árvores

Ventos de 74 km/h e chuvas fortes causam estragos em Campinas

A cidade de Campinas sofreu hoje (22) quedas de árvores, alagamentos de imóveis e de vias devido ás chuvas e ventos fortes desta segunda-feira, 22 de setembro, causou quedas de árvores, alagamentos de imóveis e de vias da cidade. O acumulado de chuvas na cidade chegou a 55,6 milímetros, sendo a maior  quantidad em Barão Geraldo.

A velocidade do vento alcançou 74 quilômetros por hora ás 14 horas, no Aeroporto de Viracopos.

Árvores 

Mais de 50 árvores cairam, sendo sete delas sobre a rede elétrica e tem outras com perigo de queda. Foram registrados alagamentos nos bairros Jardim Chapadão (Norte), Jardim Novo Flamboyant (Leste), Jardim Brasil (Norte), Cidade Satélite Íris (Noroeste) e Jardim Campo Belo (Sul). Um muro caiu no Jardim São Pedro (Região Sul).

Houve seis destelhamentos de imóveis nos bairros Vila Mimosa (Sul), 2 no Satélite Íris I (Noroeste), Jardim Monte Cristo (Sul), Jardim Santa Lúcia (Noroeste) e Jardim Cura D’ars (Sul).

A Estação BRT Piracicaba, no Corredor Ouro Verde, precisou ser desativada e alguns serviços da  Rede Mário Gatti foram afetados por conta de goteiras.  Em algumas escolas as aulas foram suspensas.

Doze equipes da Secretaria de Serviços Públicos atuam na remoção de árvores e galhos.

 

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Campinas é um das cidades mais arborizadas do Brasil, segundo o IBGE

Levantamento realizado pelo feito IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, confirmou que Campinas está entre as cidades mais arborizadas do Brasil. A pesquisa produzida com dados do Censo de 2022 e divulgados recentemente, entre as cidades com mais de 1 milhão de habitantes, Campinas aparece em quarto lugar com 84,38%.

O levantamento considera apenas árvores no entorno de residências, e não conta algumas áreas densamente arborizadas, como parques e bosques.

Índice de arborização 

  1. Goiânia – 89,75%
  2. Curitiba – 85,5%
  3. Brasília – 84,88%
  4. Campinas – 84,38%
  5. Porto Alegre – 79,09%
  6. Belo Horizonte – 76,67%
  7. São Paulo – 67,78%
  8. Rio de Janeiro – 65,34%
  9. Guarulhos – 60,52%
  10. Fortaleza – 60,08%
  11. Recife – 52,11%
  12. Manaus – 45,6%
  13. Belém – 45,37%
  14. Salvador – 34,5%
  15. São Luís – 34,21%

O secretário de Serviços Públicos, Ernesto Paulella, explica que a gestão da arborização é feita com muito planejamento, seguindo normas técnicas e científicas e adequada a cada ambiente. “A arborização deve ser planejada e analisada sob vários aspectos de acordo com as características próprias da cidade, como tamanho do território, complexidade demográfica, aspectos culturais e educacionais, entre muitos outros. Fazemos um trabalho estruturado na arborização nos mais diferentes meios da cidade”, explica o secretário.

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Village Campinas, em Barão Geraldo, recebe o plantio de 3 mil árvores

Uma área pública degradada localizada no bairro Village Campinas, em Barão Geraldo, está passando por um processo de recuperação ambiental com o plantio de mais de 3 mil mudas de árvores. A iniciativa faz parte de um Termo de Compromisso de Recuperação Ambiental (TCRA) e foi coordenada pelo Banco de Áreas Verdes (BAV), da Secretaria do Clima, Meio Ambiente e Sustentabilidade (Seclimas) e pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb).

A área foi indicada pelo BAV para receber a compensação ambiental de um empreendimento imobiliário em cumprimento a exigências da Cetesb, responsável pelo licenciamento ambiental da obra. O plantio, concluído em janeiro, totalizou 3.383 mudas em uma área de aproximadamente 20.298 m², próxima a uma Área de Preservação Permanente (APP) de um afluente do rio Atibaia – importante bacia para o abastecimento de água na região.

 

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Ventos fortes e chuvas atingiram Campinas e derrubaram 10 árvores

As chuvas e rajadas de vento que atingiram Campinas na tarde de hoje (21), ás 14 horas, derrubaram pelo menos 10 árvores e causaram congestionamentos. Segundo medição do Cepagri – Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas à Agricultura da Unicamp, choveu em uma hora 23,8 milímetros e os ventos atingiram quase 28 km/h.

Duas árvores cairam  em cima de veículos, mas não teve vítimas. Houve ainda queda de um poste no Jardim Nova Europa e um imóvel no Cambuí foi alagado.

