eleição

Prêmio Top Car elegeu os melhores veículos do ano

O Prêmio Top Car realizou na última segunda-feira a premiação dos melhores veículos de 2024. O evento foi realizado durante a 24ª Fenatran – Salão Internacional do Transporte Rodoviário de Carga, em São Paulo.

Os 49 jurados escolheram:

Melhor Executivo de Montadora, Emanuelle Cappellano, CEO da Stellantis.
Melhor Carro Elétrico até R$ 200.999 – BYD Dolphin.
Melhor Carro Elétrico acima de R$ 201.000 – Renault Megane E-Tech.
Melhor Carro Híbrido até R$ 250.999 – GWM Haval H6 PHEV19.
Melhor Carro Híbrido acima de R$ 251.000 – Caoa Chery Tiggo 8 Pro Hybrid Plug-In.
Melhor Picape até R$ 190.999 – Fiat Strada Tributo 125.
Melhor Picape acima de R$ 191.000 – Ford Ranger Raptor.
Melhor Utilitário Esportivo até R$ 200.999 – Peugeot 2008 GT.
Melhor Utilitário Esportivo acima de R$ 201.000 – Jeep Compass Blackhawk.
Melhor Carro Nacional (Hatch ou Sedan) até R$ 149.999 – Honda City Sedan Touring.
Melhor Carro Nacional (Hatch ou Sedan) acima de R$ 150.000 – Volkswagen Polo GTS.
Melhor Carro do Ano (entre todas as categorias), – novo Peugeot 2008.

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Prefeito Dário Saadi é reeleito para mais quatro anos à frente de Campinas

Com 57,07% do total de votos válidos, o atual prefeito, Dário Saadi, e seu vice, Wanderley de Almeida, foram reeleitos para mais um mandato de quatro anos. A eleição ainda está sub-judice, aguardando a decisão da Justiça por conta de uma ação movida pela coligação “Mudança de Verdade” (PT/Psol/Rede), por suposto abuso de poder político na campanha eleitoral. A acusação afirma que o candidato à reeleição publicou três posts nas redes sociais usando espaços públicos. A ação deve ser considerada improcedente e arquivada.

Apesar de uma portaria permitir que os candidatos utilizassem dos espaços públicos para produção de conteúdos, o juiz eleitoral Paulo Cesar Batista dos Santos, da 275ª zona Eleitoral de Campinas/SP, recebeu a denúncia.

Votação

Dário Saadi, do Republicanos, teve 222.030 dos votos válidos, contra 123.500 de Pedro Tourinho, do Partido dos Trabalhadores, e 42.557 de Rafa Zimbaldi, do Cidadania, com apenas 7,99% dos votos válidos.

Mais de 546.136 eleitores (64,75%) foram às urnas. O total de votos em branco foi de 45.524 (8,34%), e os nulos 111.587 (20,43%). O índice de abstenção foi de 32,25% (297.297).

Dário Saadi tem 61 anos de idade, é natural de Pedregulho-SP e é médico urologista. Formado pela PUC Campinas, exerceu a profissão no Hospital Municipal Mário Gatti e foi presidente dessa instituição hospitalar.

Exerceu o mandato de vereador por quatro vezes e foi presidente da Câmara Municipal. No governo de Jonas Donizete, foi secretário de Esportes.

Vereadores eleitos

Mariana Conti (Psol): 14.356 votos
Vini (Cidadania): 11.423 votos
Higor Diego (Republicanos): 11.391 votos
Rodrigo Farmadic (União): 9.006 votos
Nick Schneider (PL): 7.993 votos
Débora Palermo (PL): 7.690 votos
Paolla Miguel (PT): 7.485 votos
Otto Alejandro (PL): 7.442 votos
Carlinhos Camelô (PSB): 7.328 votos
Roberto Alves (Republicanos): 7.057 votos
Rubens Gás (PSB): 6.960 votos
Arnaldo Salvetti (MDB): 6.921 votos
Marcelo Silva (PP): 6.895 votos
Permínio Monteiro (PSB): 6.612 votos
Nelson Hossri (PSD): 6.157 votos
Edison Ribeiro (União): 6.129 votos
Rossini (Republicanos): 6.112 votos
Benê Lima (PL): 6.093 votos
Luiz Cirilo (Podemos): 5.694 votos
Guida Calixto (PT): 5.492 votos
Carmo Luiz (Republicanos): 5.479 votos
Filipe Marchesi (PSB): 5.435 votos
Guilherme Teixeira (PL): 5.383 votos
Professor Wagner Romão (PT): 5.088 votos
Hebert Ganem (Podemos): 5.004 votos
Gustavo Petta (PC do B): 4.803 votos
Eduardo Magoga (Podemos): 4.780 votos
Zé Carlos (PSB): 4.460 votos
Marrom Cunha (MDB): 4.460 votos
Luis Yabiku (Republicanos): 4.039 votos
Paulo Haddad (PSD): 3.969 votos
Dr. Yanko (PP): 3.302 votos
Fernanda Souto (Psol): 3.268 votos

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Exposição no TRE-SP destaca a segurança das urnas eletrônicas

A segurança das urnas no Brasil é destaque da exposição Verdades Eletrônicas: saiba tudo sobre a segurança da urna, em cartaz até o dia 29 de outubro, na sede do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo, no centro da capital paulista.

