Ernesto Paulella

Cães e gatos já podem frequentar os parques e bosques de Campinas

Decreto autoriza os animais de estimação a frequentar os 25 parques e bosques de Campinas, junto com os seus tutores. A medida que autoriza a mudança já está valendo, e a comunicação visual aos frequentadores destes espaços será alterada. As regras também valem para as 24 praças de esportivas da cidade.

A novidade faz parte da atualização das regras de uso dos espaços de lazer e esportivos da cidade. Segundo o secretário de Serviços Públicos, Ernesto Paulella, a mudança acompanha uma tendência crescente de cidades tornaram os espaços públicos mais acessíveis também para quem tem animais de estimação. 

Normas

Os cães ou gatos, devem estar sempre com coleira e guia adequada ao seu porte. É de responsabilidade dos tutores recolher as fezes dos animais para manter os espaços limpos para todos.

A legislação traz algumas regras específicas para algumas raças, como pit bull e rottweiler. Nesses casos, além da guia curta, é obrigatório o uso de enforcador e, em locais com maior circulação de pessoas, também de focinheira.

Apesar da liberação, o acesso dos animais não será permitido em todos os locais. Ficam proibidas áreas como canteiros ajardinados, lagos, espelhos-d’água e piscinas. Também não é permitido utilizar bebedouros destinados ao consumo humano para dar água aos pets.

Já os cães-guia continuam liberados, garantindo o direito de pessoas com deficiência visual.

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Campinas é um das cidades mais arborizadas do Brasil, segundo o IBGE

Levantamento realizado pelo feito IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, confirmou que Campinas está entre as cidades mais arborizadas do Brasil. A pesquisa produzida com dados do Censo de 2022 e divulgados recentemente, entre as cidades com mais de 1 milhão de habitantes, Campinas aparece em quarto lugar com 84,38%.

O levantamento considera apenas árvores no entorno de residências, e não conta algumas áreas densamente arborizadas, como parques e bosques.

Índice de arborização 

  1. Goiânia – 89,75%
  2. Curitiba – 85,5%
  3. Brasília – 84,88%
  4. Campinas – 84,38%
  5. Porto Alegre – 79,09%
  6. Belo Horizonte – 76,67%
  7. São Paulo – 67,78%
  8. Rio de Janeiro – 65,34%
  9. Guarulhos – 60,52%
  10. Fortaleza – 60,08%
  11. Recife – 52,11%
  12. Manaus – 45,6%
  13. Belém – 45,37%
  14. Salvador – 34,5%
  15. São Luís – 34,21%

O secretário de Serviços Públicos, Ernesto Paulella, explica que a gestão da arborização é feita com muito planejamento, seguindo normas técnicas e científicas e adequada a cada ambiente. “A arborização deve ser planejada e analisada sob vários aspectos de acordo com as características próprias da cidade, como tamanho do território, complexidade demográfica, aspectos culturais e educacionais, entre muitos outros. Fazemos um trabalho estruturado na arborização nos mais diferentes meios da cidade”, explica o secretário.

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Micro floresta do Balão do Laranja é concluído com mais de 3.200 árvores

A primeira micro floresta urbana oficial de Campinas ficou pronta ontem (10), no Balão do Laranja, Praça Brigham Young, na avenida Presidente Juscelino, Jardim Novo Campos Elíseos. Foram 3.240 mudas de árvores, de várias espécies, plantadas no local. Além desta, a microfloresta que foi implantada como modelo, no balão da Praça Fernando Fernandes Olmos, ao lado do portão 6 da Lagoa do Taquaral, com 2.100 mudas, foi concluída na semana passada. A gestão é da Secretaria Municipal de Serviços Públicos.

As mudas das árvores vieram do Viveiro Municipal Otávio Tisseli Filho, no Parque Xangrilá, onde são cultivadas mais de 200 mil unidades de árvores.

“Vamos implantar microflorestas em 200 áreas na cidade. É um projeto complementar à arborização existente na cidade, uma nova biologia na paisagem urbana. As micro florestas valorizam a natureza em meio à arquitetura”, destaca o secretário de Serviços Públicos, Ernesto Paulella.

