segunda Guerra Mundial. No pós-guerra, nasceu a Power Wagon, a primeira picape média com tração 4X4 para uso civil, que derivava do modelo criado para o combate. Hoje, a tração 4X4 é um atributo quase indispensável nas caminhonetes e está presente em toda a gama de picapes Ram.

Na década de 1950, houve a primeira aparição do nome Ram e o primeiro motor V8 em uma picape Dodge, a “Red Ram”. Interessante mencionar que desde essa época o V8 da Dodge já era um HEMI, nome dado a unidade de força cujas câmaras de combustão são hemisféricas. Em 1961, a nova linha de picapes Dodge trouxe a proposta de cabine dupla com quatro portas e um design semelhante ao Dodge Dart da época.

Agora, falando de outro hemisfério, mais especificamente no Brasil, nascia em 1969 a picape mais potente produzida no país, a Dodge D 100. Fabricada pela Chrysler no ABC Paulista, utilizava o mesmo motor do Dodge Dart, um V8 5.2 L de 198 cavalos. A D 100 foi produzida no país até 1975 e ainda há alguns exemplares rodando por aí – ou embelezando as garagens de alguns colecionadores.

De volta ao continente norte-americano, em 1993, foi apresentada a segunda geração da picape Ram 1500, que transformou o segmento full-size nos Estados Unidos e elevou as vendas da marca a níveis inéditos até então. Tamanho sucesso rendeu a esta geração o prêmio “Truck of the Year” da Motor Trend, no mesmo ano. E o design dessa geração da Ram 1500 foi apelidado de “big rig”, em referência às enormes carretas que cruzam as estradas norte- americanas, e cuja grade dianteira em cruz ganhou ainda mais destaque, elevando-se acima dos faróis.

De volta ao Brasil, em 1998, a então Chrysler inaugurava uma planta industrial na cidade de Campo Largo, Paraná, de onde saía a picape Dodge Dakota nas configurações básica, com um motor 2,5, e Sport, movida por um 3,9 L V6, ambos a gasolina. Mas nos anos 2000 era a lançada a versão mais apimentada do modelo, a R/T. Equipada com o motor V8 Magnum 5,2 L com 232 cavalos, era não só a picape mais potente, como o automóvel mais potente produzido no país à época.

Ainda sobre a história dessa marca centenária, em 2009 a Ram deixou de ser a linha de picapes da Dodge e passou a ser uma marca independente. O objetivo da separação era a Ram se especializar no desenvolvimento e produção de veículos comerciais, principalmente picapes, enquanto a Dodge manter seu foco nos muscle cars e esportivos.

Poucos elementos do universo automotivo são tão venerados quanto um motor V8. Motivos não faltam: o ronco encorpado e borbulhante que saem pelas bocas do escapamento, a potência caudalosa despejada nas rodas que tentam em vão não derrapar e toda cultura muscle car ao redor desse tipo de propulsor, formado por duas bancadas de quatro cilindros na diagonal.

Série comemorativa

Para celebrar o legado do icônico V8 HEMI, a Ram brasileira anuncia 100 unidades de uma série mais que especial. A Ram Classic ganha a versão R/T – de “Road/Track” –, sigla que distingue a gama de carros de alto desempenho usada pela Dodge desde os anos 60.

A Ram Classic R/T tem faróis e lanternas com máscara negra. Na dianteira, a exclusiva grade com formato em cruz, característica das picapes Dodge desde o lançamento da segunda geração da Ram 1500 e elemento marcante do design “big rig”, e que traz o carneiro montanhês ao centro, no lugar do nome da marca.

Por trás, colmeias aspiram muito ar para alimentar o enorme motor e um logo R/T no canto inferior adiciona charme a frente imponente da muscle truck. Adesivos foscos que remetem aos Dodges Chargers R/T fabricados pela Chrysler no Brasil nas laterais da caçamba e no capô completam o look da picape de DNA norte americano. Uma soleira em aço inoxidável evoca ainda mais o luxo e esportividade no interior da picape.

Para sublinhar o caráter colecionável da Ram Classic R/T, serão comercializadas apenas 100 unidades – 50 na cor preta e 50 em vermelho – que recebem um logo no painel com a estampa do número 1/100, referente ao número limitado das quantidades comercializadas.

Além disso, os compradores dessas unidades ainda serão presenteados com um kit super exclusivo. O kit contém uma caixa metálica de ferramentas e uma pasta de couro com certificado de aquisição com o número do chassi da unidade e uma carta escrita por Juliano Machado, vice-presidente da marca Ram para a América do Sul, parabenizando pela compra.

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R20 é a nova motocicleta conceito da BMW

A BMW Motorrad revelou a sua nova motocicleta conceito: a BMW R20. A motocicleta remete ao modelo R20 de 1937 e tem como destaque principal, o motor “big boxer” de dois litros refrigerado a ar e óleo.

O conceito BMW R20 é uma motocicleta que impressiona pela aparência poderosa e design clássico. Centrado em torno do motor “big boxer”, a R20 tem tanque grande e a traseira é reduzida ao essencial, para enfatizar as linhas limpas e dar imponência á motocicleta.

O chassi foi completamente redesenhado e, com uma estrutura principal de loop duplo preto feita de tubos de aço cromo-molibdênio, forma a espinha dorsal. Com a roda a disco preta de 17×6,25 polegadas na traseira, na qual está montado um pneu de dimensão 200/55, e uma roda de 17″ com raios pretos e pneu de dimensão 120/70 na dianteira, o conceito BMW R20 combina tradição e modernidade.

