Mário Gatti

Unidade de Pronto Atendimento Carlos Lourenço suspende exames de raio-x

A Unidade de Pronto Atendimento Carlos Lourenço suspenderá os exames de raio-x entre domingo, dia 11 de agosto, e quarta-feira, dia 14, para troca do equipamento. Essa unidade é a terceira UPA a receber novos equipamentos de raio-x e a implantar o sistema de processamento de imagens (Sistema PACS), uma ferramenta que viabiliza a comunicação e o arquivamento de imagens de maneira segura.

A orientação é para que, nesse período, a população busque atendimento, preferencialmente, em outras UPAs. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi orientado a encaminhar para outras unidades pacientes atendidos pelo serviço e que possam necessitar do exame. Aqueles que estiveram na UPA, em observação, e precisarem do exame também serão transportados pelo Samu para outra unidade.

O novo sistema de processamento de imagens vai permitir, por exemplo, que os hospitais Mário Gatti e Ouro Verde e as UPAs acessem raio-x que tenham sido realizados em qualquer unidade da Rede Mário Gatti. A próxima UPA a receber o novo raio-x será a São José, concluindo, assim, a troca dos equipamentos das quatro unidades de pronto atendimento.

O raio x digital está implantado nas UPAs desde 2019. No início, as imagens ficavam no computador do radiologista. Para que o médico da unidade que requisitou o exame pudesse receber o resultado, era necessário imprimir o exame. Hoje, o sistema de raio-x digital está integrado com os computadores instalados nos consultórios médicos, nas salas de emergência e na observação das UPAs.

Diferentemente da radiologia convencional, que obtém os registros a partir de um filme radiográfico, a versão digital utiliza sensores que enviam as imagens diretamente para o computador, onde são processados e direcionados para análise e interpretação do médico radiologista.

 

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Hoje é o Dia Mundial do Doador de Sangue

A auxiliar administrativa Larissa Régis, de 24 anos, doou sangue pela primeira vez há seis anos, logo que completou 18 anos. “Fui motivada pelo desejo de ajudar as pessoas e fazer a diferença na vida do próximo. A ideia de que uma simples ação poderia salvar vidas foi um grande incentivo para mim”, disse Larissa. Desde então, a jovem faz pelo menos uma doação de sangue todos os anos e planeja se tornar uma doadora regular, no intuito de ajudar a manter os estoques em dia.

Brasília (DF) 13/06/2024 - Larissa Régis, 24 anos, auxiliar administrativa, escoteira e doadora de sangue.
Foto: Larissa Régis/Arquivo Pessoal

“Acho muito importante manter esse compromisso. A ideia de ter uma carteirinha de doador é algo que me atrai, já que facilita o acompanhamento e reforça a minha responsabilidade com a causa”, explicou.

Larissa também é voluntária no Escoteiros do Brasil e tem alguns amigos que também são doadores. “Muitos jovens não estão cientes de que, a partir dos 16 anos, já podem ser doadores. É um tema que precisa ser mais divulgado, especialmente nas escolas e universidades.”

O estudante Murilo Verdélio Bortoloso, de 17 anos, viu, no ano passado, uma postagem nas redes sociais pedindo doação de sangue do tipo O+ e logo foi atrás de informação. “Sempre tive esse sentimento de querer ajudar a quem precisa. Vi que podia doar já a partir de 16 anos e fui. Tenho interesse de querer fazer o bem, ajudar as pessoas”, contou.

Por conta do tipo sanguíneo, frequentemente requisitado nos bancos de sangue, o adolescente também pensa em se tornar um doador regular.

Brasília (DF) 13/06/2024 – Murilo Bortoloso 17 anos - Matéria sobre doador de sangue.
Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

“Seria muito interessante me tornar um doador regular porque, pelo que vejo, meu tipo sanguíneo está sempre em falta. É uma boa opção, tanto porque gosto de ajudar como porque tem seus benefícios”, destacou Murilo.

Algumas unidades federativas, como São Paulo e Distrito Federal, oferecem vantagens para doadores regulares. Há ainda leis que isentam esses doadores da taxa de inscrição em concursos públicos realizados pela administração direta e indireta, por fundações públicas e universidades públicas.