As equipes de Serviços Públicos já estão nas ruas realizando a limpeza e desobstrução das vias. Agentes da Emdec monitoram o trânsito.

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Floradas dos ipês amarelos estão deixando Campinas ainda mais bonita

O mês de setembro é marcado pelas floradas dos ipês amarelos em toda a cidade de Campinas. Nativa da região, a espécie floresce entre os meses de agosto e outubro, quando o tempo é mais seco e a baixa umidade do ar favorece o desenvolvimento da planta. As árvores nem sempre são tão grandes, mas atraem os olhares quando perdem as folhas e ficam com cachos de flores pendurados em seus galhos.

Dentro do Programa Municipal de Arborização, a Prefeitura de Campinas planta ipês em todos os novos parques, bosques da cidade, nos canteiros centrais de vias públicas. Apenas no BRT Campo Grande, inaugurado recentemente, foram plantadas 3.200 mudas de todas as cores.

“O ipê é uma árvore bastante disseminada na cidade de Campinas e buscamos manter essa tradição plantando as mudas em praças, parques, canteiros e calçadas”, disse Ernesto Paulella, secretário de Serviços Públicos de Campinas.

O professor de história Eduardo Benedito conta que no bairro onde ele mora, no Jardim Miriam, região Leste da cidade, tem ipês de todas as cores. “Eu vejo como um prenúncio de que a Primavera está chegando. É uma imagem muito colorida de se ter dentro de um espaço urbano como a cidade de Campinas. Quando você vê essas árvores, fica encantado”, afirmou.

Não é por acaso que Inês Pereira Sampaio, moradora do Parque Ipiranga, estava passeando pelo Largo do Rosário e disse que os ipês se tornam atração por lá nessa época do ano. “Eu trabalho aqui perto há quase 20 anos. Sempre que os ipês do Largo do Rosário estão floridos, as pessoas param para contemplar e tirar foto. Acho a coisa mais linda, pois colorem bastante a nossa cidade”, disse.

Segundo especialistas, a árvore sofre um estresse hídrico durante o inverno, quando as raízes se aprofundam no solo em busca de água e, em seguida, perdem suas folhas como uma forma de armazenar energia. A última etapa da estratégia de sobrevivência é o florescer. Em situações extremas, de muita falta d’água, a árvore pode dar duas floradas seguidas.

O período de floração dos ipês é de curto, mas ainda é possível reservar um espaço na agenda para admirá-los. Essas árvores que colorem a cidade estão presentes em diversas pareas como no Largo do Rosário, em frente a Escola de Cadetes; no corredor do BRT; e no Viveiro Municipal Otávio Tisseli Filho, do Parque Xangrilá.

Ipê Amarelo
Nome científico: Tabebuia alba; Handroanthus chrysotrichus; Handroanthus umbellatus; Handroanthus vellosoi
Altura: de 4 a 25 metros
Diâmetro do caule (adulto): 30-70 cm
Floração: Flores de cor amarela em julho/agosto/setembro/outubro

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Segundo secretário, melhorou o atendimento de podas e extrações de árvores

A ampliação das equipes de arborização, no primeiro semestre deste ano, aumentou os atendimentos aos pedidos da população para poda e extração de árvores após. O número de equipes, apenas para executar estes dois tipos de serviços, foi de sete para 15, entre abril e maio. Com isso, o atendimento às solicitações dos cidadãos passou de 23,35%, do total de pedidos no primeiro trimestre, para 89, 49%, no segundo trimestre.

O secretário de Serviços Públicos, Ernesto Paulella, considera que o trabalho com as novas equipes de poda de árvores e de análise de pedidos de extração agilizou o atendimento aos pedidos dos cidadãos. No primeiro trimestre, foram 2904 solicitações de poda e/ou extração e no segundo trimestre foram 2.273 pedidos.

As demandas da população chegam pelo telefone 156, Portal do Cidadão, whatsapp, Ouvidoria, Protocolo Geral, entre outros. Além das solicitações dos cidadãos, as equipes do Departamento de Parques e Jardins (DPJ) e de outros setores da Administração Municipal também identificam onde há necessidade dos serviços e é incluída na programação de trabalho.

Critérios

O secretário explica que, em relação aos pedidos para extração de árvores, nem todos podem ser autorizados, porque as árvores são removidas somente se for necessário. Não é raro ter pedido de extração apenas porque o cidadão se incomoda com as folhas que caem ou com sons de pássaros nas árvores.

“É preciso seguir critérios técnicos, como apresentar problemas fitossanitários, como podridão no tronco ou nas raízes, por exemplo, desestabilização da árvore, interferências sérias com a rede de fiação aérea ou nas calçadas, entre outros que também sejam de riscos”, diz Ernesto Paulella.

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