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Sky Galleria inaugura sofisticado auditório para mais de 250 pessoas

O Sky Galleria, torre corporativa Triple A integrada ao Galleria Shopping, e referência no mercado de negócios de Campinas, realiza no dia 31 de março a inauguração oficial do Auditório Sky. Inserido em um complexo que reúne infraestrutura de alto padrão, serviços e conveniência em um único ambiente, o empreendimento amplia sua atuação ao incorporar um espaço voltado a eventos corporativos e encontros estratégicos. A abertura será marcada por um evento exclusivo que reunirá empresários e formadores de opinião para uma noite de conteúdo e networking.

A programação contará com um talk conduzido por Fernando Schuler, filósofo, cientista político e um dos principais pensadores brasileiros contemporâneos nas áreas de inovação, cultura e estratégia. Professor do Insper e colunista do Estadão e do Grupo Bandeirantes de Comunicação. Schuler é reconhecido por sua capacidade de traduzir conceitos complexos em reflexões aplicáveis ao ambiente corporativo, conectando pensamento crítico e tomada de decisão. Durante o encontro, o palestrante apresentará reflexões e insights sobre o Brasil contemporâneo, abordando cenários, desafios e perspectivas a partir de uma leitura que integra política, economia, cultura e comportamento.

A inauguração marca um novo momento para o Sky Galleria, que amplia sua atuação como polo corporativo e de negócios na região de Campinas com a abertura do auditório multiuso. O espaço foi projetado para receber eventos empresariais, encontros institucionais, treinamentos e conteúdos estratégicos, com capacidade para mais de 250 pessoas.

“O auditório nasce para atender a uma demanda crescente por espaços qualificados e bem estruturados para eventos corporativos, aliados a um ambiente que ofereça conveniência e experiência. O Sky Galleria já se consolida como um endereço estratégico para empresas, e a inauguração do Auditório Sky reforça esse posicionamento, ampliando as possibilidades para encontros e conexões de negócios na região”, afirma Caio Teles, diretor de Desenvolvimento e Gestão Imobiliária da Iguatemi S.A.

Auditório

O Auditório Sky é um espaço voltado à realização de encontros corporativos, institucionais e eventos de diferentes formatos, reunindo infraestrutura completa e soluções integradas em um único ambiente. Com estrutura preparada para múltiplos usos, o espaço comporta eventos empresariais, encontros institucionais, treinamentos e conteúdos estratégicos, com capacidade para mais de 250 pessoas.

A estrutura conta com painel de LED de 300 polegadas com tela de retorno, sistema proprietário de áudio e microfonia, Wi-Fi compartilhado de alta velocidade, além de palco, mesa de som, computador e climatização. O ambiente também dispõe de cozinha própria, recepção 24 horas e possibilidade de contratação de buffet de terceiros, garantindo flexibilidade e suporte para atender diferentes perfis e necessidades de evento.

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Campinas é a 8ª cidade com maior poder de influência em todo o Brasil

Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo lideram o ranking de cidades com maior poder de influência nas gestões pública e empresarial, ou seja, essas cidades concentram o maior número de empresas e órgãos públicos capazes de tomar decisões que influenciam municípios espalhados pelo país. A cidade de Campinas-SP ocupa a 8ª posição.

A constatação faz parte da pesquisa Gestão do Território 2024, divulgada hoje (26) pelo IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Para estimar a capacidade de influência de gestão empresarial de cada cidade, os pesquisadores analisaram o número de sedes de empresas que os municípios possuem e quantas filiais em outros municípios estão ligadas a essas sedes.

Um exemplo citado é o do banco Bradesco, que tem sede em Osasco, na região metropolitana de São Paulo, e agências em praticamente todo o país. De acordo com o IBGE, isso representa que decisões tomadas em Osasco influenciam diretamente outras tantas cidades.

Já para medir a influência na gestão política, o IBGE investigou a presença nos municípios de instituições públicas das esferas federal e estadual.

As instituições federais consideradas foram o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Ministério do Trabalho e Emprego, Secretaria da Receita Federal, Justiça (do Trabalho, Federal e Eleitoral) e o próprio IBGE. No âmbito estadual, foram consideradas as secretarias estaduais de Educação e Saúde.

O IBGE classificou os municípios que têm algum grau de influência como centros de gestão. Entraram nessa classificação 2.176 cidades, o que representa 39,1% dos 5.570 municípios brasileiros.

Gestão empresarial

O IBGE elaborou um ranking de intensidade das ligações empresariais por município. Para tal, o instituto, primeiro, levantou o número de sedes empresariais em uma cidade e somou esse total com o número de filiais que essas empresas possuem em ourtos municípios.

Então, o levantamento fez o caminho inverso: contabilizou todas as empresas nesta mesma cidade que são filiais de outras empresas e somou este número ao número de sedes dessas empresas que estão em outros municípios.

O resultado foi uma lista em que, entre as dez mais bem posicionadas, oito são capitais de unidades da federação.

  1. São Paulo (SP)
  2. Rio de Janeiro (RJ)
  3. Brasília (DF)
  4. Belo Horizonte (MG)
  5. Curitiba (PR)
  6. Porto Alegre (RS)
  7. Fortaleza (CE)
  8. Campinas (SP) 
  9. Barueri (SP)
    10.Recife (PE)

Para o pesquisador Marcelo Paiva da Motta, da gerência de Redes e Fluxos Geográficos, a pesquisa identifica um padrão espacialmente concentrado nas maiores hierarquias urbanas, que são aquelas cidades que têm muito poder de atração, como São Paulo, Rio, Brasília e as capitais.

“As redes empresariais tendem a seguir a distribuição de renda e de dinheiro no país como todo, que é concentrado no Sudeste, principalmente”, explica.

Os dados de empresas foram coletados do Cadastro Central de Empresas, levantamento feito pelo próprio IBGE. As informações são referentes a 2020 e 2021. O instituto localizou 113.068 empresas sedes e 340.313 filiais.

As 113 mil empresas “multilocalizadas”, como o IBGE as classifica, estavam presentes em 99,9% dos municípios brasileiros, mas eram apenas 2,18% do total de 5,196 milhões de empresas existentes no país.

Ao analisar as atividades econômicas das companhias multilocalizadas, é possível observar que os principais ramos de atuação são transporte rodoviário de carga, com 6.191 empresas (5,5% das multilocalizadas) e comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios, somando 5.439 empresas (4,8%).

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