“Na primeira vez que fui doar sangue, chamei alguns amigos para doarem comigo, mas nenhum foi – por falta de organização e por falta de divulgação do tema. Tanto que, quando fui doar, não vi nenhum adolescente. Eu era o único por lá”, lembrou o estudante. “O maior conselho que dou é não pensar muito. Teve o sentimento de que pode, tem esse tempo, porque leva um tempo considerável? Já vá direto para o hospital e doe. É simples. Não pensa muito. Só vai e faz. E ainda ganha um lanche de graça – que, por sinal, é muito bom”, brincou.

A bombeiro militar Fabiana Fontenele, de 39 anos, é doadora regular – doa sangue três vezes por ano. As doações são incentivadas, inclusive, pela corporação. Fabiana diz que já perdeu a conta de quantas vezes procurou o hemocentro para participar de mutirões de doação. “A sensação é muito boa, de poder ajudar pessoas que precisam realmente de ajuda, sendo que é um ato muito simples. No meu caso, não há nada, biologicamente, com o meu corpo, me impedindo de doar”, explicou.

“O tema precisa ser mais divulgado. É um ato simples que salva vidas. Tenho amigos que doam com frequência, no intuito de ajudar a todos. Meu conselho é: ‘doe, sem medo, porque é um ato simples e singelo, que salva realmente a vida das pessoas’”, concluiu.

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Mário Gatti chama voluntários para realizarem a doação de sangue

A Rede Mário Gatti abriu chamamento para voluntários que possam atuar na captação ativa de doadores por meio de contato com a família de pacientes que receberam sangue. A ação é parte do projeto Seu Amor Preenchendo Vidas, lançado no final de 2023 e que já orientou cerca de 1,8 mil pessoas sobre a importância da doação de sangue.

“O projeto, desenvolvido pela Rede e pelo Hemocentro da Unicamp, visa ampliar e incentivar as doações, facilitar a conscientização e criar uma cultura de doação de sangue”, informa a coordenadora da área de Humanização da Rede, Lucimeire Martini.

Nessa sexta-feira, 14 de junho, quando se celebra o Dia Mundial de Doação de Sangue, as pessoas que forem doar nos bancos de sangue do Hemocentro, na Unicamp e no Hospital Municipal Dr. Mário Gatti, serão recebidas com um café da manhã.

Os estoques do Hemocentro, responsável pelo abastecimento de sangue nas unidades do Sistema Único de Saúde da região de Campinas, estão 20% abaixo do ideal. Os tipos sanguíneos O positivo e AB negativo estão em níveis críticos, com disponibilidade abaixo de dois dias. Os tipos A positivo, B positivo, O negativo e B negativo estão em alerta, com estoque para dois a três dias, enquanto AB positivo e A negativo estão estáveis, suficiente para mais de quatro dias.

Inscrições para participar como voluntário dessas ações podem ser feitas até dia 17 de julho de no endereço https://forms.gle/xtnUtQG16BHn4qb66.

 

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Centros de Saúde tiveram grande demanda no final de semana

Os dez centros de saúde de Campinas abertos no último sábado (30), atenderam 678 pacientes com sintomas de dengue. Foi o segundo final de semana com horário ampliado. O objetivo é reforçar a assistência diante do contexto de epidemia e, ao mesmo tempo, reduzir a demanda por atendimentos na Rede Mário Gatti de Urgência, Emergência e Hospitalar.

A quantidade inclui novos atendimentos e retornos. Segundo a Secretaria de Saúde, os  números são inferiores aos 1.071 atendidos no sábado da semana passada. As unidades que funcionaram das 7h às 17h.

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Mário Gatti aumenta o atendimento da radioterapia oncológica

A Rede Mário Gatti de Urgência, Emergência e Hospitalar contratou dois serviços de radioterapia para ampliar a oferta de tratamento aos pacientes da Unidade de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon). O contrato, de R$ 769,9 mil por seis meses, atenderá 170 pacientes, e poderá ser prorrogado. Os pacientes iniciarão o tratamento nos próximos dias.

Instalada junto ao Hospital Municipal Dr. Mário Gatti, a Unacon é referência para radioterapia a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). Além de Campinas, a unidade atende também pacientes de 42 municípios da área da Divisão Regional de Saúde (DRS-7).

A radioterapia estava suspensa na Unacon desde 2018, quando teve início a reforma e ampliação do prédio, e foi retomada em setembro de 2023. Nesse período, os pacientes não ficaram desassistidos, porque passaram a ser atendidos em serviços contratados pela Rede – esses contratos venceram no final do ano.