A mostra está aberta ao público das 12h às 18h e tem o objetivo de enfrentar a desinformação sobre a segurança das urnas eletrônicas e do processo eleitoral brasileiro.

A exibição apresenta painéis com explicações sobre todos os processos de auditoria e que garantem a segurança dos equipamentos. Há também uma cronologia sobre o desenvolvimento da urna eletrônica e o caminho do voto, que explica o funcionamento da urna no dia das eleições até o transporte das mídias e a totalização dos votos.

São Paulo (SP), 02/10/2024 -  Exposição sobre o processo eleitoral  no Espaço Democrático Poeta Paulo Bonfim, no Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo - TRE-SP. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Entre as curiosidades da exposição estão urnas antigas de madeira e de lona, nas quais eram armazenados os votos impressos. Há também um modelo das primeiras urnas eletrônicas que foram utilizadas no país, nas eleições de 1996, e um modelo de uma urna translúcida, que permite ver um pouco do interior do equipamento.

Os visitantes também encontrarão documentos históricos, como títulos eleitorais do Brasil Império, da República Velha e até o título de uma eleitora emitido em 1933, logo após a instituição do voto feminino pelo Código Eleitoral de 1932.

São Paulo (SP), 02/10/2024 -  Exposição sobre o processo eleitoral  no Espaço Democrático Poeta Paulo Bonfim, no Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo - TRE-SP. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

A sede do tribunal está localizada na Rua Francisca Miquelina, 123, Bela Vista, na capital paulista.

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Itamaraty emite alerta de segurança para brasileiros na Venezuela

O Ministério das Relações Exteriores (MRE) (foto) emitiu um alerta consular para brasileiros que estão na Venezuela. Após a proclamação de Nicolás Maduro como presidente reeleito, manifestantes tomaram as ruas da capital Caracas, em meio a apelos da oposição e da comunidade internacional para que as contagens completas dos votos sejam divulgadas.

No comunicado, o Itamaraty pede que brasileiros residentes, em trânsito ou com viagem marcada para a Venezuela mantenham-se informados sobre a situação de segurança nas áreas onde se encontram e que evitem aglomerações.

“A Embaixada do Brasil, em Caracas, permanece atenta à situação das cidadãs e dos cidadãos brasileiros no país e disponibiliza, em caso de emergência envolvendo seus nacionais, o seu plantão consular, +58 414-3723337 (com WhatsApp)”, informou o Itamaraty.

Ainda de acordo com o alerta, o plantão consular geral do Ministério das Relações Exteriores pode ser contatado pelo telefone +55 (61) 98260-0610.

Entenda

Após as eleições presidenciais realizadas no último domingo (28), o presidente Maduro foi anunciado pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE) da Venezuela vencedor do pleito e apto a exercer seu terceiro mandato, no período de 2025 a 2030.

Ele foi proclamado vitorioso, segundo o CNE, com 51,21% dos votos contra 44% de Edmundo González, o segundo colocado. O resultado foi questionado pela oposição, que cita fraude nas urnas. Ao receber o mandato, Maduro acusou um suposto golpe de Estado que estaria sendo gestado no país.

Segundo a líder oposicionista María Corina Machado, adversários do atual presidente tiveram acesso a 40% das atas eleitorais que mostrariam a vitória de González. Corina Machado pediu, então, uma medida das Forças Armadas.

Há expectativa de que o CNE publique todas as atas com os resultados eleitorais por urna. Com isso, seria possível verificar se as atas em poder do conselho são as mesmas impressas na hora da votação e que foram distribuídas aos fiscais da oposição ou aos observadores nacionais e internacionais.

Um dia após as eleições, o governo venezuelano decidiu expulsar representantes diplomáticos da Argentina,  Chile, Costa Rica, Peru, Panamá, República Dominicana e Uruguai, que contestaram o resultado das urnas. (Agência Brasil)

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Venezuela expulsa diplomatas de países que contestam eleição

Um dia após as eleições presidenciais que reelegeram, segundo o Conselho Nacional Eleitoral da Venezuela (CNE), Nicolás Maduro para mais um mandato no país, o governo do país decidiu expulsar os representantes diplomáticos de Argentina, do Chile, da Costa Rica, do Peru, do Panamá, da República Dominicana e do Uruguai, que contestaram o resultado das urnas.

Em comunicado divulgado nesta segunda-feira (29), o governo venezuelano criticou os países que não reconheceram a vitória de Maduro, classificando o fato como atentado contra a soberania nacional e criticando o que denominou “pronunciamentos intervencionistas”. De acordo com a nota, serão promovidas “todas as ações legais e políticas para fazer respeitar, preservar e defender” o direito inalienável da autodeterminação.

