Jeep Renegade

Fiat Toro completa 10 anos e mais de 600 mil unidades fabricadas

Um dos maiores sucessos do setor automotivo no Brasil, a Fiat Toro, completa 10 anos desde o seu lançamento. Ao todo já foram produzidas mais de 600 mil unidades.  Derivada do Jeep Renegade, a picape usa monobloco e suspensão traseira independente, do tipo multilink, o que melhora o conforto em relação ás picapes tradicionais. O projeto foi totalmente desenvolvido no Brasil.

Ao longo da última década, a Fiat Toro foi atualizada no design e incorporou novos sistemas de conectividade, centrais multimídia cada vez mais intuitivas e na posição vertical, vários recursos de segurança, como assistentes de condução, frenagem autônoma e controle de estabilidade.  A Toro oferece motorização flex e a diesel.

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Com poucas alterações, Jeep Renegade ganha linha 2025

A Jeep apresentou ontem a “nova” linha 2025 do Renegade. O modelo, que recentemente comemorou a marca de meio milhão de unidades vendidas, tem novas versões, uma edição limitada e novas cores.

Agora somente com motor flex 1,3 litro, turbo de 185 cavalos, conta com suspensão independente nas quatro rodas e a opção de tração 4×4. Desde o modelo de entrada, o SUV vem com Traction Control, controles de estabilidade e tração, seis airbags, faróis e lanternas full LED. Com os opcionais da configuração Pack Tech, ganha frenagem autônoma de emergência, detector de fadiga, monitoramento de mudança de faixa, câmera de ré, central multimídia de 7”, conectividade sem fio Android Auto e Apple Carplay.

Preço
Jeep Renegade

1.3 Turbo R$ 115.990,00
Altitude R$ 147.990,00
Longitude R$ 165.990,00
Night Eagle: R$ 170.990,00
Sahara R$ 173.990,00
Trailhawk R$ 173.990,00
Willys: R$ 179.990,00
Clientes PCD R$ 99.719,00

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Teste: Com bom espaço interno, C3 Aircross tem motor moderno

Lançado no final do ano passado e iniciadas as vendas no inicio deste ano, o Citroën C3 Aircross é um modelo que surpreende positivamente e tem méritos para enfrentar concorrentes do segmento SUV-B, como o Hyundai Creta, Jeep Renegade, Fiat Pulse, Chevrolet Spin, VW T-Cross e o mais novo membro do “clube” o Renault Kardian. O modelo que avaliamos é a versão de cinco lugares (tem a de sete lugares), na versão topo de linha Shine. As dimensões externas são maiores do que aparentam e o bom entre-eixos é responsável pelo generoso espaço interno dos passageiros: comprimento de 4.320 mm, distância entre-eixos de 2.675 mm, largura de 2.019 mm com e altura, de 1.663 mm.

Produzido em Porto Real, no Rio de Janeiro, o Aircross tem uma aparência musculosa, linha de cintura alta e para-lamas dianteiros que se destacam e reforçam a aparência. Com uma grande área envidraçada, o modelo familiar tem muito espaço interno, tanto atrás como na frente. Os bancos são agradáveis e acomodam bem quatro passageiros.

O quinto, como em todos os carros, no meio do banco traseiro, nunca fica bem acomodado. O banco traseiro é regulável e rebatível, aumentando o bom espaço do porta-malas (493 litros).  Tanto os bancos como o ar condicionado têm suas regulagens manuais. Os passageiros do novo Aircross á disposição porta-copos e conectores USB.

Um ponto negativo é a posição dos botões de acionamento dos vidros elétricos traseiros. Tanto para os passageiros como para o motorista é difícil o acionamento. Ele está posicionado entre os bancos dianteiros, mas muito atrás. Então, para o motorista acionar precisa de uma grande “ginástica” e para os passageiros do banco traseiro, têm que tirar o cinto de segurança e se deslocarem para a frente. Nada seguro ou prático.


O motorista tem á sua disposição duas telas digitais, ambas com fácil visualização. A do painel de instrumentos, á sua frente, possui velocímetro, conta-giros, distâncias, consumo, temperatura e capacidade disponível no tanque (47 litros). Ao centro, a outra tela, é multimídia  e dispõe de poucas informações. Ela pode ser “pareada” com o Android Auto ou Apple CarPlay. Para facilitar as manobras, o modelo conta com a útil câmera de ré.

A direção com assistência elétrica e o volante multifuncional de boa pega, permitem uma condução tranquila e agradável. Apesar da regulagem do volante ser apenas na altura, achar a melhor posição de dirigir não é difícil. Outra coisa muito boa é o baixo nível de ruídos no habitáculo, coisa rara, principalmente, nos modelos franceses do passado, que tinham uma suspensão mole e barulhenta.

Desempenho

Andar no C3 Aircross é bem interessante, já que o desempenho, a dirigibilidade, estabilidade e segurança são muito boas para um veículo do segmento familiar. Com motor de três cilindros, flex, turbo alimentado, o modelo entrega a potência máxima de 125 com gasolina e 130cavalos com etanol e o torque de 20,4 m·kgf. A transmissão é CVT, que simula sete marchas, dentro do possível, não compromete e tem trocas suaves.

Durante a avaliação atingimos a velocidade máxima de 190 quilômetros por hora e a aceleração foi feita, de 0 a 100 km/h, em 9,9 segundos (com etanol). Com relação ao consumo médio, o C3 Aircross poderia ser melhor, mas está junto com os modelos do segmento. Se por exemplo compararmos com a Spin, o modelo francês é bem mais econômico. Ele faz na cidade, com etanol, 7,1 km/l e na estrada 8,7 km/l. Já com gasolina o kodelo consome 10,6 km/l na cidade e 12,1 km/l na estrada.

Dirigindo o modelo passa para o motorista, tranquilidade, graças á boa estabilidade. Mas tem que ser levado em conta que o motorista está dirigindo um modelo alto e grande, alias, como os demais do segmento. A suspensão dianteira é McPherson e a traseira por eixo  de torção.
O SUV C3, com freios dianteiros a disco ventilado e a tambor na traseira, param em espaços reduzidos e sem desvios.

Durante a avaliação pegamos alguns trechos de terra, e o SUV teve um comportamento muito bom e com boa absorvição das irregularidades. Não houve necessidade durante a avaliação fora do asfalto, mas para precisar, a altura do solo permite até algumas “aventuras” e é facilitado pelo bom ângulo de ataque e saída. O C3 tem 23,8 graus de entrada e saída de 32o. (Antônio Fraga)

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