Para voltar a operar, o acelerador linear, que emite radiação utilizada para combater ou diminuir o desenvolvimento de câncer, passou por atualização, com a instalação de novos componentes e programas computadorizados, controle de qualidade, manutenção preventiva e corretiva e melhorias tecnológicas.

“Retomamos os tratamentos na Unacon em setembro, e antes, em agosto, publicamos chamamento de serviços para poder ampliar a oferta de tratamento, porque a demanda é crescente”, disse o diretor técnico do Hospital Mário Gatti, Carlos Arca.

Atualmente há 85 pacientes em tratamento e 140 em quimioterapia na unidade. Não há espera para o tratamento quimioterápico. Em radioterapia, 42 pacientes estão em fase de planejamento do procedimento e 140 passaram por consulta com o radioterapeuta e aguardam o planejamento.

Esse planejamento é realizado por meio de uma tomografia feita na mesma posição em que o paciente fará o tratamento. Com ela são realizados os cálculos de distribuição de dose para que a radiação fique na área a ser tratada.

 

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Hemocentro e Mário Gatti precisam urgente de doações

O estoque baixo de bolsas de sangue já está impactando nas cirurgias do Hospital Municipal Dr. Mário Gatti. Entre quinta e sexta-feira, 4 e 5 de janeiro, cinco procedimentos tiveram que ser adiados. Os estoques do Hemocentro da Unicamp, responsável pelo fornecimento de sangue aos serviços que atendem o Sistema Único de Saúde (SUS), estão críticos; as doações tiveram uma queda de 40%.

De acordo com o diretor técnico do Hospital Mário Gatti, as cirurgias eletivas de grande porte exigem que seja feita uma reserva de sangue. “O paciente tem que ter garantido de duas a três bolsas do sangue para que possa utilizar numa emergência durante a cirurgia”, disse. “Nenhum paciente pode iria para uma cirurgia de grande porte sem essa reserva”, completou.

Ainda segundo Arca, quatro procedimentos já roram reagendados, sendo um – ortopédico – para esta sexta-feira, 5 – e os outros para a próxima semana. “As cirurgias foram reagendadas, mas para garantir que sejam feitos, precisamos de mais doações”, afirma.

Segundo o Hemocentro, nesta semana os tipos AB+ e B+ apresentam nível estável (suficiente para cinco dias), enquanto os tipos A+, A-, AB-, O- e B- estavam em alerta (suficiente para um dia); por outro lado, o estoque do tipos O+ está em nível crítico.

“Para um estoque estável, seria necessária a coleta de 130 e 140 bolsas diárias, mas a média tem sido de 80”, explicou o analista executivo no Hemocentro da Unicamp, Eduardo Baungartner.

Quem pode doar

– Pessoas que tenham entre 18 e 69 anos. (pessoas 16 ou 17 anos devem apresentar consentimento formal e presencial dos pais);

– Pesar mais de 50 quilos, não estar em jejum, mas evitar alimentos gordurosos e, se for doar depois do almoço, esperar três horas após a refeição.

– Não pode fumar duas horas antes ou depois da coleta do sangue.

Quem não pode doar

– Pessoas com mais de 60 anos que nunca doaram.

– Alcoolistas crônicos, portadores de sífilis, malária ou doenças de chagas, pessoas com sintomas respiratórios, grávidas, puérperas ou mulheres amamentando.

– Pessoas que tenham se exposto a situações de risco de doenças sexualmente transmissíveis

– Pessoas com histórico de consumo de drogas injetáveis

– Quem realizou exame de endoscopia há menos de seis meses ou tenha contraído hepatite após os 11 anos de idade.

Onde doar

Hemocentro
Endereço: Rua Carlos Chagas, 480, Cidade Universitária
Quando: de segunda a sábado, das 7h30 às 15h (inclusive feriados)

Hospital Mário Gatti
Endereço: Avenida Prefeito Faria Lima, 340, Parque Itália
Quando: de segunda a sábado, das 7h30 às 15h (inclusive feriados)

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Hospital faz mutirão de prevenção e diagnóstico de câncer de pele

Um mutirão de prevenção e diagnóstico de câncer de pele ocorre neste sábado, 2 de dezembro, das 9h às 15h, no ambulatório de Dermatologia do Hospital Municipal Dr. Mário Gatti. Para participar, não é necessário encaminhamento ou agendamento prévio.

Os pacientes devem comparecer ao ambulatório (avenida Prefeito Faria Lima 200), com documento de identidade ou CPF, cartão SUS e comprovante de endereço para a realização de cadastro dos casos positivos.