“A República Bolivariana da Venezuela manifesta sua rejeição mais firme diante das declarações de um grupo de governos de direita, subordinados a Washington e comprometidos abertamente com os postulados ideológicos mais sórdidos do fascismo internacional, tentando reeditar o fracassado e derrotado Grupo de Lima, que pretende desconhecer os resultados eleitorais dos Comícios Presidenciais ocorridos este domingo”, diz o comunicado, acrescentando que o governo irá enfrentar todas as ações que atentem contra o clima de paz na Venezuela.

Em meio a contestações também internas, Nicolás Maduro foi proclamado vitorioso para exercer mais um mandato – de 2025 a 2030 -, segundo o CNE, por 51,21% dos votos contra 44% de Edmundo González, o segundo colocado. O resultado foi questionado por González.

O Ministério das Relações Exteriores (MRE) do Brasil informou, por meio de nota, que aguarda a publicação pelo Conselho Nacional Eleitoral da Venezuela dos “dados desagregados por mesa de votação, passo indispensável para a transparência, credibilidade e legitimidade do resultado do pleito”.

Além dos países sul-americanos, representantes dos Estados Unidos e da União Europeia cobraram transparência no processo eleitoral. Já Rússia e China parabenizaram Nicolás Maduro.

Protestos

Manifestantes se reuniram nas ruas de cidades venezuelanas nesta segunda-feira, após presidente Nicolás Maduro ter sido proclamado reeleito e em meio a apelos da oposição e da comunidade internacional para que as contagens completas dos votos sejam divulgadas, conforme informações da Agência Reuters.

De acordo com a agência, em alguns locais, os protestos foram dispersados pelas forças de segurança. (Agência Brasil)

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Relator da reforma Eleitoral vai propor o fim da reeleição

O relator no Senado da proposta que altera o Código Eleitoral, senador Marcelo Castro (MDB-PI), anunciou nesta quinta-feira (29) que vai apresentar três propostas de Emenda à Constituição (PEC) para acabar com a reeleição de prefeitos, governadores e presidente da República.

De acordo com Castro, todas as propostas estabelecerão um mandato de 5 anos. As diferenças entre os textos são sobre a possibilidade ou não da coincidência das eleições no país. Ele disse ainda que deve entregar, até a próxima semana, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), o relatório do Código Eleitoral.

Segundo Castro, há um sentimento forte na Casa sobre o fim da reeleição, mas há divergência sobre a coincidência na data das eleições. O senador disse que deve apresentar as propostas simultaneamente, para ver qual vai ter maior aceitação.

“Percebi até agora que há um sentimento majoritário, que o instituto da reeleição [para cargos majoritários] é uma coisa que a maioria dos senadores entende que não é benéfico ao regime democrático”, observou. “Sinto que há um consenso maior entre o fim da reeleição, com mandato de 5 anos e um consenso menor entre a coincidência das eleições”.

Durante entrevista coletiva após reunião de líderes para tratar da reforma eleitoral, Castro detalhou as propostas.

A primeira PEC não prevê a coincidência na mesma data para as eleições gerais para governadores, deputados estaduais e federais, senadores e presidente da República, e as municipais,para prefeitos e vereadores. Pela proposta, os prefeitos eleitos no pleito deste ano ficariam no mandato por 4 anos, até 2028, e teriam direito a uma reeleição, já com o mandato de 5 anos.

No caso de governadores e presidente da República, eleitos em 2026, também ficariam no mandato por 4 anos, até 2030, e teriam direito a disputar uma reeleição, com mandato de 5 anos, com o intervalo entre os dois pleitos de 3 anos, em vez de 2, como atualmente.

“As eleições no Brasil ficariam assim: em 2030, eleições gerais para governador, presidente, senador, deputado federal e estadual; em 2033, eleições municipais, para prefeitos e vereadores; 2035, eleições gerais; 2028, eleições municipais e por aí vai”, explicou.

A segunda proposta prevê um mandato tampão de 2 anos para o cargo de prefeito. Pela proposta, prefeitos eleitos em 2024 exerceriam os 4 anos de mandato e, em caso de reeleição, um mandato tampão de 2028 a 2030.

No caso dos governadores e presidente da República, como a eleição está marcada para 2026, o mandato ficaria, como determina a legislação atual, em 4 anos, ainda com a possibilidade de reeleição, e a disputa para todos os cargos ocorreria a partir de 2030, já com o mandato de 5 anos.

“Em 2030, teríamos a coincidência das eleições no Brasil. Elas se dariam todas num ano só, num dia só, para todo mundo. Passariam a ocorrer em 2030, em 2035, 2040 e assim vai”, disse.

A terceira proposta mantém a coincidência das eleições, mas descarta o mandato tampão. Nesse caso, a coincidência das eleições passaria a ocorrer a partir de 2034.

Assim, os governadores e presidente eleitos em 2026 teriam um mandato de 4 anos, podendo concorrer, em 2030, para uma reeleição pelo mesmo período. Em relação aos prefeitos, no pleito de 2028 eles seriam eleitos para um mandato de 6 anos.

A eleição geral ocorreria 2034, depois em 2039, 2044, 2099; todas seguindo o mandato de 5 anos. Em todas as propostas, os mandatos de vereadores, deputados estaduais e federais seriam de 5 anos e os senadores teriam mandato de 10 anos. (Agência Brasil)

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