Os dois suportes do eixo traseiro em alumínio fresado são outro detalhe de alta qualidade. O eixo de transmissão exposto, adotado conceitualmente do R18 – o destaque visual dos conhecidos modelos R 18 – foi encurtado para integração na arquitetura do roadster. Como elementos de suspensão, os componentes Öhlins Blackline totalmente ajustáveis funcionam na dianteira e na traseira.

As pinças de freio com seis pistões na dianteira e quatro pistões por pinça de freio na traseira se encarregam de parar o modelo conceito. Além disso, o sistema de escapamento 2 em 2 proporciona o um forte ronco. A R20 conceito poderá entrar em produção em breve.

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Na geração Volkswagen T-Cross ganha beleza e sofisticação interna

A Volkswagen do Brasil apresentou na última quarta-feira (15), a nova geração do líder de vendas no segmento: o T-Cross. O modelo, que agrada pelo design, desempenho e espaço interno, ganhou mudanças na frente, na traseira e sofisticação no interior.  Lançado em 2019, o T-Cross é um produto global, mas tem em cada mercado a sua própria identidade. O modelo chega ás concessionarias na primeira quinzena de junho.

Elegante

A nova geração não teve alterações na lataria. Porém, as alterações na frente e atrás deixaram o SUV bem mais atual e sofisticado. Na frente, o modelo ganhou uma nova grade, para-choques e faróis. Os faróis são de full LED, com DRL (que é obrigatório por lei), piscas, função farol baixo e farol alto, todas com a tecnologia de LED.

O novo para-choque perde aqueles adereços cromados e ganha mais sofisticação com o novo design. As entradas de ar também mudaram e o conjunto é bem mais harmonioso. A nova frente ficou muito mais bonita.

Na parte traseira, as lanternas também são 100% em LED, que são ligadas uma á outra por uma faixa de iluminação vermelha. A luz de neblina está do lado esquerdo e a iluminação de marcha a ré em ambos os lados. O novo para-choque tem visual mais robusto e dá a sensação que o modelo está mais alto.

Na lateral, como não houve mudanças no design, por isso o destaque são as bonitas rodas. Como um todo, no conjunto, as alterações efetuadas no novo T-Cross deixou o modelo bem mais elegante e sofisticado. O porta-malas tem capacidade de 373 litros.

Por dentro

O interior teve mudanças bem mais acentuadas e agradáveis, com os novos acabamentos. Os painéis ganharam mais detalhes, com revestimentos “softtouch” e costura pespontada.

O formato do painel conta agora com a aplicação de tecido na ilha central da porta, região conectada à porção inferior do painel.
Os detalhes pespontados sobre este tecido valorizam o interior. Além disso, o apoia braço também é revestido em vinil.

Os bancos foram reformulados e passam a ter figurinos inéditos, sempre com a inscrição “T-Cross” na parte superior. Ainda no painel, o VW Play, sistema multimídia com tela de 10,1″, está com uma “moldura” que o deixa mais elegante. O sistema conta com o APPConnect (Apple Carplay e Android Auto) e conexão com a internet via Smartphone.

Motor

O SUV de entrada da linha Volkswagen não teve alterações nas motorizações. O T-Cross conta com dois motores; 200 TSI, na versão 200 e Comfortline e o 250 TSI na Highline. Como nos não foi permitida a avaliação, segundo a marca, o SUV acelera de 0 a 100 km/h em 8,6 segundos (na configuração 250 TSI) e em 10,0 segundos (nas 200 e Comfortline). A velocidade máxima é de 189 quilômetros por hora no modelo 200 e 204 quilômetros por hora no 250.

Segurança

Em termos de segurança, o sistema de frenagem autônomo de emergência com reconhecimento de pedestre estreia em todas as versões, assim como o sensor de fadiga e o alerta sonoro e visual para o uso do cinto de segurança dianteiro e traseiro.

A versão topo de linha Highline oferece como opcional pacote “ADAS”, que inclui assistente de estacionamento (Park Assist), detector de ponto cego com assistente traseiro de saída de vaga e assistente ativo de mudança de faixa (Lane Assist). 200, Comfortline e Highline são equipadas com controle adaptativo de velocidade e distância, frenagem autônoma de emergência com detector de pedestre, seis airbags (sendo dois frontais, dois laterais nos bancos dianteiros e dois de cortina).

Ainda fazem parte da lista de equipamentos fixação de assento de criança com sistema ISOFIX®, freios ABS com distribuição eletrônica de frenagem, controle eletrônico de estabilidade, controle de tração e bloqueio eletrônico do diferencial, assistente para partida em subidas, função frenagem de manobra entre outros.

Nova cor

O novo T-Cross estreia a cor cinza Ascot e o pacote Dark estão disponíveis  para a versão Highline. Ele inclui teto e retrovisores pintados na cor preto ninja, rack de teto longitudinal na cor preta, rodas de liga 17” escurecidas, logotipos escurecidos na lateral e traseira e pneus Seal Inside. O pneu conta com uma tecnologia que permite o motorista continuar rodando mesmo com ele mesmo furado, sem que aconteça perda de pressão.

Para o modelo a Volkswagen oferece as três primeiras revisões de série sem custo para todas as versões, incluindo peças e mão-de-obra.

Preços
200 TSi – R$ 142.990,00
Comfortline 200 TSi – R$ 160.990,00
250 TSI Highline  – R$ 175.990,00

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