Espécies

No Jardim Novo Campos Elíseos foram plantadas as espécies alecrim-de-campinas, peroba-rosa, jequitibá, pau-brasil, jatobá, guarantã, pau-óleo, ipês rosa, roxo, branco e amarelo, paineiras, quaresmeira, aldrago, cássia, embaúba, angico, pitanga, araçá, oiti, ingá, goiabeira, cereja-do-rio-grande e grumixama, entre outras

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Campinas é a cidade mais limpa do Estado de São Paulo

A cidade de Campinas está em 1º lugar no Estado de São Paulo em limpeza urbana e entre as dez melhores do Brasil em municípios com população acima de 250 mil habitantes. A classificação consta do Índice de Sustentabilidade de Limpeza Urbana (Islu) 2024, publicado pela Associação Brasileira de Resíduos de Meio Ambiente (Abrema), uma ferramenta que avalia a eficácia das cidades na gestão de resíduos sólidos e incentiva a sustentabilidade e a melhoria contínua da limpeza urbana, conforme as diretrizes da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), criada pela Lei Federal 12.305/10

Foram avaliadas pelo Islu 5.570 cidades brasileiras, sendo 116 com população acima de 250 mil habitantes. Para classificar os municípios, o Islu adota um número que varia entre 0 (baixo desenvolvimento) e 1 (elevado desenvolvimento), sendo que, quanto mais próximo de 1, melhor é a nota. Campinas recebeu nota 0,742 em 2024. Em 2023 foi 0,741. mostrando que o processo está em evolução contínua.

“Campinas está com boa classificação, porém há muito a fazer e muitos desafios nessa área, principalmente no tratamento de resíduos sólidos”, pontua o secretário de Serviços Públicos, Ernesto Paulella.

 

 

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Prefeitura de Campinas autoriza a reabertura dos parques e bosques públicos

Fechados desde a última terça-feira por conta das fortes chuvas que cairam na cidade, a Prefeitura de Campinas reabriu hoje (6), os 25 parques e bosques públicos da cidade. De acordo com o boletim do Sidec – Sistema Integrado de Defesa Civil  divulgado agora de manhã, o acumulado de chuvas foi de 76,7 milímetros em 72 horas. Campinas também saiu do Estado de Atenção.

O secretário municipal de Serviços Públicos, Ernesto Paulella, explica que foi necessário manter o fechamento nos últimos dias porque “os parques públicos são áreas bem arborizadas e, mesmo com o manejo constante, chuvas, ventos e solo encharcado podem derrubar árvores saudáveis”, disse.

A lista dos parques de Campinas está disponível em: https://www.campinas.sp.gov.br/secretaria/servicos-publicos/pagina/parques-e-jardins-dpj-

 

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Prefeitura de Campinas volta a fechar parques e alerta para áreas mais vulneráveis

As fortes chuvas que cairam em Campinas, levou a Prefeitura a fechar todos os parques públicos a partir de hoje (3). Uma força-tarefa reúne a Defesa Civil e diversas secretarias (Serviços Públicos, Desenvolvimento e Assistência Social, Habitação/Cohab e Emdec – Empresa de Desenvolvimento de Campinas), para atuarem em casos de urgência. Outras secretarias estão de sobreaviso para atuar caso necessário.

Segundo o secretário de Serviços Públicos, Ernesto Paulella, o fechamento ocorre a partir de 80 milímetros em 72 horas e neste momento Campinas registra acumulado de 91,9 milímetros (dados do Sidec – Sistema Integrado de Defesa Civil). “Por isso, fechamos os parques e vamos monitorar e reavaliar nesta quarta-feira, 4”, disse o secretário.

A cidade está em “Estado de Atenção” por causa do alto volume de chuvas. Segundo o Inmet, no decorrer do dia, as precipitações estarão acompanhadas por raios e vento e os atuais modelos meteorológicos indicam risco para acumulados significativos, principalmente na região de Campinas. Como o solo já se encontra encharcado, a Prefeitura mantém atenção redobrada em áreas mais vulneráveis.

