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Ferretti Yachts 850 é destaque em evento náutico em Santa Catarina

Uma das atrações do último Marina Itajaí Boat Show, foi o renovado Ferretti Yachts 850. Lançado no Brasil em 2022, teve a popa redesenhada seguindo o mesmo design de outros modelos Ferretti Yachts, ganhando portal de vidro e ampliando o campo de visão.

O cockpit ganhou dois sofás voltados para o mar e uma mesa para 8 pessoas. O iate de 26 metros de comprimento e oferece acomodações luxuosas para até 9 convidados. São quatro suítes com banheiros e completos e closet.

O projeto inclui ainda opção de beach club com móveis soltos, eletrodomésticos integrados, sonorização, iluminação indireta e acabamentos em teca, além de chuveiro de conforto e tendalino de sombreamento.

No flybridge, a grua opcional garante mais segurança, agilidade e conforto na retirada de jet ski, bote e equipamentos, mantendo a plataforma sempre livre. A adaptação foi desenvolvida pelo estaleiro brasileiro Okean, representante da Ferretti Yachts no país.
Preço: R$ 35 milhões.

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Lancha Fishing 440 Raptor é destinada para quem gosta de aventuras

O barco Fishing 440 Raptor está hoje entre os preferidos por quem pratica esportes náuticos ou pesca esportiva. A embarcação de 44 pés, combina potência com um diferencial de engenharia pouco comum na categoria: duas portas hidráulicas na popa que se abrem sobre o mar, ampliam o deck e transformam a área em um lounge para ancorar, mergulhar e passar o dia a bordo.

Com as portas recolhidas, a 440 Raptor apelidada de “Ferrari dos mares”, a lancha tem casco em V profundo e opções de motorização que vão de três motores de popa de 400 hp a dois centro-rabeta de 350 hp, que pode chegar a 1200hp (total), combinação que une aceleração rápida, respostas precisas ao comando e navegação em altas velocidades, em travessias mais longas ou na prática de pesca oceânica e mergulho.

“É quase como se o barco abrisse uma varanda para o mar”, resume Fernando Assinato, CEO da Fishing Raptor. “A 440 Raptor nasceu como superesportiva, mas queríamos que ela funcionasse também como um lounge sobre as águas, com mais área útil para aproveitar o verão, ancorar em uma enseada, pescar com conforto ou ficar horas mergulhando sem a sensação de espaço limitado”, afirma.

Por dentro, a 440 Raptor conta com uma cabine privativa de meia-nau, com janelas panorâmicas e banheiro com chuveiro. Na proa, o projeto optou por um espaço multifuncional, onde o proprietário pode optar por um segundo quarto ou se transformar em cozinha, equipada com frigobar, micro-ondas e cooktop.

No posto de comando, joystick intuitivo e sistemas eletrônicos de manobra aproximam a pilotagem da experiência dos carros de alta performance, com respostas imediatas e apoio da tecnologia em espaços apertados de marina.

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Coluna Histórias & Estórias – Por Chico Lelis

Luzes: na terra, mar e ar

O primeiro farol do carro surgiu em 1899, onde seu criador (não existe registro do seu nome) se inspirou em candelabros à vela. Entre os primeiros modelos a fazer uso desse equipamento foi o Peugeot Tipo 3, modelo do primeiro carro importado para o Brasil, por Alberto Santos Dumont, o Pai da Avião. O elétrico veio em 1912; com dois filamentos e defletor chegaram em 1930. Cinco anos depois, os primeiros modelos de carros tiveram os faróis embutidos em sua carroceria. E os faróis foram evoluindo até chegarem aos modelos de hoje, que utilizam LED. E, pela legislação, a partir desse anos de 2014, todos os veículos, sejam híbridos, elétricos ou a combustão são obrigados a sair de fábrica com a luz diurna obrigatória, conhecida como DRL.

Mas falar sobre faróis para os automóveis é algo que não causa muita curiosidade, pois todo mundo, seja motorista ou pedestre, conhece bem esta peça indispensável que, muita vezes é mal usada, na guerra dos faróis, por exemplo, em estradas de pistas simples, da falta do uso deles nas vias urbanas. E, vou incluir as setas direcionais, que não são muito usadas pelo motorista brasileiro.

E no mar?

Bem, no mar a situação é outra. Os faróis não são peças principais na sinalização das viagens. O mais importante é a cor das luzes colocadas à boreste (direita da embarcação), a verde, e a bombordo (esquerda), vermelha. Elas indicam quando algum barco se aproxima ou se afasta. Quando se avista uma luz invertida, é porque há uma embarcação vinco na sua direção. Nesse caso é passar com a luz verde cruzar com a luz verde do outro barco.

Essa é a regra: a embarcação que estiver  navegando pelo boreste (direita) e for avistado, olhando para a direita,  uma outra com a luz de bordo vermelha, esta tem preferência. As únicas exceções ficam para barcos a vela e os de pesca arrastando redes têm sempre preferência, independente do bordo em que estejam.

Agora, imaginem essas regras nos trânsito das nossas cidades e estradas. O nosso motorista não obedece a distância mínima e, quem obedece, corre o risco de ter o espaço entre seu carro e o da frente, por um apressadinho que não obedece esta “mandamento”. E na cidade, quem vem da direita, tem preferência no cruzamento, mas quem respeita a regra? Você obedece ou conhece quem?

No ar
Como informa a Associação Brasileira das Empresas Aéreas, as luzes externas  servem, especialmente à noite, para auxiliar o piloto nas ações de decolagem e aterrissagem de um avião comercial.

Luzes de ponta de asa
São luzes instaladas na ponta de cada asa, mostrando o sentido em que segue o avião. “Essa sinalização é padronizada na avião comercial no mundo todo. A luz esquerda é vermelha e a direita é verde. Com isso o controlador de voo consegue ver o sentido do avião, diz o consultor técnico da ABEAR, Raul Souza..

Beacon
Não confunda com bacon, apesar da sua cor vermelha. Ela situada embaixo e em cima do avião, no meio do avião, para mostrar que os motores estão ligados e só apagam quando eles são deligados. Serve também como sistema anti-colisão.

Luz traseira
Ela é branca sinalizando a cauda do avião e serve para calcular o tamanho do mesmo, medindo-se a distância entre ela o beacon, que fica no meio.

Luzes de pouso
São localizadas no trem de pouso  ou nas asas. Iluminam a pista e auxiliam o piloto na decolagem e na aterrissagem. Podem ser brancas ou amarelas..

Luzes de motores
Os motores têm uma luz só para eles, mas apenas usadas em caso de acidentes, como colisão com pássaros. Estão nas partes laterais da fuselagem. São brancas ou amarelas.

Strobe
Essas são conhecidas de qualquer um que, à noite, olhando para um avião passando, logo as identificas. São brancas que piscam, com os antigos flashes das máquinas fotográficas (alguém ainda lembra delas?) e podem ser vistas a quilômetros de distância. Estão na frente do avião, mas podem estar nas asas e na sua traseira.

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Fiat 500 Abarth vira barco com motor de 230 cavalos

Para comemorar os 75 anos da marca Abarth, o Centro Stile Fiat e Car Off Shore, criaram um barco muito divertido: o Abarth Offshore. O barco motorizado estreou no inicio de junho no Top Marques 2024, em Mónaco. Serão apenas 500 exemplares.

Imitando um 500 Abarth, o casco verde metálico reflete as cores do arco-íris quando em contato com o sol. O barco tem um motor hidrojato de 230 cavalos e escapamentos de competição Riva, que emitem um som semelhante ao modelo de rua.

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