Pacientes atendidos no mutirão com suspeita de câncer serão encaminhados, já com agendamento marcado, para consulta especializada, biópsia ou cirurgia. A atividade é uma parceria do Mário Gatti com a disciplina de Dermatologia da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp.

A ação integra o Dezembro Laranja, desenvolvido pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e busca conscientizar mais pessoas sobre o câncer de pele e sobre a importância de procurar um dermatologista para entender a combinação ideal de medidas de proteção para sua pele.

A campanha visa esclarecer diagnóstico em pacientes com lesões de pele que estão crescendo, sangram espontaneamente ou não cicatrizam e os que possuem pintas escuras que estão aumentando de tamanho, cor ou ulceram rapidamente em poucos meses.

O câncer da pele é o câncer mais comum entre os brasileiros, representando 33% de todos os diagnósticos da doença. Ele é provocado pelo crescimento anormal e descontrolado das células que compõem a pele e pode ser subdividido em diferentes tipos.

O Instituto Nacional do Câncer (Inca) estima que, em cada ano do triênio de 2023 a 2025, o Brasil registrará 220.490 novos casos de câncer de pele não melanoma, o mais frequente, e 8.980 novos casos do tipo melanoma, o mais letal.

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Hospital Mário Gatti amplia as tomografias realizadas em 2023

O Hospital Municipal Dr. Mário Gatti registra um aumento de 43% no volume de tomografias realizadas este ano, na comparação com 2022. A média mensal de exames em 2022 foi de 2.497 e, neste ano, está em 3.574.

“O crescimento é decorrente da ampliação da infraestrutura de exames por imagens que passou a ser ofertada à população”, afirma o diretor técnico do hospital, Carlos Arca.

Em julho de 2022, o hospital passou a operar com mais um equipamento, de 64 canais, recebido do Ministério da Saúde, após ser selecionado em um chamamento de estabelecimentos públicos ou privados sem fins lucrativos integrantes do SUS.

Além de proporcionar maior celeridade nos atendimentos e ajudar a melhorar os diagnósticos, a existência de dois tomógrafos dá ao hospital capacidade de reserva operacional para que, em caso de um deles precisar de manutenção, não haja risco de indisponibilidade de exames.

A tomografia computadorizada é uma espécie de raio-x que enxerga em 360 graus. Por isso, o exame gera imagens em fatias, que podem ser analisadas de qualquer ângulo. Ela capta imagens detalhadas que reconstroem tridimensionalmente partes do corpo e dão aos médicos uma visão fiel do esqueleto, dos pulmões, das vias aéreas, além de outros órgãos internos.

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Baixos estoques de sangue fazem Mário Gatti apelar para doações

O Hospital Municipal Dr. Mário Gatti alerta para a possibilidade de adiar cirurgias eletivas na próxima semana, em função da queda nos estoques de sangue, e apela à população para que faça doação. Os estoques do Hemocentro da Unicamp, responsável pelo fornecimento de sangue aos serviços que atendem o Sistema Único de Saúde (SUS), estão críticos.



O diretor técnico Carlos Arca informa que cirurgias de grande porte, que podem precisar de transfusão, como oncológicas e ortopédicas, poderão ser adiadas. “Ainda não precisamos reagendar procedimentos e estamos administrando o dia a dia para garantir sangue para as cirurgias de urgência. As doações são essenciais”, afirma.

O sangue tipo O+, por exemplo, tem disponibilidade para menos de um dia, quando o ideal seria acima de cinco, informa o analista executivo no Hemocentro da Unicamp, Eduardo Baungartner.

Mesmo com ações deflagradas em agosto para ampliar as doações, as doações permanecem baixas. Para um estoque estável, segundo o Baungartner, seria necessária a coleta de 300 bolsas diárias, mas a média tem sido de 80.

Apenas os tipos B+ e AB+ estão com disponibilidade acima de cinco dias, o que é ideal. Os demais têm estoque para menos de dois dias.

Onde doar em Campinas

Hemocentro
Endereço: Rua Carlos Chagas, 480, Cidade Universitária
Quando: de segunda a sábado, das 7h30 às 15h (inclusive feriados)

Hospital Mário Gatti
Endereço: Avenida Prefeito Faria Lima, 340, Parque Itália
Quando: de segunda a sábado, das 7h30 às 15h (inclusive feriados)

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