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Por causa das chuvas, Prefeitura de Campinas fecha parques e jardins

Segundo dados do Sidec – Sistema Integrado de Defesa Civil, os índices acumulados das chuvas que atingem Campinas supera os 108 milímetros nas últimas 72 horas. Por esse motivo, a Prefeitura de Campinas decidiu hoje (8), manter os 25 parques e bosques da cidade fechados pelo menos até amanhã,  quando a situação será reavaliada.

A cidade continua em Estado de Atenção. De acordo com a Defesa Civil do Estado, na região de Campinas a previsão é de grandes volumes de chuva, temporais, raios e intensas rajadas de vento.

O secretário de Serviços Públicos, Ernesto Paulella explica que o fechamento ocorre a partir de 80 milímetros de chuva em 72 horas. “Vamos manter os parques fechados nesta sexta-feira e vamos monitorar e reavaliar neste sábado. Os parques públicos são áreas bem arborizadas, então nessas condições é melhor evitar a frequência de visitantes. Fazemos o manejo das árvores, porém as chuvas, o vento e o solo encharcado podem derrubar mesmo as árvores saudáveis”, diz o secretário.

Ocorrências

A Defesa Civil registrou duas quedas de árvores e de um galho até as 9h20 desta sexta-feira. Uma árvore na rua Engenheiro Cândido Gomide, no Jardim Guanabara, região leste, e uma árvore na avenida Washington Luiz, Parque Prado, na região sul. O galho caiu na Avenida Lafayete Arruda Camargo, no Parque São Quirino. Não houve feridos. As equipes do Departamento de Parques e Jardins já estão nos locais fazendo a retirada.

Equipes de diversas áreas estão mobilizadas para atuar na prevenção de riscos e atendimento às ocorrências de chuvas. A força-tarefa reúne a Defesa Civil e as secretarias que atuam diretamente nos eventos climáticos extremos: Serviços Públicos, Desenvolvimento e Assistência Social, Habitação/Cohab e Emdec -Empresa de Desenvolvimento de Campinas. Outras secretarias estão de sobreaviso para atuar numa emergência.

Serviço
Ligue 199 para alagamento, inundações e quedas de árvores;
Ligue 188 para emergências de trânsito;
Ligue 193 para situação de emergência;
Ligue 156 para solicitar vistoria para poda e/ou extração de árvores

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Com 120 anos, chafariz do Largo do Pará renovado volta a funcionar

Um dos pontos de maior atração do centro de Campinas, o histórico chafariz de ferro fundido do Largo do Pará, voltou a funcionar. O Largo do Pará tem uma área de quase 10 mil metros quadrados e está sendo revitalizada desde o dia 16 de setembro. A obra deve ser concluida na segunda semana de outubro.

O Largo do Pará, que fica entre as ruas Barão de Jaguara e Duque de Caxias e as avenidas Francisco Glicério e Aquidabã. A praça vai contar com um parque infantil, academia ao ar livre, coreto e nova iluminação.

O secretário de Serviços Públicos, Ernesto Paulella, conta que o Largo do Pará, que tem mais de 120 anos, é uma das maiores e principais praças da área central de Campinas. “A fonte de água da praça, de ferro fundido, é um dos equipamentos mais importantes do ponto de vista histórico. Data do final do século 19, construída pela antiga companhia de fundição Mac Hardy, de Campinas. A praça está em obras e já recuperamos a fonte, que voltou a funcionar”, explica o secretário Paulella.

A fonte funciona com um timer, que liga e desliga a água do chafariz de forma intermitente. Por cerca de uma hora a água jorra, depois desliga por uma hora e liga novamente.

Tombamento

O Largo do Pará é tombado Condepacc – Conselho de Defesa do Patrimônio Cultural de Campinas desde 20 de maio de 2008. A denominação “Pará” à área foi dada pela Câmara Municipal em 1896, em homenagem ao maestro campineiro Carlos Gomes, porque foi no estado do Pará que o compositor morou parte da vida e faleceu.

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Floradas dos ipês amarelos estão deixando Campinas ainda mais bonita

O mês de setembro é marcado pelas floradas dos ipês amarelos em toda a cidade de Campinas. Nativa da região, a espécie floresce entre os meses de agosto e outubro, quando o tempo é mais seco e a baixa umidade do ar favorece o desenvolvimento da planta. As árvores nem sempre são tão grandes, mas atraem os olhares quando perdem as folhas e ficam com cachos de flores pendurados em seus galhos.

Dentro do Programa Municipal de Arborização, a Prefeitura de Campinas planta ipês em todos os novos parques, bosques da cidade, nos canteiros centrais de vias públicas. Apenas no BRT Campo Grande, inaugurado recentemente, foram plantadas 3.200 mudas de todas as cores.

“O ipê é uma árvore bastante disseminada na cidade de Campinas e buscamos manter essa tradição plantando as mudas em praças, parques, canteiros e calçadas”, disse Ernesto Paulella, secretário de Serviços Públicos de Campinas.

O professor de história Eduardo Benedito conta que no bairro onde ele mora, no Jardim Miriam, região Leste da cidade, tem ipês de todas as cores. “Eu vejo como um prenúncio de que a Primavera está chegando. É uma imagem muito colorida de se ter dentro de um espaço urbano como a cidade de Campinas. Quando você vê essas árvores, fica encantado”, afirmou.

Não é por acaso que Inês Pereira Sampaio, moradora do Parque Ipiranga, estava passeando pelo Largo do Rosário e disse que os ipês se tornam atração por lá nessa época do ano. “Eu trabalho aqui perto há quase 20 anos. Sempre que os ipês do Largo do Rosário estão floridos, as pessoas param para contemplar e tirar foto. Acho a coisa mais linda, pois colorem bastante a nossa cidade”, disse.

Segundo especialistas, a árvore sofre um estresse hídrico durante o inverno, quando as raízes se aprofundam no solo em busca de água e, em seguida, perdem suas folhas como uma forma de armazenar energia. A última etapa da estratégia de sobrevivência é o florescer. Em situações extremas, de muita falta d’água, a árvore pode dar duas floradas seguidas.

O período de floração dos ipês é de curto, mas ainda é possível reservar um espaço na agenda para admirá-los. Essas árvores que colorem a cidade estão presentes em diversas pareas como no Largo do Rosário, em frente a Escola de Cadetes; no corredor do BRT; e no Viveiro Municipal Otávio Tisseli Filho, do Parque Xangrilá.

Ipê Amarelo
Nome científico: Tabebuia alba; Handroanthus chrysotrichus; Handroanthus umbellatus; Handroanthus vellosoi
Altura: de 4 a 25 metros
Diâmetro do caule (adulto): 30-70 cm
Floração: Flores de cor amarela em julho/agosto/setembro/outubro

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Campinas começa a coleta de lixo com caminhão 100% elétrico

A Secretaria Municipal de Serviços Públicos de Campinas iniciou o teste de coleta de lixo com um caminhão 100% elétrico a partir desta terça-feira, 3 de setembro, no período da tarde. O veículo circulará na região central e recolherá o lixo dos contêineres, por meio da coleta mecanizada. Inicialmente, o veículo será utilizado por seis meses.

O caminhão é um BYD eT8, que também está sendo testado em outras cidades, como São Caetano do Sul e Rio de Janeiro. O veículo tem o compactador instalado, com capacidade de transportar 8 toneladas de resíduos. A principal vantagem é que o caminhão elétrico deixa de emitir 82 toneladas de gás carbônico por ano, quando comparado a outro movido a combustão. Isso equivale ao plantio de cerca de 550 árvores.

O secretário municipal de Serviços Públicos, Ernesto Paulella, explica que outra vantagem do caminhão elétrico, além de não emitir gases poluentes prejudiciais ao meio ambiente, é não fazer barulho.

“Nós vamos avaliar por um período estimado de seis meses. Precisamos conhecer como será a recarga da bateria, a capacidade operacional, o tempo de utilização e o uso de energia. Inicialmente, nós vamos trabalhar na área central e no centro expandido porque é uma área que tem muitos resíduos”, destaca o secretário Paulella.

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